Revista Forecast

Revista Forecast A revista de quem define o futuro.

O Supremo Tribunal Federal (STF) reverteu uma decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e liberou a operação da ...
22/07/2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) reverteu uma decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e liberou a operação da Buser - maior empresa de inteligência em mobilidade rodoviária do Brasil, para viagens no Estado do Paraná. É a primeira vez que o STF analisa o mérito do fretamento colaborativo, modelo pelo qual passageiros se unem através do aplicativo e fretam um ônibus para viajar.

A decisão do ministro Nunes Marques, que ainda será analisada pelo plenário da Corte, impacta um mercado que movimenta R$ 30 bilhões por ano e transporta mais de 100 milhões de brasileiros que viajam de ônibus pelo País.

A disputa teve origem em ação movida pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina (FEPASC), que alegava irregularidade no modelo de fretamento colaborativo intermediado pela Buser. O TRF-4 havia determinado a interrupção das viagens interestaduais envolvendo o Paraná. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão posteriormente suspensa pelo STF.

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A presença de vendedores internacionais no Mercado Livre continua avançando. Em abril de 2026, a plataforma recebeu 14,1...
15/07/2026

A presença de vendedores internacionais no Mercado Livre continua avançando. Em abril de 2026, a plataforma recebeu 14,1 milhões de novos anúncios estrangeiros, mantendo o ritmo observado em março, quando foram cadastrados 14,6 milhões de produtos. O movimento consolida a internacionalização do marketplace e amplia a concorrência em diversas categorias. Para muitos vendedores brasileiros, a reação tem sido imediata: reduzir preços para tentar preservar vendas.

Para Hugo Vasconcelos, especialista em vendas em marketplaces e fundador da Pronix, esse é justamente o maior erro estratégico que um seller pode cometer.

Segundo ele, disputar mercado apenas pelo menor preço reduz a margem de lucro, limita a capacidade de investimento da operação e cria uma competição difícil de sustentar diante de vendedores que trabalham com estruturas de custo diferentes. "Quando o concorrente chega com preço mais baixo, o vendedor despreparado corta margem. O vendedor estruturado revê o posicionamento. Preço é apenas um dos fatores da decisão de compra e, muitas vezes, nem é o principal."Embora o número de anúncios internacionais cresça rapidamente, isso não significa que eles concentram a maior parte das vendas da plataforma.

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A inteligência artificial transformou a velocidade das empresas, onde respostas instantâneas, automação comercial, atend...
14/07/2026

A inteligência artificial transformou a velocidade das empresas, onde respostas instantâneas, automação comercial, atendimento digital e produção de conteúdo em escala passaram a fazer parte da rotina corporativa. Mas, à medida que a tecnologia ganha espaço nas relações com clientes, cresce uma preocupação entre especialistas em experiência do cliente: a eficiência operacional pode estar avançando mais rápido do que a capacidade das empresas de construir confiança, diferenciação e fidelização.

Bethel Lombardi, especialista em experiência do cliente, fundador da Encantar Mentory e criador do método EPL (Encantar Para Lucrar), atua há mais de duas décadas com relacionamento, retenção de clientes e desenvolvimento de negócios. Para o executivo, a inteligência artificial representa uma das maiores oportunidades para as empresas nos últimos anos. O problema surge quando organizações passam a utilizar a tecnologia como substituta do relacionamento comercial, e não como ferramenta de apoio à experiência do cliente.

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A entrega das chaves sempre foi tratada como o ponto de finalização de um empreendimento. Para o cliente, é de fato um m...
14/07/2026

A entrega das chaves sempre foi tratada como o ponto de finalização de um empreendimento. Para o cliente, é de fato um marco: a materialização de um projeto de vida, de um investimento financeiro relevante e, muitas vezes, de anos de planejamento. Mas, para a construtora, esse momento precisa deixar de ser visto apenas como o encerramento da obra. A entrega das chaves é, cada vez mais, o início de uma nova etapa de relacionamento, governança e geração de valor.

Embora a construção civil brasileira siga crescendo, o ritmo é moderado, com uma projeção de elevação de 2% em 2026. Isso significa que perdas operacionais e oportunidades de melhoria precisam ser gerenciadas com mais assertividade, visando a competitividade das empresas.

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A Buser, maior empresa de inteligência em mobilidade rodoviária do país, anunciou nesta terça-feira, dia 30, a aquisição...
03/07/2026

A Buser, maior empresa de inteligência em mobilidade rodoviária do país, anunciou nesta terça-feira, dia 30, a aquisição da Designa, software house especializada em projetos de IA (inteligência artificial). O time fundador da Designa inclui Michel Amaral, CEO, e Fábio Rodrigues, principal engenheiro, e passa a integrar a equipe de tecnologia da Buser. O valor da transação não foi divulgado.

“A Buser vem se tornando ao longo dos últimos anos uma empresa de dados e tecnologia que opera transporte rodoviário. A próxima década dessa empresa vai ser decidida pela qualidade dos nossos modelos, não pelo tamanho da frota. Adquirir a Designa reforça nossa aposta nessa estratégia”, afirma Thiago Avelino, CTO da Buser.

A Designa é conhecida por desenvolver interfaces que traduzem sistemas complexos em experiências intuitivas, uma competência que, no entendimento da Buser, representa um diferencial estratégico na evolução de modelos de inteligência artificial. "O gargalo de qualquer modelo de machine learning é a interface entre o que o modelo sugere e o humano que decide. Trazer quem sabe desenhar essa ponte para perto de quem treina os modelos é o tipo de combinação que muda o quanto da inteligência vira decisão de verdade."

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Ao longo das últimas décadas, São José dos Campos vem consolidando uma trajetória de contínua expansão tecnológica onde,...
02/07/2026

Ao longo das últimas décadas, São José dos Campos vem consolidando uma trajetória de contínua expansão tecnológica onde, historicamente reconhecida pela excelência do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), pela formação de profissionais de elite e pelo protagonismo da indústria aeroespacial, a cidade foi, gradativamente, atraindo novos ecossistemas de inovação. Esse amadurecimento abriu espaço para o florescimento de empresas de tecnologia financeira, inteligência artificial e negócios digitais, que se integraram ao tecido econômico local.

Esse movimento contínuo não apenas diversificou a economia e ampliou a oferta de empregos qualificados, mas também coroou a transformação do município em um polo tecnológico multifacetado, expandindo com maturidade a sua tradicional vocação ligada à engenharia.

Entre os exemplos desse avanço está a TMB, fintech fundada em São José dos Campos e especializada em soluções de crédito para o mercado de educação digital. A empresa conta atualmente com mais de 200 colaboradores, registrou crescimento de 11.700% na base de clientes desde sua fundação, em 2021, e projeta expansão de 65% em suas operações. A companhia também investiu mais de R$20 milhões em inteligência artificial para aprimorar análise de crédito, cobrança, prevenção a fraudes e eficiência operacional.

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Enquanto o Brasil discute novas regras para inteligência artificial, responsabilidade das plataformas digitais, proteção...
02/07/2026

Enquanto o Brasil discute novas regras para inteligência artificial, responsabilidade das plataformas digitais, proteção de dados e relações de consumo no ambiente online, um dos setores que mais cresceram nos últimos anos passa a contar com representação institucional própria. Foi lançada a Associação Brasileira de Infoprodutores (ABIP), primeira entidade nacional criada para representar os interesses de produtores de conteúdo, especialistas, educadores digitais e empreendedores da economia do conhecimento.

A iniciativa é liderada por Fernanda Marinela, advogada, professora de Direito Administrativo, autora de obras jurídicas e ex-conselheira nacional do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Atualmente, ela preside a ABIP e defende que o amadurecimento da economia digital exige participação mais ativa do setor nas discussões que definirão o ambiente regulatório dos próximos anos.

O lançamento ocorre em um momento em que os negócios digitais deixaram de ocupar uma posição periférica na economia para se tornarem uma alternativa concreta de geração de renda, educação, capacitação profissional e empreendedorismo. Ao mesmo tempo, cresce a pressão por regulamentações capazes de equilibrar inovação, proteção do consumidor e segurança jurídica.

Segundo Fernanda Marinela, a ausência de uma representação nacional dificultava a participação organizada do setor em debates que podem impactar diretamente milhares de empresas e profissionais.

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Durante muito tempo, o consórcio foi visto como uma opção para quem não conseguia acesso ao financiamento tradicional. H...
30/06/2026

Durante muito tempo, o consórcio foi visto como uma opção para quem não conseguia acesso ao financiamento tradicional. Hoje, esse cenário se inverte. Em um ambiente de juros elevados e busca crescente por soluções financeiras mais eficientes, o consórcio conquista espaço entre investidores, empresários e clientes de alta renda como instrumento de planejamento patrimonial e expansão de negócios.

Essa mudança de comportamento do mercado está por trás da reinauguração da unidade, que passa a operar como uma filial Prime. Mais do que uma modernização da estrutura física, a transformação marca uma nova fase da empresa, agora preparada para atender operações de alto valor, ampliar seu portfólio de soluções e acompanhar uma demanda crescente por crédito sem juros para projetos cada vez mais ambiciosos.

Em entrevista à Forecast – A revista de quem define o futuro, o gestor da unidade explica como a mudança de posicionamento amplia o alcance da operação, detalha as oportunidades para o mercado corporativo e analisa por que acredita que o consórcio deixou de ser um plano B para se tornar a principal estratégia financeira de um número cada vez maior de brasileiros.

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A fragilidade da infraestrutura de distribuição elétrica no Brasil, evidenciada pelos recentes apagões climáticos, encon...
30/06/2026

A fragilidade da infraestrutura de distribuição elétrica no Brasil, evidenciada pelos recentes apagões climáticos, encontrou um novo e bilionário fator de estresse: o consumo exponencial dos novos Data Centers projetados para rodar Inteligência Artificial (IA). É na intersecção dessas duas macrotendências que a Energ, empresa sediada no ABC Paulista, consolidou sua “quinta onda” de expansão e atingiu, no último balanço, um volume total de negócios de R$ 217 milhões.

Desse montante, R$ 147 milhões correspondem ao faturamento direto da companhia, que registrou um salto expressivo de 44% no ciclo anterior, e R$ 70 milhões são referentes a vendas diretas da fábrica da multinacional Generac, da qual a Energ é a maior distribuidora no Brasil.

O forte desempenho financeiro consolida a transição da empresa – fundada em 2003 com foco exclusivo em manutenção – para o que o mercado hoje chama de “Seguradora de Energia”. Em vez de atuar apenas como vendedora de equipamentos, a Energ fornece a infraestrutura turnkey (chave na mão) que garante resiliência a hospitais, redes de telecomunicação e Hyperscale Data Centers – o mercado High Power (usinas de 1.000 a 3.000 kVA).

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Abrir uma empresa virou moda e sinônimo de liberdade, propósito e sucesso para muitas pessoas que buscam inovação e troc...
27/06/2026

Abrir uma empresa virou moda e sinônimo de liberdade, propósito e sucesso para muitas pessoas que buscam inovação e troca de carreira. Para o empreendedor em série, mentor de startups, investidor-anjo e fundador da Mauna Ventures Edu Camargo, essa narrativa ignora os impactos financeiros, emocionais e familiares da jornada empreendedora. Depois de já ter impactado mais de 100 startups, montado três empresas (tendo vendido uma delas) e formado mais de 1.000 empreendedores, com o lançamento de Por que você NÃO deveria empreender, o autor apresenta um olhar voltado para os bastidores do mercado e propõe que o empreendedorismo real seja tratado como ciência aplicada, não como paixão ou impulso.

Neste livro, publicado pela Citadel Editora, Camargo parte da própria trajetória profissional - que inclui estudos na University of California, Berkeley, experiência em venture capital e atuação em mais de 100 startups - para discutir o que chama de “Muro da Inércia” e “Algemas de Ouro”: ou seja, o medo de abandonar a estabilidade corporativa sem preparo. Ao longo da obra, ele mostra que testar hipóteses, validar ideias e medir riscos devem vir antes de qualquer pedido de demissão ou investimento alto.

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São José Dos Campos, SP

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