01/07/2026
✝️ Em São Luís, parece que quase tudo é tolerado pelo poder público: bagunça, desordem, ilegalidade e desrespeito ao cidadão. Mas basta entrar um cristão em terminal de integração para pregar a Palavra de Deus que a reação muda. O que deveria ser liberdade religiosa passa a ser tratado como problema de ordem pública. E isso tem nome: perseguição.
🚨 Foi nesse contexto que a deputada Mical Damasceno foi à SMTT cobrar explicações sobre a proibição de evangelização nos terminais. Saiu de lá não com resposta, mas com truculência. O episódio é grave porque reforça a sensação de que, quando o alvo é evangélico, a prefeitura troca diálogo por intimidação e age como se fé fosse ameaça.
🏛 O mais revelador é o contraste: para a bagunça, tolerância; para aliados, gentileza; para quem prega, repressão. A SMTT, que deveria cuidar de trânsito, parece cada vez mais empenhada em vigiar trabalhador, constranger cidadão e bancar polícia ideológica. Terminal público não é território proibido para Cristo nem secretaria é cela improvisada.
😏 E ao valente agente Diogo, um lembrete simples: bloco de multa não é distintivo de xerife. Uniforme preto não concede superpoder, nem transforma fiscal em dono da cidade. Menos cosplay de caveira e mais faixa de pedestre, meu caro.
📲 Comente, compartilhe e marque quem também percebe quando o poder público escolhe ser duro com a fé e manso com a desordem.
joselinharesjr