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Saylor mandou 30 milhões em Bitcoin pra Coinbase.O homem que jurou “nunca vou vender” acabou de dar o primeiro sinal de ...
30/05/2026

Saylor mandou 30 milhões em Bitcoin pra Coinbase.

O homem que jurou “nunca vou vender” acabou de dar o primeiro sinal de venda.

Todo mundo pensou: ele desistiu.

Eu vejo o oposto.

Saylor tá preparando o mercado pra uma venda muito maior que ainda vai acontecer.

Ele é o maior detentor institucional de Bitcoin do mundo. Sozinho, segura Bitcoin suficiente pra abalar o mercado inteiro.

Por isso, há anos, existe um único medo rondando o mercado:

“E se um dia o Saylor vender?”

Se esse dia chegar e o mercado não estiver pronto, todo mundo vai pensar a mesma coisa ao mesmo tempo:

“Se até o Saylor tá vendendo, acabou.”

E aí começa o pânico.

O que mata o mercado não é a queda. É o pânico.

Lembra da Luna? 60 bilhões viraram pó em poucos dias. Primeiro uma pequena perda de confiança. Depois todo mundo correu pra porta ao mesmo tempo.

Lembra da FTX? Quebrou em uma semana. Primeiro uma suspeita, depois pânico, depois fila pra sacar.

Nos dois casos, o ativo não quebrou. A confiança quebrou.

Saylor sabe disso.

Esses 30 milhões é só um simulado de incêndio.

Nos prédios fazem simulado pra que, no dia do incêndio de verdade, ninguém se pisoteie na escada.

É isso que Saylor tá fazendo com o mercado.

O mercado viu ele enviar esses BTC pra coinbase e nada aconteceu. O Bitcoin não desabou.

Quando chegar o dia da venda grande, a manchete “Saylor tá vendendo” já não vai bater como bateria hoje.

E vale lembrar: ele continua comprando muito mais do que vende. Segue comprador líquido. Isso não é fuga. É preparação.

Até quem dizia “nunca vou vender” já tá ensaiando pra esse dia.

Salva esse post. Me segue que no próximo eu mostro os sinais que aparecem antes de movimentos grandes como esse.

O mercado virou a chave. E não foi pra cima.Os traders começaram a apostar dinheiro de verdade numa coisa que pouca gent...
29/05/2026

O mercado virou a chave. E não foi pra cima.

Os traders começaram a apostar dinheiro de verdade numa coisa que pouca gente queria falar em voz alta: Bitcoin abaixo de US$ 70 mil antes do fim do mês. Na Polymarket, casa de apostas sobre “vai ou não vai acontecer”, a chance disso já bate uns 26%. Não é certeza, mas também não é mais palpite de fórum.

O motivo não é mistério. Em 24 horas, quase US$ 924 milhões em posições foram liquidadas. Liquidação é quando você aposta na alta com dinheiro emprestado, o preço vai pro lado contrário e a corretora fecha tudo à força. Desse quase um bilhão, US$ 851 milhões eram gente que apostou na subida. Foram atropelados.

Mas o que pesa mais não é o pequeno trader alavancado. É o dinheiro grande indo embora. Mais de US$ 1 bilhão saiu dos ETFs de Bitcoin em dois dias. Quando o institucional saca, ele empurra o preço pra baixo no caminho.

Antes de vender tudo no desespero, olha esse número: a chance de o BTC despencar pra US$ 65 mil no curto prazo é de só 3%. O que o mercado precif**a não é colapso. É correção.

O problema mora no prazo mais longo. Olhando 2026 inteiro, a conversa muda: 54% de chance de cair abaixo de US$ 55 mil e 42% de ver os US$ 50 mil de novo. E não é gente revoltada na internet falando. A CryptoQuant, referência em dados on-chain, chamou os US$ 55 mil de “fundo do mercado de baixa”. O Standard Chartered fala em US$ 50 mil antes da próxima alta.

Repara no jogo. No curto prazo, o mercado aposta numa queda suave. No médio, coloca mais da metade das fichas num recuo bem mais fundo. Isso não é previsão. É um termômetro de onde o risco está mais concentrado.

Ninguém aqui está te mandando comprar ou vender nada. O mercado te entrega informação de graça sobre onde a pressão está maior. Você decide se usa ou ignora.

A queda não decide nada sozinha. Sua preparação decide.

Salva esse post pra reler quando o preço se mexer e me conta nos comentários: você tá comprando a queda, esperando ou só assistindo o circo pegar fogo?

Agora me segue pra não perder nenhuma novidade do mercado cripto

28/05/2026

NETFLIX, nunca critiquei 😅

Nome da série: Osark

🚨 O que ninguém está te contando sobre o caos no Estreito de HormuzO que a mídia mostra é só um pedaço. O quadro real é ...
28/05/2026

🚨 O que ninguém está te contando sobre o caos no Estreito de Hormuz

O que a mídia mostra é só um pedaço. O quadro real é mais sério e mexe direto com a sua carteira.

Drones atingindo navios comerciais, os EUA respondendo com ataques a embarcações iranianas, e o estreito por onde passa um quinto do petróleo mundial praticamente travado.

O tráfego de petroleiros caiu cerca de 70% e mais de 150 navios estão ancorados esperando. Não é tensão passageira: é um conflito que se arrasta desde fevereiro e segue sem desfecho.

O reflexo no mercado:

Ouro perto de $4.430 a onça. E aqui mora um detalhe que quase ninguém conta: o metal não está explodindo, está corrigindo.

Caiu pra mínima de quase dois meses porque as negociações EUA-Irã avançaram e derrubaram o petróleo. Mas segue 30% acima do ano passado, com bancos centrais comprando o tempo todo.

Bitcoin pressionado, na faixa dos $73k. Quando o petróleo sobe, a inflação volta, os juros americanos sobem e o dólar fortalece. Essa combinação drena liquidez de cripto. É isso que pesa no preço.

O ponto que importa: o equilíbrio é frágil. Um erro de cálculo de qualquer lado reabre a escalada e joga o petróleo pra cima de novo, com efeito em cascata, energia cara, risco de recessão e fuga de capital pra ativos de refúgio. O dinheiro grande já está se posicionando.

Quer saber onde mora o risco real e onde podem surgir oportunidades nesse cenário?

Me segue e ativa o sininho pra acompanhar macro, geopolítica e cripto sem drama de cliques. Vamos atravessar esse mercado juntos. 🔥

Uma pessoa colocou US$ 341 numa memecoin de Copa do Mundo. Duas semanas depois, tinha US$ 157.600.Antes que você pense “...
27/05/2026

Uma pessoa colocou US$ 341 numa memecoin de Copa do Mundo. Duas semanas depois, tinha US$ 157.600.

Antes que você pense “isso não acontece de verdade”: aconteceu. E dá pra rastrear cada transação na blockchain.

Em 11 de maio, alguém comprou a World Cup Coin na Pump.fun, plataforma de lançamento de tokens da Solana. O market cap do token era menor que US$ 40 mil. Uma moeda que quase ninguém tinha ouvido falar.

Nas primeiras 12 horas, não aconteceu nada. O token ficou parado. A maioria das pessoas teria desistido.

Depois disso, foi reto para US$ 2,18 milhões de market cap. Alta de mais de 5.000% numa janela curta. No dia seguinte, chegou a US$ 6 milhões. O trader vendeu US$ 35.700 nessa subida e embolsou parte do lucro.

Mas a história não acabou aí.

O token caiu 49% na semana seguinte. Quem entrou tarde perdeu. Quem entrou cedo segurou. Em 21 de maio, a moeda bateu máxima histórica: US$ 12,2 milhões de market cap, mais de 30.000% acima da primeira compra. O trader vendeu mais uma parte. Total realizado: US$ 49.400, em 78 transações.

Ainda carrega US$ 108.200 em posição aberta.

Por que não vendeu tudo de uma vez? Porque a Copa do Mundo começa em 11 de junho. A edição de 2026 tem 48 seleções, a maior da história. Mais jogos, mais narrativa, mais janelas de pump. O trader está apostando que o hype vai crescer com o torneio.

Só que o padrão histórico com memecoins de eventos é claro: sobem antes, caem durante ou logo depois. A questão não é se vai cair. A questão é se ele vai cronometrar a saída.

E tem mais um dado que muda a leitura desse caso todo: quase metade dos traders ativos na Pump.fun em março de 2026 fechou o mês no vermelho, e 96% dos wallets ou perderam dinheiro ou lucraram menos de US$ 500.  Esse trader está no extremo oposto dessa curva.

A final da Copa é em 19 de julho. Até lá, muita coisa pode acontecer com esse token.

Salva esse post. Vale acompanhar o final dessa história.

Para de rolar o feed por 30 segundos.Alguém queimou R$ 41 milhões em Bitcoin ontem.107 moedas. Cinco transações. Enviada...
26/05/2026

Para de rolar o feed por 30 segundos.

Alguém queimou R$ 41 milhões em Bitcoin ontem.

107 moedas. Cinco transações. Enviadas para um endereço sem dono, sem chave privada. O dinheiro sumiu da circulação para sempre.

E o detalhe que ninguém esperava: essas moedas f**aram paradas desde 2014. Doze anos guardadas.

O Bitcoin saiu de centavos e chegou perto de R$ 600 mil por unidade. Aí o cara simplesmente queimou tudo.

Ninguém sabe o porquê. Adam Back, criador do Hashcash, cogitou ataque quântico acidental.

Outros acham que foi erro. Mas foram cinco transações separadas. Erro não explica.

Uma hipótese levantada na comunidade é que foi intencional, uma doação pública. Ao retirar moedas de circulação, o restante f**a mais escasso.

O próprio Satoshi falou sobre isso em 2010: moedas perdidas fazem com que as dos outros valham um pouco mais.

Isso pode parecer loucura. Mas também pode ser a lógica de alguém que acredita tanto no Bitcoin que preferiu devolver para a rede.

O endereço de queima já acumula mais de 800 BTC. Mais de R$ 314 milhões enterrados voluntariamente.

Você queimaria?

Endereço

São Paulo, SP

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