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A ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela provocou reação imediata do governo colombiano, que passou a buscar a...
05/01/2026

A ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela provocou reação imediata do governo colombiano, que passou a buscar apoio diplomático junto ao Brasil. A iniciativa foi liderada por assessores do presidente Gustavo Petro, preocupados com possíveis desdobramentos da ação norte-americana.

Segundo relatos obtidos no Itamaraty, a Colômbia teme que os Estados Unidos ampliem suas operações militares para além do território venezuelano, atingindo outros países da América do Sul. O receio central é que ações sejam justificadas com base no combate ao narcoterrorismo.

Um integrante do alto escalão do Ministério das Relações Exteriores brasileiro afirmou que a avaliação interna é de que Washington pode não restringir suas ações ao país vizinho, o que elevaria o risco de instabilidade regional.

Diante desse cenário, técnicos da diplomacia brasileira foram procurados para discutir mecanismos de proteção internacional e articulações políticas capazes de conter uma eventual expansão militar.

O movimento colombiano evidencia o impacto regional da ação dos Estados Unidos na Venezuela e reforça o clima de alerta entre governos sul-americanos diante da possibilidade de novas intervenções.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reagiu duramente à ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela e anunciou ...
05/01/2026

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reagiu duramente à ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela e anunciou luto nacional após a confirmação da morte de 32 cubanos durante o ataque. A ação americana culminou na prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Em pronunciamento publicado nas redes sociais, Díaz-Canel afirmou que os cubanos mortos atuavam em missões de combate no momento da ofensiva e classificou a operação dos EUA como uma agressão direta contra um país soberano.

Segundo a nota divulgada pelo governo cubano, os combatentes estavam em território venezuelano a serviço das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior de Cuba, cumprindo funções a pedido de autoridades locais.

O comunicado oficial relata que as mortes ocorreram na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026, durante a ação militar conduzida por forças norte-americanas. O governo cubano ressaltou que a operação representa uma escalada grave no conflito regional.

Ao decretar luto nacional, Havana reforçou sua solidariedade ao governo venezuelano e reiterou críticas à atuação dos Estados Unidos na América Latina, classificando o episódio como um ataque criminoso com consequências internacionais.

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Carlos Bolsonaro voltou a criticar as condições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após relatar que foi barra...
05/01/2026

Carlos Bolsonaro voltou a criticar as condições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após relatar que foi barrado ao tentar visitá-lo na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, nesta segunda-feira (5/1). Segundo o ex-vereador, as visitas ao pai estão limitadas a apenas dois dias por semana.

De acordo com as informações divulgadas por Carlos, os encontros familiares só podem ocorrer às terças e quintas-feiras, entre 9h e 11h, conforme determinação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O filho do ex-presidente afirmou que é falsa a ideia de que houve uma liberação ampla das visitas. Em publicação nas redes sociais, ele explicou que a única mudança foi o fim da exigência de sucessivos pedidos formais ao STF. “Não houve liberação real. Apenas retiraram a necessidade de implorar autorização”, afirmou.

Carlos destacou que, fora dos dias estipulados, Jair Bolsonaro permanece sem poder receber familiares, mesmo em um período considerado sensível por conta de sua saúde. O ex-presidente passou recentemente por uma cirurgia para corrigir uma hérnia inguinal bilateral.

Para o ex-vereador, a manutenção dessas restrições demonstra uma postura rigorosa e sem flexibilização, mesmo diante de circunstâncias médicas. A crítica reforça o discurso de aliados de Bolsonaro de que há excessos nas decisões judiciais que atingem o ex-presidente.

O episódio intensifica a tensão institucional entre o bolsonarismo e o Supremo Tribunal Federal, alimentando o debate público sobre limites, direitos e tratamento dado a ex-chefes de Estado.

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A confirmação feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a captura de Nicolás Maduro lançou a Venezue...
03/01/2026

A confirmação feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a captura de Nicolás Maduro lançou a Venezuela em um cenário de incerteza política e institucional. Segundo Trump, o líder venezuelano foi detido durante uma operação conduzida por forças de segurança americanas e retirado do país por via aérea, junto com sua esposa, Cilia Flores.

A imprensa dos Estados Unidos informou que a operação teria sido executada por membros da Delta Force, tropa de elite do Exército americano especializada em ações diretas contra alvos estratégicos. A informação foi divulgada pela CBS News, com base em fontes militares.

Enquanto isso, o governo venezuelano afirma não ter qualquer informação sobre o paradeiro do presidente. Em declaração transmitida pela TV estatal, a vice-presidente Delcy Rodríguez disse que o Executivo desconhece onde Maduro se encontra e classificou a situação como extremamente grave.

Rodríguez exigiu que os Estados Unidos apresentem uma prova de vida do presidente venezuelano e de sua esposa, elevando o tom contra Washington. A ausência de informações oficiais agravou o clima de instabilidade política e aumentou a pressão interna e externa sobre o governo venezuelano.

Trump, por sua vez, afirmou que a operação foi realizada com sucesso e em coordenação com forças de segurança americanas. O presidente norte-americano não forneceu detalhes sobre o local para onde Maduro foi levado, mas prometeu esclarecer a ação em uma coletiva de imprensa ainda neste sábado.

O episódio marca um dos momentos mais tensos das relações entre Estados Unidos e Venezuela, com impacto direto no equilíbrio político da América Latina e forte repercussão internacional.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a chegada de dois mil e vinte e seis em um cenário marcado por segurança...
02/01/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a chegada de dois mil e vinte e seis em um cenário marcado por segurança reforçada e estrutura oficial. A virada ocorreu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde o chefe do Executivo federal esteve acompanhado da primeira-dama Janja, familiares e amigos próximos.

Segundo informações de assessores presidenciais, Lula utilizou um helicóptero para se deslocar da base naval da Restinga da Marambaia até o Forte de Copacabana. O trajeto aéreo integrou o esquema de segurança e mobilidade do presidente durante o período de descanso de fim de ano.

O grupo que acompanhou o presidente incluiu a neta Bia, a bisneta Analua e amigos do círculo pessoal do casal. A ceia de Réveillon foi realizada no próprio Forte, em um ambiente reservado, de onde todos assistiram ao espetáculo de fogos que iluminou o céu da orla de Copacabana.

O Forte de Copacabana, além de ser um dos principais cartões-postais do Rio, é uma instalação estratégica ligada às Forças Armadas, o que reforça o caráter institucional do local escolhido para a celebração presidencial.

Após a virada, Lula e Janja retornaram à Restinga da Marambaia, onde permanecem hospedados em uma base da Marinha. A previsão, de acordo com a assessoria, é que o casal siga em descanso até a segunda-feira, dia seis de janeiro.

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Carlos Bolsonaro voltou ao centro do debate político ao divulgar uma carta na qual acusa o ministro Alexandre de Moraes,...
02/01/2026

Carlos Bolsonaro voltou ao centro do debate político ao divulgar uma carta na qual acusa o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de abuso de poder e violação de garantias constitucionais. A manifestação ocorreu após a negativa do STF ao pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

O ex-presidente recebeu alta hospitalar na noite desta quinta-feira e retornou à cela da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de vinte e sete anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A defesa havia solicitado a prisão domiciliar alegando questões de saúde, pedido que foi novamente negado.

Na carta, Carlos Bolsonaro afirmou que o Brasil vive um momento de grave tensão institucional e que decisões personalistas estariam colocando em risco não apenas seu pai, mas a própria democracia. Ele argumenta que a manutenção da prisão em ambiente policial expõe Jair Bolsonaro a riscos reais.

O vereador citou a morte de Clezão como exemplo de um sistema que, segundo ele, desprezou alertas e ignorou a dignidade humana. Para Carlos, relativizar os acontecimentos atuais seria desonestidade intelectual.

Segundo o filho do ex-presidente, a escalada autoritária não levaria à pacificação nacional, mas aprofundaria a instabilidade política. Ele também criticou o que chamou de silêncio e omissão de setores que deveriam zelar pela Constituição.

Alexandre de Moraes, ao justificar a decisão, destacou que não há requisitos legais para a concessão de prisão domiciliar. O ministro mencionou descumprimentos reiterados de medidas cautelares e atos que indicariam tentativa de fuga, inclusive a destruição intencional da tornozeleira eletrônica.

Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral no dia vinte e cinco de dezembro, após internação no dia anterior. Após a alta médica, retornou à custódia da Polícia Federal, conforme decisão judicial.

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O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que articula a formação de um novo bloco político internacional na Amér...
02/01/2026

O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que articula a formação de um novo bloco político internacional na América Latina com foco no combate ao socialismo e àquilo que define como agendas ideológicas da esquerda. A declaração foi feita durante entrevista concedida nesta semana.

Segundo Milei, o grupo ainda está em fase de construção e não possui nome oficial, mas já reuniria dez países latino-americanos. O presidente não detalhou quais nações fazem parte da articulação, mas garantiu que o projeto seguirá em expansão.

O líder argentino afirmou que a iniciativa busca enfrentar o “socialismo do século vinte e um” e também pautas associadas ao movimento “woke”, que, segundo ele, estariam corroendo valores econômicos e sociais da região.

Ao analisar o cenário político recente, Milei destacou vitórias eleitorais de candidatos de direita e centro-direita em países da América do Sul, citando nomes como José Kast, no Chile, Rodrigo Paz, na Bolívia, e Daniel Noboa, no Equador. Para ele, esses resultados indicam uma virada política.

“O continente acordou do pesadelo do socialismo”, afirmou Milei, ao sustentar que a população começa a rejeitar modelos que, segundo ele, fracassaram economicamente e socialmente.

O presidente argentino também mencionou alinhamento ideológico com líderes latino-americanos, como Santiago Peña, do Paraguai, Nayib Bukele, de El Salvador, e Nasry Asfura, eleito recentemente em Honduras.

No cenário internacional, Milei tem demonstrado interesse em fortalecer relações com líderes conservadores e de direita, incluindo Donald Trump, Benjamin Netanyahu, Viktor Orbán e Giorgia Meloni. Durante a visita da primeira-ministra italiana à Argentina, em novembro de dois mil e vinte e quatro, Milei falou sobre a criação de uma “aliança de nações livres, unidas contra a tirania e a miséria”.

O presidente argentino também confirmou que deve participar do Fórum Econômico Mundial, que será realizado entre os dias dezenove e vinte e três de janeiro, em Davos, na Suíça.
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O aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha entrou em vigor a partir desta quinta-feira, dia primeiro, amp...
02/01/2026

O aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha entrou em vigor a partir desta quinta-feira, dia primeiro, ampliando o peso da carga tributária sobre itens essenciais para a população e para o funcionamento da economia. A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária no segundo semestre do ano passado.

Com a nova regra, a gasolina passa a ser tributada em um real e cinquenta e sete centavos por litro, após um reajuste de dez centavos. O diesel teve aumento de cinco centavos, chegando a um real e dezessete centavos por litro. Já o gás de cozinha sofreu um acréscimo de um real e cinco centavos por botijão.

A decisão envolve todos os estados, já que o ICMS é um imposto estadual definido de forma conjunta no âmbito do Confaz, órgão que reúne representantes dos governos estaduais e da União.

De acordo com o Comsefaz, o reajuste foi calculado com base nos preços médios dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, considerando dados entre fevereiro e agosto de dois mil e vinte e cinco, comparados ao mesmo período do ano anterior.

Este é o segundo reajuste consecutivo do ICMS sobre combustíveis em um intervalo de pouco mais de um ano. Em fevereiro de dois mil e vinte e cinco, o imposto já havia sido elevado, o que reforça o debate sobre o impacto da política tributária no custo de vida da população.

Economistas apontam que aumentos nos combustíveis costumam ter efeito em cadeia, elevando despesas com transporte, logística e produção, o que pode resultar em reajustes de preços em diversos setores da economia.
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A Polícia Federal publicou nesta sexta-feira, dia dois, um ato determinando o retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo de e...
02/01/2026

A Polícia Federal publicou nesta sexta-feira, dia dois, um ato determinando o retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão da corporação. A decisão ocorre após a cassação do mandato do deputado federal, oficializada no dia dezoito de dezembro, por excesso de faltas na Câmara dos Deputados.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo estava afastado de suas funções na Polícia Federal para exercer o mandato parlamentar pelo estado de São Paulo. Com a perda do cargo eletivo, o afastamento foi automaticamente encerrado, conforme previsto na legislação administrativa.

O ato declaratório foi assinado pelo diretor de Gestão de Pessoas da Polícia Federal, Licínio Nunes de Moraes Netto, e estabelece a cessação do afastamento a partir do dia dezenove de dezembro. O documento também determina o retorno imediato ao exercício do cargo efetivo, na lotação de origem do servidor.

Segundo o texto oficial, a medida tem finalidade declaratória e busca regularizar a situação funcional de Eduardo Bolsonaro nos quadros da corporação. A publicação no Diário Oficial reforça que não se trata de uma opção, mas de uma exigência administrativa decorrente da cassação do mandato.

Eduardo Bolsonaro, no entanto, encontra-se atualmente nos Estados Unidos, onde passou a residir desde o início do ano. Em manifestações públicas, ele afirma que deixou o Brasil por temer perseguição política e jurídica, narrativa que tem sido utilizada por seus aliados no debate político.

O documento da Polícia Federal faz um alerta explícito ao mencionar que a ausência injustificada poderá levar à adoção de medidas administrativas e disciplinares. A determinação amplia a pressão institucional sobre o ex-deputado, que agora enfrenta uma nova etapa de disputas políticas e funcionais após a perda do mandato.

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A decisão da China de aplicar uma tarifa adicional de até 55% sobre a carne bovina importada reacendeu o debate sobre de...
31/12/2025

A decisão da China de aplicar uma tarifa adicional de até 55% sobre a carne bovina importada reacendeu o debate sobre dependência comercial e vulnerabilidade econômica dos países exportadores. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (31/12) pelo Ministério do Comércio chinês e terá validade entre janeiro de 2026 e dezembro de 2028.

A medida decorre da conclusão de uma investigação de salvaguarda aberta no fim de 2024, que analisou o impacto das importações no setor pecuário chinês. Segundo Pequim, o objetivo é proteger a produção nacional diante do aumento das compras externas.

Na prática, a China adotará um sistema de cotas por país. Exportações que ficarem dentro dos limites estabelecidos terão tratamento diferenciado, enquanto o excedente será taxado em 55%, um percentual considerado proibitivo para o comércio internacional de proteína animal.

O Brasil, um dos maiores exportadores de carne bovina para a China, aparece entre os países diretamente afetados. A medida gera apreensão no setor agropecuário e levanta questionamentos sobre a capacidade do governo brasileiro de negociar exceções ou alternativas diplomáticas.

Embora o Ministério do Comércio chinês tenha previsto exceções para países em desenvolvimento com baixa participação no mercado, especialistas destacam que o volume brasileiro supera amplamente os limites estabelecidos, tornando a aplicação da tarifa praticamente inevitável.

A decisão também reforça a postura cada vez mais protecionista da China em setores estratégicos, ampliando disputas comerciais em um cenário global já marcado por incertezas econômicas e tensões geopolíticas.

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O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) voltou a comentar publicamente o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolson...
30/12/2025

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) voltou a comentar publicamente o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que, apesar de uma evolução considerada positiva, as crises de soluço reapareceram mesmo após procedimentos cirúrgicos recentes. A declaração foi feita nesta terça-feira (30/12), em publicação nas redes sociais.

Bolsonaro foi submetido, na segunda-feira (29/12), a um procedimento para bloqueio do nervo frênico esquerdo, indicado para tratar crises persistentes de soluço. Segundo Carlos, no entanto, os sintomas retornaram poucas horas depois, mesmo após duas tentativas de correção do problema.

Além das crises de soluço, Carlos informou que os níveis de ferro no sangue do ex-presidente seguem sendo monitorados, devido a dificuldades na absorção. A condição exige controle médico constante e ajustes no tratamento.

O filho do ex-presidente também destacou que a flora digestiva de Bolsonaro apresenta sinais de melhora após as intervenções realizadas. Ainda assim, o quadro clínico inspira atenção, especialmente após novos picos de pressão arterial registrados nos últimos dias.

Na segunda-feira, Bolsonaro chegou a apresentar uma crise de hipertensão após a cirurgia, mas, de acordo com Carlos, a situação foi estabilizada e ele permanece sob acompanhamento médico contínuo.

Outro ponto que chamou atenção foi o início do tratamento para apneia do sono. Antes do procedimento cirúrgico, exames apontaram que Bolsonaro teve cerca de cinquenta episódios de apneia por hora, um índice considerado grave. O ex-presidente agora passa por uma fase de adaptação ao tratamento.

A divulgação frequente de informações sobre a saúde de Bolsonaro ocorre em um contexto de forte polarização política. Mesmo fora do cargo, o ex-presidente segue sendo uma das figuras mais influentes do país, e qualquer atualização sobre seu estado clínico repercute imediatamente no debate público.

Para aliados, a transparência reforça a confiança e a proximidade com a base. Para críticos, o tema se mistura ao embate político permanente que envolve o nome de Bolsonaro. O fato é que, mesmo em recuperação médica, o ex-presidente continua no centro das atenções nacionais.

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A Procuradoria-Geral da República decidiu arquivar o pedido de investigação que questionava a atuação do ministro Alexan...
29/12/2025

A Procuradoria-Geral da República decidiu arquivar o pedido de investigação que questionava a atuação do ministro Alexandre de Moraes no caso envolvendo o Banco Master. Segundo o procurador-geral Paulo Gonet, o contrato firmado entre a instituição financeira e o escritório de advocacia da esposa do ministro não apresenta indícios de ilegalidade. A decisão afirma que negócios jurídicos entre particulares não são de competência do STF e que reportagens jornalísticas, por si só, não justificam a abertura de investigação. O contrato, avaliado em cento e vinte e nove milhões de reais, segue gerando debate público e político, mesmo com o caso oficialmente encerrado pela PGR.

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