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Depois de uma vida inteira protegendo a floresta, os rios, os territórios e os povos indígenas, agora é a nossa vez de d...
15/06/2026

Depois de uma vida inteira protegendo a floresta, os rios, os territórios e os povos indígenas, agora é a nossa vez de devolver cuidado, oração e força.

Cacique Raoni está internado, e toda a energia que ele semeou por este mundo precisa voltar para ele em forma de cura 🖤

A floresta está com você.
Os povos estão com você.
NÓS ESTAMOS COM VOCÊ, CACIQUE!

10/06/2026

O Reflorestar o Corporativo nasce como um movimento de correção de rota 🫶

Idealizada pela BND Digital, a campanha tem como proposta sensibilizar empresas e lideranças para uma pauta urgente: a contratação, permanência e valorização de pessoas indígenas no mercado de trabalho. Com o apoio do Pacto Global da ONU e da Impacto Biomas, esse movimento convida o setor corporativo a olhar para a diversidade indígena não como tendência, mas como compromisso estratégico com justiça social, sustentabilidade e futuro.

Contratar pessoas indígenas é ampliar repertórios, reparar ausências históricas e fortalecer organizações mais conectadas com os desafios reais do nosso tempo.

pessoas atlânticassão mar e mata.a mata atlânticacarrega um oceano no nome.não por acaso.a água que corre na florestatam...
08/06/2026

pessoas atlânticas
são mar e mata.

a mata atlântica
carrega um oceano no nome.

não por acaso.

a água que corre na floresta
também chega no mar.

o plástico que entra no rio
também encontra o oceano.

o esgoto que jogam na vida
também volta para o corpo.

proteger a mata
é proteger o mar.

proteger o mar
é proteger a mata.

porque essa relação
não é paisagem.

27/04/2026

Reflorestando o Corporativo.

Uma campanha idealizada e pensada 100% por mulheres indígenas, a partir de uma provocação que já vinha sendo plantada desde a Marcha das Mulheres Indígenas de 2021, em Brasília, com o projeto Reflorestar Mentes.

Agora, essa reflexão ganha corpo no ambiente corporativo.

Em um país onde pessoas indígenas representam apenas 1% dos trabalhadores nas maiores empresas do Brasil, onde mulheres indígenas seguem zeradas nos cargos de alta liderança, e onde nossa presença no serviço público, na universidade e no mercado formal ainda é atravessada por desigualdades brutais, é preciso pautar a empregabilidade indígena.

Fizemos o pré-lançamento da campanha em Nova York.
E agora seguimos para o lançamento aqui no Brasil junto ao Pacto Global da ONU.

O futuro não se constrói com exclusão.
Se constrói com reflorestamento. 🌱

BND DIGITAL. Inteligência ancestral na comunicação.

ontem foi o último dia da CSW70. 12 dias intensos da Conferência em Nova York. esta edição contou com a presença de 190 ...
20/03/2026

ontem foi o último dia da CSW70. 12 dias intensos da Conferência em Nova York.

esta edição contou com a presença de 190 Estados-Membros, incluindo chefes de Estado, ministros e lideranças globais, além de mais de 4.600 representantes da sociedade civil e 255 eventos oficiais e paralelos entre governos, organizações e ONU.

o tema deste ano foi o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas, o que, na prática, significa enfrentar desigualdades estruturais.

como foi dito no discurso final, em todos os espaços, ativistas e lideranças da sociedade civil, jovens e idosos, pressionaram por medidas ousadas para aproximar a justiça da vida real. e esse é o ponto.

o próximo capítulo já está marcado: a CSW71 vai avaliar o avanço dos ODS e a situação dos direitos de mulheres e meninas. mais do que um balanço, vai ser um teste de coerência global entre o que se promete e o que se entrega.

e eu espero voltar no próximo ano não só com falas, mas com resultados, porque o tempo da promessa já acabou, agora é execução. principalmente em um país que adotou voluntariamente a ODS 18, voltada à igualdade étnico-racial, mas adotar não é implementar. por isso, no próximo ano, espero ver esse compromisso sair do discurso para mulheres negras e indígenas.

quero agradecer antes de tudo, à minha mãe, pois sem ela eu não estaria aqui.

ao meu amigo Isuperio por ter me recebido em sua casa. foi como se fôssemos irmãos, colegas de quarto a vida toda.

à Barbara, que comprou minha passagem e tornou essa viagem possível.

a cada pessoa (e teve muito protagonismo feminino) que doou na vaquinha e acreditou que eu conseguiria estar.

às mulheres brasileiras que me acolheram e caminharam comigo.

e, volto com a certeza de que estive no lugar certo, fazendo a cobrança certa, contra retrocessos e por avanços reais. espero ter honrado isso, de verdade. obrigada.

19/03/2026

Repost: .

A jovem esteve na sede da com a delegação brasileira participando do maior evento sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres, a . Ela veio chamar atenção para a violência que afeta as populações indígenas e a falta de acesso à Justiça.



Obrigada, , e Ana Paula.

18/03/2026

“apenas solidariedade pela minha amiga da Mata Atlântica 💙”

Vídeo oficial da TV das Nações Unidas.

CSW70, 2026.
18/03/2026

CSW70, 2026.

16/03/2026

Hoje participei de um evento oficial da CSW70, na sede das Nações Unidas, intitulado “Cuidado e Clima: como os sistemas de cuidado moldam o acesso à justiça em uma transição justa”.

Durante o painel, trouxe a perspectiva do território como elemento central para qualquer debate sobre cuidado, clima e justiça.

Destaquei a realidade da Mata Atlântica, bioma onde se concentram 7 das 10 cidades brasileiras com mais alertas e desastres, e onde vive a maior parte da população do país. Nesse contexto, é impossível dissociar a crise climática das desigualdades estruturais que organizam o acesso à terra.

Abordei o racismo fundiário como um dos principais entraves à justiça climática no Brasil, evidenciando como a concentração de terras e os legados coloniais continuam impedindo o reconhecimento e a garantia dos territórios indígenas.

Reforcei que a demarcação de terras indígenas deve ser compreendida como uma política estruturante — não apenas territorial, mas também climática, de gênero e de cuidado — especialmente considerando o papel central das mulheres indígenas na proteção da biodiversidade e na sustentação dos sistemas de cuidado em seus territórios.

Nesse sentido, fiz uma cobrança direta à comunidade internacional e aos governos, ao perguntar:

Como a comunidade internacional e os governos podem fortalecer seus compromissos com a demarcação e proteção das terras indígenas — incluindo territórios como o do meu povo, que ainda não foi demarcado — reconhecendo os direitos territoriais indígenas como uma contribuição internacional fundamental para a proteção de mulheres e meninas indígenas e para a preservação da biodiversidade global, que beneficia toda a humanidade, além de garantir financiamento ao trabalho de cuidado e proteção realizado por mulheres indígenas?

Evidenciei a distância entre o reconhecimento internacional do papel dos povos indígenas na proteção da biodiversidade e a ausência de compromissos concretos com a demarcação de seus territórios e com o financiamento do trabalho de cuidado realizado por mulheres e meninas indígenas.

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