BEI Editora

BEI Editora A palavra BEĨ – “um pouco mais”, em tupi – define com precisão o espírito das nossas publicações. https://linklist.bio/Bei_Editora

A palavra BEĨ – “um pouco mais”, em tupi – define com precisão o espírito de quem busca superar limites em cada projeto que executa. Desde sua fundação, a BEĨ Editora vem se diferenciando pela originalidade das suas publicações e pela excelência de seus projetos gráficos. Além de sua atividade editorial, a BEĨ organiza as plataformas Arq.Futuro, hoje o mais significativo fórum de discussão sobre o futuro das cidades, e Por quê? – Economês em bom português, projeto voltado para a educação, discussão e divulgação de temas econômicos para o público não especializado.

31/07/2026

Arte Africana: máscaras e esculturas - volume I, Renato Araújo da Silva, Tomas Alvim e Marisa Moreira Salles.

Busto da Rainha-Mãe Lyoba
Grupo Cultural Bini
Reino do Benin, Nigéria
Bronze
42 x 17 x 21 cm
Filme de Rafael Costa

www.bei.com.br

Coleção África


Amanhã acontece a primeira mesa do Arq.Futuro na 24ª FLIP.Em parceria com a Casa da Arquitetura, o encontro reúne especi...
22/07/2026

Amanhã acontece a primeira mesa do Arq.Futuro na 24ª FLIP.

Em parceria com a Casa da Arquitetura, o encontro reúne especialistas para discutir desenho urbano e paisagismo, temas fundamentais para pensar cidades mais resilientes e melhores para viver.

Em diálogo com essa conversa, a segunda indicação da BEĨ é O mutirão das árvores: queremos sombra e água fresca, de Claudio de Moura Castro, vencedor do Prêmio Jabuti 2024 na categoria Economia Criativa.

O livro mostra como a arborização urbana vai muito além do plantio de árvores. Ela depende da participação da sociedade, do planejamento das cidades e de políticas públicas capazes de transformar o espaço urbano, tornando-o mais saudável, biodiverso e preparado para enfrentar as mudanças climáticas.

Disponível nas principais livrarias e em nosso site: www.bei.com.br

Participe da mesa do Arq.Futuro!

Desenho urbano e paisagismo 🗓 23 de julho, às 10h

Com Edgar Mazo, Elena Geppetti () e Rodrigo Oliveira.
Mediação: Heloisa Escudeiro (), pesquisadora e coordenadora-adjunta do Insper Cidades.

📍 Casa Flip + Casa da Arquitetura
Rua Dona Geralda, 351 – Paraty

Paisagismo

Nos dias 23 e 24 de julho, o Arq.Futuro participa da programação da 24ª FLIP, em parceria com a Casa da Arquitetura, com...
22/07/2026

Nos dias 23 e 24 de julho, o Arq.Futuro participa da programação da 24ª FLIP, em parceria com a Casa da Arquitetura, com duas mesas dedicadas aos desafios das cidades contemporâneas: desenho urbano, paisagismo, mudanças climáticas e gestão pública.

Em diálogo com esses encontros, a BEĨ reúne livros de seu catálogo que aprofundam os temas das conversas. 

A primeira indicação é Economia azul e cidades, um convite a pensar a água não apenas como recurso natural, mas como elemento estruturador das cidades e das políticas públicas. Em um contexto de emergência climática, o livro propõe um modelo de desenvolvimento que alia sustentabilidade, justiça social e planejamento urbano.

Disponível nas principais livrarias e em nosso site: www.bei.com.br.

Participe das mesas do Arq.Futuro!

Desenho urbano e paisagismo 🗓 23 de julho. 10h 
Uma conversa com Edgar Mazo, diretor do escritório connaturalcolombia e vencedor de vários prêmios internacionais; Elena Geppetti, sócia-fundadora da , paisagista e criadora de importantes parques públicos do Brasil (Rio de Janeiro); e Rodrigo Oliveira, do escritório Oliveira e figura fundamental no paisagismo brasileiro contemporâneo.

Mediadora: Heloisa Escudeiro
(Pesquisadora e Coordenadora-Adjunta do Insper Cidades)

Decisões urgentes. 🗓 24 de julho. 14h 
Um debate com Renato Ogawa, prefeito de Barcarena, Pará; Silverio Regalado, secretário de Estado do Ordenamento do Território, Portugal; e Paula Mascarenhas , professora e ex-prefeita de Pelotas, Rio Grande do Sul.

Mediador: Sergio Avelleda (Coordenador do Insper Cidades)

📍 Casa Flip + Casa da Arquitetura.
Rua Dona Geralda, 351, Paraty

Grafismos:No assento: ja’e akyga (cabeça de cerâmica) Na borda do assento: awati pwutyra (espiga de milho) Na base e bor...
19/07/2026

Grafismos:
No assento: ja’e akyga (cabeça de cerâmica)
Na borda do assento: awati pwutyra (espiga de milho)
Na base e borda: kuiape’i (cuia)
Pintados em um banco côncavo-ovalado
Artista desconhecido.

O livro Bancos Indígenas do Brasil: grafismos
Disponível nas principais livrarias e em nosso site (www.bei.com.br).
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Fotografias de
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Pensar a arquitetura é, também, imaginar outras possibilidades para a cidade.Em Roberto Loeb – Arquiteto, projetos const...
18/07/2026

Pensar a arquitetura é, também, imaginar outras possibilidades para a cidade.

Em Roberto Loeb – Arquiteto, projetos construídos convivem com propostas que permaneceram no papel, revelando um percurso marcado pelo rigor, pela experimentação e pela reflexão sobre o espaço urbano. Desenhos, plantas, croquis e fotografias conduzem o leitor por uma obra que continua a suscitar perguntas e a ampliar o campo da arquitetura brasileira.

Um livro que permanece atual não apenas pelo que documenta, mas pela qualidade das ideias que reúne.

Disponível na principais livrarias e no nosso site: www.bei.com.br

.roberto

Na abertura da exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, o público está convidado para uma conversa entre Rael Xako...
14/07/2026

Na abertura da exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, o público está convidado para uma conversa entre Rael Xakoiapari Tapirapé e Tomas Alvim, dois dos curadores da mostra. O encontro abordará o processo de construção da exposição e o significado dos bancos indígenas para os povos originários.

Artista e pesquisador tradicional, Rael é licenciado em Ciências Sociais pela UNEMAT e mestrando em Cognição e Linguagem pela UENF. Seu trabalho reúne pesquisa e tradição para compartilhar os saberes do povo Tapirapé. No texto inédito apresentado na exposição, ele narra o rito de passagem Apỹãwa e mostra como os bancos acompanham a formação dos jovens, estando presentes nos cantos, nas pinturas corporais, nas caçadas e nas cerimônias que marcam a vida da comunidade.

A exposição reúne bancos produzidos por diferentes povos indígenas, revelando seu significado muito além da função cotidiana. Presentes em rituais e no dia a dia das aldeias, esses objetos guardam histórias, conhecimentos e modos de compreender a relação entre as pessoas, a natureza e o mundo espiritual.

Na mesma noite, será lançado o livro Bancos Indígenas do Brasil: Grafismos, que amplia o olhar sobre a riqueza dos grafismos presentes nas diferentes culturas indígenas.

📍 Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
Praça Imprensa Fluminense, s/nº – Cambuí, Campinas (SP)

📅 Abertura, conversa e lançamento do livro
16 de julho, às 19h

🗓️ Visitação
De 16 de julho a 17 de outubro de 2026

⏰ Horários
Terça a sexta, das 10h às 18h
Sábados, das 10h às 19h

Esperamos você!



Campinas

BEĨ lança Bancos Indígenas do Brasil: GrafismosNo dia 16 de julho, durante a abertura da exposição Bancos Indígenas do B...
10/07/2026

BEĨ lança Bancos Indígenas do Brasil: Grafismos

No dia 16 de julho, durante a abertura da exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, será lançado o livro Bancos Indígenas do Brasil: Grafismos, nova publicação da BEĨ.

O volume reúne mais de 50 bancos esculpidos por artistas de 13 povos indígenas e revela a riqueza dos grafismos que percorrem essas obras. Originados na pintura corporal, os grafismos carregam histórias, memórias, cosmologias e conhecimentos transmitidos entre gerações. Presentes também nos bancos, eles expressam identidades, narrativas ancestrais e diferentes formas de compreender o mundo.

Além de um amplo ensaio fotográfico, o livro traz depoimentos de artistas, pesquisadores e lideranças indígenas, oferecendo um percurso construído a partir das vozes dos próprios povos originários. A edição é trilíngue — português, inglês e francês — e integra a série de publicações da Coleção BEĨ dedicada aos bancos indígenas do Brasil.

O lançamento acontece na abertura da exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, que apresenta 133 bancos produzidos por 49 etnias e conta com palestra de Rael Tapirapé, um dos curadores da mostra.

📍 Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
Praça Imprensa Fluminense, s/nº – Campinas (SP)
📅 16 de julho de 2026, às 19h

Esperamos você!

Lançamento “Bancos Indígenas do Brasil: Grafismos”Grafismo Manakura ikaha (caroço de açaí), pintado no banco em formato ...
10/07/2026

Lançamento “Bancos Indígenas do Brasil: Grafismos”

Grafismo Manakura ikaha (caroço de açaí), pintado no banco em formato de tamanduá.
Artista: Yariato Juruna
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Bancos indígenas do Brasil: Grafismos já está à venda nas principais livrarias e em nosso site: ww w.bei.com.br.

Fotografias de

“O grafismo faz parte de nossa vivência desde nosso surgimento. O povo Yudjá utiliza o grafismo em vários espaços, tanto...
10/07/2026

“O grafismo faz parte de nossa vivência desde nosso surgimento. O povo Yudjá utiliza o grafismo em vários espaços, tanto na festa quanto nos rituais. Fazemos a pintura nas crianças porque o grafismo faz bem para o crescimento delas. O mesmo vale para os adultos e para os idosos: quando a gente usa o grafismo, a gente está bem de saúde. Usamos o grafismo para garantir nossa vida...”.

Karin Juruna
Professor e pesquisador, graduado pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Mora na Aldeia Tuba Tuba, no município de Marcelândia, Território Indígena do Xingu, Mato Grosso.
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Bancos indígenas do Brasil: Grafismos está disponível nas principais livrarias.
www.bei.com.br

Fotografias:

Entre a fotografia, a pintura, o desenho, a poesia, o design gráfico, a publicidade e a ilustração, Fernando Lemos (1926...
09/07/2026

Entre a fotografia, a pintura, o desenho, a poesia, o design gráfico, a publicidade e a ilustração, Fernando Lemos (1926–2019) construiu uma produção que desafia classificações. Português de nascimento e radicado em São Paulo desde 1953, desenvolveu uma obra que atravessou diferentes linguagens sem perder sua identidade.

Em Fernando Lemos: percurso, o leitor acompanha essa produção múltipla por meio de imagens, textos críticos, cartas e documentos que revelam diferentes momentos de sua carreira. Além dos célebres retratos surrealistas realizados em Portugal no final da década de 1940, a publicação reúne uma série de nus e retratos inéditos de nomes como Lygia Fagundes Telles e Hilda Hilst, produzidos já em sua vida no Brasil.

Mais do que um registro retrospectivo, este livro oferece um encontro com um artista que fez da experimentação um modo de pensar e produzir imagens.

Fernando Lemos: percurso está disponível em nosso site: www.bei.com.br.

Imagem 1: Espera do vôo, 1954-55
Imagem 2: Isto é isto, 2007-08
Capa do livro produzida por

Endereço

Dr. Renato Paes De Barros, 696, Cj 11
São Paulo, SP
04530-001

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