Editora 34

Editora 34 Ficção, Filosofia, Arte, Teoria Literária, Ciências Sociais, História, Psicologia e Psicanálise, Economia, Música, Poesia e Literatura Infanto-Juvenil.
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📍Belo Horizonte📍Do dia 16 ao 19 de março, das 9h às 19h, estaremos na Festa do Livro da UFMG. Confira o nosso catálogo c...
06/03/2026

📍Belo Horizonte📍Do dia 16 ao 19 de março, das 9h às 19h, estaremos na Festa do Livro da UFMG. Confira o nosso catálogo com descontos a partir de 40% no site oficial do evento. Esperamos vocês!

ufmg.br/festadolivro/editoras-participantes

📍Campinas📍 Anote na agenda! No sábado (21/3), às 16h, nos encontramos na Livraria Candeeiro para o lançamento de “Fazer ...
06/03/2026

📍Campinas📍 Anote na agenda! No sábado (21/3), às 16h, nos encontramos na Livraria Candeeiro para o lançamento de “Fazer círculos com mãos de ave”, de Ana Estaregui. Haverá um bate-papo e leitura do livro com a autora e os poetas Diego Pansani e Armando Martinelli. Nos encontramos lá!

Sobre o livro:

Num ensaio sobre Dante, T. S. Eliot diz que “a poesia genuína é capaz de comunicar antes de ser entendida”. Isto porque a poesia fala não só à razão, mas ao que em nós vai além do intelecto: corpo, sentidos, emoção, instinto, intuição... Em Fazer círculos com mãos de ave, Ana Estaregui aprofunda sua pesquisa sobre as interações entre natureza e cultura, humano e mais-que-humano, numa escrita não circunscrita a um eu único: “o coração assopra coisas indecifráveis/ dá a ver aquilo que vê/ [...] sem os olhos ensina a pensar/ como pensam os poemas/ como pensam os bichos”.

Essa poética nasce de uma visão de mundo e de linguagem menos antropocêntrica e mais próxima das perspectivas indígenas. Não por acaso, as referências a cantos, crenças, línguas e costumes indígenas proliferam e inspiram muitos dos poemas. Outra ideia forte do livro é a de que “são os poemas que procuram as pessoas/ e não o contrário”. É como se, ao expandir as fronteiras da linguagem e da consciência, a poeta pudesse ouvir a voz da natureza (plantas, animais, elementos) — e a poesia sempre foi o lugar privilegiado para isso: “tenho um pássaro no lugar do coração/ carrego sementes e palha na boca/ ensino espaço/ em troca ele me devolve/ um brevíssimo canto/ regulo o meu ouvido para que ouça”.

estareguipansani

26/02/2026

[LANÇAMENTO] A escritora argentina Julieta Correa apresenta o seu novo romance, "Por que são tão lindos os cavalos?", novidade da Coleção Fábula, traduzido por Mirella Carnicelli.

Publicado na Argentina em 2024, o primeiro livro de Julieta Correa nasce no exato ponto em que opostos ou alternativas, em vez de divergir, convergem: memória e romance, fato médico e ficção literária, perda e presença, luto e humor. A essas confluências vem se somar mais uma, entre os diários da mãe e as anotações escritas pela filha. A mãe é Sari, mulher de espírito e de letras, às voltas com uma moléstia sem nome que vai fazendo tabula rasa de suas faculdades, de sua verve, de sua voz. A filha é a autora de "Por que são tão lindos os cavalos?", às voltas com o emprego, a pandemia, o confinamento e, cada vez mais, os sintomas, as consultas, os lapsos e os silêncios de Sari.

Sem pressa nem plano, "Por que são tão lindos os cavalos?" parece ir tomando forma diante dos olhos de quem o lê. Mas nada aqui — nem a crônica da demência e da pandemia, nem as vinhetas da vida de bairro ou os verbetes do “léxico familiar” — se faz a esmo. Aos poucos, vai se impondo à autora a suspeita de que a doença tanto apaga como revela. Revela o teor humano de quem padece e, no caso de Sari, traz à luz a suspeita tantas vezes registrada em seus diários quanto ao caráter efêmero e fugidio da experiência humana, na raiz de sua tragédia e de sua beleza.

"Por que são tão lindos os cavalos?" • de Julieta Correa • Tradução de Mirella Carnicelli • Coleção Fábula • 208 p. • R$ 79,00

carnicelli



📍São Paulo📍 Anote na agenda! Começa nesta sexta-feira (27/2) a temporada da adaptação teatral de “Autobiografia do verme...
25/02/2026

📍São Paulo📍 Anote na agenda! Começa nesta sexta-feira (27/2) a temporada da adaptação teatral de “Autobiografia do vermelho”, de Anne Carson, em tradução de Ismar Tirelli Neto; dirigida por Daniela Thomas e interpretada por Bianca Comparato. As apresentações acontecem no Sesc Av. Ipiranga até o dia 22 de março, nas quintas, sextas e sábados, às 20h; e aos domingos, às 18h. Os ingressos estão disponíveis em todas as unidades do Sesc São Paulo.

“Autobiografia do vermelho” tem como ponto de partida o mito grego de Gerião, monstro vermelho com asas que vive em uma ilha igualmente vermelha, onde cuida de seu gado e tem a companhia de um cachorrinho. Um dia, trazido pela brisa vermelha, Héracles (ou Hércules, na tradição latina) chega por mar com o intuito de matar Gerião para tomar suas vacas e, assim, cumprir um de seus doze trabalhos. Uma das versões desse mito foi contada pelo poeta grego Estesícoro em um longo poema narrativo dos séculos VII e VI a.C., do qual restaram apenas alguns fragmentos descontínuos que Anne Carson transcria neste livro como um dos “aparatos” de seu poema. A partir desse material, Carson realiza uma operação crítica de leitura e apresenta, em sua autobiografia, uma nova forma para Gerião: agora um menino vermelho, com asas, que vive em uma ilha no Atlântico em algum momento do final do século XX. A instabilidade identitária dessa figura mitológica que se reflete também na instabilidade do próprio gênero literário dialoga com o jogo de autoria sugerido pelo título.

Ora excêntrica, ora assombrosa, erudita e acessível, ricamente complexa e enganosamente simples, “Autobiografia do vermelho” é um retrato profundamente comovente de um artista que se reconcilia com o fantástico acidente de ser quem é.



📍São Paulo📍Anote na agenda! Na terça-feira (3/3), às 20h, haverá uma leitura encenada gratuita da peça “Rainha Lira”, de...
24/02/2026

📍São Paulo📍Anote na agenda! Na terça-feira (3/3), às 20h, haverá uma leitura encenada gratuita da peça “Rainha Lira”, de Roberto Schwarz, no Teatro do Sesc Pompeia. Os ingressos já estão disponíveis no site e na plataforma do Sesc SP.

Lançada em 2022 pela Editora 34, a peça “Rainha Lira” do crítico Roberto Schwarz será levada pela primeira vez aos palcos, em São Paulo, numa leitura sob a direção geral de Eugênia Thereza de Andrade e a direção artística de Kiko Marques. No texto, inspirado em Shakespeare e Brecht, Schwarz enquadra a crise política brasileira da última década e reflete sobre os impasses da esquerda e da direita, revisando a virada autoritária do país em chave alegórica. Personagens reais da política ganharam uma recriação ficcional.

Sobre o livro:

“Rainha Lira” é o testemunho teatral de um veterano de 1964 sobre nossos últimos anos. “Últimos”, nesta peça de Roberto Schwarz, possuem também um sentido menos comezinho. De fato, de 2013 para cá, a autoimagem do Brasil oscilou turbulentamente de um extremo ao outro, a ponto de nos perguntarmos se sobrará pedra sobre pedra num horizonte próximo. Escrevendo sobre Brecht, o autor notou que o escritor alemão buscava em suas peças “orquestrar a cena ideológica em sua amplitude e cacofonia reais”. O leitor logo reconhecerá em “Rainha Lira” algo dessa mesma ordem. Reconhecerá também pessoas em personagens, mas aqui — como em Marx e Brecht — estas são acima de tudo figuras dos interesses de classe que se engalfinharam em nosso mais recente transe. Para Roberto Schwarz, ele aponta, além do mais, para impasses do capitalismo contemporâneo, cada vez mais excludente, esgarçando a vida social na direção de um vale-tudo que não se sabe o que prenuncia.

24/02/2026

📍João Pessoa📍Estaremos na Caravela Cultural, às 19h, para o lançamento de “Recapitulações”, livro de contos da premiada escritora Maria Valéria Rezende. Haverá um bate-papo com a autora, o professor Berttoni Licarião, o poeta Guga Limeira e a editora Raquel Camargo; encerraremos com uma sessão de autógrafos. O bar da casa estará aberto. Esperamos vocês!

Caravela Cultural

Sobre o livro:

Partindo da obra de autores como Machado de Assis, Drummond, Saramago, Cortázar, Kafka e Maupassant, os breves contos de “Recapitulações” atualizam narrativas conhecidas e propõem novos desfechos para histórias consagradas. A premiada escritora Maria Valéria Rezende br**ca aqui com a ideia de “originalidade”, e faz da sua prosa território de contínuo diálogo com outras literaturas. Com o despojamento de uma autora madura, aventura-se a habitar poéticas alheias, revelando aos leitores, ao longo destas doze “estórias”, muito dos bastidores do ofício de escritor. Com criatividade e humor, este livro formidável nos mostra, nas palavras de Maria José Silveira, “que livros amados e autores admirados não são monstros sagrados. Ao contrário. Eles abrem as portas da imaginação, convidando quem os lê a entrar e se aventurar por suas entrelinhas”.
rezendecamargo





[LANÇAMENTO] Poeta de um mundo em crise, Eurípides é, sem dúvida, o trágico grego que mais se aproxima da sensibilidade ...
23/02/2026

[LANÇAMENTO] Poeta de um mundo em crise, Eurípides é, sem dúvida, o trágico grego que mais se aproxima da sensibilidade contemporânea. Em seu cosmo instável e contraditório, em que alianças familiares e comunitárias se encontram sob ameaça, não há valores absolutos — assim, em suas peças, lealdade e traição, coragem e covardia, paixão e cálculo frio se afirmam lado a lado.

"Helena", que abre este volume, inverte singularmente as perspectivas da tradição: aqui não é a Helena real que deu origem à Guerra de T***a, mas apenas sua imagem, um simulacro seu; e, no desenrolar da obra, as falas da Helena real subvertem por completo a personagem retratada por Homero na Ilíada.

Em "As Fenícias", o pacto entre irmãos, que é também um pacto pela alternância no poder, cai por terra e leva a funestas consequências, numa reflexão aguda sobre o fundo irracional da alma humana. Já "Orestes" põe em cena outro par de irmãos, Electra e o próprio Orestes, perseguido pela loucura após ter assassinado a mãe e o padrasto — mas quando tudo parece apontar para a catástrofe, intervenções divinas reconfiguram benevolamente seus destinos.
Encenadas em Atenas entre 412 e 405 a.C., as três peças reunidas no quinto volume do Teatro completo de Eurípides constituem um legado de beleza e originalidade da civilização grega, vertido para o português diretamente do original pelo poeta e professor Jaa Torrano, titular de Língua e Literatura Grega da Universidade de São Paulo.

Eurípides, Teatro completo, estudos e traduções de Jaa Torrano:
Vol. I: O Ciclope, Alceste, Medeia (2022)
Vol. II: Os Heraclidas, Hipólito, Andrômaca, Hécuba (2022)
Vol. III: As Suplicantes, Electra, Héracles (2023)
Vol. IV: As T***anas, Ifigênia em Táurida, Íon (2024)
Vol. V: Helena, As Fenícias, Orestes (2026)
Vol. VI: As Bacas, Ifigênia em Áulida, Reso (a sair)

Publicado em 1965, o cultuado romance "O astrágalo", de Albertine Sarrazin (1937-1967), autora nascida em Argel e educad...
19/02/2026

Publicado em 1965, o cultuado romance "O astrágalo", de Albertine Sarrazin (1937-1967), autora nascida em Argel e educada em reformatórios na França, conta a história da jovem delinquente Anne. Ao fugir de uma penitenciária, ela fratura o osso do calcanhar que dá nome ao livro e conhece o ex-presidiário Julien, seu grande amor. Autobiográfico até a medula, e escrito quando a autora estava cumprindo pena por roubar uma garrafa de uísque, "O astrágalo" retrata uma vida na fronteira entre o submundo e a efervescência boêmia de Paris nos anos 1960, lembrando o "Acossado" de Godard. Tida como “alma gêmea de Jean Genet”, Albertine Sarrazin foi elogiada por Simone de Beauvoir e influenciou toda uma geração de escritoras com este livro, como Patti Smith, que assina o emocionado prefácio ao volume. Uma frase de Albertine, dita ao juiz em uma de suas condenações, exprime bem a força de sua literatura: “Não tenho nenhum remorso. Quando tiver, eu aviso”.

Confira o prefácio de Patti Smith de “O astrágalo” no site da revista Piauí.

Lançamento: 23/2 • “O astrágalo" • de Albertine Sarrazin • prefácio de Patti Smith • tradução de Mônica Kalil • Coleção Fábula • 208 p. • R$ 79,00


📍João Pessoa📍Anote na agenda! Na quarta-feira (25/2), às 19h, estaremos na Caravela Cultural para o lançamento de “Recap...
12/02/2026

📍João Pessoa📍Anote na agenda! Na quarta-feira (25/2), às 19h, estaremos na Caravela Cultural para o lançamento de “Recapitulações”, livro de contos da premiada escritora Maria Valéria Rezende. Haverá um bate-papo com a autora, o professor Berttoni Licarião, o poeta Guga Limeira e a editora Raquel Camargo. Haverá uma sessão de autógrafos na sequência e o bar da casa estará aberto. Esperamos vocês!

Sobre o livro:

Partindo da obra de autores como Machado de Assis, Drummond, Saramago, Cortázar, Kafka e Maupassant, os breves contos de “Recapitulações” atualizam narrativas conhecidas e propõem novos desfechos para histórias consagradas. A premiada escritora Maria Valéria Rezende br**ca aqui com a ideia de “originalidade”, e faz da sua prosa território de contínuo diálogo com outras literaturas. Com o despojamento de uma autora madura, aventura-se a habitar poéticas alheias, revelando aos leitores, ao longo destas doze “estórias”, muito dos bastidores do ofício de escritor. Com criatividade e humor, este livro formidável nos mostra, nas palavras de Maria José Silveira, “que livros amados e autores admirados não são monstros sagrados. Ao contrário. Eles abrem as portas da imaginação, convidando quem os lê a entrar e se aventurar por suas entrelinhas”.
rezendecamargo


A Editora 34 lamenta profundamente a morte do tradutor, ator, diretor e dramaturgo Vadim Nikitin, ocorrida no último sáb...
09/02/2026

A Editora 34 lamenta profundamente a morte do tradutor, ator, diretor e dramaturgo Vadim Nikitin, ocorrida no último sábado (7/2). Nascido em Moscou em 7/9/1972, Vadim se mudou para São Paulo aos quatro anos. Formado em Letras pela FFLCH-USP, traduziu obras de Anton Tchekhov, William Shakespeare, Federico García Lorca, Lev Tolstói, Marguerite Duras. Colaborou nas dramaturgias de “O idiota”, de Dostoiévski (dir. Cibele Forjaz), e “O duelo”, de Tchekhov (dir. Georgette Fadel), dirigiu peças, escreveu críticas e textos sobre teatro. Vadim atuou em diversas peças no Teatro Oficina de 1996 a 2005 e trabalhou com artistas como Cibele Forjaz, Georgette Fadel, Bia Lessa, Renato Borghi, Cacá Machado, José Miguel Wisnik, Zé Celso, entre outros. Entre 1997 e 2021, escreveu e dirigiu as peças “Canção de cisne”, variação sobre Tchekhov; “2497 rublos e meio”, série de lazzi dostoievskianos; “A voz que resta”, monólogo para Gustavo Machado (adaptado para o cinema em 2025) e o monólogo-média-metragem “Stavrôguin, eu mesmo”, adaptação de “Os demônios”, de Dostoiévski, para Luah Guimarãez. Para a Editora 34, traduziu os livros “Duas narrativas fantásticas: A dócil e O sonho de um homem ridículo” (2003), de Fiodor Dostoiévski; e “Zoo, ou Cartas não de amor”, de Viktor Chklóvski (2025).
*
“Gosto mesmo é de fazer dramaturgia, ou seja, traduzir uma obra, teatral ou literária, para as minhas próprias palavras, que brotam por sua vez da ação do ator e da máquina orgânica do palco. É essa, para mim, a tradução essencial, a palavra transformada em corpo, memória, saudade, ofensa, ação contracenando com o mundo. [...] Quando me entrego a um texto e tento trazê-lo para o português, é sempre uma questão de vida ou morte. Cada palavra, cada expressão, cada vírgula — com o perdão da hipérbole — são náufragos a serem resgatados em mar aberto. No entanto, posso dizer que as traduções do russo são sempre mais espinhudas para mim, porque mexem com o russo que eu poderia ter sido e que não fui. Vim de Moscou para São Paulo aos 4 anos, e acho que nunca acabei de chegar.”

Vadim Nikitin, entrevista à Folha de S. Paulo, 02/08/2010

Foto de Cacá Bernardes, dezembro de 2008

[LANÇAMENTO] Estamos sempre fazendo alguma coisa. Para hoje ou para o futuro. Pensando, criando, construindo. Sozinhos o...
03/02/2026

[LANÇAMENTO] Estamos sempre fazendo alguma coisa. Para hoje ou para o futuro. Pensando, criando, construindo. Sozinhos ou com nossos amigos. Para nós mesmos e para todo mundo. Vamos começar? Germano Zullo e Albertine, vencedora do Prêmio Hans Christian Andersen de Ilustração, criaram neste livro uma bela parábola sobre a aventura do pensamento e sobre como nem sempre sabemos aonde vamos chegar quando iniciamos uma jornada.

"Para amanhã e bem depois" • Germano Zullo e Albertine • Tradução de Raquel Camargo • Coleção Infanto-Juvenil • 60 p. • R$ 69,00
zullo camargo

A Editora 34 lamenta profundamente a morte do professor, arquiteto e urbanista Candido Malta Campos Filho, ocorrida onte...
30/01/2026

A Editora 34 lamenta profundamente a morte do professor, arquiteto e urbanista Candido Malta Campos Filho, ocorrida ontem à tarde (29/1). Nossos sentimentos para a sua esposa, filhos e netos. 

Formado pela FAU-USP, em 1959, com mestrado e pós-doutorado na Universidade da Califórnia, Candido foi um dos urbanistas mais ativos da cidade de São Paulo. Publicou obras fundamentais para o pensamento crítico das cidades, desenvolvendo pesquisas sobre o papel dos planos de bairros no planejamento urbano, e como eles poderiam conscientizar a população sobre os seus direitos e dar condições para reivindica-los. Durante toda a sua carreira, Candido trabalhou em projetos que equilibram justiça social com o crescimento, evitando desigualdades e a expansão desordenada das cidades. Foi secretário do Planejamento da Prefeitura de São Paulo de 1976 a 1981, atuou também no Gegran (Grupo Executivo da Grande São Paulo) e no Plano Diretor da Grande São Paulo. Publicou pela Editora 34 o livro “Reinvente seu bairro: Caminhos para você participar do planejamento de sua cidade”, apresentando, em linguagem direta e acessível, os processos que regem a configuração dos tecidos urbanos das cidades e como participar de suas transformações.

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