Balde Branco

Balde Branco Balde Branco tem por finalidade divulgar notícias, reportagens, pesquisas e informações sobre pecuária leiteira, de forma completa e acessível.

Fundada em 1964, tem mais de 50 anos de circulação ininterrupta. É a publicação mais antiga do segmento leiteiro. No total, são mais de 600 edições com um conteúdo que tem como proposta levar informações que se transformem em ferramentas úteis na lida diária com a atividade leiteira em qualquer tipo de propriedade.

Quem ainda subestima a força do agro nordestino precisa olhar para o que aconteceu em Olinda.Durante quatro dias, a 33ª ...
09/09/2026

Quem ainda subestima a força do agro nordestino precisa olhar para o que aconteceu em Olinda.

Durante quatro dias, a 33ª Agrinordeste reuniu produtores, cooperativas, empresas, técnicos, estudantes e consumidores em mais de 300 estandes, transformando a feira em uma grande vitrine da diversidade e da capacidade de produção da região.

E o resultado superou as expectativas.

Mesmo em período de feriado prolongado e com chuva, a organização registrou forte visitação e bons resultados comerciais, com expositores realizando vendas até o encerramento.

Mas talvez o mais interessante tenha acontecido na integração.

🚜 Caravanas e produtores de diferentes estados levaram seus produtos para Pernambuco, criando um espaço de troca de experiências, comparação, negócios e valorização do que é produzido no Nordeste.

E o leite teve seu lugar de destaque.

O tradicional Show de Lácteos, realizado há 18 anos, colocou queijos e derivados regionais diante do público — incluindo queijos nordestinos já premiados internacionalmente.

É valor sendo agregado ao leite.
É conhecimento chegando ao produtor.
É cooperativismo abrindo mercado.
É tradição encontrando inovação.

E, principalmente, é o Nordeste mostrando que sua produção rural tem qualidade, diversidade e identidade própria.

👉 Na Balde Branco, mostramos os principais destaques e o balanço da Agrinordeste 2026. Confira a matéria completa em nosso site.

Agora queremos fazer os comentários representarem essa força:

📍 De qual estado do Nordeste você nos acompanha? E qual produto do agro da sua região merece ser mais conhecido pelo Brasil? 👇

Antes de o leite chegar à mesa, existe muito cuidado no caminho. E, em muitos desses momentos, existe um médico-veteriná...
09/09/2026

Antes de o leite chegar à mesa, existe muito cuidado no caminho. E, em muitos desses momentos, existe um médico-veterinário presente. 🐄🥛

Está no cuidado com a vaca que precisa de atenção.

Na prevenção de uma doença antes que ela comprometa o rebanho.

Na reprodução, na sanidade, no manejo e no bem-estar animal.

Está ao lado do produtor diante de uma decisão difícil — e também na construção dos resultados que levam anos para aparecer.

Mas seu trabalho não termina dentro da porteira.

O médico-veterinário também está presente na qualidade e segurança dos alimentos, na inspeção, na pesquisa, na defesa sanitária e na proteção da saúde pública. Uma atuação que conecta a saúde dos animais, das pessoas e do ambiente no conceito de Saúde Única.

Na pecuária leiteira, conhecimento técnico se transforma todos os dias em prevenção, bem-estar, eficiência, segurança e sustentabilidade.

E existe algo que os números nem sempre conseguem mostrar:

a confiança entre o produtor e o veterinário que conhece seus animais, acompanha sua propriedade e ajuda a construir cada evolução do rebanho.

Hoje, 9 de setembro, Dia do Médico-Veterinário, a Balde Branco homenageia todos esses profissionais que dedicam conhecimento, responsabilidade e paixão ao cuidado com a vida. 💚

Nosso reconhecimento a quem cuida dos animais e, ao fazer isso, também ajuda a cuidar das pessoas, dos alimentos e do futuro da produção.

👏 Parabéns, aos Médicos-Veterinários!

E hoje queremos fazer os comentários virarem parte dessa homenagem:

Marque aqui um médico-veterinário que faz ou já fez diferença na sua propriedade e conte por quê. 👇

Uma Grande Campeã pode ser escolhida em um dia. Mas ela não é construída em um dia.A pista da Expointer 2026 mostrou o r...
04/09/2026

Uma Grande Campeã pode ser escolhida em um dia. Mas ela não é construída em um dia.

A pista da Expointer 2026 mostrou o resultado de anos de seleção, manejo e dedicação dos criadores da raça Holandesa.

E quem voltou a julgar a feira depois de 20 anos percebeu a diferença.

O jurado argentino Horacio Larrea destacou o progresso genético alcançado pelos criadores do Rio Grande do Sul e classificou o grupo de vacas apresentado como “fantástico”.

Para ele, não existe preparação de última hora capaz de produzir um animal de alto nível. O resultado visto na pista é consequência de um trabalho contínuo.

🏆 Um exemplo está na C.A.M. Custódia Hotjob 156, de Carlos Jacob Wallauer, que conquistou pelo segundo ano consecutivo o título de Grande Campeã da raça Holandesa na Expointer.

Perguntado sobre o segredo para repetir a conquista, Wallauer resumiu:

“Não existe segredo. Existe Trabalho.”

E a pista trouxe outros resultados impressionantes.

A Vaca Vitalícia Festleite P. Ferraboli 407 Supersire, que detém o recorde de 110 kg de leite em um dia na Expointer 2023, também foi campeã do concurso leiteiro Vaca Adulta de 2026, com 85,27 kg de leite.

Mais do que distribuir faixas e troféus, uma exposição desse nível permite aos produtores comparar seus trabalhos de seleção e enxergar a evolução dos rebanhos.

👉 Confira todos os destaques e campeãs da raça Holandesa na matéria completa no site da Balde Branco.

Agora queremos ouvir o produtor:

Na sua opinião, o que mais pesa na construção de uma grande vaca leiteira: genética, manejo ou a combinação dos dois? 👇

E se assistência técnica, dados e orientação especializada pudessem chegar a mais produtores, independentemente da distâ...
02/09/2026

E se assistência técnica, dados e orientação especializada pudessem chegar a mais produtores, independentemente da distância?

Um projeto piloto lançado durante a Expointer 2026 começa a testar essa possibilidade no Rio Grande do Sul.

O Centro de Consultoria AgroDigital, iniciativa de Banrisul, CCGL e FecoAgro/RS, atenderá até 250 produtores durante 18 meses, combinando acompanhamento remoto de consultores com tecnologia e dados da propriedade.

Na prática, os participantes poderão receber diagnósticos, recomendações de manejo, capacitações e identificação de oportunidades de melhoria.

Tudo será integrado à SmartCoop, que reúne recursos como monitoramento por satélite, indicadores climáticos, gestão financeira, informações das cadeias produtivas e apoio à tomada de decisão.

O projeto ainda incorpora a Ana, ferramenta de inteligência artificial que combina a base de conhecimento do sistema cooperativo com informações da própria propriedade para auxiliar o produtor.

Mas talvez o ponto mais interessante esteja no que pode acontecer depois do piloto.

Os resultados serão avaliados para definir a continuidade e a possibilidade de expansão do modelo.

E isso levanta uma discussão que vai além do Rio Grande do Sul:

Um modelo como esse deveria chegar a outras regiões do Brasil?

Assistência técnica mais acessível, gestão, dados e tecnologia poderiam fazer diferença na realidade da sua propriedade?

👇 Queremos ouvir principalmente quem está no campo: qual seria a importância de um projeto como esse na sua região?

Leia a matéria completa no site da Balde Branco.

www.baldebranco.com.br

Depois de não participar da Expointer, desde 2023, o Girolando 1/4 está de volta à pista na edição 2026, ao lado de anim...
01/09/2026

Depois de não participar da Expointer, desde 2023, o Girolando 1/4 está de volta à pista na edição 2026, ao lado de animais Girolando 1/2 e 3/4.

Mas essa volta levanta uma discussão interessante para quem produz leite:

1/4, 1/2 ou 3/4: existe uma composição “melhor” ou existe aquela que funciona melhor para a realidade de cada fazenda?

Na Expointer, o produtor Carlos Eduardo Pereira é um dos expositores que aposta no Girolando 1/4. Criador da raça desde 2023, ele destaca características como boa produção, docilidade e facilidade de manejo. Também levará animais 3/4 para a competição.

E o debate ganha ainda mais relevância quando olhamos para a produção de leite no Sul.

Segundo Roger Felipe Kunz, presidente da Associação de Criadores de Gir Leiteiro e Girolando do Sul, a adaptabilidade do Girolando a diferentes condições climáticas e sistemas de produção pode representar uma alternativa para reduzir custos, ampliar a lucratividade e contribuir para a permanência dos produtores na atividade.

É justamente essa diversidade que estará na pista da 13ª Mostra Oficial da Raça Girolando da Expointer, com animais 1/4, 1/2 e 3/4, de bezerras a vacas.

Mais do que escolher uma campeã, a pista também coloca diante do produtor diferentes caminhos de seleção genética e produção de leite.

📲 Quem está apostando nessas diferentes composições e como está sendo o trabalho de seleção no Sul?

Confira a matéria completa no site da Balde Branco.

👇 Agora a pergunta é para quem conhece a realidade dentro da porteira:

Qual composição funciona melhor no SEU sistema: 1/4, 1/2, 3/4 ou outra?

Conte também o motivo. Clima? Produção? Rusticidade? Manejo? Reprodução? Custo?

Vamos comparar nos comentários como o Girolando está funcionando nas diferentes realidades do Brasil. 🇧🇷🐄

O PREÇO DO LEITE SUBIU. Mas os números mostram que ainda é cedo para comemorar.Segundo dados do Cepea/Esalq-USP, o leite...
31/08/2026

O PREÇO DO LEITE SUBIU. Mas os números mostram que ainda é cedo para comemorar.

Segundo dados do Cepea/Esalq-USP, o leite captado em junho chegou a R$ 2,7464/litro na “Média Brasil”.

Desde janeiro, a valorização real acumulada é de 33,1%.

Um avanço importante para o produtor. Mas há outro número que muda essa leitura:

⚠️ Mesmo com a recuperação, o preço médio real do primeiro semestre ficou 14% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.

E outros indicadores ajudam a entender o momento:

🌽 O poder de compra melhorou: em julho, foram necessários 23,19 litros de leite para comprar uma saca de milho de 60 kg, contra 24,65 litros em junho.

🥛 A oferta ainda merece atenção: apesar do avanço mensal da captação, o ICAP-L acumula queda de 11,4% no ano.

🚨 As importações acendem o alerta: em julho, entraram no País o equivalente a 236,3 milhões de litros, volume 33,49% maior que em julho de 2025.

Ou seja: preço sobe, poder de compra melhora, mas oferta, importações e custos continuam movimentando o tabuleiro.

E é justamente por isso que olhar apenas para o valor do litro pode esconder parte da história.

👉 O que esses números podem sinalizar para os próximos pagamentos?

Confira a análise completa no site da Balde Branco.

📊 Fonte dos dados: Cepea/Esalq-USP.

E queremos fazer dos comentários um termômetro do leite no Brasil:

Quanto você está recebendo pelo litro e em qual cidade/estado? 👇

R$ 126,6 MILHÕES EM GENÉTICA. O QUE ESSE NÚMERO DIZ SOBRE O MOMENTO DA PECUÁRIA?Não foram apenas animais passando pela p...
28/08/2026

R$ 126,6 MILHÕES EM GENÉTICA. O QUE ESSE NÚMERO DIZ SOBRE O MOMENTO DA PECUÁRIA?

Não foram apenas animais passando pela pista.

Durante a 19ª ExpoGenética, em Uberaba (MG), 31 leilões oficiais movimentaram R$ 126.656.400 — e os sete shoppings de animais realizados durante a feira ainda nem fazem parte desse balanço.

O resultado chama atenção pelo tamanho. Mas talvez a informação mais importante esteja por trás dele.

Em um cenário de valorização dos animais de reposição e busca por maior eficiência produtiva, genética avaliada passa a ser encarada cada vez mais como ferramenta para construir o resultado das próximas gerações do rebanho.

Desempenho. Reprodução. Produtividade. Qualidade.

É por isso que uma feira como a ExpoGenética vai além da exposição de animais superiores: ela ajuda a revelar onde os criadores estão colocando dinheiro e quais características estão ganhando valor na formação dos rebanhos.

Segundo a ABCZ, a qualidade dos animais apresentados e a confiabilidade dos programas de avaliação genética estão entre os fatores que ajudaram a impulsionar os negócios desta edição.

📲 Mas o que explica os R$ 126,6 milhões movimentados e o que esse resultado sinaliza para o mercado de genética bovina?

Leia a matéria completa no site da Balde Branco.

💬 E para quem está no campo: na hora de investir em genética, o que pesa mais na sua decisão — produção, reprodução, longevidade ou retorno financeiro?

Um vídeo de poucos segundos pode mostrar o manejo. Mas será que mostra tudo o que aconteceu antes dele?Nas redes sociais...
27/08/2026

Um vídeo de poucos segundos pode mostrar o manejo. Mas será que mostra tudo o que aconteceu antes dele?

Nas redes sociais, é cada vez mais comum encontrar vídeos mostrando o revolvimento mecanizado da parte posterior das baias de free stall.

Prático, rápido e visualmente convincente.

Só que existe um detalhe que pode ficar fora da câmera — e fazer toda a diferença na interpretação do produtor.

Na edição de agosto da Revista Balde Branco, a coluna Leite & Galpão chama atenção para erros de conceito que podem levar a manejos inadequados dentro das instalações.

Um deles é acreditar que basta revolver o material da parte posterior da baia como ocorre em um compost barn. A matéria ressalta que o excesso de dejetos precisa ser retirado quando presente, mesmo que essa etapa não apareça nos vídeos que circulam pelas redes.

E há outra confusão que merece atenção:

“Como manejar a areia no compost barn?”

A própria pergunta revela um problema.

A compostagem dinâmica depende de atividade microbiana, equilíbrio entre carbono e nitrogênio, elevação da temperatura e controle da umidade. A areia, à base de sílica, não oferece essa dinâmica de decomposição.

Ou seja: copiar um manejo porque ele parece funcionar em outro sistema pode ser uma decisão muito diferente de compreender por que aquele manejo funciona.

E quando estamos falando da cama onde as vacas permanecem diariamente, essa diferença pode chegar à saúde dos cascos, ocorrência de mastite, conforto e resultado do sistema.

Na nova edição da Revista Balde Branco, Fábio Rodrigo Medeiros Guilhermano aprofunda esse tema e explica por que free stall deve ser manejado como free stall — e compost barn como compost barn.

Quer acessar conteúdos técnicos como este e acompanhar de perto as decisões que impactam a produtividade da pecuária leiteira? Assine a Revista Balde Branco.

Agora queremos ouvir quem está no campo:

Na sua propriedade, qual sistema é utilizado: free stall, compost barn ou outro?

E qual é hoje o maior desafio no manejo da cama?

2 milhões de toneladas de ração para bovinos leiteiros em apenas três meses.É um número enorme.Mas, para quem produz lei...
26/08/2026

2 milhões de toneladas de ração para bovinos leiteiros em apenas três meses.

É um número enorme.

Mas, para quem produz leite, existe uma pergunta muito mais importante:

quanto dessa alimentação está efetivamente se transformando em leite — e, principalmente, em margem?

Os novos números divulgados pelo Sindirações mostram que a indústria brasileira de alimentação animal começou 2026 em expansão.

Foram 22,6 milhões de toneladas de rações produzidas no primeiro trimestre, crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025. A projeção é ultrapassar 98 milhões de toneladas no ano.

🥛 E o leite também participa desse movimento.

No primeiro trimestre, a demanda por rações para bovinos leiteiros chegou a 2 milhões de toneladas. Para todo o ano de 2026, a expectativa é alcançar 7,9 milhões de toneladas.

Ao mesmo tempo, a aquisição de leite cru por estabelecimentos sob inspeção chegou a 6,8 bilhões de litros, avanço de 3,3% sobre o primeiro trimestre de 2025.

Segundo os dados apresentados, maior disponibilidade de matéria seca, investimentos em produtividade e intensificação tecnológica estão entre os fatores que ajudam a explicar esse cenário.

E é justamente aí que está a discussão mais interessante para dentro da porteira.

Consumir mais ração, sozinho, não significa produzir melhor.

A conta que interessa é outra: conversão alimentar, produção por vaca, custo por litro e, no fim do mês, quanto sobra depois que a alimentação foi paga.

A nutrição de precisão e a intensificação dos sistemas estão avançando. Mas tecnologia só faz sentido quando melhora a eficiência econômica da propriedade.

📲 No site da Balde Branco, mostramos os números do Sindirações e o que está movimentando o mercado brasileiro de alimentação animal em 2026. Acesse e confira a matéria completa.

E quero aproveitar essa pauta para fazer uma pergunta que pode gerar bons comentários:

👇 Na sua fazenda, o que aconteceu nos últimos 12 meses: o custo da alimentação cresceu mais ou menos que a produção de leite?

E se o maior risco da fazenda não fosse perder produção… mas perder a capacidade de continuar produzindo?Na pecuária lei...
25/08/2026

E se o maior risco da fazenda não fosse perder produção… mas perder a capacidade de continuar produzindo?

Na pecuária leiteira, uma estiagem, uma enchente ou uma onda de calor não atingem apenas o volume de leite.

Elas podem comprometer pastagens, elevar o custo da alimentação, reduzir a produtividade do rebanho e pressionar diretamente o fluxo de caixa da propriedade.

É por isso que a discussão sobre seguro rural começa a ganhar outro peso para o produtor de leite.

Um projeto aprovado pela Câmara dos Deputados propõe reformular o modelo atual, fortalecer o Fundo de Estabilidade do Seguro Rural — o chamado Fundo Catástrofe — e ampliar incentivos para adesão às apólices.

Mas a reportagem da Revista Balde Branco chama atenção para um ponto decisivo:

o leite precisa de um seguro pensado para a realidade do leite.

Segundo a análise apresentada na matéria, a proteção precisa ir além dos riscos climáticos e considerar também perda de renda, custo de reposição de insumos, estabilidade do fluxo de caixa e a realidade dos pequenos e médios produtores.

O fortalecimento do Fundo Catástrofe também pode ampliar a oferta de seguros em regiões mais vulneráveis. A matéria lembra que eventos como estiagens prolongadas, ondas de calor e enchentes atingem diretamente a produção, a alimentação do rebanho e a renda das famílias produtoras.

E há um alerta importante: não basta criar um seguro tecnicamente completo. Ele precisa caber no bolso do produtor. A própria reportagem destaca que um produto robusto, mas economicamente inviável, não resolve o problema.

📖 Na edição de agosto da Revista Balde Branco, mostramos o que pode mudar, quais oportunidades surgem para a cadeia do leite e quais obstáculos ainda precisam ser vencidos.

📲 Assine a Revista Balde Branco Digital e acompanhe, todos os meses, as decisões que podem afetar diretamente o futuro da sua propriedade.

👇 E quero ouvir quem está no campo:

Se existisse hoje um seguro realmente desenhado para a pecuária leiteira, você contrataria?

SIM, dependendo do custo
ou
NÃO, ainda não vejo vantagem

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