Geledés Instituto da Mulher Negra

Geledés Instituto da Mulher Negra Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Geledés Instituto da Mulher Negra, Rua Santa Isabel, 137 cj 41 cj 42 an 4, São Paulo.
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Geledés - Instituto da Mulher Negra foi criado em 30 de abril de 1988. É uma organização política de mulheres negras que tem por missão institucional a luta contra o racismo e o sexismo, a valorização e promoção das mulheres negras.

Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras
17/09/2026

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O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados.

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17/09/2026

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O filme Feito P**a, do diretor Allan Deberton, foi escolhido para disputar uma indicação de Melhor Filme Internacional no Oscar 2027

O que os planos de governo dos presidenciáveis dizem sobre racismo climático – e o que calam
16/09/2026

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O Brasil que vai às urnas em 4 de outubro não elegerá apenas um presidente – elegerá, também, entre a democracia ou o retorno de tempos perversos para nossa sociedade

‘Elas no Senado’: Geledés lança série de entrevistas com candidatas negras
15/09/2026

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Apesar de somarem 28% da população brasileira, mulheres negras sofrem com uma sub-representação expressiva. Apenas 29 candidatas se elegeram para o Congresso Nacional nas eleições de 2022

Perdemos nossa amiga e companheira feminista Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha Teles, aos 81 anos. Amelinha este...
15/09/2026

Perdemos nossa amiga e companheira feminista Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha Teles, aos 81 anos. Amelinha esteve conosco em diferentes momentos de luta e militância, em conquistas históricas e também em momentos de festa. Juntas, analisamos a conjuntura deste país, pensamos a democracia e sonhamos um futuro melhor para tantas gerações de mulheres.
Amelinha pertence à mesma geração das mulheres que fundaram Geledés. Uma geração que fez da própria vida parte da construção de direitos que desfrutamos na atualidade, conquistados com organização, coragem e persistência. Sabemos que não somos eternas, mas o cenário em que as mulheres seguem,cotidianamente, submetidas à violência, à desigualdade e à retirada de direitos nos lembra que ainda há muito a fazer. Amelinha sabia disso.
Mesmo depois de tantos anos de luta, continuava presente, atenta e comprometida, como tantas outras companheiras feministas que compreenderam que dedicar uma vida inteira a uma causa não significa que seja hora de parar.
Infelizmente, quis o destino que nossa amiga partisse nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026. Embora a despedida seja dolorida, o reconforto mora na certeza do gigante legado e dos ensinamentos de compromisso, ética e esperança, que seguirão presentes para a próxima geração de mulheres feministas.

🔗 Saiba mais em nosso Portal: www.geledes.org.br

Morre Amelinha Teles, símbolo da resistência à ditadura e do feminismo brasileiro
15/09/2026

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Amelinha pertence à mesma geração das mulheres que fundaram Geledés. Uma geração que fez da própria vida parte da construção de direitos que desfrutamos na atualidade

Fundo Baobá vai investir R$3 milhões em dez organizações de mulheres negras na 2ª edição do Programa Marielle Franco
15/09/2026

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Edital selecionará dez organizações, grupos, coletivos, redes ou movimentos em todo o país; cada iniciativa receberá R$ 300 mil, com foco no desenvolvimento institucional

Criado pelo tipógrafo, editor e escritor negro Francisco de Paula Brito, o jornal deixou uma marca importante na históri...
14/09/2026

Criado pelo tipógrafo, editor e escritor negro Francisco de Paula Brito, o jornal deixou uma marca importante na história da comunicação no Brasil. O periódico denunciava a discriminação racial e discutia os obstáculos enfrentados pelas pessoas negras livres, especialmente no exercício de reivindicações de direitos e cidadania.

A partir da terceira edição, o periódico passou a se chamar O Mulato, ou O Homem de Côr. Mesmo com sua curta circulação, sua iniciativa inspirou o surgimento de outros jornais ainda em 1833, como Brasileiro Pardo, O Cabrito, O Crioulinho, O Lafuente e O Meia Cara. Era o início da formação de uma imprensa negra no Brasil.

Com uma atuação crítica diante do racismo e das desigualdades, esses jornais confrontavam as narrativas dominantes e criaram espaços em que pessoas negras eram protagonistas de suas próprias histórias, em um contexto em que grande parte da imprensa silenciava ou invisibilizava a população negra.

Racismo, reparação e poder: o desafio do BRICS para o Sul Global
14/09/2026

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Na Declaração de Nova Délhi, divulgada no dia 12, bloco reconhece a urgência do combate ao racismo, meses após a ONU anunciar a escravização como o crime mais grave da humanidade. Resta saber como isso se dará na prática

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14/09/2026

Em 2026, o Brasil vai às urnas pela primeira vez num cenário em que qualquer pessoa com um celular consegue fabricar um vídeo convincente. Violência política habilitada por tecnologia, desinformação em massa, deepfakes e ataques coordenados miram em quem ousa disputar narrativa e poder: candidaturas, mandatos, jornalistas, movimentos sociais, pessoas defensoras de direitos humanos, principalmente mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, populações periféricas, defensoras de territórios e outros grupos historicamente vulnerabilizados.

A partir da parceria entre Lampejo - Escola Popular de Tecnopolítica, Comunicação Estratégica e Cuidados Digitais e Geledés - Instituto da Mulher Negra, será realizada uma oficina formativa para discutir estratégias de comunicação, tecnopolítica e cuidados digitais.

Dia 19/09, sábado, das 9h00 às 14h00, na Sede Geledés - Rua Santa Isabel, 137, 4⁰ andar - Vila Buarque, São Paulo/SP.

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Rua Santa Isabel, 137 Cj 41 Cj 42 An 4
São Paulo, SP
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