Yalorisá Andreia Vimo D' Osún

Yalorisá Andreia Vimo D' Osún Me magoe com uma verdade mas não me iluda com uma mentira

ADOÇÃO DE SORRISOS — UM ATO DE AXÉ E AMORNada é mais bonito e sagrado do que o sorriso de uma criança.No caminho da noss...
29/09/2026

ADOÇÃO DE SORRISOS — UM ATO DE AXÉ E AMOR

Nada é mais bonito e sagrado do que o sorriso de uma criança.

No caminho da nossa ancestralidade, aprendemos que o sagrado também se manifesta quando estendemos a mão a quem precisa. É por isso que o Ilê Mimọ – Nibi Àwọn Baba N Gbé realizará, no dia 12 de outubro, na região central de São Paulo, uma grande celebração de Dia das Crianças para 500 crianças em situação de vulnerabilidade.

Muitas dessas crianças desejam aquilo que para tantos parece simples: um alimento, um doce, um refrigerante, um momento de alegria. Para elas, um gesto de solidariedade pode transformar um dia inteiro — e talvez deixar uma lembrança para toda a vida.

Por isso, esta missão é de todos nós.

A cada filho e filha do terreiro, pedimos que compartilhe esta publicação, mobilize familiares, amigos, empresas e sua comunidade, e ajude a fazer esta corrente de amor chegar o mais longe possível.

Estamos recebendo doações de:

🍬 Doces e balas
🍚 Alimentos
🥤 Refrigerantes
❤️ E tudo aquilo que possa contribuir para tornar essa celebração ainda mais bonita.

Não queremos apenas realizar uma festa.
Queremos plantar alegria, dignidade, cuidado e esperança.

Que o axé de nossos ancestrais nos ensine que ninguém caminha sozinho e que o verdadeiro sagrado também está na capacidade de cuidar do outro.

Filhos do terreiro, esta campanha precisa de vocês. Compartilhem. Mobilizem. Participem. Doem.

Porque quando uma criança sorri, o nosso terreiro também sorri.

Juntos, faremos o dia de 500 crianças mais feliz.

AXÉ, AMOR E SOLIDARIEDADE.
ADOÇÃO DE SORRISOS — DOE AMOR, DOE AXÉ!

Doações: mantimentos, chama no inbox!
Financeira, Pix 11954706190 Djelaine Alves C6 bank

15 DE SETEMBRO DIA DO OGAN OS ESCOLHIDOS DO ORIXÁ                                  Ogan é escolhido pelo Orixá do zelado...
15/09/2026

15 DE SETEMBRO DIA DO OGAN

OS ESCOLHIDOS DO ORIXÁ

Ogan é escolhido pelo Orixá do zelador de uma Casa de Candomblé para diversas funções dentro do Àse, primeiramente é suspenso, para depois ser confirmado. Ogan não incorpora, não entra em transe, ele é escolhido justamente por estar sempre lúcido e cumprir diversas funções que são importantíssimas dentro de toda liturgia.

O Ogan não é apenas um tocador de atabaque (ilús), a função do Ogan em uma casa de Àse abrange muito mais que somente as cantigas nos terreiros. Os Ogans promovem a segurança da Casa, contribuindo com o zelo dos Òrìsàs, eles também zelam pelo Ilé Àse. O Ogan, ao chegar à Casa de Candomblé, após se purificar com o banho de agbò, se vestirem adequadamente e, saudar seu Àse, seu zelador e todos da Casa, buscar realizar suas funções e se colocar à disposição.

Mas afinal, quais são essas funções? Além do cuidado com os atabaques (manutenção/afinação/osé) os agògòs, àtòrìs, também é papel do Ogá contribuir para que tudo caminhe bem no Terreiro, pois o Ogan busca defender sua comunidade, o seu Àse de forma eficaz, fazendo de tudo para que o mesmo seja preservado, é sua responsabilidade, preservar as edificações de sua Casa, estando sempre atento para qualquer e eventual dano, como, por exemplo, a necessidade da troca de uma telha, ou um degrau danificado em uma escada, etc.

O Ogan se dedica em diversos âmbitos do Candomblé, como aprender os toques e ritmos, as cantigas, os animais, as folhas, adúràs e sàsányìn, copar, etc.

Ogan com o tempo pode se tornar um conhecedor de folhas (Èwé), que aprenderam desde como colher e cantar as folhas específicas de cada Òrìsàs.

Cabe ao Ogan o cuidado especial e indispensável com os animais que serão ofertados aos Òrìsàs, de modo que a oferta seja aceita de forma plena dentro dos rituais sagrados. É primário Ogan saber como entregar, levar e até passar um ebó conforme a necessidade específica de cada situação, sempre em sintonia com seu zelador. Todo esse conhecimento demora anos, cabendo ao Ogan estar sempre atento às palavras, conselhos, doutrinas e ensinamentos do seu zelador.

O Ogan ocupa um papel importante também durante o Candomblé, são eles que com sua forma de tocar e cantar contagiante contribuem para invocar os Òrìsàs a terra.

Os Ogans confirmados servem de exemplo para os Ogans apontados ou suspensos, com postura, moral ilibada, jamais ingerir bebida alcoólica e se impor coercitivamente para o bom andamento da Casa.

A união entre os Ogans ajudam a formar a base de uma Casa de Candomblé, eles formam uma família em que todos se entendem se confraternizam, sem qualquer tipo de disputa, briga ou ego.

Ogans toca e canta para os Òrìsàs e não para as pessoas que estão na festa e sempre consulta o seu zelador, para saber como será o andamento da festividade, para qual Òrìsà poderá prolongar-se um pouco mais nos cânticos, ou não. O Ogan procura permanecer o maior tempo possível no salão, evitando sair, principalmente quando o Òrìsà está no barracão. Ele está sempre atento aos visitantes que chegam, comunicando ao zelador, muitas vezes, os recepcionando.Ogan respeita incondicionalmente os Òrìsàs, ele sabe a hora que deve parar de cantar, também procura aprender os cânticos do seu Àse, da sua raiz, evitando cantar algo que somente ele conhece, afinal, para ele o importante é ver o Òrìsà feliz com o conjunto e não com o solo. Hoje é fundamental que os Ogans procurem se unir e comungar com o Òrìsà, que respeite os seus mais velhos e a liderança do seu Terreiro.

Ogan pode ganhar seu Oyè com o decorrer do tempo e merecimento, conquistando o respeito de todos e que carinhosamente pode ser também chamado de Pai Ogan. Os principais Oyès são: Asògún (homens de Ògún específico para os sacrifícios primordiais ), Alabe, Pèjìgán e Ònilú.

Lenda:

Num tempo muito distante, o orun (céu) era lugar de grandes festas. Os orixás (protetores de cabeças) lá se reuniam para celebrar a vida. Exu era o grande animador daquelas festas porque era ele quem tocava os tambores e que entoava as mais belas e alegres cantigas. E ele ficava todo prosa por exercer tal função. Certo dia, entendendo que estava difícil conversar ao mesmo tempo em que o som dos tambores ecoavam, os orixás pediram para Exu que parasse com aquela cantoria e toques. E assim se deu: Exu deixou de tocar e cantar nas festas.

Sem muita demora, os orixás perceberam que festa sem tambores e sem cantoria, não era festa. Eles se reuniram novamente e decidiram pedir para que Exu voltasse com toda a animação. Mas ele não aceitou: estava profundamente magoado com o pedido do grupo, uma vez que ele desempenhava tais atividades com tanto fervor e o impediram de continuar. Os orixás insistiram bastante até que Exu disse: “Perdi totalmente a vontade de cantar e tocar para vocês, mas vou passar a tarefa para a primeira pessoa que se colocar na minha frente”.

E assim aconteceu. Ogan, um jovem rapaz caminhou na direção de Exu. Exu olhou para ele e o escolheu para inicia-lo na arte dos cânticos e toques em louvor aos orixás. Ogan, prontamente aceitou o convite de Exu, era rapaz esforçado e que queria aprender.

Tão bem Exu o ensinou Ogan e Ogan tão bem aprendeu a animar as festas dos orixás que em sua homenagem, Exu estabeleceu que todo o homem responsável por animar as festas dos orixás deveria receber o cargo de Ogan.

MEUS SINCEROS RESPEITOS AOS OGANS!!!

Texto: Pai Folha

ILÊ MIMO: ANCESTRALIDADE QUE SE TRANSFORMA EM FUTUROO Centro Cultural Ilê Mimo – Nibi Àwọn Baba N Gbe não é apenas uma C...
08/09/2026

ILÊ MIMO: ANCESTRALIDADE QUE SE TRANSFORMA EM FUTURO

O Centro Cultural Ilê Mimo – Nibi Àwọn Baba N Gbe não é apenas uma Casa de Òrísá. É um projeto de memória, identidade, cultura, conhecimento e responsabilidade social.

Sua missão é maior que preservar uma tradição: é garantir que a tradição de matriz africana permaneça viva, respeitada e transmitida às próximas gerações.

O Ilê Mimo afirma, em sua própria estrutura institucional, um compromisso com a ancestralidade, a espiritualidade, a educação, os direitos humanos, a proteção da natureza e o serviço à comunidade. E estabelece como valores permanentes Àṣẹ, ancestralidade, respeito, justiça, honestidade, humildade, solidariedade, conhecimento, responsabilidade e união.

Isso também é política.

Porque preservar cultura é fazer política.
Defender a liberdade religiosa é fazer política.
Combater a intolerância é fazer política.
Garantir dignidade aos povos tradicionais de matriz africana é fazer política.
Produzir conhecimento sobre nossa história é fazer política.

Não falamos de poder para dominar. Falamos de consciência para proteger aquilo que nossos ancestrais nos confiaram.

O Ilê Mimo olha para a África, para a diáspora e para o Brasil compreendendo que ancestralidade não é passado: é fundamento para construir o futuro.

Aqui, Òrísá é tradição.
Conhecimento é ferramenta.
Cultura é resistência.
Dignidade é princípio.
E ancestralidade é compromisso.

Nenhuma geração é dona desse legado. Somos seus guardiões temporários.

E guardião que conhece sua história não se curva diante do apagamento.

ILÊ MIMO
Nibi Àwọn Baba N Gbe
Terra Sagrada, aqui habitam os ancestrais.

LIBERDADE RELIGIOSA NÃO É CONCESSÃO. É DIREITO.Não aceitaremos que nossa fé seja criminalizada, nossa cultura seja desre...
02/09/2026

LIBERDADE RELIGIOSA NÃO É CONCESSÃO. É DIREITO.

Não aceitaremos que nossa fé seja criminalizada, nossa cultura seja desrespeitada ou nossa ancestralidade seja tratada como algo menor.

O Ilê Mimo nasce com uma missão clara: preservar, fortalecer e transmitir a tradição de Òrísá às próximas gerações, com dignidade, conhecimento e responsabilidade.

Defendemos a liberdade religiosa, a dignidade humana, o respeito à diversidade e o direito de cada pessoa viver sua fé sem medo, perseguição ou intolerância.

Nossa tradição não será apagada.

Nossa ancestralidade não será silenciada.

Nossa fé não está à venda.

Somos guardiões de uma história que não começou conosco — e temos o dever de entregá-la às próximas gerações, viva, íntegra e respeitada.

ILÊ MIMO
Terra Sagrada, aqui habitam os ancestrais.

28/08/2026

Nem tudo que acontece precisa receber uma explicação imediatamente…

O medo quer respostas rápidas.
A dúvida quer encontrar culpados.
E a nossa cabeça tenta preencher aquilo que ainda não compreende.

Mas esse ìtàn de Ogbè-Òsá deixa uma reflexão importante sobre Orí:

não saber o que está acontecendo não significa que precisamos inventar uma resposta.

Há momentos de observar.
Há momentos de agir.
E há momentos de buscar orientação.

Porque suspeitar não é saber…

e identificação não é diagnóstico.

Se existe uma situação na sua vida que você já cansou de tentar interpretar sozinho, talvez seja hora de fazer a pergunta certa.

Repost ́ Ifa Esu Banke

DEMOCRACIA TAMBÉM É RESPEITO À NOSSA EXISTÊNCIAO Instituto Àwúre reafirma seu compromisso com a democracia, com a liberd...
17/08/2026

DEMOCRACIA TAMBÉM É RESPEITO À NOSSA EXISTÊNCIA

O Instituto Àwúre reafirma seu compromisso com a democracia, com a liberdade religiosa, com a dignidade humana e com a preservação das tradições culturais e espirituais de matriz africana.

Nossa fé, nossa cultura, nossos terreiros, nossos ancestrais e nossas comunidades fazem parte da história e da construção deste país. Por isso, nenhum cidadão deve abrir mão do direito de analisar propostas, trajetórias e compromissos públicos antes de exercer seu voto.

Defendemos uma democracia que não apenas reconheça a diversidade, mas que a proteja.

Uma democracia onde nenhuma religião seja perseguida, nenhuma tradição seja desrespeitada e nenhum povo seja tratado como cidadão de segunda classe.

Votar é um direito. Escolher com consciência é uma responsabilidade.

Que cada pessoa conheça a história, examine os compromissos e faça sua escolha de forma livre, consciente e soberana.

Nossa fé merece respeito.
Nossa ancestralidade merece respeito.
Nossa cultura merece respeito.
Nossa democracia também.






Nota de Condolências É com grande pesar que recebemos a notícia do falecimento do nossa Àgbá Iyalorisa Carmen de Osùn ma...
12/06/2026

Nota de Condolências

É com grande pesar que recebemos a notícia do falecimento do nossa Àgbá Iyalorisa Carmen de Osùn matriarca do Ilê Olà Asé Omi Opô Arakà .O candomblé perde mais uma página importante de nossa história.

Manifestamos os mais sinceros votos de condolência a todos os familiares,filhos e amigos. Que Orunmila mesmo a receba de braços abertos.

Que nossa Àgbá seja recebida em festa na casa do renascimento!!

"Se Awo kikun, Awo Kirun, Nse Awo Mawo Si Itula Ile Awo".

Os iniciados no mistério não morrem, os iniciados no mistério não desaparecem, os iniciados no mistério vão para o Itulá, a Casa do renascimento.
Olorun asé indé
Olorun kosi purê

Iyalorisa Andreia Vimo de Osùn

19/05/2026

“Òsun dúró, kò sùn,
ó ń ṣọ ilé awo,
ó ń gbé àṣẹ àwọn àgbà.”

Òsun permanece de pé, não dorme,
vigia a casa do sacerdote,
sustenta o àṣẹ dos antigos

Ye yeooo💛

Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 20:00
Quinta-feira 09:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

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