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A   vai   aproximadamente R$ 565 milhões em um novo ciclo de expansão no país, com projetos que ampliarão sua capacidade...
04/09/2026

A vai aproximadamente R$ 565 milhões em um novo ciclo de expansão no país, com projetos que ampliarão sua capacidade produtiva em mais de 7 milhões de até 2028. Os aportes fazem parte da estratégia de longo prazo da companhia para ganhar escala, avançar em produtos de maior valor agregado e fortalecer sua competitividade e eficiência operacional.

O plano prevê elevar em 50% a capacidade anual de produção de cerca de 4 bilhões de ovos para 6 bilhões até 2028 e combina expansão orgânica, modernização de ativos e novas tecnologias em cinco estados. Entre os projetos está uma nova unidade em Minas Gerais, além da ampliação de operações em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Goiás.

O novo ciclo de investimentos no Brasil ocorre em paralelo à expansão internacional da Mantiqueira e integra uma estratégia mais ampla para consolidar a companhia entre as maiores produtoras de ovos do mundo. A empresa vem combinando o fortalecimento das operações no mercado brasileiro, a expansão nos Estados Unidos, a transformação do mix de produtos e a inovação para ampliar sua escala e fortalecer sua posição em categorias de maior valor agregado.

“Estamos construindo a Mantiqueira para o longo prazo. Temos uma estratégia clara de ganhar escala, ampliar nossa presença em produtos de maior valor agregado que atendem às necessidades do consumidor e tornar o negócio cada vez mais eficiente e diversificado. Esse novo ciclo de investimentos fortalece nossa plataforma no Brasil com a união de práticas de bem-estar animal e eficiência produtiva, para continuarmos crescendo de forma consistente nos próximos anos, ao mesmo tempo em que avançamos em nossa ambição de estar entre as maiores empresas do setor no mundo”, afirma Leandro Pinto, fundador da Mantiqueira.

Investimentos combinam capilaridade e alta tecnologia
Uma das maiores fatias individuais do investimento será destinada a São Sebastião do Rio Verde, no sul de Minas Gerais, onde a companhia está construindo uma nova unidade com áreas de recria, postura, classificação e utilidades industriais. A operação terá capacidade para abrigar 3 milhões de aves, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2028.

Localizada em uma região estratégica para o abastecimento dos principais polos de consumo, a nova unidade permitirá à Mantiqueira ampliar sua capacidade. O projeto deve criar aproximadamente 120 empregos diretos e 100 indiretos.

Em São Paulo, a companhia está ampliando a planta de Lorena, no Vale do Paraíba, a maior granja cage-free da América Latina. A unidade recebeu quatro galpões de postura de dois andares com tecnologia multinível de origem alemã voltada à criação de galinhas livres, além de dois galpões de recria de um pavimento.

A primeira etapa ampliará a capacidade estática local para 1,5 milhão de aves. Uma segunda fase, já mapeada, poderá elevar o plantel de Lorena a 3 milhões de aves até 2028. Para acompanhar o aumento de escala, a unidade conta com maquinário automatizado capaz de processar até 200 mil ovos por hora e direcionar os produtos conforme marca, embalagem e demanda do varejo.

Os investimentos também avançam em outras regiões do país. Em Pouso Alto (MG), a unidade será ampliada para receber 700 mil novas aves no sistema convencional, entre galinhas e codornas, com conclusão prevista para junho de 2027.

No Paraná, os recursos se concentram na região de Céu Azul, com a modernização da área de classificação, que recebeu uma máquina de última tecnologia, e a expansão do modelo de integração com pequenos produtores. A iniciativa adicionará capacidade equivalente a 1,3 milhão de aves e deverá beneficiar diretamente cerca de 120 produtores rurais até o fim de 2026.

Em São João do Itaperiú (SC), passará por modernização da estrutura com a construção de novos galpões de postura e recria, além de uma nova fábrica de ração. Em Formosa (GO), as obras de melhoria recém-concluídas ampliaram a produção e a eficiência da operação, reforçando o abastecimento do Distrito Federal e do Centro-Oeste.

A distribuição geográfica dos investimentos também busca reforçar a eficiência logística para abastecimento dos principais mercados consumidores e fortalecer cadeias regionais de fornecimento. O modelo de integração com pequenos produtores, como o adotado no Paraná, permite combinar o crescimento da Mantiqueira com geração de renda e desenvolvimento de parceiros integrados.

“Crescer também significa ampliar o impacto positivo da Mantiqueira nas regiões onde estamos presentes. Esses investimentos vão gerar novos empregos diretos e indiretos, criar oportunidades para produtores parceiros e movimentar as cadeias locais de fornecedores e serviços. Céu Azul é um exemplo dessa estratégia: estamos ampliando nossa capacidade junto a cerca de 120 pequenos produtores integrados, combinando o crescimento da Companhia com geração de renda e desenvolvimento local, ajudando a fixar famílias no campo”, afirma Leandro Pinto.

Inteligência artificial e digitalização
A expansão física corre em paralelo com investimentos em gestão e digitalização. Na área comercial, a Mantiqueira implementou ferramentas de inteligência artificial para mapear, em tempo real, o giro dos produtos nos pontos de venda e apoiar decisões de estoque e abastecimento. No ambiente corporativo, a empresa estruturou o Centro de Serviços Mantiqueira (CSM). O hub centraliza rotinas operacionais e digitaliza tarefas de backoffice, com foco em padronização, eficiência e agilidade.

“Conforme ganhamos robustez produtiva, nossa gestão precisa acompanhar o ritmo. A inteligência artificial garante tomadas de decisão cirúrgicas nas vendas, enquanto o CSM enxuga processos, corta redundâncias e dá velocidade à nossa governança”, avalia Leandro Pinto, fundador da empresa.

A companhia também vem investindo em inovação e no desenvolvimento de novos produtos e aplicações para ampliar o mercado de ovos e criar fontes de crescimento. A estratégia inclui aumentar a participação de produtos de maior valor agregado e explorar novas formas de utilização da clara e da gema, ampliando as possibilidades de consumo para além do ovo in natura.

“Escala, para nós, não significa apenas produzir mais. Significa construir uma empresa mais eficiente, inovadora e capaz de gerar valor a partir de cada etapa da cadeia. Estamos investindo na produção, mas também em tecnologia, marcas, novos produtos e modelos que nos permitam ampliar as possibilidades de consumo do ovo e criar avenidas de crescimento para a Mantiqueira”, resume Pinto.

Foto: Divulgação Mantiqueira Brasil

A tecnologia avança rápido. Mas alguns dos movimentos mais importantes só aparecem quando olhamos para o que acontece de...
02/09/2026

A tecnologia avança rápido. Mas alguns dos movimentos mais importantes só aparecem quando olhamos para o que acontece depois da novidade: quem investe, quem consegue escalar, quais riscos surgem e onde o resultado começa de fato a aparecer.

É esse filtro que guia a newsletter semanal da Controle & Instrumentação, uma leitura para acompanhar a transformação da indústria com contexto, números e impacto real sobre negócios e operações.

🔗 Leia a newsletter completa: https://controleinstrumentacao.com.br/newsletters/2026/01.09/

POSICIONAMENTO ABIMAQ e   Redução da jornada deve ser consequência do aumento da produtividade, e não o contrário. O set...
01/09/2026

POSICIONAMENTO ABIMAQ e
Redução da jornada deve ser consequência do aumento da produtividade, e não o contrário.

O setor de máquinas e equipamentos alerta que a redução de 9% no tempo produtivo, sem ganhos de eficiência, pode elevar custos e pressionar preços ao consumidor.

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho não pode ignorar uma variável fundamental para o futuro da indústria brasileira, a produtividade.

Como representantes da indústria brasileira de máquinas e equipamentos, entendemos que o debate precisa considerar, além dos aspectos sociais, os impactos sobre a produção, os custos, os preços e a competitividade das empresas.

O setor de máquinas e equipamentos já opera, em sua maioria, com 44 horas semanais, predominantemente na escala 5x2. Nesse contexto, uma redução da jornada sem aumento correspondente da produtividade reduziria o tempo disponível para produzir e teria impacto direto sobre a capacidade produtiva e a estrutura de custos das empresas.

A conta da redução da jornada:

Nossos cálculos mostram que uma redução de 9% no tempo disponível para produção, sem ganhos de eficiência que a compensem, implica uma redução proporcional da capacidade produtiva. Como os custos fixos permanecem praticamente inalterados, o custo por unidade produzida aumenta.

Para preservar o atual nível de produção, seria necessário compensar a redução das horas trabalhadas por meio de horas extras ou novas contratações. Pelas nossas estimativas, essa compensação poderia representar aproximadamente 11% de aumento nas horas extras ou 7,7% de contratações adicionais, dependendo da alternativa adotada.

A esse impacto soma-se o efeito da criação de dois DSRs na semana. Geraria-se um acréscimo estimado de 9% na folha de pagamentos, segundo dados da CNI. Calculamos que o conjunto desses efeitos poderia resultar em um aumento médio de 6,2% nos preços repassados ao consumidor.

Em outras palavras, reduzir jornada, sem aumento de produtividade, vai gerar custos nas empresas que serão repassados nos preços ao consumidor ou na perda de competitividade da indústria brasileira.

Produtividade é o caminho para jornadas menores:

Não somos contrários à evolução das relações de trabalho nem ao avanço da produtividade que permita, no futuro, jornadas menores. O que defendemos é que a redução sustentável da jornada seja consequência de uma economia mais produtiva e competitiva.

Na indústria, o tempo de produção é uma variável econômica. Se uma empresa passa a produzir durante menos horas, precisa produzir mais por hora para manter seu nível de produção e sua competitividade.

Na indústria, a ordem dos fatores altera o produto. Primeiro, precisamos aumentar a produtividade; depois, com uma economia mais eficiente e competitiva, teremos condições de discutir reduções sustentáveis da jornada.

Inteligência artificial e tecnologia são parte da solução!

O Brasil precisa aproveitar a transformação tecnológica em curso para elevar sua produtividade.

A inteligência artificial, a automação, a robótica, a digitalização dos processos produtivos e as demais tecnologias da Indústria 4.0 podem permitir que as empresas produzam mais, melhor e com maior eficiência.

Não podemos discutir redução da jornada olhando apenas para o número de horas trabalhadas. Precisamos discutir quanto conseguimos produzir em cada hora trabalhada.

Agenda para aumentar a produtividade:

Para acelerar esse processo, defendemos uma agenda nacional baseada em quatro pilares:

1. Educação e qualificação profissional:
Ampliar a formação de profissionais preparados para trabalhar com novas tecnologias, automação, inteligência artificial e os sistemas produtivos da Indústria 4.0.

2. Modernização do parque industrial:
Ampliar e facilitar o acesso ao crédito para investimentos em máquinas, equipamentos, automação, inovação e renovação tecnológica.

3. Inteligência artificial e transformação digital:
Acelerar a adoção de inteligência artificial, digitalização, análise de dados e sistemas inteligentes capazes de elevar a produtividade das empresas brasileiras.

4. Redução do Custo Brasil e reformas estruturais:
Reduzir os custos que penalizam a produção nacional, simplificar o ambiente de negócios e criar condições para que as empresas brasileiras possam competir em igualdade de condições no mercado internacional.

Não podemos ignorar o Custo Brasil.

A indústria brasileira já parte de uma posição de desvantagem competitiva.

Comparações com países desenvolvidos precisam considerar as diferenças de produtividade e, sobretudo, o chamado Custo Brasil, que impõe custos adicionais relevantes à produção nacional. Segundo estimativas que utilizamos, esses custos chegam a representar cerca de 26% a mais para a produção brasileira em relação aos concorrentes estrangeiros, antes mesmo de a primeira peça sair da linha de montagem.

Reduzir a jornada sem enfrentar simultaneamente os fatores que limitam a produtividade brasileira pode ampliar ainda mais essa diferença.

Por isso, defendemos a manutenção do limite constitucional de 44 horas semanais e o fortalecimento das negociações coletivas, que permitam construir soluções adequadas às diferentes realidades dos setores, das empresas e dos trabalhadores.

O futuro do trabalho será determinado pela nossa capacidade de aumentar a produtividade por meio de tecnologia, inovação, qualificação profissional e inteligência artificial.

Queremos uma indústria capaz de produzir mais, pagar melhores salários, oferecer empregos de maior qualidade e, como consequência do aumento da produtividade, criar condições para jornadas de trabalho menores.

Essa é a agenda que defendemos para o Brasil: mais produtividade, mais competitividade e mais desenvolvimento.


José Velloso( FOTO reprodução de linkedin pessoal)
Presidente Executivo
ABIMAQ / SINDIMAQ

  lança   de   LinkIQ™ Duo e investe na resolução de problemas de Wi-Fi 6EA Fluke acaba de anunciar o lançamento no Bras...
28/08/2026

lança de LinkIQ™ Duo e investe na resolução de problemas de Wi-Fi 6E
A Fluke acaba de anunciar o lançamento no Brasil do LinkIQ™ Duo, seu novo testador de redes que combina a qualificação de cabeamento e análises de redes até Wi-Fi 6E em uma única ferramenta. Adicionando uma série de capacidades inéditas à linha de testadores da empresa, o equipamento acompanha o avanço da sexta geração da tecnologia de redes sem fio em diferentes regiões.

De acordo com o relatório The Global State of Wi-Fi 2026, da Ookla, o Wi-Fi 6 já estava sendo utilizado por 21,1% do mercado brasileiro até abril deste ano, posicionando o Brasil como um dos países pioneiros na expansão dessa tecnologia pela América Latina. A nível global, a empresa estima que, até 2030, o Wi-Fi 6 será responsável por 62% da conexão em todos os continentes, se tornando a banda predominante em poucos anos.

Para o Gerente de Produtos da Fluke na América Latina, Carlos Rubim, esse aumento da demanda por Wi-Fi de altíssima velocidade explica a necessidade por ferramentas que ofereçam análises completas da rede. “Quando a gente tem uma alta demanda de usuários querendo se conectar e uma grande oferta de pontos de acesso no mesmo ambiente, isso pode causar conflitos na transmissão de Wi-Fi que ficam difíceis de serem localizados, por isso decodificar a utilização dos canais e simplificar a rede para o técnico é tão importante”, explica.

Em relação ao novo equipamento, Rubim defende a decisão da Fluke Networks de manter a qualificação de cabos como funcionalidade essencial do LinkIQ™ Duo, visto que falhas na parte física da rede ainda são um ponto de atenção para profissionais da área. “Analisando os problemas de conectividade em uma rede de computadores pequena, como em um ambiente corporativo, na grande maioria das vezes o problema está no cabo. Ele pode estar danificado, ter sido dimensionado com tamanho e largura de banda erradas, ou uma infinidade de outros problemas que afetam os usuários”, afirma.


Construído com base no seu equipamento irmão LinkIQ™, o modelo Duo mantém a conexão de cabos ethernet como base de seu processo de verificação, mas agora utilizando, também, esse método para decifrar o ambiente Wi-Fi que o técnico pretende analisar.

Rubim explica que, uma vez conectado, o LinkIQ™ Duo pode ser usado para qualificar uma infraestrutura da rede instalada, resolver questões técnicas de conexão, encontrar hotspots através da intensidade do seu sinal, testar a velocidade de conexão, visualizar a utilização de canais em redes WiFi 2,4GHz, 5GHz e 6GHz, identificar problemas dos usuários e até mesmo fazer o debugging de redes industriais. “O equipamento é capaz de eliminar a necessidade de profissionais de T.I carregarem diferentes ferramentas simultaneamente”, acrescenta o especialista.

Enquanto o produto já faz sucesso nos Estados Unidos, Rubim aponta que o LinkIQ™ Duo encontra um grande potencial no Brasil com a expansão do mercado de data centers e maior digitalização da economia. “Essa ferramenta funciona como o primeiro identificador antes de buscar uma abordagem mais complexa. Muitas vezes, a falha da rede, mesmo que sem fios, acontece na camada física do cabo, o que pode ser resolvido de maneira relativamente rápida e barata, então a identificação com este equipamento ajuda a empresa a ter uma melhor gestão de tempo e recursos na área de manutenção”, finaliza.

Foto: Divulgação Fluke Brasil

  para   e   2027 da Ambev Gmt (Trainee) - Link: https://ambev.kolab.ee/k-abv-t4d8/2916-global-trainee-ambevEstágio - Li...
28/08/2026

para e 2027 da Ambev
Gmt (Trainee) - Link: https://ambev.kolab.ee/k-abv-t4d8/2916-global-trainee-ambev
Estágio - Link: https://ambev.kolab.ee/k-abv-s3pp/2917-programa-de-estagio-ambev-2027
Faltam poucos dias para o encerramento das para o Programa Global de Trainee 2027 da Ambev. Interessados têm até para se candidatar à oportunidade, que oferece de R$ 9.5 mil (trainee), duração de 10 meses e uma jornada de desenvolvimento com experiências internacionais, como:
• Conexão com trainees do mundo todo no Cheers Festival no exterior.
• Uma semana de imersão internacional em outro país da América do Sul.
• Rotação internacional de até 3 meses para grupo selecionado.
• Possibilidade de alocação temporária no exterior para 1 trainee selecionado.

Voltado à formação de futuras lideranças, a campanha deste ano é guiada pelo conceito “Sede de crescer, garra pra fazer”, que resume a proposta do programa de buscas talentos ambiciosos e proporcionar oportunidades de crescimento. Desde o início da jornada, os trainees atuam em projetos estratégicos, trabalhando de forma multidisciplinar e assumindo protagonismo desde os primeiros meses da experiência.

"O Programa de Trainee é uma das principais portas de entrada para quem deseja construir uma trajetória de liderança na Ambev, e prova disso é que mais de um terço dos nossos vice-presidentes começaram suas carreiras como trainee. Ao incorporar experiências internacionais, ampliamos ainda mais essa formação, conectando nossos talentos a diferentes mercados, culturas e formas de pensar. É assim que preparamos a próxima geração de líderes para assumir desafios cada vez maiores.", afirma João Vitor Marinho, diretor de Atração e Desenvolvimento de Pessoas da Ambev.

O Programa que forma líderes há mais de 25 anos, também conta com conexão com a alta liderança desde o primeiro dia, projetos estratégicos para o negócio, rotações em nossas unidades ao redor do Brasil, mentoria com a liderança e conteúdos de desenvolvimento em Inteligência Artificial.

Entre os exemplos que começaram a trajetória como trainees da companhia, estão o vice-presidente de Marketing, Daniel Waks, e o vice-presidente do Zé Delivery, Fernando Mazzarolo.

"Estamos em busca de talentos ambiciosos, com sede de crescer e garra pra fazer, que entreguem resultados e transformem, que busquem um crescimento de carreira acelerado, grandes desafios e aprendizado na prática” afirma Marinho.

Podem se candidatar profissionais com formação superior, concluída entre dezembro de 2024 e dezembro de 2026, com no máximo 2 anos de experiência profissional após a conclusão da primeira graduação, com proficiência em inglês e disponibilidade para mudança de cidade e estado. As oportunidades são para atuação em Business e Supply Chain.

A Ambev também tem inscrições abertas para o , que oferece vagas em todo o Brasil. Voltado para que concluírão graduação em diferentes áreas entre Dezembro de 2027 e Dezembro de 2028. O da bolsa-auxílio de acordo com a região do país.

Inscrições e mais informações:
Gmt (Trainee) - Link: https://ambev.kolab.ee/k-abv-t4d8/2916-global-trainee-ambev
Estágio - Link: https://ambev.kolab.ee/k-abv-s3pp/2917-programa-de-estagio-ambev-2027

Foto: Divulgação Ambev

  e   lançam Programa de Residência em      https://minerva.org.br/residencia/automobilisticaA AEA – Associação Brasilei...
27/08/2026

e lançam Programa de Residência em https://minerva.org.br/residencia/automobilistica
A AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva e o Instituto Minerva lançam o Programa de Residência em Engenharia Automobilística, iniciativa voltada à formação e ao desenvolvimento de engenheiros para as novas demandas da indústria automotiva. Com duração de dois anos e inspirado no conceito de residência médica, o programa integra formação em nível de pós-graduação, atuação profissional em projetos reais e acompanhamento técnico e de carreira.

A iniciativa nasce de um desafio identificado no Fórum Estratégico de Engenharia da AEA, criado a partir da revisão do Plano Estratégico da entidade. Nas discussões sobre o futuro da indústria automotiva brasileira, a disponibilidade de mão de obra especializada apareceu como um dos principais gargalos, com destaque para a necessidade de formar e direcionar engenheiros qualificados para posições técnicas nas empresas.

O cenário se torna ainda mais relevante diante das transformações tecnológicas da indústria. Transição energética, eletrificação, combustíveis alternativos, veículos definidos por software, cibersegurança, sistemas avançados de assistência ao condutor e manufatura 4.0 estão entre as frentes que ampliam as competências demandadas dos profissionais. Para a AEA, a formação de novos engenheiros também está relacionada à manutenção dos centros de pesquisa e desenvolvimento e da capacidade de engenharia instalada no País.

“Temos um problema sistemático no Brasil, que é a falta de engenheiros para ocupar posições técnicas nas nossas empresas. Identificamos a necessidade de formar mais profissionais ou direcionar engenheiros com boa qualificação para a indústria, preparando-os para os desafios da transição energética, da transição tecnológica e de toda a transformação pela qual o setor está passando”, afirma Everton Lopes, vice-presidente da AEA.

O desafio também envolve tornar a indústria uma opção atraente para os novos profissionais. Durante a estruturação do programa, o grupo de trabalho da AEA discutiu a migração de engenheiros recém-formados para outros segmentos da economia, entre eles o mercado financeiro. A questão colocada pelo grupo foi como atrair esses profissionais para a indústria e, ao mesmo tempo, prepará-los para suas novas necessidades.

Residência aplicada à Engenharia – O modelo desenvolvido pela AEA e pelo Instituto Minerva transpõe para a Engenharia um dos princípios que orientam a residência médica: complementar a formação acadêmica com experiência profissional acompanhada.

A Residência em Engenharia Automobilística terá uma jornada de 60 horas semanais. Desse total, 40 horas serão dedicadas ao ensino em serviço dentro da empresa, com participação do residente em atividades e projetos reais. As outras 20 horas serão destinadas à formação conduzida pelo Instituto Minerva.

O pilar educacional contempla uma pós-graduação em formato MBA, com duração de dois anos e cerca de 80 disciplinas. A metodologia utiliza uma sequência contínua de aprendizagem, na qual os conteúdos são retomados ao longo do programa à medida que o profissional adquire experiência e aplica os conhecimentos na empresa.

“Na Engenharia, o profissional muitas vezes conclui a graduação sem ter ainda uma experiência efetiva de trabalho e chega ao mercado sem um acompanhamento estruturado. A residência parte justamente dessa questão. Ao longo dos dois anos, ele aprende trabalhando, participa de projetos reais e, ao mesmo tempo, conta com formação e acompanhamento para acelerar seu desenvolvimento profissional”, afirma Lucas Moreira, presidente do Instituto Minerva.

Desenvolvimento de cinco anos em dois – A aceleração do desenvolvimento profissional é uma das principais propostas do programa. Segundo Moreira, “pelas trajetórias tradicionais de ingresso na Engenharia, são necessários cerca de cinco anos para que um profissional avance de uma posição inicial até alcançar a capacidade plena de atuação associada a um engenheiro de nível pleno”.

Na Residência, o objetivo é alcançar esse patamar em dois anos, conceito definido pelo Instituto como uma “plataforma de aceleração de resultado 5 para 2”. A proposta é que o aprendizado aconteça dentro da realidade da própria empresa. Os projetos, a cultura organizacional e as necessidades técnicas de cada companhia passam a integrar o percurso do residente, com o objetivo de desenvolver, ao final do programa, profissionais preparados para assumir responsabilidades técnicas de maior complexidade.

Além da educação e do ensino em serviço, o terceiro pilar do programa é a mentoria com apoio psicológico continuado. Cada residente terá acompanhamento técnico dentro da empresa e uma mentoria externa conduzida pelo Instituto Minerva. O modelo inclui um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), utilizado para acompanhar a evolução ao longo dos dois anos, identificar necessidades de desenvolvimento e ajustar o percurso do participante.

A estrutura também conta com facilitadores responsáveis pelos conteúdos de formação e com avaliações periódicas, que permitem ao residente e à empresa acompanhar sua evolução. Ao final do programa, o participante recebe diploma com assinatura conjunta da AEA e do Instituto Minerva.

Foto: Divulgação AEA

Ter acesso à tecnologia nunca foi tão fácil. Transformá-la em vantagem competitiva é outra história.A newsletter desta s...
27/08/2026

Ter acesso à tecnologia nunca foi tão fácil. Transformá-la em vantagem competitiva é outra história.

A newsletter desta semana da Controle & Instrumentação passa justamente por essa fronteira: sistemas de controle mais abertos, novas camadas de IA, segurança de infraestrutura, qualificação profissional e automação cada vez mais integrada às decisões de negócio.

Mais do que acompanhar lançamentos, a proposta é entender como a arquitetura da indústria está mudando, e onde isso começa a produzir consequências reais.

🔗 Leia a newsletter completa: https://controleinstrumentacao.com.br/newsletters/2026/25.08/

 : 20 anos de história, inovação e parceriaEm outubro de 2026, a Beckhoff Brasil celebra duas décadas de uma trajetória ...
21/08/2026

: 20 anos de história, inovação e parceria
Em outubro de 2026, a Beckhoff Brasil celebra duas décadas de uma trajetória construída junto à indústria brasileira, acompanhando suas transformações, desafios e novas demandas por tecnologia, inovação e automação.
A história da Beckhoff no Brasil, porém, começou um pouco antes. Em 1998, Marcos Giorjiani teve seu primeiro contato com a Beckhoff na Hannover Messe e ficou impressionado com o nível de inovação e tecnologia apresentado pela empresa. Foi a partir dessa percepção e da visão sobre o potencial dessas tecnologias para o mercado brasileiro que surgiu o desejo de trazer a Beckhoff para o país.
Após um período de participação no mercado brasileiro através de um distribuidor (de 2000 até 2005), foi inaugurada a filial brasileira da Beckhoff, em São Bernardo do Campo (SP).
Desse ponto então, iniciou-se uma expansão, inicialmente atendendo ao mercado no estado de São Paulo e, posteriormente, ampliando sua presença para outras regiões do país.
Atualmente, com sua sede em Santo André (SP), a Beckhoff Brasil conta com 35 colaboradores e possui filiais em Novo Hamburgo (RS) e Joinville (SC), além de atendimento direto a clientes em regiões como Minas Gerais e o interior de São Paulo. Essa estrutura permite uma atuação cada vez mais próxima do mercado, acompanhando de perto as necessidades e particularidades da indústria brasileira nas diferentes regiões do país.
Desde sua chegada ao Brasil, a Beckhoff vem apresentando ao mercado uma abordagem baseada em tecnologias abertas e integradas, aproximando automação, controle, software e informação para tornar as máquinas e os processos industriais cada vez mais conectados e inteligentes.
Mais do que celebrar uma data, os 20 anos representam uma oportunidade de olhar para a história construída até aqui e, principalmente, para as relações que fizeram parte dela. Clientes, parceiros e colaboradores estiveram presentes em diferentes momentos dessa jornada, contribuindo para a construção da presença da Beckhoff no mercado brasileiro.
A proximidade com os integradores também continua sendo um importante pilar para os próximos anos. Com a criação do Beckhoff Certified Developer (BCD), a Beckhoff Brasil fortalece ainda mais essa parceria, ampliando a capacitação e a conexão com empresas integradoras. O objetivo é expandir o atendimento em todo o território nacional e, juntos, desenvolver e implementar soluções completas para os clientes finais.
Ao longo desses anos, a indústria também mudou. Novos conceitos de produção, digitalização, conectividade, Indústria 4.0 e inteligência artificial passaram a fazer parte do cotidiano das empresas, trazendo novas possibilidades e novos desafios. Nesse cenário, a Beckhoff segue trazendo ao Brasil tecnologias que acompanham a evolução da automação industrial, sempre com foco em inovação.
Se os primeiros 20 anos representam tudo o que foi construído até aqui, os próximos capítulos trazem ainda mais possibilidades. A indústria nacional continuará evoluindo, e a Beckhoff Brasil continuará fazendo parte dessa transformação, ampliando sua presença, fortalecendo suas parcerias e levando tecnologias realmente inovadoras, colaborando para o crescimento e desenvolvimento do Brasil.
#20 anos de Beckhoff Automation . 20 anos de , e .

          para setor de   A Vibra apresenta o Supera Plus para mineração, o primeiro e único diesel premium desenvolvido...
19/08/2026

para setor de

A Vibra apresenta o Supera Plus para mineração, o primeiro e único diesel premium desenvolvido sob medida para as operações de mina. A solução reúne, em um só produto, tecnologia avançada de combustível e engenharia aplicada em campo para entregar o que o setor mais valoriza: máxima performance, disponibilidade operacional e confiabilidade.

Mais do que uma nova linha premium, o Supera Plus inaugura uma nova forma de a Vibra gerar valor para quem opera nos ambientes mais exigentes do país, gerando ganhos concretos de produtividade, eficiência e proteção dos ativos para os clientes.

A mineração foi o primeiro segmento a receber a solução e não por acaso. Equipamentos submetidos a cargas elevadas, operação contínua e elevados custos associados a paradas não programadas exigem um combustível que entregue desempenho consistente justamente quando mais se precisa dele. Foi para essa realidade que o Vibra Supera Plus foi concebido.

Projetado especificamente para a mineração, o novo diesel premium protege o sistema de combustível, sustenta a performance dos equipamentos ao longo do tempo e atende uma ampla gama de ativos críticos da operação, incluindo carregadeiras, caminhões fora de estrada, escavadeiras hidráulicas, LHDs e outros equipamentos essenciais à produtividade da mina. Além dos ganhos operacionais, o produto oferece garantia de 5% de economia de combustível, reduzindo custos e elevando a eficiência energética — sem comprometer disponibilidade nem performance.


“O Supera Plus para o segmento de mineração marca a evolução da Vibra para um portfólio B2B com soluções premium e de maior valor agregado. Mais do que fornecer combustível, queremos ser parceiros dos nossos clientes na busca por maior produtividade, eficiência e confiabilidade operacional. Desenvolvemos uma solução que gera valor onde realmente importa: no desempenho do negócio dos nossos clientes”, afirma Juliano Prado, VP Comercial B2B da Vibra.

“Nosso compromisso é entender os desafios específicos de cada cliente e construir soluções que gerem impacto real no negócio. O Supera Plus representa essa evolução da proposta de valor da Vibra: combinamos combustível premium, engenharia aplicada e acompanhamento contínuo para entregar o melhor produto para a realidade do cliente”, destaca Mariana Santarém, VP de Experiência do Cliente da Vibra.

O projeto segue em evolução. A segunda fase da parceria avaliará os benefícios indiretos do combustível premium ao longo da vida útil dos motores, incluindo o comportamento de bicos injetores, câmaras de combustão e demais componentes do sistema de injeção, buscando quantificar os impactos da melhoria da combustão — proporcionada pelo maior número de cetano — sobre a durabilidade dos equipamentos e os custos de manutenção de longo prazo.

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