Dr. Rafael Del Picchia

Dr. Rafael Del Picchia Médico, Referência em Emagrecimento, Definição Muscular e Reposição Hormonal

Talvez o problema nunca tenha sido você ter ficado “mais difícil”.Quando a progesterona começa a oscilar, especialmente ...
03/09/2026

Talvez o problema nunca tenha sido você ter ficado “mais difícil”.

Quando a progesterona começa a oscilar, especialmente na perimenopausa, o impacto pode aparecer no sono, na ansiedade, na irritabilidade e na forma como o cérebro responde ao estresse.

E aí acontece uma coisa cruel: a mulher muda por dentro, mas interpreta tudo como falha de personalidade.

“Estou sem paciência.”
“Estou exagerando.”
“Estou ficando insuportável.”

Nem sempre.

Hormônios não explicam tudo, mas ignorá-los também não é ciência.

Se depois dos 35 você sente que virou uma versão de si mesma que nem reconhece mais, talvez valha investigar antes de simplesmente aceitar que “agora você é assim”.

Salve e envie para aquela mulher que anda se culpando demais.

Quando alguém ouve “diabetes”, ainda é comum pensar automaticamente em açúcar, excesso alimentar e falta de controle.Mas...
03/09/2026

Quando alguém ouve “diabetes”, ainda é comum pensar automaticamente em açúcar, excesso alimentar e falta de controle.

Mas o diabetes tipo 1 quebra essa lógica.

Ele é uma doença autoimune. E isso muda completamente a forma de entender o diagnóstico, a alimentação e o próprio tratamento.

Na prática, o desafio não é viver com medo do carboidrato.

É aprender a manejar glicemia, insulina, composição das refeições, atividade física, massa muscular e possíveis deficiências nutricionais de forma individualizada.

É justamente aí que a Nutrologia pode complementar o cuidado: olhando para além da glicose e entendendo como aquele organismo está respondendo como um todo.

Porque reduzir diabetes a “comer açúcar demais” não simplifica. Distorce.

Salve este post e compartilhe com quem ainda enxerga diabetes dessa forma.

O câncer não nasce de uma única variável. O risco é a soma de genética, idade, estilo de vida, histórico reprodutivo e e...
01/09/2026

O câncer não nasce de uma única variável. O risco é a soma de genética, idade, estilo de vida, histórico reprodutivo e exposições hormonais.

Reposição hormonal não é isenta de risco, nem deve ser indicada no automático. Mas tratar o hormônio como vilão absoluto enquanto outros fatores são normalizados não é ciência.

Medo sem contexto não é prevenção. É desinformação com aparência de prudência.

Claudia Raia já falou publicamente sobre como a reposição hormonal mudou sua experiência com a menopausa. E isso toca nu...
01/09/2026

Claudia Raia já falou publicamente sobre como a reposição hormonal mudou sua experiência com a menopausa. E isso toca num ponto que ainda divide muitas mulheres: o medo do hormônio.

A terapia hormonal não é para todas, não é isenta de riscos e não deve ser banalizada. Mas também não faz sentido tratá-la como vilã universal.

Hoje, a decisão depende de idade, sintomas, tempo desde a menopausa, histórico individual, tipo de hormônio, dose e via de administração.

O problema começa quando o medo decide antes da avaliação.

Porque, em algumas mulheres, não tratar também cobra um preço: piora do sono, perda de massa óssea e muscular, sintomas vasomotores, queda importante da qualidade de vida e impacto na sexualidade.

Reposição hormonal não deveria ser uma guerra de opiniões.

Deveria ser uma decisão médica individualizada, baseada em risco, benefício e contexto.

Salve este post e compartilhe com uma mulher que ainda associa menopausa a simplesmente “aguentar”.

28/08/2026

Calor, palpitação, ansiedade, insônia, perda de peso, irritabilidade.

Na perimenopausa, esses sintomas podem parecer “apenas hormonais”. Mas, em uma mulher com hipertireoidismo, existe um problema: as duas condições podem se sobrepor e confundir completamente o quadro.

E tratar tudo como menopausa pode atrasar o controle da tireoide. Da mesma forma, atribuir cada sintoma ao hipertireoidismo pode fazer passar despercebidas mudanças importantes do climatério.

Essa diferenciação importa ainda mais porque tanto o excesso de hormônios tireoidianos quanto a queda do estrogênio podem impactar coração e saúde óssea.

Por isso, nessa fase, não basta olhar um sintoma isolado. É preciso entender tireoide, hormônios, metabolismo e fase de vida dentro do mesmo contexto.

Salve este post e compartilhe com uma mulher que vive essa dúvida.

Nem todo sintoma da menopausa parece hormonal.Às vezes começa como uma dor no ombro, uma rigidez que apareceu “do nada”,...
27/08/2026

Nem todo sintoma da menopausa parece hormonal.

Às vezes começa como uma dor no ombro, uma rigidez que apareceu “do nada”, uma recuperação mais lenta do treino ou aquela sensação de que o corpo simplesmente não responde como antes.

O problema é que muitas mulheres passam meses tratando cada sintoma isoladamente, sem que ninguém conecte os pontos.

A queda hormonal pode repercutir em músculos, tendões, articulações, ossos, sono e metabolismo.

Isso não significa que toda dor depois dos 40 seja menopausa significa que ignorar a fase hormonal também pode atrasar a investigação correta.

Depois dos 40, talvez a pergunta não seja apenas “onde está doendo?”.

Talvez seja: o que mudou no seu corpo quando essa dor começou?

Salve e compartilhe com uma mulher que precisa saber disso.

Mulheres com hipotireoidismo podem chegar à menopausa acreditando que tudo piorou por causa da tireoide.Cansaço, névoa m...
27/08/2026

Mulheres com hipotireoidismo podem chegar à menopausa acreditando que tudo piorou por causa da tireoide.

Cansaço, névoa mental, dificuldade para perder peso, alterações de humor, queda de cabelo e sono ruim podem aparecer nos dois quadros e é justamente aí que mora o erro.

Nem todo sintoma novo significa que a dose da levotiroxina precisa aumentar. Às vezes, a tireoide está controlada e o que mudou foi o cenário hormonal da mulher.

Por isso, nessa fase, olhar apenas para o TSH pode ser pouco.

É preciso entender o conjunto: função tireoidiana, transição hormonal, metabolismo, composição corporal, sono e possíveis deficiências nutricionais.

Porque tratar a tireoide como culpada por tudo pode fazer a mulher continuar sofrendo mesmo com os exames “normais”.

Salve este post e compartilhe com uma mulher que tem hipotireoidismo e está entrando na menopausa.

26/08/2026

Olhos secos, boca seca, fadiga, dores articulares, dificuldade de concentração… Quando esses sintomas aparecem juntos, talvez o problema não esteja apenas no cansaço, na idade ou na falta de hidratação.

A Síndrome de Sjögren é uma doença autoimune em que o sistema imunológico passa a atacar principalmente as glândulas responsáveis pela produção de lágrimas e saliva. Mas seus efeitos podem ir além da secura.

E aqui entra um ponto importante: doenças autoimunes não devem ser analisadas isoladamente do metabolismo e do sistema endócrino.

Alterações da tireoide, deficiências nutricionais, composição corporal, resistência à insulina, sono e outros fatores metabólicos podem coexistir e até intensificar sintomas como fadiga, indisposição e névoa mental.

Na Nutrologia e na Endocrinologia, a investigação ajuda justamente a enxergar esse cenário de forma mais ampla sem atribuir cada sintoma automaticamente à doença autoimune.

Seu corpo não funciona por especialidades. A investigação também não deveria.

Salve este post e compartilhe com alguém que convive com sintomas que parecem não ter relação entre si.

A história da Patrícia Poeta chama atenção para um ponto importante: quando existe Hashimoto na família, isso não deve s...
26/08/2026

A história da Patrícia Poeta chama atenção para um ponto importante: quando existe Hashimoto na família, isso não deve ser ignorado.

A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune com influência genética, mas a predisposição não explica tudo sozinha. Fatores hormonais, ambientais, imunológicos e nutricionais também podem participar da forma como a doença se manifesta.

Por isso, a investigação não deve parar apenas no TSH.

Sintomas, histórico familiar, metabolismo, composição corporal, alimentação e possíveis deficiências também precisam entrar nessa conversa.

E existe outro cuidado importante: nem todo cansaço, ganho de peso ou queda de cabelo é “culpa da tireoide”. Justamente por isso, olhar o quadro de forma mais ampla faz diferença.

Endocrinologia e nutrologia se complementam quando o objetivo é entender o que realmente está acontecendo no organismo sem simplificar tudo em uma única causa.

Tem casos de Hashimoto na sua família? Vale conversar com seu médico e investigar com mais atenção.

Salve e compartilhe com alguém que precisa ler isso.

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