Lupa Barros

Lupa Barros Planejamento Financeiro sem abrir mão do que te faz se sentir viva!!

Tem uma frase que toda mãe já ouviu de si mesma: "isso eu dou um jeito".A formatura é o território dela.Porque o mais im...
24/09/2026

Tem uma frase que toda mãe já ouviu de si mesma: "isso eu dou um jeito".

A formatura é o território dela.

Porque o mais importante e valioso é ver o filho vencendo mais essa etapa do caminho. Qualquer valor parece justificável pra essa comemoração.

Só que a comissão de formatura trabalha com uma lógica meio incompleta: eles anunciam o pacote base, e os extras vão aparecendo em ondas.

Um mês é o álbum. Três meses depois é o convite extra. Perto do fim é a beca e a foto oficial. Cada pedido, sozinho, parece pequeno. Somados, viram outra coisa.

E é por isso que essa conta específica me interessa tanto: ela é a única que avisa com antecedência.

Alguns gastos aparecem de repente. Mas a formatura, não. Ela é esperada com três anos de distância ou mais. E quase ninguém usa esse tempo.

Quem começa a guardar no primeiro ano paga quase sem sentir. Quem começa quando o boleto chega paga com aperto. O valor final é idêntico. A diferença está inteira no planejamento e na sabedoria de usar os juros compostos como seu melhor amigo.

Então faz o seguinte: liga hoje para a escola ou para a comissão, pede o valor estimado da formatura desse ano, soma os extras que eu listei aí em cima e divide pelo número de meses que faltam.

Esse número que aparecer é o seu. É o que a sua vida precisa comportar a partir de agora, pra impactar menos.

Se você olhou para esse cálculo e percebeu que não tem de onde tirar, não é hora de se cobrar. É hora de olhar a estrutura toda com calma e ver o que dá pra reorganizar. É exatamente isso que eu faço no atendimento individual, entre nós duas.

Link na bio.

Quase ninguém compra de carro pensando na conta. Ele é o sonho de 68% da população brasileira.Troca porque o antigo come...
22/09/2026

Quase ninguém compra de carro pensando na conta. Ele é o sonho de 68% da população brasileira.

Troca porque o antigo começou a dar problema e o estresse virou rotina. Compra porque a família cresceu. Porque sentiu que merecia. Porque foi trabalhar mais longe. Porque era um sonho. A lista de motivos não tem fim.

E tudo isso é legítimo. Carro não é só transporte no Brasil, é segurança, autonomia, status, conforto.

Só que a maioria decide olhando só para a parcela.

A parcela é o único número que o vendedor quer que você olhe. Ele sabe que, se a parcela couber, você assina. E o IPVA de janeiro, o seguro de março, o pneu do próximo ano e a desvalorização silenciosa não estão naquela conversa.

Eu fiz a conta base aí em cima para você ter o número real antes de assinar.

E o site da conta exata é:
Calculadora: carro, táxi ou Uber?

E olha: em muitos casos o carro continua valendo a pena. Se você roda muito, se mora longe de tudo, se tem criança pequena, se trabalha dirigindo…A matemática não é só numérica nesse caso.

Se a conta couber sem trazer peso pro orçamento, ou se dá pra fazer concessões pelo desejo, troca com tranquilidade. Se não, você acabou de economizar anos do aperto.

Esse é exatamente o tipo de clareza que eu trago no atendimento individual. Pra tudo da sua vida financeira.

Com calma, sem julgamento, e entre nós duas.

Link na bio.

Mais uma queda na Selic.E olha, vou contar uma coisa: em mais de 5 anos postando sobre a decisão do Copom, foram 40 reun...
16/09/2026

Mais uma queda na Selic.

E olha, vou contar uma coisa: em mais de 5 anos postando sobre a decisão do Copom, foram 40 reuniões… e eu errei só 2 estimativas do que ia acontecer.

Não, não tenho bola de cristal.

O que eu tenho é o hábito de acompanhar, estudar e entender um pouquinho de como o mercado funciona. E isso muda tudo na hora de decidir o que fazer com o meu dinheiro.

Porque a Selic não é só um número no jornal. Ela mexe direto no seu bolso:

Se você tem dívidas: com os juros caindo, as taxas de empréstimos e financiamentos tendem a melhorar. Esse é um ótimo momento pra olhar seus contratos com calma e pesquisar uma portabilidade de crédito.

Se você investe: os rendimentos atrelados ao CDI e à Selic já não são mais os mesmos. Vale revisar onde seu dinheiro está e se ele ainda faz sentido pros seus objetivos.

Entender o cenário não é coisa apenas de economista. Mas de quem quer tomar decisões melhores e parar de ser pega de surpresa.

E você, já está de olho nas suas taxas? Me conta aqui nos comentários.

Ninguém te avisa que "quer ser minha madrinha?" também é uma pergunta financeira.Vem embrulhada em choro, vídeo, caixinh...
14/09/2026

Ninguém te avisa que "quer ser minha madrinha?" também é uma pergunta financeira.

Vem embrulhada em choro, vídeo, caixinha personalizada. E você responde ‘sim’ antes de qualquer conta existir na sua cabeça. Porque é sua amiga, sua irmã, sua prima. Porque você ama e está lisongeada.

O problema aparece três meses depois, quando o grupo do WhatsApp manda o link do vestido, e você percebe que já se comprometeu com um valor que nunca decidiu gastar. E que, talvez, nem poderia.

Aí você paga. Parcela. Antecipa. Deixa de fazer outra coisa importante.

E não conta pra ninguém.

Esse silêncio é a parte mais cara.

Eu fiz essa conta inteira aqui em cima pra que você tenha um número na mão antes de responder. Não pra você dizer ‘não’, mas pra você dizer ‘sim’ sabendo o que está dizendo.

E se a conta não couber?

Fale antes. "Amiga, eu quero muito, mas preciso ajustar algumas coisas. Posso usar um vestido que já tenho? Consigo participar da despedida só no jantar?"

Quem te ama de verdade prefere você presente e inteira do que endividada e calada.

Se você leu isso e lembrou de uma conta que ainda está parcelada no seu cartão por causa de um sim que você deu sem pensar (e nem precisa ser de madrinha de casamento), hora de pensar em entender que muitas vezes é preciso pensar no valor para além do afeto.

Dá pra reorganizar quem aceitou e se atrapalhou. Dá pra saber como fazer essa conta antes. Dá pra mudar nossa relação com nosso dinheiro e as demandas da vida.

Se precisar de ajuda: o link está na bio.

A parte da história que viralizou foi a traça.A parte que me interessa é outra: a Sueli fez tudo o que ensinaram pra ela...
11/09/2026

A parte da história que viralizou foi a traça.

A parte que me interessa é outra: a Sueli fez tudo o que ensinaram pra ela fazer. Guardou.

Não gastou.

Resistiu por 8 anos a um dinheiro que estava ali, à mão, dentro de casa.

Disciplina ela tinha de sobra.

O que faltou foi alguém ter sentado com ela e explicado onde aquele dinheiro deveria estar.

E o que aconteceria com ele se ficasse parado.

E você pode não temer a traça, porque seu dinheiro está no banco. Mas a inflação não faz barulho.

Não deixa buraco na nota. Não aparece em reportagem de TV. Ela só chega no dia em que você vai comprar o material da reforma e descobre que o orçamento que já era suficiente virou metade.

Eu vejo isso toda semana com mulheres que ganham bem. O dinheiro está lá, na conta corrente ou na poupança, esperando “uma decisão melhor”. Enquanto espera, encolhe.

Guardar é o primeiro passo. Saber onde guardar é o passo que transforma esforço em resultado.

Se você tem dinheiro parado e não sabe dizer se ele está crescendo ou encolhendo, esse é exatamente o ponto de partida do Protocolo A3: uma hora comigo, uma análise real da sua situação e um plano que você entende e consegue executar.

Link na bio.

Tem uma frase que eu escuto em quase toda primeira conversa: "Lupa, você vai me matar!"Não vou. E vou te contar por quê....
08/09/2026

Tem uma frase que eu escuto em quase toda primeira conversa: "Lupa, você vai me matar!"

Não vou. E vou te contar por quê.

O caso do Gustavo viralizou porque tem cara de fundo do poço: R$ 500 mil, dívida com banco, café no semáforo às 4 da manhã. É o tipo de história que a gente lê e pensa "comigo nunca".

Mas o número que me tirou o sono essa semana não foi o dele. Foi o da pesquisa Mulheres e Bets, do estúdio Clarice com a Estratégia Latina e o Instituto Ideia: 42% das brasileiras já apostaram ou ainda apostam.

Repara na razão que elas dão. Não é diversão. É renda extra, é dinheiro rápido, é pagar boleto, é comprar material escolar. A aposta entrou no orçamento doméstico ocupando o lugar que deveria ser de planejamento.

E o que explica muita coisa: a preferência das apostadoras é por cassino online e jogo de sorte instantânea. Modalidade de retorno imediato. Quem está com boleto vencendo não tem paciência de esperar o resultado de um campeonato, precisa de resposta hoje. É exatamente esse desespero de prazo que a plataforma monetiza.

Aí vem o pior: apenas 13% das mulheres que apostam procuraram ajuda.

Treze por cento.

Vergonha. Medo de ouvir "como você deixou chegar nesse ponto". É a sensação de estar falhando num papel que a sociedade cobra sem dó.

Por isso eu insisto: a dívida de bet não se resolve com sermão. Se resolve com diagnóstico, com renegociação bem feita, com um método que organiza o que existe e cria um caminho de saída. E, muitas vezes, com apoio de saúde junto. Ludopatia é doença, tem tratamento gratuito no SUS e existe a autoexclusão do Ministério da Fazenda, que bloqueia seu CPF nas plataformas.

Ninguém precisa esperar a ceia de Natal pra contar.

Se precisa de ajuda, clica no link da bio. É sigiloso, é sem julgamento, e é o primeiro passo.

O medo mais citado nesse estudo não foi a crise. Nem o governo. Nem os juros.Foi fracassar com a própria família. 79% da...
04/09/2026

O medo mais citado nesse estudo não foi a crise. Nem o governo. Nem os juros.

Foi fracassar com a própria família. 79% das respostas.

E aí mora a contradição que eu vejo todo mês nos atendimentos: quem mais teme deixar a família desamparada costuma ser exatamente quem nunca sentou para fazer a conta que protegeria essa família.

Porque a conta assusta. Enquanto o número não existe, ele pode ser qualquer coisa.

Só que o número imaginado no escuro quase sempre é pior do que o número real. Foi isso que o estudo escancarou: gente com a mesma renda chutando de R$5 a R$30 milhões de patrimônio necessário.

Tem outro dado ali que me chamou atenção: 58% preferem delegar as decisões financeiras a especialistas.
Você pode ter alguém ao seu lado fazendo a conta com você. O que você não pode é não saber para onde está indo. E nem terceirizar a responsabilidade. Isso é muito perigoso.

E o seu número não é o número do estudo. Ele depende do padrão de vida que você quer manter, de quanto tempo você ainda tem para construir e do que o INSS vai (ou não vai) cobrir no seu caso.

Eu faço essa simulação com você. Uma hora, seus dados reais, seu número na mão no fim do encontro.

Me chama no direct que eu te explico como funciona.

Fontes: estudo do Google Brasil, publicado pelo Brazil Journal (ago/2026). Regra dos 4%: baseada em estudos americanos (Bengen, 1994 e Trinity Study, 1998), usada aqui como referência de cálculo, não como garantia de rentabilidade.

O que mais me chamou atenção nessa história, não foi o valor da dívida. Foi uma frase: “descobri que minhas dívidas são ...
31/08/2026

O que mais me chamou atenção nessa história, não foi o valor da dívida. Foi uma frase: “descobri que minhas dívidas são maiores do que eu imaginava.”

Leia de novo. Ele não sabia o tamanho do próprio problema.

E isso não é distração, nem burrice, nem falta de caráter. É o que acontece com praticamente todo mundo que nunca olhou pras finanças.

As dívidas ficam espalhadas: um pedaço no cartão, outro no cheque especial, outro no financiamento, outro naquele empréstimo que já virou paisagem. Cada uma parece administrável sozinha. Ninguém junta. Porque juntar dói.

Eu vejo isso em quase todo primeiro atendimento. Quando olho a soma de tudo na mesma folha, o silêncio que vem depois diz tudo.

Não porque o número seja impagável, muitas vezes não é. Mas porque é a primeira vez que ele é visto por inteiro.

E é aí que começa a virada. Você não consegue resolver um problema cujo tamanho você desconhece.

Toda estratégia, negociar, priorizar, vender, replanejar, seja o que for, depende de ter o cenário completo na frente dos olhos.

A parte que eu mais respeito nessa história é ele ter falado em voz alta e pedido ajuda. Isso é o oposto de vergonha. É o primeiro passo de qualquer reconstrução.

Se você também não sabe o tamanho exato do que deve, esse é o único trabalho que importa agora. Soma. Coloca no papel. E se não conseguir sozinha, é literalmente por aí que a gente começa no Protocolo A3: uma hora, sua situação real, um plano prático. Link na bio.

Manda pro e pra alguém que você sabe que está evitando somar.

Ela disse: “Lupa, eu ganho bem, mas eu não sei explicar por que eu tenho tanto medo.”Ela ganha bem mesmo. Tem emprego, t...
28/08/2026

Ela disse: “Lupa, eu ganho bem, mas eu não sei explicar por que eu tenho tanto medo.”

Ela ganha bem mesmo. Tem emprego, tem reserva, às vezes tem até investimento. Mas dorme mal, evita abrir o aplicativo do banco e sente que qualquer imprevisto derruba tudo.

É nítido que ela tem responsabilidade. Mas é o que costuma acontecer com quem se cobra demais.

O que acontece é que a sensação e o número se descolaram. Ela passou tanto tempo sem olhar de frente que sua cabeça preencheu o vazio com a pior versão possível da sua vida financeira.

E o pior: ela olhava o saldo no app o tempo todo. Achando que assim, estava com tudo sob controle.

Mas não estava. O que resolve é sentar e ver. Quanto entra, quanto sai, quanto compromete, quanto sobra. Números reais no lugar da fantasia. Trazendo segurança no lugar do medo e a tranquilidade de abrir o app e saber exatamente o que vai encontrar, sem precisar conferir a cada minuto.

Quase sempre a realidade é melhor do que o medo. E quando não é, pelo menos você para de brigar com um fantasma e passa a lidar com um problema que tem tamanho, prazo e solução.

É exatamente para isso que existe o Protocolo A3: uma hora para transformar sensação em diagnóstico. Link na bio.

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