31/10/2024
O futuro da inteligência artificial está muito mais perto dos agentes que da inteligência artificial geral.
Na verdade, os agentes, sistemas de IA autônomos ou semiautônomos para realizar tarefas específ**as a partir de observações do ambiente ou da análise de dados, já existem em grande quantidade e não param de aumentar: nas diferentes atividades das empresas, nos carros, nos aspiradores de pó!
Já a inteligência artificial geral, aquela cujo comportamento se assemelharia ao de seres humanos, com autonomia para realizar sem estímulo tarefas complexas, ainda é uma incógnita. Muitos pesquisadores sérios afirmam categoricamente que não chegaremos a ela. Outros afirmam que ela pode acontecer ainda nessa década.
Nessa quarta, durante evento promovido pela empresa Pipefy, a futurista Martha Gabriel, me disse que essa perspectiva se torna cada vez mais plausível, pelo avanço galopante da IA. Para ela, podemos ver mesmo a IA geral nos próximos anos.
Já Alessio Silva Alionco, CEO da Pipefy, conversou comigo sobre a importância dos agentes como ferramentas poderosas para levar a IA para a solução muito eficiente de problemas dos mais variados. Ele mencionou como a IA, apesar de entrar cada vez mais nas empresas, ainda está longe das equipes de negócios. Isso é algo que precisa ser corrigido para o posicionamento das mais diversas companhias, em um mundo acelerado e profundamente competitivo.
A IA geral se tornou o Santo Graal das empresas que desenvolvem essa tecnologia, e é realmente um troféu reluzente. Mas para trazer a IA para o cotidiano das empresas e das pessoas, os agentes são uma realidade ao alcance das mãos agora.
Agradeço a Luis Claudio Allan e a Isabela D. Allan pelo convite para o evento.
E você, como está usando a IA? Já criou algum agente para chamar de seu?