27/04/2026
Uma criança “atentada” não está tentando atrapalhar — ela está tentando ser vista.
Por trás da agitação, das interrupções e até das birras, existe uma necessidade não atendida: atenção, conexão, pertencimento. A criança ainda não sabe pedir isso da forma certa, então o comportamento vira linguagem.
Quando ignoramos ou rotulamos, reforçamos o problema. Quando enxergamos, orientamos e damos direção, transformamos.