Natã Santos

Natã Santos Natã Santos é Escritor, Bacharel em Teologia, e atualmente é "Estudante" de Psicologia, e Micro Empresário!

03/01/2026

Bom, contra fatos não há argumentos! Espero que um bom entendedor compreenda que existe um cabeça que engloba toda essa narrativa!

🇻🇪

Jamais esqueçamos: o Brasil, por meio de sua liderança máxima — o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva — é...
03/01/2026

Jamais esqueçamos: o Brasil, por meio de sua liderança máxima — o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva — é apontado como um dos principais sustentadores políticos e financeiros do regime de Nicolás Maduro. Essa não é uma acusação isolada no debate público latino-americano, mas uma sombra persistente que acompanha a política externa brasileira nos últimos anos.

A esquerda sul-americana, em nome de projetos ideológicos comuns, apoiou regimes, silenciou diante do cerceamento da oposição, relativizou a repressão e tratou a liberdade de expressão como um detalhe inconveniente. O discurso da justiça social muitas vezes serviu como verniz moral para práticas autoritárias, enquanto povos inteiros pagavam o preço do alinhamento político.

Diante disso, a pergunta deixa de ser retórica e se torna histórica:
Lula e seus companheiros mantêm apenas laços de amizade ideológica ou ultrapassaram a linha da cumplicidade?

Porque amizade entre líderes é legítima.
Cumplicidade diante da opressão, não.

Quando um governo fecha os olhos para prisões políticas, censura à imprensa e perseguição a opositores, ele deixa de ser observador e passa a ser parte do problema. O silêncio, nesses casos, não é neutralidade — é consentimento.

A história não absolve discursos bem articulados nem alianças estratégicas. Ela julga posturas. E, mais cedo ou mais tarde, perguntará ao Brasil de que lado esteve quando a liberdade foi sufocada no continente.

Não se trata de direita ou esquerda.
Trata-se de povo, dignidade e verdade.

🇻🇪

26/12/2025

Desde pequeno, meu pai e minha mãe sempre fizeram cultos domésticos.
Hoje, esse momento me fez voar de volta aos anos 90.
Meu pai nos colocava todos sentados; cantávamos os hinos da Harpa Cristã.
Depois, alguém lia um texto das Sagradas Escrituras,
fazíamos uma oração e encerrávamos nossa reunião com reverência.

Sentado aqui, quase 30 anos depois,
é como se eu voltasse à infância.
Não era apenas um hábito religioso;
era a fé sendo ensinada dentro de casa.

Hoje compreendo:
lares que oram formam gerações que permanecem.
Obrigado, meu Deus, por esse legado que ainda nos sustenta.

Caminhar pelo Chile, fora dos roteiros protegidos de transfers, Ubers e táxis, é uma aula silenciosa de Estado. O metrô ...
16/12/2025

Caminhar pelo Chile, fora dos roteiros protegidos de transfers, Ubers e táxis, é uma aula silenciosa de Estado. O metrô que funciona, as ruas que se respeitam, o transporte que conecta, a sensação concreta de segurança — tudo isso não é acaso, é projeto. Um país que decidiu investir em infraestrutura, previsibilidade e ordem colhe, no cotidiano, uma qualidade de vida que salta aos olhos de quem vem de realidades mais instáveis. Ainda assim, nas paredes e nos muros, o grito político insiste em aparecer, como o da imagem: um alerta, um incômodo, uma recusa.

O Chile que avança é o mesmo Chile que questiona. Os cartazes contra o comunismo não surgem do nada; nascem de uma percepção popular de perda de identidade, de medo do retrocesso, de rejeição a experiências políticas que, segundo muitos chilenos, corroeram conquistas duramente alcançadas. Há ali uma sociedade que debate, protesta e sinaliza limites. Insatisfação não significa atraso — muitas vezes é o sintoma de quem não aceita andar para trás.

E é aqui que o espelho se volta para o Brasil. Nossos vizinhos sul-americanos, com histórias, feridas e sonhos semelhantes, parecem ter aprendido a dizer “basta” quando percebem a erosão econômica, cultural e institucional. O debate chileno não é apenas sobre ideologias; é sobre resultados, identidade e futuro. É sobre preservar o que funciona e corrigir rumos antes que o custo se torne irreversível.

O Brasil precisa recuperar a coragem de escolher. Escolher desenvolvimento em vez de improviso, liberdade em vez de tutela, responsabilidade em vez de slogans. Não se trata de copiar modelos, mas de aprender com sinais claros: sociedades que prosperam estabelecem limites ao retrocesso e cobram respostas nas urnas. As próximas eleições não são um detalhe do calendário — são um teste de maturidade nacional.

Acorda, Brasil. Não podemos seguir na contramão enquanto nossos vizinhos ajustam o volante. Países não fracassam por falta de riqueza; fracassam por tolerar o atraso como destino. O futuro exige decisão — e decisão exige lucidez.

Morei no estado do Rio de Janeiro por oito anos. Não me tornei carioca por completo — faltaram-me aqueles detalhes que s...
06/12/2025

Morei no estado do Rio de Janeiro por oito anos. Não me tornei carioca por completo — faltaram-me aqueles detalhes que só o tempo e a alma concedem. Ainda assim, vivi o suficiente para perceber que cada estado guarda uma espécie de evangelho próprio: suas boas novas, seus desertos, seus milagres cotidianos.

No Rio, há um sol quase sacramental, que insiste em ungir o dia inteiro. O carioca fala com a naturalidade de quem parece ter nascido diante do mar: aberto, leve, espontâneo. A qualidade de vida, então — não se pode comparar com a selva de pedra; ali, tudo respira, até os silêncios.

São Paulo, porém, tem outra liturgia. É a cidade que funciona, que pulsa, que se mantém de pé mesmo quando o mundo parece fatigado. O pão francês — que no Rio insistem em chamar de pão de sal — é quase um hino da manhã. A pizza… ah, perdoem-me os cariocas, mas a nossa é um sacramento à parte. E aqui, jamais a profanamos com ketchup ou maionese; basta o azeite, a pimenta e o respeito.

Sou paulistano. Vivi 28 anos no berço de concreto que me moldou. E, ainda assim, confesso: não sei dizer qual amor é maior — o da cidade que me deu origem, ou o da cidade que me adotou por oito anos. Dividido estou, entre a cruz e a espada: São Paulo, essa metrópole que se ergue como um manifesto humano; ou o Rio de Janeiro, esse estado tropical que parece ter sido esculpido pela própria poesia da criação.

Obrigado, Rio. Já já retorno à selva de pedra — onde a beleza não vem do mar, mas das curvas de concreto que, de algum modo misterioso, também contam histórias, também guardam almas, também ensinam a viver.

Saudades do estado que me acolheu por oito anos, saudades da praia que foi meu refúgio durante anos turbulentos… Aqui re...
04/12/2025

Saudades do estado que me acolheu por oito anos, saudades da praia que foi meu refúgio durante anos turbulentos… Aqui refleti, pensei, chorei e me alegrei !

25/11/2025

Hoje faz dois meses que meu pai partiu. Dois meses desde o infarto que levou o homem que me ensinou a ser forte — e, ao mesmo tempo, me ensinou que até os fortes desabam.
E enquanto eu corro aqui, no silêncio do parque, percebo que meu corpo também carrega histórias que eu nunca contei. Que o ministério, às vezes, pesa mais do que o coração foi feito para suportar.

A verdade é que nós, pastores, caminhamos por regiões perigosas da alma. Cuidamos de todos, mas quase nunca cuidamos de nós mesmos. Dormimos pouco, sentimos demais, engolimos o mundo inteiro… e chamamos isso de “serviço ao Reino”.

A ciência diz que vivemos no limite: infarto, AVC, ansiedade, depressão, doenças que brotam da alma e vazam no corpo.
A teologia, porém, nos lembra que viemos do sopro de Deus — e que todo sopro precisa de espaço para respirar.

E eu entendo isso na pele: o luto pesa, o ministério pressiona, o coração grita. Por isso, hoje, correr não é vaidade.
É sobrevivência.
É oração em movimento.
É a tentativa de não permitir que o chamado que Deus me deu destrua o corpo que Deus me emprestou.

Porque a verdade é simples: um pastor que se cuida honra a Deus tanto quanto um pastor que prega.
E um coração que descansa também é instrumento do Reino.

Hoje, enquanto corro, eu lembro do meu pai. E prometo a mim mesmo que vou viver.
Viver inteiro, viver saudável, viver presente.
Porque quem já segurou a morte de perto sabe: a vida é curta demais para ser vivida adoecendo por dentro.
E o ministério é santo demais para ser carregado com um coração quebrado.

Na feira do Salão do Automóvel em São Paulo !
24/11/2025

Na feira do Salão do Automóvel em São Paulo !

Dois meses sem o senhor, meu pai!Quanta saudade do senhor, pai! Hoje, neste exato dia, 23 de setembro de 2025, fazem doi...
23/11/2025

Dois meses sem o senhor, meu pai!
Quanta saudade do senhor, pai! Hoje, neste exato dia, 23 de setembro de 2025, fazem dois meses do dia em que Deus te chamou para a eternidade! 😭🙏🏻

“A inteligência é o maior dom que Deus concedeu ao homem depois da fé.”Martinho Lutero
12/11/2025

“A inteligência é o maior dom que Deus concedeu ao homem depois da fé.”

Martinho Lutero

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