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14/09/2026

ESSA É A DIREITA BOLSOBARISTA!

Macaulay Culkin conheceu Michael Jackson quando ainda era criança e vivia o auge da fama depois do sucesso de filmes com...
14/09/2026

Macaulay Culkin conheceu Michael Jackson quando ainda era criança e vivia o auge da fama depois do sucesso de filmes como “Esqueceram de Mim”. A amizade entre os dois sempre despertou curiosidade, principalmente porque Culkin frequentava a casa do cantor e conviveu com ele em uma época que anos depois seria cercada por acusações graves.

Por isso, quando o nome de Michael Jackson passou a dominar manchetes por denúncias de ab*so, muita gente quis saber o que Culkin tinha a dizer.

A resposta dele foi direta.

Em entrevistas e também sob juramento durante o julgamento de 2005, o ator afirmou que nunca sofreu qualquer tipo de ab*so e que jamais presenciou comportamento inadequado de Jackson em relação a ele.

Uma de suas declarações mais conhecidas resumiu sua posição: “A verdade é que ele nunca fez mal a mim, nem a qualquer outra criança naquele lugar.”

O depoimento ganhou enorme repercussão justamente porque vinha de alguém que conheceu Michael de perto quando era muito jovem e passou tempo em sua casa.

Culkin também explicou que decidiu falar publicamente porque queria encerrar especulações sobre a própria experiência. Segundo ele, sua convivência com Jackson foi tranquila e não correspondia à imagem que muitos passaram a associar ao cantor.

Ainda assim, o tema continua sendo discutido até hoje.

Para alguns, o relato de Culkin é importante porque mostra que sua experiência pessoal foi diferente das acusações feitas por outras pessoas. Para outros, o fato de ele não ter vivido algo semelhante não elimina denúncias apresentadas por terceiros.

O que é certo é que Macaulay Culkin nunca mudou sua versão.

Mesmo décadas depois, ele continua dizendo a mesma coisa: na relação que teve com Michael Jackson, nunca sofreu ab*so.

A mulher da foto se chama Helen. Naquele dia, todo o tribunal ficou em silêncio quando ela entrou cambaleando.Helen tinh...
14/09/2026

A mulher da foto se chama Helen. Naquele dia, todo o tribunal ficou em silêncio quando ela entrou cambaleando.

Helen tinha 91 anos, pouco mais de um metro e meio de altura, mãos trêmulas e um rosto triste que carregava os sinais da idade. Ela usava uma roupa hospitalar e algemas nos pulsos frágeis. Parecia mais uma senhora idosa perdida do que uma criminosa.

O juiz Marcus folheou o processo e encontrou a acusação: furto qualificado. Então levantou a cabeça. Algo parecia estar errado.

Helen e seu marido, George, de 88 anos, haviam vivido uma longa e simples vida juntos. Durante 65 anos de casamento, Helen havia priorizado uma coisa acima de todas as outras: o medicamento para o coração de George.

Ele precisava tomar doze comprimidos por dia para conseguir respirar melhor e manter sua condição sob controle.

Mas, uma semana antes, o seguro de saúde dos dois havia sido cancelado por causa de um erro de cobrança. Quando Helen foi até a farmácia para comprar o medicamento, descobriu que aquilo que antes custava US$ 50 agora custava US$ 940.

Ela voltou para casa de mãos vazias. Durante três dias, viu George lutar para respirar e percebeu que não podia simplesmente ficar parada esperando a situação piorar.

Desesperada, Helen voltou à farmácia. Esperou até que o farmacêutico se virasse e, com as mãos trêmulas, colocou os medicamentos em uma sacola.

Ela sequer conseguiu chegar à porta.

O alarme automático disparou e, poucos instantes depois, as algemas foram colocadas em seus pulsos.

No tribunal, diante do juiz, Helen mal conseguia falar. Com a voz quebrada, apenas sussurrou:

— Eu não queria roubar, Meritíssimo. Eu só queria salvá-lo.

O juiz Marcus ficou olhando para ela por alguns segundos. Então, com voz firme, ordenou:

— Tirem as algemas dela, agora!

Depois olhou para o advogado de defesa e perguntou:

— Furto qualificado? Por isso?

Helen começou a chorar.

O juiz suspirou e declarou:

— Esta mulher não é uma criminosa. Ela é uma vítima do nosso sistema soci

Um organograma escrito a mão em papel encontrado na casa de Karina Gama, presidente do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e...
14/09/2026

Um organograma escrito a mão em papel encontrado na casa de Karina Gama, presidente do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e dona da produtora responsável por Dark Horse no Brasil, aponta “Mário” como “sócio” da “Goup USA”.

O papel – noticiado primeiro pelo UOL e localizado também pela coluna – estava dentro de uma pasta apreendida na casa de Karina Gama durante operação da Polícia Civil de São Paulo, no dia 1º de junho de 2026, e foi anexado aos autos do inquérito que corre em São Paulo. Ele se tornou público neste domingo (13/9) depois que o ministro Flávio Dino puxou o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF) e retirou o sigilo.

Não consta, no inquérito, qualquer relatório da Polícia Civil que investigue o que o organograma, que tem outros nomes e anotações, quer dizer.

Mas, ao retirar o sigilo, Dino apontou que o deputado Mário Frias (PL-SP) teria papel de liderança em uma “suposta arquitetura criminosa”. Essa arquitetura passaria, de acordo com as investigações, pelo Go UP Entertainment, produtora de Dark Horse, que tem uma versão brasileira, comandada por Karina, e uma nos Estados Unidos, que tem Michael Davis como sócio majoritário.

Mário Frias não cumpre qualquer papel formal na estrutura que financiou o filme, mas é figura central na arquitetura. Enquanto deputado, mandou emenda o Instituto Conhecer Brasil (ICB), de Karina – a PF já apontou que parte do dinheiro pago a fornecedores depois chegou à Go Up.

Como pessoa física, Frias enviou mais de R$ 600 mil para a conta da produtora, que por sua vez pagou faturas do seu cartão de crédito. Ele também assina o filme como produtor executivo e colocou ao menos uma funcionária do seu gabinete para trabalhar no filme.

➡️ Leia mais na coluna Demétrio Vecchioli, no metropoles.com

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14/09/2026
Por fora, parece apenas um enorme armazém. Por dentro, existe uma pequena vila construída para dar a pessoas sem moradia...
14/09/2026

Por fora, parece apenas um enorme armazém. Por dentro, existe uma pequena vila construída para dar a pessoas sem moradia algo que vai muito além de um teto.

Em Minneapolis, nos Estados Unidos, um antigo espaço industrial de aproximadamente 4.460 m² foi transformado no Avivo Village, um projeto que reúne 100 pequenas casas individuais dentro do próprio armazém.

A diferença para um abrigo tradicional está justamente na privacidade.

Em vez de dormir em grandes dormitórios compartilhados, cada morador tem seu próprio espaço, com porta que pode ser trancada, aquecimento e eletricidade. Até os animais de estimação podem permanecer junto de seus tutores.

A proposta foi pensada especialmente para pessoas que evitam abrigos convencionais por causa de experiências traumáticas, medo ou preocupações com segurança.

E as pequenas casas são apenas o começo.

No local, os moradores também podem receber acompanhamento psicológico, apoio relacionado ao uso de substâncias e auxílio para conseguir documentos, benefícios, emprego e, principalmente, uma moradia permanente.

Desde a inauguração, em dezembro de 2020, mais de 870 pessoas já passaram pelo projeto. Segundo os dados divulgados pelo programa, cerca de 340 conseguiram avançar para uma moradia permanente e estável.

O projeto também trabalha com redução de danos e atendimento emergencial, tendo conseguido reverter mais de 260 overdoses dentro do local.

Em meio à crise habitacional enfrentada por diversas cidades, a iniciativa mostra uma possibilidade diferente para grandes espaços que permanecem vazios: transformá-los em lugares onde pessoas possam recuperar não apenas a segurança, mas também a esperança de recomeçar.

Porque ter uma casa pode ser o primeiro passo.

Mas ter privacidade, segurança, apoio e dignidade pode ser o que realmente permite que alguém consiga reconstruir a própria vida.

Fonte: Minnesota Department of Human Services e Avivo Village.

Putaria é com os LGBTs, com os universitários, ou ninguém faz melhor que os crentes da Lagoinha?
14/09/2026

Putaria é com os LGBTs, com os universitários, ou ninguém faz melhor que os crentes da Lagoinha?

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