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Apresentação da Banda Filarmônica no Largo do Cruzeiro de São Francisco (Pelourinho)

06/07/2026

Cuiabá 02 de Julho de 2026. foi realizado mais uma Rota da Ancestralidade, com o IFMT - Campus Cuiabá " Cel. Octayde Jorge da Silva ". Estavam presentes os Professores, Sandro Aparecido- Área de Sociologia. Prof.: Sidney Junior, Área de História. Prof: Luiz Carlos, Área de Construção Civil, Edificações. Com Alunos das Turmas A e B do 2 Ano Técnico em Edificações. Mediador: Cristóvão Luiz, ( Timoneiro Griô) Axé.

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Weto Salgado, José Leandro Leite, Job Sabiá, Orli GrimaldiDeixe um ...
05/07/2026

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Weto Salgado, José Leandro Leite, Job Sabiá, Orli Grimaldi

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DE VOLTA O CABOCLOPor: Lindomar BarrosHá um momento em Salvador em que a cidade parece respirar diferente. O passo desac...
05/07/2026

DE VOLTA O CABOCLO
Por: Lindomar Barros

Há um momento em Salvador em que a cidade parece respirar diferente. O passo desacelera, os tambores ganham voz, as ruas se enchem de gente e a memória deixa de ser apenas lembrança para caminhar ao lado do povo. É o instante da volta do Caboclo ao Pavilhão da Independência.

Não é apenas o retorno de um carro emblemático. É a volta de um símbolo que atravessou gerações, testemunhou o tempo e se tornou guardião da história da Independência da Bahia. Enquanto muitos contam a história pelos livros, o povo baiano aprendeu a contá-la pelas ruas.

O Caboclo não desfila sozinho. Ao seu redor caminham crianças, idosos, trabalhadores, artistas, estudantes, religiosos, capoeiristas, baianas, músicos e tantos outros que fazem da festa uma celebração viva da identidade baiana. Cada passo parece dizer que a liberdade conquistada em 2 de Julho de 1823 continua sendo construída todos os dias.

Ao longo das décadas, essa tradição transformou-se numa das maiores manifestações populares do Brasil. O cortejo deixou de ser apenas um rito cívico para tornar-se um encontro entre gerações. Avós mostram aos netos quem é o Caboclo; pais contam histórias que ouviram de seus pais; crianças crescem aprendendo que a Independência da Bahia possui rosto, cores, música e emoção.

Enquanto isso, em salões fechados, cerimônias protocolares e recepções elegantes também celebram a data. Há discursos, homenagens oficiais e encontros da elite política e econômica. São formas distintas de lembrar o mesmo acontecimento histórico.

Mas é nas ruas que a Independência ganha outro significado. Ali, não existem convites exclusivos nem lugares reservados. O povo transforma o asfalto em palco e faz da cidade um grande altar cívico. É onde os verdadeiros protagonistas da história são reverenciados.

Nas flores depositadas aos pés do Caboclo estão os nomes de homens e mulheres que escreveram a Independência com coragem. Estão os soldados anônimos, os negros libertos e escravizados que lutaram pela liberdade, os indígenas, os trabalhadores, as mulheres que enfrentaram o domínio português e personagens eternizados como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa. São eles e tantos outros os heróis e heroínas que pertencem ao povo muito antes de pertencerem aos monumentos.

O Caboclo representa exatamente essa força coletiva. Sua imagem nunca foi apenas uma escultura conduzida sobre rodas. Ela carrega a esperança de um povo que aprendeu a transformar resistência em festa, memória em tradição e história em identidade.

Quando finalmente retorna ao Pavilhão da Independência na LAPINHA, encerra-se o cortejo, mas não a celebração. A emoção permanece estampada nos rostos daqueles que acompanharam cada metro do percurso. Parece que Salvador agradece ao seu velho guardião por mais um ano de caminhada.

E assim acontece há décadas e décadas.

O Caboclo vai.

O Caboclo volta.

E, enquanto houver um povo disposto a ocupar as ruas para lembrar que a liberdade também nasce da participação popular, o símbolo da Independência da Bahia continuará vivo.

Porque o verdadeiro destino do Caboclo nunca foi apenas o Pavilhão da Independência.

Seu verdadeiro lugar sempre será o coração do povo baiano.

04/07/2026

O Hino ao Dois de Julho (também conhecido como Hino da Bahia) neste clip Interpretado pelo cantor Tatau, foi composto pelo ex-combatente e poeta baiano Ladislau dos Santos Titara, com música de José dos Santos, para celebrar a expulsão definitiva das tropas portuguesas e a consolidação da Independência do Brasil na Bahia, em 2 de julho de 1823.

03/07/2026

No dia 2 de julho de 2026, Salvador voltou a vestir as cores da liberdade para celebrar mais um aniversário da Independência da Bahia, um dos acontecimentos mais marcantes da história do Brasil.

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03/07/2026

Rota da Ancestralidade | Cuiabá, 02 de Julho de 2026 | IFMT - Campus Cuiabá "Cel. Octayde Jorge da Silva" - Hoje, nossos passos reencontraram caminhos antigos. Entre a Sociologia de Sandro Aparecido, a História de Sidney Junior e os saberes da Construção Civil de Luiz Carlos, as turmas A e B do 2º Ano Técnico em Edificações caminharam com os olhos no passado e as mãos no futuro. Guiados pelo mediador Cristóvão Luiz, Timoneiro Griô, fizemos da cidade uma sala de aula viva.

02/07/2026

Endereço

Salvador, BA

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