10/04/2026
Você sabia que o paciente tem direito de participar ativamente das decisões sobre a própria saúde?
A recente Lei dos Direitos do Paciente - Lei 15378/2026 - reforça garantias importantes que muitas pessoas ainda desconhecem. A ideia central é simples: o paciente não deve ocupar uma posição passiva no atendimento. Ele precisa ser ouvido, informado e respeitado.
Na prática, isso signif**a que todo paciente tem direito a:
• receber explicações claras sobre diagnóstico, exames, tratamentos, riscos e benefícios;
• fazer perguntas e entender o que está sendo proposto;
• aceitar ou recusar procedimentos, desde que devidamente informado;
• ser tratado com dignidade, privacidade e respeito;
• identif**ar os profissionais responsáveis pelo seu atendimento;
• ter acesso a uma comunicação mais acessível e humana.
A lei também valoriza situações de maior sensibilidade, como o direito ao acompanhante, o respeito às escolhas do paciente e a necessidade de um cuidado mais humanizado, inclusive nos casos de dor, limitações e cuidados paliativos.
Em outras palavras, saúde não envolve apenas realizar procedimentos. Envolve informação, respeito, autonomia e segurança.
Conhecer esses direitos é importante para que o paciente e sua família possam agir com mais consciência diante de decisões médicas e hospitalares.
Em caso de dúvida sobre seus direitos em situações concretas, a orientação de um advogado com atuação na área da saúde pode ser importante para análise adequada do caso.
Fonte de inspiração: artigo “Paciente no centro do cuidado”, de Wadih Damous e Chico D’Ângelo, publicado no portal Migalhas em 09/04/2026.
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