04/07/2026
Você já percebeu que algumas marcas parecem conversar na internet como se fossem pessoas?
Elas comentam em posts de influenciadores, entram em páginas de memes, respondem seguidores com naturalidade e até "batem papo" com outras marcas.
Muita gente acredita que isso acontece apenas para aumentar o alcance.
Mas essa é apenas a consequência.
A verdadeira mudança é muito mais profunda.
As redes sociais transformaram a comunicação das empresas. Antes, bastava publicar campanhas e esperar que o público prestasse atenção. Hoje, relevância é construída participando das conversas, não apenas interrompendo-as.
Por isso, marcas como Netflix, Burger King, Duolingo e tantas outras desenvolveram algo que vai além de uma identidade visual: elas construíram uma personalidade.
Elas têm um jeito de falar, um senso de humor, um repertório e uma forma consistente de interagir. Não estão apenas vendendo produtos; estão ocupando um espaço na cultura digital.
Mas existe um erro que algumas marcas ainda cometem com frequência.
Muitas empresas tentam copiar esse comportamento sem antes definir quem são. Fazem comentários engraçados, seguem tendências e entram em memes sem uma estratégia clara.
O resultado? Ganham alguns likes, mas não constroem percepção de marca.
Marcas fortes não comentam para parecer modernas. Mas porque sabem exatamente qual personalidade desejam transmitir.
No fim, o alcance pode até começar nos comentários.
Mas a lembrança da marca vem da consistência.
E você, acha que as empresas deveriam agir mais como marcas tradicionais ou como participantes ativos das conversas nas redes sociais?
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