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“JESUS É REAL.”Essa foi a mensagem que Jonathan Sia, um jovem filipino de 23 anos, conseguiu escrever enquanto estava gr...
26/08/2026

“JESUS É REAL.”

Essa foi a mensagem que Jonathan Sia, um jovem filipino de 23 anos, conseguiu escrever enquanto estava gravemente doente em um hospital, pouco antes de morrer.

Jonathan vivia em Cebu City, nas Filipinas, e estava concluindo o curso de Marketing Management. Seu desempenho acadêmico lhe garantiu a distinção Magna Cum Laude, mas ele não conseguiu participar da cerimônia de formatura porque já estava hospitalizado.

Segundo seu pai, Joel Sia, Jonathan havia crescido em uma família cristã e participava desde jovem de atividades religiosas. Durante a faculdade, tornou-se líder de jovens em uma igreja e ensinava a Bíblia para crianças. Mesmo durante sua internação, o pai conta que ele continuava compartilhando sua fé com médicos e enfermeiros.

Nos últimos momentos de Jonathan, quando ele já estava extremamente fraco e tinha dificuldade para se comunicar, Joel entregou ao filho uma caneta e um pedaço de papel.

Apesar das mãos trêmulas e da dificuldade para escrever, Jonathan conseguiu deixar uma mensagem que surpreendeu sua família pela clareza:

“Jesus is real” — “Jesus é real”.

Pouco depois, seu estado se agravou e os profissionais do hospital acionaram um “code blue”, utilizado em situações de emergência médica.

Joel também relatou que sua esposa, Aidy, disse ter visto uma luz intensa e uma mão segurando o filho enquanto Jonathan sorria. Para a família, profundamente religiosa, aquela experiência teve um significado espiritual e reforçou sua crença de que Jonathan teria visto Jesus. Essa parte da história, porém, permanece como um testemunho pessoal de fé da família.

Segundo Joel, os médicos atribuíram a morte do jovem a uma infecção, embora não tenham conseguido identificar exatamente qual era ou sua origem.

A mensagem escrita por Jonathan acabou se espalhando pelas redes sociais e transformou seus últimos momentos em um testemunho de fé que continua emocionando pessoas muito além das Filipinas.

Depois de passar um total de 178 dias no espaço, o ex-astronauta da NASA Ron Garan voltou à Terra com uma perspectiva pr...
26/08/2026

Depois de passar um total de 178 dias no espaço, o ex-astronauta da NASA Ron Garan voltou à Terra com uma perspectiva profundamente diferente sobre o planeta e a humanidade.

Durante suas missões, Garan completou 2.842 órbitas ao redor da Terra e percorreu mais de 71 milhões de milhas. Mas uma das experiências que mais o marcou aconteceu simplesmente ao olhar pela janela da Estação Espacial Internacional.

Do espaço, ele observou tempestades, auroras e, principalmente, a impressionante finura da atmosfera que envolve nosso planeta e torna a vida possível. A experiência reforçou nele uma percepção compartilhada por outros astronautas e frequentemente associada ao chamado “Overview Effect”: enxergar a Terra como um sistema único, interligado e extremamente frágil.

Essa perspectiva também levou Garan a questionar algumas prioridades da sociedade moderna. Ele afirma que, enquanto observava uma biosfera repleta de vida, não via aquilo que muitas vezes colocamos no centro de nossas decisões: a economia.

Para o astronauta, deveríamos deixar de pensar na ordem “economia, sociedade, planeta” e passar a enxergá-la como “planeta, sociedade, economia”. Afinal, a economia é uma criação humana, a sociedade depende dos recursos naturais e ambos dependem de um planeta capaz de sustentar a vida.

Foi nesse contexto que Garan afirmou que estamos, de certa maneira, “vivendo uma mentira”: agimos como se nossos sistemas econômicos pudessem existir separados dos sistemas naturais dos quais dependemos.

Vista de centenas de quilômetros de altitude, a Terra apresenta uma perspectiva difícil de experimentar no solo: um único planeta compartilhado por toda a humanidade e protegido por uma camada extraordinariamente fina de atmosfera.

Para Garan, compreender essa interdependência é fundamental para enfrentarmos os grandes desafios do nosso futuro.

26/08/2026
Um vídeo simples registrado durante uma refeição escolar acabou emocionando milhões de pessoas nas redes sociais.Nas ima...
26/08/2026

Um vídeo simples registrado durante uma refeição escolar acabou emocionando milhões de pessoas nas redes sociais.

Nas imagens, uma criança aparece fazendo sua refeição quando a mulher que grava percebe que a porção de carne que acompanhava o prato havia desaparecido.

Ao perguntar onde estava a comida, o menino pega uma pequena sacola plástica e mostra que havia guardado a porção ali.

Quando a mulher pergunta por que ele não pretende comê-la e o incentiva a aproveitar sua refeição completa, a criança mantém sua decisão e explica de maneira simples: queria levar aquela parte para sua mãe.

O vídeo começou a circular amplamente em 2022 e foi compartilhado pelo perfil Carmelo Trovador no TikTok, onde ultrapassou 18 milhões de visualizações. Diversos veículos de comunicação repercutiram posteriormente a cena.

Algumas publicações identificaram o menino como Mateo e situaram o episódio no Panamá, mas existem divergências nas reportagens da época sobre sua identificação e até sobre o local exato da gravação.

Também não há informações confiáveis suficientes para afirmar que a criança guardou a comida porque sua família enfrentava dificuldades financeiras. Essa interpretação surgiu entre usuários das redes sociais, mas o contexto familiar do menino não foi estabelecido pelas fontes disponíveis.

O que as próprias imagens permitem afirmar é muito mais simples: diante da oportunidade de comer aquela porção, a criança preferiu guardá-la e disse que queria levá-la para sua mãe.

Um pequeno gesto que, anos depois, continua chamando atenção de milhões de pessoas.

Uma das árvores mais famosas da história da ciência ainda está viva cerca de quatro séculos depois.No jardim de Woolstho...
25/08/2026

Uma das árvores mais famosas da história da ciência ainda está viva cerca de quatro séculos depois.

No jardim de Woolsthorpe Manor, em Lincolnshire, na Inglaterra, permanece a macieira tradicionalmente associada a Isaac Newton e ao episódio que ajudou a despertar suas reflexões sobre a gravidade.

E existe uma diferença importante entre a história real e a versão que aprendemos popularmente.

Não há evidência de que uma maçã tenha caído na cabeça de Newton.

O que possui respaldo histórico é que o próprio cientista contou ao amigo e biógrafo William Stukeley que estava em um jardim quando observou uma maçã cair. A cena o levou a pensar sobre uma pergunta aparentemente simples: por que a maçã sempre cai em direção ao chão?

O episódio teria ocorrido durante o período de 1665–1666, quando Newton estava em Woolsthorpe. Suas reflexões e trabalhos posteriores contribuiriam para o desenvolvimento de sua teoria da gravitação universal, que ajudou a transformar nossa compreensão do movimento dos corpos na Terra e no espaço.

A macieira preservada no local pertence à variedade Flower of Kent e, segundo o National Trust, criou raízes há cerca de 400 anos. Apesar da idade, ela continua florescendo e produzindo frutos.

A árvore também sobreviveu a séculos de mudanças. Registros históricos mostram que parte de seu antigo tronco caiu e voltou a criar raízes, permitindo que continuasse crescendo.

Descendentes da famosa macieira foram posteriormente cultivados em diferentes lugares do mundo, mantendo viva uma ligação curiosa entre a botânica e um dos episódios mais conhecidos da história da ciência.

Quatro séculos depois, a velha macieira continua no mesmo lugar — não como prova de que uma fruta atingiu a cabeça de Newton, mas como testemunha de uma história muito mais interessante: uma observação cotidiana que ajudou um cientista a formular uma pergunta extraordinária.

Sadio Mané está levando parte do sucesso conquistado no futebol de volta à região onde nasceu, desta vez por meio de um ...
25/08/2026

Sadio Mané está levando parte do sucesso conquistado no futebol de volta à região onde nasceu, desta vez por meio de um grande investimento na agricultura e na transformação de alimentos.

O jogador senegalês está por trás da SM10 Agro, empresa responsável pelo desenvolvimento de um parque agroindustrial em Bambali, na região de Casamance, no sul do Senegal.

O projeto prevê aproximadamente 500 hectares de pomares, além de um complexo industrial de cerca de 10 hectares destinado principalmente ao processamento de mangas.

A proposta é criar uma cadeia produtiva completa na própria região: cultivar, selecionar, transformar e preparar os produtos para comercialização e exportação. Estão previstas linhas para produção de polpa de manga, manga desidratada e manteiga de manga.

Segundo a própria SM10 Agro, quando estiver em plena capacidade, o empreendimento deverá alcançar aproximadamente 8.500 toneladas por ano e manter 327 empregos permanentes, além de centenas de trabalhadores sazonais durante os períodos de produção.

Um dos objetivos é enfrentar um problema importante da agricultura local: parte das mangas produzidas na Casamance acaba sendo perdida antes de chegar ao mercado por dificuldades de conservação, processamento e escoamento. Transformar os frutos perto de onde são cultivados pode reduzir essas perdas e manter uma parcela maior do valor econômico dentro da região.

O projeto já avançou para etapas técnicas, incluindo estudos relacionados ao terreno, e foi apresentado às autoridades da região de Sédhiou em agosto de 2026.

A iniciativa amplia uma relação que Mané mantém há anos com sua terra natal. O jogador já ganhou reconhecimento internacional por financiar projetos sociais em Bambali, incluindo investimentos em educação e saúde.

Agora, além dessas iniciativas, ele aposta na criação de uma atividade econômica capaz de gerar empregos e agregar valor à produção agrícola local.

De Bambali para alguns dos maiores estádios do mundo, Sadio Mané construiu uma carreira internacional no futebol. Agora, parte de seus investimentos retorna justamente ao lugar onde sua história começou.

Uma excursão escolar que poderia deixar uma estudante de fora terminou em uma demonstração de inclusão que ganhou reperc...
25/08/2026

Uma excursão escolar que poderia deixar uma estudante de fora terminou em uma demonstração de inclusão que ganhou repercussão internacional.

Em setembro de 2019, Ryan, então com 10 anos, se preparava para uma excursão de sua escola ao Falls of the Ohio State Park, nos Estados Unidos. A menina tem espinha bífida e utiliza cadeira de rodas.

O problema era que parte da atividade aconteceria em uma área de fósseis com terreno rochoso e irregular, incompatível com sua cadeira. Em situações semelhantes, Ryan já havia precisado fazer atividades alternativas enquanto seus colegas participavam das excursões.

Sua mãe, Shelly King, não queria que isso acontecesse novamente. Ela conseguiu um carregador especial e estava preparada para transportar a própria filha durante o passeio.

Foi então que Jim Freeman, professor da mesma escola, soube da situação e se ofereceu para ajudar.

Embora nem sequer fosse professor de Ryan e não tivesse uma relação próxima com ela anteriormente, Jim utilizou o equipamento especial para carregá-la nas costas durante aproximadamente uma hora, enfrentando o terreno irregular e o calor.

Assim, Ryan conseguiu chegar à área de fósseis e aproveitar a experiência ao lado dos colegas.

Para sua mãe, havia algo especialmente importante naquele gesto: Ryan não precisaria passar o passeio separada dos amigos ou depender da presença constante dela. Naquele dia, pôde simplesmente participar da excursão como os demais estudantes.

As fotografias do passeio foram publicadas pela família e rapidamente ganharam repercussão, transformando aquele gesto de um professor em uma história sobre inclusão e sobre a importância da acessibilidade nas atividades escolares.

Dois estudantes do ensino médio da Pensilvânia transformaram uma ideia inspirada na natureza em um protótipo que chamou ...
25/08/2026

Dois estudantes do ensino médio da Pensilvânia transformaram uma ideia inspirada na natureza em um protótipo que chamou a atenção nos Estados Unidos.

Rohan Kapoor e Jack Reichert desenvolveram o Go Green Filter, um sistema criado para ser acoplado ao escapamento de veículos e utilizar microalgas para capturar parte do dióxido de carbono presente nos gases.

O dispositivo combina algas, água e uma fonte de luz. O princípio está na fotossíntese: as microalgas utilizam dióxido de carbono durante seu metabolismo fotossintético e liberam oxigênio.

Segundo dados divulgados sobre os te**es realizados pelos próprios desenvolvedores, o protótipo apresentou redução de aproximadamente 74% do dióxido de carbono que atravessava o sistema. O número é promissor, mas precisa ser colocado em contexto: trata-se do resultado dos te**es do protótipo e não significa que o equipamento já tenha comprovado uma redução de 74% das emissões totais de qualquer automóvel em condições reais de circulação.

A invenção levou Rohan e Jack ao T-Mobile Changemaker Challenge de 2023. Eles foram vencedores da categoria voltada à sustentabilidade e receberam, ao todo, US$ 15 mil em financiamento inicial para continuar desenvolvendo a ideia.

No ano seguinte, os estudantes também estiveram entre os vencedores do Gloria Barron Prize for Young Heroes.

O Go Green Filter ainda representa uma tecnologia em desenvolvimento e não deve ser tratado como uma solução definitiva para a poluição provocada pelos motores a combustão. Além do CO₂, veículos podem emitir outros poluentes que não são necessariamente eliminados pelo dispositivo.

Mesmo assim, o projeto chama atenção por um motivo: dois estudantes observaram um processo que ocorre naturalmente nas microalgas e decidiram investigar se ele poderia ser adaptado para enfrentar um problema ambiental do mundo moderno.

Mesmo depois de perder completamente a visão, Mason não abandonou uma das rotinas que fazia parte de sua vida havia anos...
25/08/2026

Mesmo depois de perder completamente a visão, Mason não abandonou uma das rotinas que fazia parte de sua vida havia anos: buscar o jornal para sua família todas as manhãs.

O Golden Retriever, atualmente com 12 anos, costumava sair antes do café da manhã, percorrer o caminho em frente à casa, encontrar o jornal e levá-lo de volta aos seus tutores.

Com o passar do tempo, porém, sua família percebeu algo diferente. Mason começou a demonstrar insegurança ao caminhar e passou a esbarrar em objetos.

Uma avaliação veterinária revelou que ele sofria de um glaucoma bastante doloroso. Diante da gravidade do problema, os veterinários recomendaram a remoção dos dois olhos.

A família chegou a se perguntar se Mason conseguiria continuar fazendo aquilo de que tanto gostava. Depois da recuperação, veio a surpresa: ele ainda queria buscar o jornal.

Sem enxergar, Mason passou a depender da familiaridade com o caminho e principalmente do olfato para localizar o jornal. Como ele normalmente é deixado aproximadamente no mesmo lugar, o cão consegue percorrer o trajeto, encontrá-lo e retornar para casa.

Sua família continua registrando a rotina nas redes sociais. Em alguns vídeos, Mason até esbarra em Casey, o gato da casa, antes de continuar tranquilamente sua missão.

A história ganhou repercussão justamente por mostrar a capacidade de adaptação do Golden Retriever. Mesmo depois de uma grande mudança em sua vida, Mason encontrou uma maneira de continuar realizando uma atividade que fazia parte de sua rotina há anos.

Endereço

Santo André, SP

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