PORTAL DE NOTICIA BRASIL

PORTAL DE NOTICIA BRASIL Fique por dentro de todas as noticias do Brasil e do mundo.

O que é noticia no Brasil e no mundo você le aqui conteudo independente e atualizado direto das melhores fontes de noticias.

31/03/2024

🫢 Quando vocês verem Jair Messias Bolsonaro falando de fé, Cristo e humanidade, lembre-se desse vídeo do ! 🫢 Jair Bolsonaro representa o que há de pior na face da terra e na humanidade!

06/11/2022

🤔 Noticias do bolsonarista grudado no caminhão? 🤣 Isso ai eu não sei pergunta lá no posto Ipiranga 🤣🤣

Esse é o  o mordomo do comercial de papel higiênico que acompanha o Bozo aonde ele vai.... Agora o Bozo tá indo! Embora!...
02/11/2022

Esse é o o mordomo do comercial de papel higiênico que acompanha o Bozo aonde ele vai.... Agora o Bozo tá indo! Embora! E o mordomo do comercial de papel higiênico? Foi descartado como um papel higiênico! 🤣🤣 Puts que m***a! 🤣🤣

26/10/2022

O que o Tarcísio Gomes de Freitas quer esconder do eleitor de São Paulo? A farsa do suposto atentado!

Ouça agora o áudio em que integrante da equipe de Tarcisio de Freitas manda cinegrafista da Jovem Pan apagar as imagens do suposto atentado em Paraisópolis!

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
13:10 quarta-feira, 26 de outubro 2022
Judimar J. Santos

Tarcísio de Freitas diz que, 'na tensão', alguém pode ter pedido para apagar vídeo do tiroteio de Paraisópolis!

O que levaria uma profissional de imprensa a apagar um vídeo de sua câmera? O tal atentado era uma farsa?

Áudio obtido pela Folha aponta que um integrante da campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos) mandou um cinegrafista da Jovem Pan apagar imagens do tiroteio que terminou com um suspeito morto e interrompeu agenda do candidato em Paraisópolis, na zona oeste de São Paulo, no último dia 17.

O profissional da emissora, que pediu para não ser identif**ado, fazia imagens da campanha do postulante ao Governo de São Paulo. Tarcísio estava na sede de um projeto social que inaugurou um polo universitário na favela quando um tiroteio entre policiais e suspeitos terminou com uma morte.

Em seguida, o cinegrafista e outros profissionais de imprensa foram levados em uma van da campanha a um prédio na zona sul usado pela equipe de Tarcísio.

No local, houve perguntas ao profissional sobre o que ele havia filmado e a ordem para que ele apagasse as imagens. "Você filmou os policiais atirando?", questiona um integrante da campanha. "Não, trocando tiro efetivamente, não. Tenho tiro da PM pra cima dos caras", responde o cinegrafista.

O membro da campanha ainda pergunta se ele havia filmado as pessoas que estavam no local onde o evento com Tarcísio foi realizado. "Você tem que apagar", diz o segurança.

A Folha apurou, no entanto, que as imagens já tinham sido enviadas à Jovem Pan. No momento logo após o tiroteio, a emissora passou a exibir imagens do local do tiroteio, da ação da polícia e da retirada às pressas da equipe de Tarcísio.

Procurada e informada sobre o teor da reportagem, a emissora se manifestou por meio de nota.

"A Jovem Pan exibiu todas as imagens feitas durante o tiroteio. O trabalho do cinegrafista permitiu que a emissora fosse a primeira a noticiar o ocorrido no local. Não houve contato da campanha do candidato Tarcísio com a direção da emissora com o intuito de restringir a exibição das imagens e, por consequência, o trabalho jornalístico."

De acordo com os relatos dos policiais, duas motocicletas, com duas pessoas em cada uma, passaram diversas vezes pelo local. Uma das duplas voltou ao lugar do ato de campanha registrando imagens com um celular e questionou um soldado da PM à paisana sobre quem teria autorizado o evento.

Minutos depois, os policiais relataram o som de uma rajada de tiros. Os motociclistas teriam então retornado com armas longas, junto a pessoas a pé com armas curtas. Um dos agentes se escondeu atrás de um carro blindado e passou a revidar, segundo o boletim de ocorrência.

A resistência aos criminosos teria sido feita por poucos policiais à paisana, e o reforço chegou quando o confronto já havia terminado.

O boletim de ocorrência também cita que os fatos narrados indicam que o suspeito foi morto por um dos policiais à paisana. Os relatos são similares ao do próprio Tarcísio em entrevista coletiva.

"Os bandidos notaram a nossa presença ali desde cedo. [Homens em] motocicletas filmaram a nossa equipe, fizeram perguntas e voltaram armados. Não foi algo corriqueiro. Foi um tiroteio enquanto estávamos lá", disse ele.

Um vídeo mostra o suspeito Felipe Silva de Lima, 28, caído no chão no momento em que um PM pede autorização ao tenente para checar se o homem tinha "arma na cinta".

A polícia achou com ele um coldre, um celular, um relógio e munição, mas diz não ter encontrado a arma. O delegado-geral da Polícia Civil, Osvaldo Nico Gonçalves, disse que ela pode ter sido levada por moradores que tentaram resgatar Lima.

O policial militar apontado como autor dos disparos que matou o suspeito havia passado por treinamento na Escola de Inteligência da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), um órgão do governo federal, em Barbacena (MG), meses antes. A reportagem omite o nome do agente por questão de segurança.

O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, falou sobre o caso à Jovem Pan. "Recebi a informação desse possível atentado imediatamente após o ocorrido. Recebi por intermédio da Abin." À ocasião, ele diz que a segurança de Tarcísio é fornecida pelo estado de São Paulo.

Questionada, a Abin disse que não tem servidores fazendo a segurança de candidatos a governos estaduais. Afirma, porém, que um de seus servidores está de licença para tratar de interesses particulares e acompanha Tarcísio. "O trabalho atual deste servidor não é desempenhado em nome da Agência."

Imagens do local também mostram o agente bolsonarista da Polícia Federal Danilo Campetti com arma em punho durante a saída de pessoas do prédio onde Tarcísio estava. Ele foi candidato a deputado estadual pelo Republicanos e ficou com uma vaga de suplente —segundo a assessoria de Tarcísio, ele estava de folga no dia da ocorrência e acompanha as agendas por ter relação pessoal com o candidato.

Questionada sobre o episódio de Paraisópolis, inclusive se os agentes envolvidos na ocorrência fazem parte da equipe fixa de segurança de Tarcísio, a Polícia Militar afirmou que "há grau de sigilo nos fatos que envolvem a segurança dos candidatos, bem como na segurança dos eventos político-partidos".

Em sabatina da rádio CBN, nesta segunda-feira (24), Fernando Haddad (PT), que disputa o segundo turno ao Governo de São Paulo com Tarcísio, afirmou não ter segurança armada feita por policiais.

"Não tenho policial militar à minha disposição como ele tem. Não me foi colocado à disposição. Sou tão candidato quanto ele. Os policiais tinham câmeras no uniforme, [algo] que ele é contra. Onde estão as imagens? As imagens das câmeras de Paraisópolis? Onde estão, sumiu tudo", disse.

Logo após o episódio na favela, o atual governador do estado, Rodrigo Garcia (PSDB), disse ter oferecido reforço nas seguranças de Haddad e de Tarcísio.

15/10/2022

Bolsonaro diz que “pintou clima” com “meninas de 14 anos” e que foi à casa delas

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
17:26 sábado, 15 de outubro 2022

É esse pe******do o defensor da família?

Bolsonaro falou que passeava de moto por comunidade no DF e viu “menininhas bonitas”, e então foi ao que ele insinua ser um prostíbulo de menores. “Se arrumaram pra quê? Pra ganha a vida”, disse

Um vídeo que passou a circular nas redes sociais na tarde deste sábado (15) mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) no programa Podcast do Rica Perrone afirmando de forma clara, direta e sem qualquer constrangimento que, certa vez, ele passeava de moto pela comunidade São Sebastião, no Distrito Federal, e que viu “meninas de 14 ou 15 anos” num esquina “todas arrumadas em pleno sábado à tarde”, e que ele voltou para conferir e “pintou um clima”, momento em que então perguntou se “poderia ir à casa delas”, que seria, segundo suas insinuações, uma espécie de prostíbulo de menores venezuelanas.

Polícia Federal faz as primeiras prisões ligadas ao "Orçamento Secreto", esquema de onde em troca de apoio no Congresso,...
14/10/2022

Polícia Federal faz as primeiras prisões ligadas ao "Orçamento Secreto", esquema de onde em troca de apoio no Congresso, o governo Jair Messias Bolsonaro direciona verbas públicas para atender deputados e senadores sem que eles sejam identif**ados

Operação Quebra Ossos investiga desvio de R$ 69 milhões do SUS no Maranhão

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
12:17 sexta-feira, 14 de outubro 2022
Judimar J. Santos

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (14), a quarta operação para prender suspeitos de integrar a quadrilha do chamado ‘orçamento secreto’, esquema criado por membros do governo de Jair Bolsonaro (PL), senadores e deputados ligados aos centrão, grupo de partidos liderado pelo PP de Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, para liberar recursos sem transparência e sem controle.

A operação desta sexta-feira, chamada de Quebra Ossos, uma referência a um dos tipos de exames fantasmas registrados pela prefeitura de Igarapé Grande, prendeu os irmãos Roberto e Renato Rodrigues de Lima, suspeitos de atuar em uma ampla rede criminosa envolvendo o Sistema Único de Saúde (SUS) em municípios do Maranhão. Eles controlam a empresa RR de Lima, que tem contratos com várias cidades maranhenses onde também foram inseridos dados superestimados de atendimentos, segundo a PF.

Em julho, a Operação Odoacro da Polícia Federal prendeu temporariamente o empresário Eduardo José Barros, sócio de uma construtora que executava serviços para a Codevasf no Maranhão. Um mês depois, em agosto, a Operação Beco da Pecúnia prendeu Gilberto Gonçalves (PP), prefeito afastado de Rio Largo, em Alagoas, por suspeitas de desvio de verbas do orçamento secreto destinados ao Fundo Municipal de Saúde da cidade.

O que é orçamento secreto

O orçamento secreto foi criado para garantir ao presidente Bolsonaro apoio do Congresso. Em troca, o governo Bolsonaro direciona verbas públicas para deputados e senadores aliados, que nem precisam se identif**ar para conseguir o dinheiro. Todas as emendas pedindo liberação de recursos são assinadas pelo relator do orçamento, ninguém sabe que deputado ou senador pediu nem como o dinheiro foi gasto.

Em Igarapé Grande (MA), o esquema funcionava da seguinte forma: as prefeituras registravam atendimentos médicos e consultas que nunca existiram, e enchiam os cofres com dinheiro vindo de emendas parlamentares do orçamento secreto.

A operação da PF, segundo a reportagem da revista Piauí, foi autorizada pela Justiça Federal no Maranhão e mira, além das fraudes contra o SUS, contratos irregulares da Secretaria Municipal de Saúde de Igarapé Grande. Só nessa cidade, com cerca de 12 mil habitantes, o esquema teria servido para desviar pelo menos R$ 7 milhões do orçamento secreto. A secretária de saúde de Igarapé Grande, Raquel Inácia Evangelista, foi afastada do cargo e é alvo de busca e apreensão junto com o antecessor no cargo, Domingos Vinícius de Araújo Santos. O prefeito de Igarapé Grande é Erlânio Xavier, presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) e aliado do senador Weverton Rocha, ambos do PDT.

Em 2020, a cidade registrou 12,7 mil radiografias de dedo de mão exames do tipo – o quarto maior número entre todas as cidades do Brasil, f**ando atrás apenas de São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte.

O relator-geral do orçamento, Hugo Leal (PSD-RJ), repassou R$ 9,2 milhões de reais na área da saúde para Igarapé Grande. Desse total, ao menos 4,4 milhões já caíram nos cofres do município.

Nas planilhas oficiais do Congresso, Roberto Rodrigues de Lima aparece como solicitante de R$ 69 milhões em emendas de relator-geral do orçamento para municípios do Maranhão, só neste ano, segundo a revista Piauí.

Sem mandato, ele é um dos 'usuários externos' que passaram a assumir solicitações de emendas do orçamento secreto, após o Congresso resolver descumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou ampla publicidade às indicações.

Deputados e senadores que não querem aparecer se escondem por trás de ‘usuários externos’, que funcionam como laranjas. Ou seja: a solicitação é feita por esse ‘usuário secreto’, mas o nome do parlamentar continua em segredo".

Ainda de acordo com a revista Piauí, a PF suspeita que contratos assinados pela Secretaria de Saúde de Igarapé Grande com as empresas entre 2019 e 2021 estão repletos de “irregularidades que favoreceram diretamente as pessoas jurídicas contratadas, indicativos de crime licitatórios”. As empresas alvo da operação são a Dimensão Distribuidora de Medicamentos, a Omega Distribuidora de Medicamentos e a Central de Laudos e Serviços LTDA. A PF observou que os suspeitos adotam mecanismos para burlar a atuação dos sistemas de controle fiscal e financeiro, e que os relatórios da Secretaria da Fazenda e de Inteligência Financeira apontam “apontam indícios razoáveis de malversação de verbas públicas”. Daí a necessidade também da quebra de sigilo fiscal e bancário dos investigados, autorizada pela Justiça.

Igarapé Grande, que f**a a 300 km de São Luís, a capital do Maranhão, é a campeã brasileira em valores de emendas parlamentares per capita na saúde no ano de 2021. O município registrou 591 reais recebidos por habitante em 2021 - a média nacional é de R$ 15 por pessoa.

11/10/2022

Tarcísio Gomes de Freitas admite que Jair Messias Bolsonaro cortou orçamento da merenda escolar e da farmácia popular, pra direcionar as verbas para o BOLSOLÃO, mais conhecido como Orçamento Secreto.

Exclusivo: Hackers sequestraram e-mails da Record TV; clima é de terrorPor: PORTAL DE NOTICIA BRASIL 22:46   segunda-fei...
11/10/2022

Exclusivo: Hackers sequestraram e-mails da Record TV; clima é de terror

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
22:46 segunda-feira, 10 de outubro 2022
Judimar J. Santos

No 3º dia após a invasão e "sequestro", por hackers, de seus arquivos de reportagens, quadros e todo conteúdo armazenado que já foi exibido no passado ou o seria no futuro, a RecordTV enfrenta outro problema gravíssimo.

A coluna apurou nesta segunda (10) que, além de impedir funcionários de acessar os números de ibope dos programas, os invasores "sequestraram" também a "intranet" da emissora do bispo Edir Macedo.

Intranet é como uma "internet privada" (usa a mesma "base" de protocolos) e só pode ser acessada pelos funcionários ou colaboradores com permissão de uma empresa.

Os "hackers" se apossaram de todos os endereços e anos de conteúdos de e-mails trocados, enviados e recebidos por funcionários. O número de mensagens é incalculável.

No sábado, os programas jornalísticos e de entretenimento correram para tentar cobrir os "buracos" criados com a impossibilidade de usar conteúdos gravados (tanto os já editados como os em estado "bruto").

Segundo o jornal Diario de Pernanbuco o grupo de hackers que invadiu o sistema da Record TV, no último sábado (8), está pedindo o valor de R$ 45 milhões como condição para o fim do ataque cibernético e devolução de arquivos sequestrados.

Clima de terror

Todos estão sem acesso aos seus correios eletrônicos e também ao sistema interno de mensagens.

A descoberta causou um verdadeiro clima terror na Record, porque os e-mails trocados por toda a cúpula da emissora (bispos) está nas mãos dos invasores desde sábado pela manhã.

Mensagens confidenciais, negociações com fornecedores e empresas e estratégias para a grade de programação de 2023: a Record perdeu acesso a absolutamente tudo.

Emissora calada

Desde sábado esta coluna tenta obter uma nota oficial da Record, sem sucesso. Se e quando a emissora se manifestar, este texto será atualizado.

Ataque hacker na Record: entenda como funciona o sequestro de dados

Ransomware não é incomum e pode afetar deixar sistemas indisponíveis durante dias; ataque afetou os dados do sistema integrado da Record TV

Esse tipo de ataque é um malware — software projetado para invadir um computador e negar aos funcionários o acesso aos arquivos — bastante valorizado entre hackers.

O invasor faz uma criptografia nesses conteúdos — ou seja, cria uma camada de segurança que embaralha os dados que geram esses arquivos — e exige um pagamento de resgate pela chave que permite acessá-los corretamente. Assim, os criminosos põem instituições em uma posição em que pagar pelo “sequestro de dados” é a maneira mais fácil e barata de recuperar o acesso aos documentos.

Histórico recente de ransomware

Ataques recentes de ransomware afetaram a capacidade dos hospitais de fornecer serviços cruciais, prejudicaram os serviços públicos nas cidades e causaram danos signif**ativos a várias companhias.

No ano passado, um ataque cibernético aos sistemas das fábricas norte-americanas da JBS, ocorrido em um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos, o Memorial Day, agitou a indústria de alimentos do país, de fazendas de suínos em Iowa a fábricas de processamento em pequenas cidades e restaurantes em Nova York.

O ciberataque desencadeou um efeito dominó no setor, fazendo com que os preços da carne no atacado f**assem mais caros, além de obrigar os distribuidores de alimentos a encontrar rapidamente novos fornecedores. A JBS pagou US$ 11 milhões em bitcoins a hackers para evitar o vazamento público do seu conteúdo, o que prejudicaria severamente os negócios da empresa.

Em dezembro de 2021, o site do Ministério da Saúde também sofreu um ataque hacker que afetou o acesso ao banco de dados da Covid durante a pandemia. Portais como ConecteSUS” e o “Portal Covid” estavam entre os prejudicados.

Como funcionam os ransomwares

Para que o ataque seja bem-sucedido, o ransomware precisa obter acesso ao sistema da vítima, criptografar os arquivos e exigir um resgate. Ainda que haja diferença nos detalhes, todos compartilham os mesmos três estágios principais:

Invasão e distribuição da ameaça online

Hackers podem usar alguns vetores de invasão específicos, como e-mails de phishing — que podem conter um link para um site que hospeda um download malicioso ou um anexo com a funcionalidade de download integrada.

Neste caso, se o destinatário do e-mail cair no phishing, o ransomware será baixado e executado em no dispositivo.

Outro vetor de invasão comum é o Remote Desktop Protocol (RDP). Com ele, o hacker que conseguiu as credenciais de login de um funcionário pode usá-las para autenticar e acessar remotamente (a distância, fora da sede da empresa) um computador na rede corporativa. Dessa forma, consegue enviar o malware e executá-lo na máquina sob seu controle.

Criptografia de dados

Isso envolve simplesmente acessar os arquivos, criptografá-los com uma chave controlada pelo invasor e substituir os originais pelas versões criptografadas.

Na maioria das variantes de ransomware, há cautela na seleção de arquivos criptografados para garantir a estabilidade do sistema. Algumas variantes também tomarão medidas para excluir cópias de backup de documentos para dificultar a recuperação sem a chave de descriptografia.

Exigência de resgate

Na última etapa de invasão, ransomware estará preparado para fazer um pedido de resgate. É normal um plano de fundo de exibição alterado para uma nota de resgate com a autoria do grupo.

Normalmente, essas notas exigem uma quantidade de criptomoedas em troca de acesso aos arquivos da vítima.

Se o resgate for pago, o operador do ransomware fornecerá uma cópia da chave digital usada para desbloquear a criptografia. Essas informações podem ser inseridas em um programa descriptografador (também fornecido pelo hacker) para reverter o bloqueio e restaurar o acesso aos arquivos do usuário.

Como se prevenir de ataques ransomware

Algumas dicas podem ser úteis para evitar que cibercriminosos invadam seu computador e coloque em risco seu sistema de dados:

Redefina a senha default de um novo aparelho eletrônico;

Evite se conectar a redes wi-fi públicas;

Conheça os novos tipos de ataques;

Faça download de aplicativos apenas em redes seguras;

Use softwares de segurança digital nos seus dispositivos e antivírus.

Após invasão hacker, Record aciona "polícia cibernética"

Policiais e experts" em tecnologia de São Paulo estão auxiliando a RecordTV no caso da invasão e "sequestro" de arquivos de conteúdo da emissora, no último sábado (08).

Ninguém sabe até o momento como a invasão ocorreu. Desconfia-se que os "hackers" entraram por uma "porta" do sistema que foi deixada aberta por falha humana, técnica ou até intencional.

Olha o ladrão ai! Cartel do asfalto fraudou licitações de R$ 1 bilhão no governo Bolsonaro, aponta TCUMinistro escolhido...
10/10/2022

Olha o ladrão ai! Cartel do asfalto fraudou licitações de R$ 1 bilhão no governo Bolsonaro, aponta TCU

Ministro escolhido pelo presidente da República contraria área técnica e libera contratos; Codevasf e empresa dizem seguir lei

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
12:10 segunda-feira, 10 de outubro 2022
Judimar J. Santos

SÃO PAULO E BRASÍLIA
Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) revela indícios da ação de um cartel de empresas de pavimentação em fraudes a licitações da estatal federal Codevasf que somam mais de R$ 1 bilhão no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.

A investigação da área técnica do TCU foi motivada por uma série de reportagens da Folha e constatou que um grupo de empresas agiu em conluio em licitações tanto na sede da Codevasf, em Brasília, como nas suas superintendências regionais, "representando um risco à própria gestão" da empresa pública.

O levantamento afirma que a construtora Engefort é a principal beneficiada do suposto esquema, vencendo editais com indícios de fraude que somam R$ 892,8 milhões.

Como revelou a Folha, a empreiteira maranhense dominou as licitações da estatal em 2021 e em parte delas usou a empresa de fachada Del, o que foi confirmado pelos técnicos do tribunal.

A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) foi entregue pelo presidente Bolsonaro ao controle do centrão em troca de apoio político. Bolsonaro diz não ter corrupção em seu governo, apesar de evidências e investigações em diferentes órgãos.

Para realizar o pente-fino, o TCU adotou como base um guia de combate a cartéis usado pelo Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Com isso, diz ter encontrado evidências de que as ações do cartel do asfalto envolveram propostas de fachada e combinação de rodízio entre as empresas.

A auditoria apurou que houve expressivo aumento do volume licitado, tanto em lotes como em recursos, e ao mesmo tempo ocorreu redução da concorrência e uma diminuição abrupta do desconto médio nas licitações entre 2019 e 2021.

As situações mais graves foram detectadas no ano passado. Nas 50 licitações que venceu em 2021, a Engefort deu em média um desconto de apenas 1%, o que foge do padrão de mercados em que há competitividade normal.

Considerando todas as licitações realizadas pela Codevasf desde o primeiro ano do atual governo, o desconto médio despencou de 24,5% para 5,32% em três anos.

Mesmo admitindo a gravidade da situação, o ministro do TCU relator do caso, Jorge Oliveira, contrariou o parecer da área técnica do tribunal e não suspendeu o início de novas obras ligadas às licitações sob suspeita. Oliveira chegou ao TCU por indicação de Bolsonaro, de quem é amigo.

As reportagens da Folha sobre as manobras licitatórias da Codevasf e a participação de empresa de fachada nas concorrências vencidas pela Engefort chamaram a atenção da área técnica do TCU, que resolveu analisar todas as disputas realizadas entre 2018 e 2021 pela Codevasf, somando cerca de R$ 4 bilhões.

"Diante de tais notícias, em abril de 2022, avaliou-se, no âmbito da SeinfraOperações, a existência de indícios de fraude à licitação nos certames de pavimentação", segundo a auditoria.

O trabalho foi realizado por duas áreas de fiscalização do TCU, a SeinfraOperações e a SeinfraUrbana, que esquadrinharam cada lance dado pelas empresas nas licitações e detalharam como foi a conduta combinada das firmas.

As licitações de asfaltamento da Codevasf são feitas de maneira online e por meio de uma forma simplif**ada chamada pregão eletrônico.

Os técnicos da corte apontaram que o esquema de conluio visto em 63 pregões da Codevasf, que totalizaram R$ 1,13 bilhão, teve como objetivo viabilizar vitórias principalmente da Engefort.

Segundo o relatório, 27 empresas participaram dessas licitações "apenas a cobrir a participação dessa empresa líder [Engefort], compondo o número de participantes dos certames a fim de dar aparência de concorrência", enquanto outras sete firmas entraram nas disputas "em troca de garantir a vitória em algumas poucas oportunidades".

Assim, ao todo 35 empresas são consideradas suspeitas de participarem do cartel e compõem um "grupo de risco" na avaliação dos técnicos.

O levantamento da corte ainda afirma que a atuação da construtora Del, revelada pela Folha em abril, servia para dar a aparência de que há concorrência nos editais.

"A ausência de funcionários, as estreitas relações com a Engefort, empresa que sempre participa das mesmas licitações, e a recusa em enviar propostas sempre que convocada, indicam que a Construtora Del é utilizada para auxiliar a viabilidade de licitações", de acordo com os auditores.

Os exames técnicos detalham, por exemplo, as fraudes do cartel em licitações em Minas Gerais e na Bahia.

"Nas licitações de Montes Claros [MG] verif**am-se indícios de divisão de lotes, onde a Engefort venceu seus lotes com descontos quase sempre inferiores a 1% e outra(s) empresa(s) que participou da disputa se sagrou vencedora de um ou dois outros lotes, sempre com desconto também muito baixo", segundo a auditoria.

Já em concorrências em Bom Jesus da Lapa (BA), "a Engefort se sagrou campeã de todos os lotes com descontos entre 0,6% e 1,5%, embora em todos os casos houvesse pelo menos outras três ou quatro empresas participando dos certames".

Em sessão do TCU de quarta-feira (5), o ministro Oliveira disse que o suposto esquema consiste na "elaboração de propostas fictícias, a supressão de propostas e a combinação de rodízio entre as empresas".

Em seu voto escrito, ele reconheceu que "as questões trazidas pela equipe de fiscalização possuem inegável relevância e materialidade e merecem receber atenção".

Ainda assim, disse não estar convencido de que há elementos necessários para impedir novos contratos.

"Existem indícios da existência de conluio, mas não tenho a convicção de que esses elementos serão suficientes para demonstrar a existência de fraude em todos os certames listados e, menos ainda, da necessidade de paralisação ou mesmo anulação dos contratos", afirmou Oliveira.

Ex-policial militar do Distrito Federal, Oliveira trabalhou com Bolsonaro na Câmara dos Deputados e foi ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Indicado em outubro de 2020 pelo presidente ao TCU, o ministro tem articulado em favor de projetos de interesse do governo.

A Codevasf já é alvo de investigação da Polícia Federal, que diz ter encontrado indícios de corrupção na superintendência do Maranhão, com pagamento de R$ 250 mil a um gerente que foi alvo de operação no mês passado.

Também há duas semanas a Folha flagrou a Codevasf instalando cisternas às vésperas da eleição em residências marcadas com adesivos de propaganda do deputado federal Elmar Nascimento, líder da União Brasil na Câmara dos Deputados, após intermediação de um vereador aliado em Juazeiro (BA). Isso, segundo especialistas, configura uma situação de compra de votos.

Elmar foi responsável pela indicação do atual presidente da Codevasf, Marcelo Andrade Moreira Pinto.

A Codevasf é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que na maior parte do período investigado pelo TCU era comandado por Rogério Marinho (PL-RN). Neste mês Marinho assumiu a coordenação de campanha de Bolsonaro no Rio Grande do Norte após ser eleito senador pelo estado no último dia 2.

CODEVASF E ENGEFORT DIZEM CUMPRIR LEI E QUE NÃO FORAM NOTIFICADAS
Procurada pela Folha, a Codevasf afirma que "os procedimentos licitatórios da instituição são realizados de acordo com leis aplicáveis, por meio do portal de compras do governo federal, e são abertos à livre participação de empresas de todo o país".

A estatal relata que ainda não foi notif**ada sobre a investigação do TCU e "a competência para conduzir investigações do gênero pertence a órgãos de fiscalização e controle, com os quais a companhia mantém postura de cooperação permanente".

A empresa Engefort nega que tenha liderado um cartel para fraudar licitações da Codevasf.

"Em todos os processos licitatórios que a Engefort participou e foi vencedora, o fez de forma regular, preenchendo os requisitos previstos no edital e cumprindo a lei, repudiando veementemente quaisquer alegações de indícios formação de cartel, conluio e fraude nos certames", afirma.

A construtora diz que desconhece o processo do TCU e que não foi citada para responder a questionamentos, "razão pela qual se abstêm de se manifestar sobre informações até então desconhecidas".

A empresa diz que não está respondendo a processo quanto aos contratos e não compactua com irregularidades.

Procurado, o TCU disse que a manifestação da corte sobre o tema já foi dada "por meio do acórdão aprovado em plenário e fundamentado pelo voto do ministro relator".

Ladrões,.. Se pagarem propina ganham as eleições.Bolsonaro pode ser o autor do maior esquema de corrupção da história do...
08/10/2022

Ladrões,.. Se pagarem propina ganham as eleições.
Bolsonaro pode ser o autor do maior esquema de corrupção da história do Brasil

Por: PORTAL DE NOTICIA BRASIL
11:12 Sábado, 08 de outubro 2022
Judimar J. Santos

Em 5 de outubro de 2022, o presidente Bolsonaro desviou mais R$ 10,5 bilhões de verbas que seriam destinadas à saúde, ciência e educação para agregar metade do valor ao “orçamento secreto”

O argumento de combate à corrupção tem sido a justif**ativa central dos votos de milhares de brasileiros. Historicamente, a corrupção sempre foi um tópico sensível para o eleitor, capaz de reativar um suposto sentimento cívico e de dever moral da nação que batalha para viver em um país melhor.

Nas campanhas de 1960, Jânio Quadros se valeu da emblemática “vassourinha” como elemento simbólico de combate à corrupção e foi eleito sob o pretexto de solucionar a questão. Mas será que os eleitores da época tiveram a oportunidade de pensar se esse combate vinha acompanhado de propostas e projetos políticos econômicos que realmente iriam beneficiar o Brasil? O que vem dentro do pacote do “combate à corrupção”? Ao longo da história, esse discurso atrativo, sedutor e vazio vem acompanhado ou desacompanhado de medidas realmente eficientes? No final das contas, sabemos que o discurso difere da prática. No caso de Jânio, ele foi exposto como corrupto pela própria filha, apesar de ter se valido dessa antiquíssima batalha moral para construir uma imagem positiva.

Assim, o combate à corrupção vem sendo mobilizado como uma solução para as mazelas sociais e políticas do Brasil. Nos discursos eleitorais, a corrupção aparece como a causa da decadência e fracasso do país; as mazelas sociais, a desolação do povo e o atraso são responsabilidades dela, e não do funcionamento de uma estrutura socioeconômica mais profunda. Ou seja, anunciam a corrupção como uma causa e não como uma consequência. Pela natureza dessa lógica, não é a configuração do sistema e a estrutura das relações sociais e econômicas que reproduz desigualdades, problemas sociais e afins, mas sim o desvio de dinheiro público. Nesse âmbito, o problema da corrupção, um tópico tão necessário e importante, é sequestrado por um combate falso e desvencilhado de projetos políticos reais e coerentes.

Por isso, a indignação contra esse grave problema deve ser estimulada junto de um entendimento mais amplo e profundo sobre a política. Nos últimos anos, testemunhamos um combate hipócrita e parcial. Numa sociedade de telecomunicações para massas, até a indignação contra o desvio de dinheiro é algo fabricado para beneficiar interesses pré-determinados e se torna algo completamente seletivo. Ao invés de um repúdio generalizado da corrupção e compra de voto como forma de governo, presenciamos no Brasil contemporâneo um ataque seletivo que visa desmoralizar um partido em específico. Do mesmo modo que, na época de Jânio, o projeto desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek teve sua reputação prejudica pelo mesmo pretexto.

Não é segredo que Bolsonaro está envolvido em escândalos de corrupção. Porém, a indignação contra os esquemas criminosos que ele arquiteta não se populariza. Desde o orçamento secreto, em que o repasse de recursos para o Congresso opera sem transparência de como, onde e por quem o dinheiro será gasto e utilizado, os esquemas de corrupção vêm sendo institucionalizados. Em relação aos crimes imorais e gananciosos dos “homens de bem”, a nação continua deitada em berço esplêndido, pois nenhuma revolta é manifestada.

Para quem acompanha com rigor o mundo da política, já está claro que o orçamento secreto é um mecanismo de desvio dinheiro público e compra de voto, uma forma de corrupção institucionalizada. Esse assalto aos cofres públicos está sendo responsável por um rombo de bilhões de reais, o desvio de verbas desse esquema já envolve inúmeras denúncias de corrupção. Foi através do orçamento secreto que tratores, equipamentos agrícolas, caminhões de lixo, ônibus escolares, ambulâncias, puderam ser comprados acima dos valores, num caso evidente de superfaturamento. Com a verba desviada pelo orçamento, prefeituras estão contratando empresas suspeitas de desvio de dinheiro da saúde e educação e bancando fraudes no SUS, e os políticos estão podendo negociar compra de votos bilionárias. Nesses três anos, esse esquema subtraiu R$ 65 bilhões de dinheiro público. Além disso, no dia 5 de outubro de 2022, o presidente Bolsonaro desviou mais R$ 10,5 bilhões de verbas que seriam destinadas à saúde, ciência e educação para agregar metade do valor ao “orçamento secreto”.

Parece que os “homens de bens” possuem certa permissibilidade para perpetrar seus crimes sem impedimentos. A imagem de corrupto, ladrão, não se populariza quando diz respeito a um homem “cristão, conservador, defensor da família e cidadão de bem”. Talvez se Bolsonaro fosse um político trabalhista que luta por melhorias e avanços sociais, os adjetivos negativos pegassem nele. A mídia não repete à exaustão cada passo em falsos de um político pró-sistema. Não é isso que acontece, não há nenhuma cobertura exaustiva da mídia sobre o assunto, não é atribuído ao ato nenhum escândalo moral e os brasileiros não são imbuídos de pânico pelo esquema. Há omissão.

Quem defende o sistema sempre terá imunidade, não importa o que faça, pois simplesmente há uma estrutura de poder apoiando tal indivíduo. Há uma permissibilidade social subentendida. Por isso, Bolsonaro pode falar vários absurdos e nunca ser responsabilizado (por exemplo, dizer que vacinas causam Aids), ou até mesmo ser um corrupto descarado sem ter a sua reputação prejudicada.

Já quem possui consciência social e de alguma forma ameaça interesses dos poderosos, mesmo que de forma tímida e limitada, sempre terá suas falas e atitudes escrutinadas e analisadas nos mínimos detalhes a fim de ser recriminado, criminalizado e demonizado à exaustão. Qualquer passo em falso é hiperbolizado, ampliado, a fim de destruir a sua reputação. Dilma furou o teto de gastos para financiar programas socias e sofreu um impeachment, Bolsonaro estourou o teto em R$ 213 bilhões visando medidas eleitoreiras e continua intacto, com 51 milhões de votos no primeiro turno.

17 escândalos de corrupção do governo Bolsonaro

De propina no pneu a ônibus superfaturado, passando por rachadinha e 51 imóveis em dinheiro vivo: confira 17 escândalos de corrupção do governo Bolsonaro

Bolsonaro, eleito com o discurso anticorrupção, não passa um dia sequer sem se envolver em escândalos criminosos. De superfaturamento de ônibus escolares a interferência na Polícia Federal com o intuito de frear investigações contra os filhos. Escândalos de corrupção de Bolsonaro não param de aparecer, aos montes.

Aqui, reunimos alguns dos mais expressivos escândalos que não devem ser esquecidos. Novos escândalos aparecem dia após dia -mesmo assim, Bolsonaro tem a pachorra de dizer que não há corrupção em seu governo.

Veja 17 escândalos de corrupção de Bolsonaro

1 – Rachadinhas
Essa é a prática criminosa que faz mais sucesso há décadas na família Bolsonaro. Tão famosa que há suspeita de que agora pode ter chegado até o próprio Palácio do Planalto.

O primeiro caso veio à tona no final de 2018, quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Com os Bolsonaro, a corrupção é negócio de família.

A prática conhecida como rachadinha é, na verdade, corrupção. Trata-se do desvio de salários de assessores e funcionários públicos. No caso do gabinete de Flávio, funcionários depositavam parte da remuneração nas contas do chefe.

Posteriormente, investigações judiciais e da imprensa revelaram que a prática é comum não apenas a Flávio, mas a toda a família, incluindo o próprio Jair, quando era deputado federal, e agora, na presidência da República.

Só as rachadinhas de Flávio desviaram mais de R$ 6 milhões. Rachadinha é um esquema de corrupção. O mau uso do dinheiro público é peculato, o uso sistemático disso organizado é organização criminosa.

2 – Funcionários fantasmas
Outra prática usual do clã Bolsonaro é a contratação de funcionários-fantasma. Durante seu último mandato como deputado federal, Jair Bolsonaro empregou pelo menos cinco assessoras que nunca colocaram os pés nas dependências da Câmara dos Deputados.

O caso mais notório é o de Walderice Santos da Conceição, conhecida como Wal do Açaí, contratada como secretária parlamentar, mas que vivia do comércio de açaí em Angra dos Reis, na rua da casa de veraneio do presidente.

Vale pontuar que a contratação de funcionários-fantasma está diretamente ligada à prática das rachadinhas. Parte do dinheiro (ou nem isso) vai para o contratado e a outra parte f**a com o parlamentar. Funcionários dos Bolsonaro receberam no mínimo R$ 295 milhões em salários.

3 – Associação com milícias
A familícia Bolsonaro nunca fez questão de esconder seu apreço por milicianos conhecidos no país. Em discursos como deputado, Bolsonaro já exaltou milícias e grupos de extermínio.

É pública a relação dos Bolsonaro com Adriano Nóbrega, que chefiou o grupo criminoso conhecido como Escritório do Crime, responsável pelo assassinato da vereadora Marielle Franco. Nóbrega é amigo de Queiroz, o operador das rachadinhas.

4 – Os cheques de Queiroz à Michelle Bolsonaro no valor total de R$ 89 mil
Por falar nele, uma pergunta que continua sem resposta: por que Fabrício Queiroz depositou R$ 89 mil na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro? De 2011 a 2016, foram depositados pelo assessor de Flávio Bolsonaro e amigo pessoal de Jair, 27 cheques, com valores cheios, múltiplos de 1000 na conta da primeira-dama. Também houveram repasses do mesmo Fabrício para outra pessoa diretamente ligada ao presidente Bolsonaro e 1.512 repasses feitos por Queiroz para a loja de chocolates de Flávio Bolsonaro.

Até hoje, nenhuma explicação plausível foi dada pela família. Indagado por um repórter à época, o presidente declarou, com a usual agressividade: “Vontade de encher sua boca de porrada”. Quer mais escândalos de corrupção de Bolsonaro?

5 – Bolsonaros dando uma forcinha para esconder Queiroz
Peça chave na investigação das rachadinhas contra Flávio, o amigão de Bolsonaro, Queiroz, foi preso, em 18 de junho de 2020, em um sítio em Atibaia (SP), propriedade do advogado do presidente e de seu filho Flávio, Frederick Wassef.

O Ministério Público do Rio de Janeiro apontou indícios da participação da família do presidente na manobra para esconder Queiroz.

6 – Ministro do Meio Ambiente investigado por envolvimento em contrabando de madeira ilegal
Todo mundo sabe que os ministérios do governo Bolsonaro foram ocupados por gente altamente desqualif**ada. Mas o cúmulo da inadequação, para se dizer o mínimo, é um criminoso ambiental na cadeira do Ministério do Meio Ambiente.

O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, exonerado pelo presidente, foi um dos alvos da operação Akuanduba da Polícia Federal, que apuram suspeita de facilitação à exportação ilegal de madeira do Brasil para os Estados Unidos e Europa. Não se esperava nada diferente de um ministro que sugeriu passar a boiada nas regras ambientais no meio da pandemia.

7 – Vacinas
A atuação do governo Bolsonaro na pandemia, infelizmente, não se limitou a ignorar os 53 e-mails da Pfizer sobre vacinas. Em reunião fora da agenda, o então ministro Eduardo Pazuello negociou 30 milhões de doses de Coronavac, que foram formalmente oferecidas ao governo Bolsonaro, por quase o triplo do preço negociado pelo Instituto Butantan.

A CPI da Covid do Senado apontou indícios de prevaricação pelo presidente da República no caso por não ter acionado a Polícia Federal ao ser informado das denúncias envolvendo a negociação da Covaxin. E tema mais. Um representante de uma vendedora de vacinas afirmou ter recebido pedido de propina de US$ 1 por dose da AstraZeneca em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde. O pedido teria partido de Roberto Dias, diretor do Ministério da Saúde. Um dos mais graves escândalos de corrupção de Bolsonaro.

8 – Ministro da Educação envolvido em caso de propina com pastores
Inúmeras denúncias inundaram o Ministério da Educação na gestão de Bolsonaro. Na mais inacreditável delas, o ex-ministro Milton Ribeiro foi exonerado do cargo em 28 de março, uma semana após a revelação de uma gravação na qual ele afirma que repassava verbas do ministério para prefeituras indicadas por dois pastores, a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Com acesso e influência, os pastores negociavam o pagamento de propinas (até em barras de ouro e contratos de compra de Bíblia!) com prefeitos em troca de facilitação no acesso às verbas federais.

O ex-ministro foi preso pela Polícia Federal no âmbito da operação “Acesso Pago”. A investigação aponta ainda que Bolsonaro teria interferido nas investigações ao ter avisado ao ex-ministro sobre diligência de busca e apreensão.

9 – Interferências na Polícia Federal
Não foi a primeira vez, não mesmo, que Bolsonaro interferiu na Polícia Federal para favorecer amigos e parentes. Vira e mexe vêm à tona notícias de troca de delegados da corporação para barrar investigações, especialmente contra seus filhos. Na fatídica reunião ministerial ocorrida em abril de 2020, ele confessou interferência na PF e intenção de “proteger a família”. A interferência também travou investigações sobre as rachadinhas de Flávio.

10 – Tratores e equipamentos agrícolas superfaturados
O orçamento secreto bilionário de Bolsonaro bancou trator superfaturado em troca de apoio no Congresso. Parlamentares do Centrão destinaram mais de R$ 271 milhões para compras de tratores a preços infladíssimos. Em alguns casos, o superfaturamento chegou a 259%.

diferentes pelo mesmo órgão público no intervalo de apenas um mês; cidades que precisam de um caminhão e recebem dois, enquanto municípios sem padrinho político não recebem nenhum.

11 – Empresas do chefe da Secom fecharam contratos com o governo federal
E segue a lista de casos de corrupção no governo que diz que não tem corrupção. Braço direito de Bolsonaro, e papagaio de pirata do presidente, Fabio Wajngarten, chefe da Secom, recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo.

À frente da pasta desde abril de 2019, ele também é o principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que mantém contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo.

12 – Ônibus escolares com sobrepreço
Você se lembra do Bolsolão dos ônibus? Mais um item na lista de superfaturados pelo governo. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) autorizou a licitação bilionária para a compra de ônibus escolares com preços inflados. Indicados por Valdemar da Costa Neto e Ciro Nogueira (presidente do PL, partido de Jair Bolsonaro, e ministro da Casa Civil, respectivamente), os diretores aceitaram pagar até R$ 480 mil por cada ônibus que deveria custar no máximo R$ 270,6 mil. O preço total pulou de R$ 1,3 bi para 2,04 bi, um aumento de até 55% ou R$ 732 milhões, segundo noticiou o Estadão.

Pego no pulo, mesmo após o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pedir a suspensão do processo, o FNDE realizou o pregão com R$ 500 milhões a menos. O ônibus que seria vendido a R$ 438 mil passou, de uma hora para outra, a ser cotado por R$ 338 mil. Os preços estavam inflados a ponto de as empresas reduzirem o valor do contrato em MEIO BILHÃO. O TCU, porém, suspendeu o resultado para verif**ar os valores.

13 – Bolsolão do lixo
Na mesma pegada – a de inflar preços e ganhar por fora -, estatais controladas por apadrinhados do centrão licitaram 1.048 caminhões de lixo — um aumento de 500%. Dos R$ 381 milhões destinados para isso, há suspeita de superfaturamento em R$ 109 milhões.

Entre as empresas está a Codevasf, que já conhecemos do escândalo de asfalto, a Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste), e a Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e a Codevasf. Na nova modalidade de despejar recursos do orçamento federal em compactadores de lixo, os movimentos são desconexos: veículos comprados com preços diferentes pelo mesmo órgão público no intervalo de apenas um mês; cidades que precisam de um caminhão e recebem dois, enquanto municípios sem padrinho político não recebem nenhum.

14 – Orçamento Secreto
Por mais que tente negar, Bolsonaro atuou com o Congresso na concepção do orçamento secreto, o mais escandaloso caso de corrupção da história do país. As digitais do presidente são visíveis desde a gestão do orçamento secreto.

Importantes programas do Ministério da Educação foram prejudicados sob o atual governo porque o dinheiro que deveria compor as verbas discricionárias do MEC foi parar nas mãos de parlamentares em troca de apoio a Jair Bolsonaro. Ao menos 18 iniciativas foram prejudicadas pela destinação de R$ 3,7 bilhões ao orçamento secreto, como a Política Nacional de Alfabetização, os Exames e Avaliações Nacionais da Educação Básica e Superior (entre eles o Enem), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e a Concessão de Bolsas de Estudos no Ensino Superior (Capes). Este é apenas um dos efeitos nefastos do orçamento secreto de Bolsonaro.

15 – Sigilos de 100 anos
Se todos esses casos revelados já causam revolta na população, inclusive na parcela que votou em Bolsonaro pelo discurso anticorrupção, imagine o que virá à tona quando os sigilos de 100 anos forem derrubados.

A lista de informações protegidas por decretos de sigilo presidenciais só aumenta, e vai de reuniões com pastores corruptos a processos que investigam o assassinato de um homem por policiais rodoviários federais, passando pelo cartão de vacina e pelos cartões corporativos do presidente.

Alegação de sigilo como negativa às solicitações de informações através do portal Fala.BR, aumentou 663,08% no governo do Capitão Censura.

16 – Mansão do Flávio Bolsonaro
A família Bolsonaro, quando for varrida da vida política do país, pode passar a fazer a vida oferecendo cursos do tipo “como se tornar um milionário com o salário de funcionário público”.

Flávio Bolsonaro, no entanto, ainda não deu explicações plausíveis para, com o salário de um senador, em torno de R$ 25 mil líquido, conseguiu adquirir uma mansão no valor de R$ 5,97 milhões em um bairro nobre de Brasília.

17 – 51 imóveis em dinheiro vivo
E por falar em mansão e prosperidade, a família Bolsonaro também deve explicações sobre os 51 imóveis pagos totalmente ou parcialmente em dinheiro vivo ao longo de 30 anos. Em valores corrigidos pela inflação, foram gastos R$ 25,6 milhões na compra desses imóveis.

Endereço

Santos

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando PORTAL DE NOTICIA BRASIL posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para PORTAL DE NOTICIA BRASIL:

Compartilhar