29/05/2026

A classificação como grupo terrorista afeta as facções e o cenário brasileiro nos seguintes pontos:

Efeitos Financeiros e Legais: Instituições financeiras, fintechs, fundos e empresas brasileiras com exposição ao dólar ou que transacionem no sistema norte-americano passam a enfrentar um rigoroso processo de compliance. Apoio material ou financeiro aos grupos se torna crime federal nos EUA.

Imigração: Integrantes designados ficam proibidos de ingressar nos Estados Unidos, correndo risco de deportação ou prisão.

Resistência do Governo Brasileiro: O Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exteriores resistiam à medida. A avaliação do governo, endossada por especialistas em direito penal, é que as facções possuem caráter mafioso e visam o lucro, não se enquadrando na definição clássica de terrorismo internacional, que exige motivação político-ideológica.

Soberania: Há preocupações de que, sob a doutrina de segurança nacional norte-americana, a classificação abra brechas para operações de inteligência e segurança mais invasivas em solo brasileiro. Especialistas eleitorais afirmam que essa é a primeira interferência do governo norte-americano nas eleições 2026 no Brasil.

📸: Reprodução/Redes Sociais

28/05/2026

FIM DA ESCALA 6X1 | O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), por 472 votos a favor e 22 votos contrários, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19, que põe fim à escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho semanal de 44 horas para 40 horas.

Antes de ser encaminhado para o Senado, o texto precisa ser aprovado em mais um turno pelo plenário da Câmara.
A PEC prevê que a jornada de trabalho terá uma redução de 2 horas semanais já nos 60 dias depois da promulgação da medida. A carga horária sofrerá um decréscimo de mais 2 horas um ano após a primeira redução. A PEC também estabelece o piso de duas folgas semanais e garante que não haverá redução de salário.

Mais cedo, o texto da PEC foi aprovado por 34 votos favoráveis e 4 contrários na Comissão Especial da Câmara.

Ao final da votação o presidente da câmara dos deputados, Hugo Motta (Republicanos), disse que a casa cumpriu o que determina a constituição e que o debate construído na câmara foi sobre saúde pública, dignidade, foi sobre garantir o direito das pessoas viverem e não apenas sobreviverem.

📸: Reprodução/Paulinho da Força

27/05/2026

Deputada do PSOL e grande articuladora da tramitação da PEC que propõe o fim da escala 6x1, Erika Hilton, desabafa durante a discussão e votação do projeto na comissão especial da câmara dos deputados. A deputada disse que “o povo não é bobo e sabe quem desde o primeiro dia esteve contra essa matéria”.

📸: Patrick Feitoza

27/05/2026

Na tarde dessa quarta-feira (27), logo após aprovação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 na comissão especial da câmara dos deputados, o deputado Nicolas Ferreira (PL), em entrevista a tv jovem pan News disse que a aprovação da PEC “acabaria com a nossa economia”.

📸: Patrick Feitoza

27/05/2026

Após quase seis horas de discussão, comissão especial aprova texto que propõe o fim da escala 6x1, de 44 para 40 horas semanais. O texto precisa ser aprovado no senado também.

📸: Patrick Feitoza

27/05/2026

A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala 6x1 pode votar nesta quarta-feira (27) o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). A comissão está reunida para discutir o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

O parecer foi apresentado na segunda-feira (25), mas um pedido de vista coletivo adiou a votação da PEC na comissão especial. A proposta deve ser analisada em seguida pelo Plenário da Câmara, antes de seguir para o Senado.

Durante a discussão o padre Júlio Lancellotti compareceu na comissão para declarar apoio ao fim da escala.

📸: Patrick Feitoza

27/05/2026

Fim da escala 6x1: comissão especial da Câmara iniciou nessa quarta-feira (27), sessão para votar proposta e deputados discutem o texto que reduz jornada semanal de 44 horas para 40 horas, em um período de 14 meses após a aprovação na Câmara a proposta segue para o Senado.

Durante a sessão, o deputado Pastor Isidório (AVANTE) tirou fotos e gravou vídeos com apoiadores. Ele também aproveitou para cantar uma paródia na qual chama os patrões que são contra a redução da escala de “judas”.

📸: Patrick Feitoza

25/05/2026

O parlamento do Irã estaria avaliando uma proposta que prevê o pagamento de cerca de R$ 300 milhões para quem assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A iniciativa, chamada por parlamentares iranianos de “contrataque”, surge em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e ao aumento das tensões entre Teerã, Washington e Tel Aviv.

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta prevê uma recompensa de € 50 milhões para quem “enviar ao inferno” Trump e Netanyahu. O texto estaria sendo discutido dentro de um projeto de lei ligado à segurança nacional iraniana, como resposta direta às operações militares conduzidas por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

A ofensiva iraniana ganhou força principalmente após a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, assassinado durante bombardeios realizados nas primeiras horas do conflito. O ataque aconteceu em 28 de fevereiro de 2026, quando forças americanas e israelenses lançaram uma série de ataques coordenados contra instalações estratégicas iranianas e integrantes da alta cúpula do regime.

A morte de Khamenei provocou uma onda de reações internacionais e elevou ainda mais o risco de ampliação do conflito no Oriente Médio. Enquanto aliados do regime iraniano prometeram vingança, países ocidentais passaram a temer uma escalada militar sem precedentes envolvendo potências nucleares e grupos armados da região.

📸: Reuters

19/05/2026

A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 ganhou novos capítulos no Congresso Nacional e passou a enfrentar forte resistência de prefeitos de todo o país. A estimativa da Confederação Nacional dos Municípios é de que a medida possa gerar impacto de R$ 46 bilhões nos cofres municipais, elevando a pressão sobre deputados e senadores para barrar o avanço do projeto.

A redução da jornada de trabalho é defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma forma de aliviar a rotina dos trabalhadores e se tornou uma das bandeiras do governo federal. A proposta tramita atualmente no Congresso Nacional e preocupa gestores municipais, principalmente em áreas consideradas essenciais.

Segundo o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, a mudança obrigaria as prefeituras a ampliar significativamente o número de servidores para manter os serviços funcionando normalmente. De acordo com o levantamento da entidade, seriam necessários cerca de 700 mil novos funcionários apenas na administração direta dos municípios.

Ziulkoski afirmou ainda que o impacto pode ser ainda maior quando considerados os serviços terceirizados. “Se for levado em consideração os impactos na administração indireta, essa conta é ainda mais alta. O lixo é terceirizado, mas alguém coleta o lixo, vai ter que botar mais gari e ele vai ter que rearticular o contrato dele com a prefeitura”, declarou.

Diante do avanço da proposta no Legislativo, prefeitos intensificaram a articulação política em Brasília. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, receberam um documento elaborado pela CNM com posicionamento contrário ao projeto e alertas sobre os possíveis impactos financeiros nas administrações municipais.

📸: Ricardo Stuckert/PR

19/05/2026

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes derrubou uma decisão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) que determinava a remoção de publicações feitas pelo deputado federal Zeca Dirceu contra o ex-procurador e ex-deputado Deltan Dallagnol.

Nas postagens, o parlamentar petista afirmava que Dallagnol “segue inelegível” e que teria sido “pego tentando desviar R$ 2 bilhões de recursos públicos”. Para Gilmar Mendes, as declarações representam críticas políticas baseadas em documentos e decisões públicas, não configurando desinformação nem propaganda eleitoral antecipada negativa.

Ao analisar o caso, Gilmar afirmou que a decisão do tribunal eleitoral paranaense contrariava entendimentos já consolidados pelo STF sobre liberdade de expressão. Segundo o ministro, as publicações estão respaldadas em “documentos públicos” e em interpretações de decisões já tomadas pela Justiça Eleitoral.

Na ocasião, o TSE concluiu que o ex-procurador pediu exoneração do MPF (Ministério Público Federal) para evitar possíveis processos administrativos disciplinares, situação enquadrada na Lei da Ficha Limpa. O tribunal reconheceu a inelegibilidade de Dallagnol pelo prazo de oito anos, contados a partir de novembro de 2021.

A decisão de Gilmar Mendes ainda pode ser contestada por meio de recurso à Segunda Turma do STF.

📸: Rosinei Coutinho/STF

Endereço

Taguatinga, DF

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