21/08/2026
A Constelação Familiar é uma abordagem terapêutica de caráter fenomenológico e sistêmico, construída a partir das contribuições de diferentes pensadores e pesquisadores. Entre as referências que influenciaram esse campo estão Virginia Satir, Rupert Sheldrake e Bert Hellinger.
O pensamento sistêmico nos convida a observar três princípios fundamentais: pertencimento, hierarquia e equilíbrio entre dar e receber.
Na prática, isso significa olhar para uma história com profundidade e perguntar: quem está faltando? Quem foi excluído? Quem está ocupando um lugar que não lhe pertence? Onde existe excesso de responsabilidade, de cobrança ou de desequilíbrio nas relações?
Quando conseguimos reconhecer esses movimentos e respeitar o lugar e a responsabilidade de cada pessoa, abre-se espaço para novas possibilidades de solução.
E aqui existe algo muito importante: constelar não é procurar culpados, acusar alguém ou simplesmente dar razão a uma das partes. Também não é sobre revitimização ou sobre reafirmar egos e histórias.
É sobre ampliar o olhar.
É reconhecer que, por trás de um conflito, de uma dor ou de um padrão que se repete, existem pessoas, vínculos, histórias e contextos que precisam ser vistos com mais profundidade e humanidade.
Aos adultos cabe assumir a parte que lhes corresponde. Dar a cada um aquilo que lhe pertence e tomar para si aquilo que é sua responsabilidade.
Se você sente que existem questões na sua vida que precisam ser olhadas com mais profundidade, eu quero te convidar para conhecer a Oficina do Eu, uma assistência terapêutica semestral.
São 12 encontros ao longo de seis meses, com dois encontros por mês, incluindo quatro constelações familiares e dois atendimentos energéticos, além do acompanhamento dentro da proposta terapêutica.
Neste momento, devido à alta demanda, temos apenas duas vagas disponíveis para novos ingressos.
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