Ismair Max

Ismair Max Empresário Consultoria em Marketing Político, Eleitoral e Digital. Publicitário, Artista Gráfico.

Referência para trabalhos em marketing político em todo o Triângulo Mineiro, Ismair Max ganhou destaque nos trabalhos vitoriosos na campanha eleitoral de Uberlândia em 2012 ao criar estratégias de marketing inovadoras, claras com simplicidade e sofisticação.

SOLDADO, SIM. E NUNCA DEIXEI DE SER. 🇧🇷Há fardas que um dia deixamos de vestir, mas existem valores que jamais deixamos ...
25/08/2026

SOLDADO, SIM. E NUNCA DEIXEI DE SER. 🇧🇷

Há fardas que um dia deixamos de vestir, mas existem valores que jamais deixamos para trás.

Tenho orgulho de ter pertencido às fileiras do Exército Brasileiro. Ali aprendi, na prática, o significado de disciplina, hierarquia, camaradagem, dever e amor à Pátria. A farda ficou guardada, mas o sangue verde-oliva continua correndo no peito.

Hoje, como membro da ADESG — Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, continuo cultivando os mesmos sentimentos de servir, estudar, contribuir e acreditar no Brasil.

Ser soldado foi uma etapa da minha vida.
Sentir-me soldado é parte de quem eu sou.

Neste 25 de agosto, minha continência e meu respeito a todos aqueles que vestiram e vestem a farda do Exército Brasileiro.

*Braço Forte, Mão Amiga! 🇧🇷🫡*

22/08/2026

Quanto mais o tempo passa, mais eu entendo que algumas viagens não são sobre chegar a algum lugar. São sobre voltar para aquilo que nunca deveria ter saído de dentro da gente.

Minhas raízes, minha família, minha terra, as estradas de Minas, as pessoas simples e suas histórias... tudo isso me lembra quem eu sou e, principalmente, quem ainda quero me tornar.

Meu pai me ensinou uma frase quando eu ainda era muito jovem, e talvez eu precise de uma vida inteira para compreender a grandeza dela:

O bom não é ser importante. O importante é ser bom.

É isso.

Não quero construir uma vida para ocupar um palco. Quero construir uma vida que tenha propósito.

Quero ter tempo para quem amo.
Quero ouvir mais.
Aprender mais.
Contar histórias que merecem não ser esquecidas.
Servir com aquilo que sei fazer.
E, se possível, deixar um pouco de bem pelos caminhos por onde eu passar.

Talvez sucesso seja justamente isso: olhar para trás um dia e perceber que você não foi o homem mais importante da sala...

mas foi um homem bom quando teve a oportunidade de ser.

Eu quero.
Eu posso.
Eu faço.

E o caminho continua. 🛣️

ATÉ ONDE VAI A OSTENTAÇÃO?Antigamente, o poder e o status de um "guia" social vinham do intelecto, da liderança, da alta...
12/08/2026

ATÉ ONDE VAI A OSTENTAÇÃO?

Antigamente, o poder e o status de um "guia" social vinham do intelecto, da liderança, da alta cultura, da grande obra. Hoje a nova linguagem dos algoritmos inverteu essa lógica: o poder agora se mede pela capacidade de desperdiçar.

Virginia teria feito um bate-volta de jatinho particular, São Paulo–Goiânia, só para treinar na academia.

✈️ Fretamento estimado de um jato leve: R$ 54.900 a R$ 75 mil por trecho.
🔄 Ida e volta: R$ 109.800 a R$ 150 mil.

Tudo isso para... malhar.

Antes que me chamem de moralista de plantão: o dinheiro é dela, ela faz o que quiser com ele. Isso não está em julgamento aqui, e quem me conhece sabe que não é esse o meu ponto.

O ponto é outro, e é mais incômodo: quando milhões acompanham essa vida todos os dias, o que vira notícia deixa de ser só notícia, vira termômetro. E o termômetro está dizendo algo sobre nós, não sobre ela.

Porque veja: se "gastar uma fortuna num capricho estético" gera mais engajamento do que um cientista resolvendo um problema ou um professor formando uma geração inteira, isso não é acaso de algoritmo. É sintoma. É o farol que a atenção coletiva já tinha escolhido antes mesmo da notícia existir. A notícia só ampliou o que o público já queria ver.

Então eu pergunto, sem resposta pronta, porque quem me lê sabe que prefiro abrir pergunta a fechar sentença: o farol muda a plateia, ou a plateia é quem escolhe o farol que já queria ter?

Talvez o problema nunca tenha sido quem mostra.
Talvez seja uma sociedade que aprendeu a transformar ostentação em conteúdo, e conteúdo em referência.

E se é referência, alguém está mirando nela. Principalmente os mais novos.

F**a a provocação, com o carinho de sempre por quem tem paciência de ler até aqui.

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09/08/2026

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Apenas um Design sugestivo, comente.

Hoje me despeço de um amigo. De um irmão.Conheci o Celso no início dos anos 2000. Foi ele quem me apresentou a tantas pe...
27/07/2026

Hoje me despeço de um amigo. De um irmão.

Conheci o Celso no início dos anos 2000. Foi ele quem me apresentou a tantas pessoas e transformou um colega de trabalho em um amigo para a vida. Vivemos momentos inesquecíveis, dividimos dificuldades, demos risada quando parecia impossível sorrir e construímos uma amizade que eu imaginava levar até a velhice.

Celso era valente, sincero e intenso. Gostava de Raul Seixas, Beatles, de O Último dos Moicanos e das nossas longas conversas sobre filosofia e estoicismo. Fazíamos planos de envelhecer juntos, ouvindo rock e filosofando sobre a vida.

Hoje a vida escreveu um roteiro diferente.

Meu amigo partiu, mas deixou comigo aquilo que nunca morre: as lembranças, as histórias, as risadas e o privilégio de ter convivido com alguém tão verdadeiro.

Quando tocar um bom rock, quando eu assistir a O Último dos Moicanos ou simplesmente parar para refletir sobre a vida, você estará ali, presente na memória e no coração.

Descanse em paz, meu amigo, meu irmão Celso.

Foi uma honra caminhar ao seu lado. 🤍

Tem gente que vai olhar essas fotos e pensar que elas contam a história de um concurso.Eu vejo algo muito maior.Quando a...
17/07/2026

Tem gente que vai olhar essas fotos e pensar que elas contam a história de um concurso.

Eu vejo algo muito maior.

Quando a academia lançou o desafio de premiar a melhor caracterização de festa caipira, minha primeira resposta foi um "não". Não fazia muito meu estilo.

Mas aí entrou em cena a minha maior motivação: minha filha, MARIA FERNANDA.

Com aquele brilho nos olhos que só uma filha consegue ter, ela me deu uma ordem e me convenceu. Escolheu os detalhes, fez as trancinhas, colocou os lacinhos no meu cabelo e se dedicou como se aquele momento fosse dela.

E era.

Entre vários participantes, fui escolhido para a final. Depois, entre os quatro finalistas, recebi 102 votos e conquistei o primeiro lugar.

Recebi o prêmio, mas a verdadeira vencedora estava ao meu lado desde o começo.

Porque esse prêmio não representa o homem que aparece na foto. Representa o carinho, a dedicação e o amor de uma menina que transformou um simples concurso em uma lembrança que vou guardar para sempre.

Filha, se hoje existe um campeão nessa história, foi porque você viu no papai quando eu mesmo não via nem queria participar.

Este prêmio é seu.

Obrigado por me ensinar que, às vezes, as maiores vitórias não acontecem quando subimos ao pódio, mas quando permitimos que quem amamos faça parte da nossa caminhada.

Maria Fernanda, eu te amo mais do que as palavras conseguem explicar. Você é, e sempre será, o maior presente que Deus colocou na minha vida. ❤️🏆

Duas jovens. Dois sonhos. Um ponto em comum.Há alguns meses acompanhamos a história de Juliana Marins, 26 anos, que atra...
15/06/2026

Duas jovens. Dois sonhos. Um ponto em comum.

Há alguns meses acompanhamos a história de Juliana Marins, 26 anos, que atravessava o mundo em busca de experiências. Neste domingo, fomos impactados pela notícia envolvendo Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, que vivia intensamente cada desafio.

O ponto em comum entre elas? Ambas acreditavam que alguém estava zelando por sua segurança. Mas algo falhou.
Segundo os relatos divulgados sobre os casos, não foi a coragem delas que as levou. Não foi a aventura. Não foi a natureza.
Foi a ausência do cuidado que nunca deveria faltar.

E isso nos obriga a refletir:
Quando foi que o zelo pela vida passou a ser tratado como detalhe?

Vivemos uma época em que a tecnologia avança, os processos se multiplicam e promessas são vendidas todos os dias. Mas nada disso tem valor se faltar aquilo que deveria vir antes de tudo: responsabilidade.

Essa reflexão me atingiu ainda mais porque, há poucos dias, presenciei uma situação que jamais esquecerei. Uma senhora tentava tirar a própria vida em um viaduto aqui em Uberlândia. Sim, fui eu quem a salvei, mas, deixa pra la e pense comigo, sabe o que mais me marcou? Não foi o resgate em si, mas perceber quantas pessoas passaram pelo local sem sequer enxergar o sofrimento que estava diante delas.

Aquilo me fez pensar que o maior problema do nosso tempo talvez não seja a falta de recursos. Talvez seja a falta de atenção ao ser humano.

Porque uma checagem a mais pode salvar uma vida.
Um minuto de atenção pode evitar uma tragédia.
E uma pessoa que confia em você merece muito mais do que pressa, distração ou negligência.

Que a memória de Juliana e Maria Eduarda nos lembre de algo simples:
Toda vida colocada sob nossa responsabilidade é um compromisso sagrado.

Pense nisso.
Tenha uma semana abençoada.

Hoje eu lixei minhas unhas.Pode parecer uma frase banal. Afinal, é uma tarefa simples, dessas que passam despercebidas n...
29/05/2026

Hoje eu lixei minhas unhas.

Pode parecer uma frase banal. Afinal, é uma tarefa simples, dessas que passam despercebidas no dia a dia. Mas, curiosamente, esse pequeno gesto me trouxe uma grande reflexão.

Tudo começou porque minha operadora de internet informou que eu ficaria algumas horas sem conexão. Mais tarde, cheguei à escola da minha filha com cerca de meia hora de antecedência. Como fazemos quase automaticamente, peguei o celular para passar o tempo. Mas não havia internet.

Foi então que surgiu uma pergunta simples: o que fazer agora?

Enquanto procurava alguma ocupação, encontrei uma lixa de unhas. E me lembrei de um hábito antigo. Durante minha adolescência e início da vida adulta, eu não apenas cortava as unhas às pressas; eu dedicava alguns minutos para cuidar delas, acertar os detalhes, observar minhas próprias mãos.

Com o passar dos anos, porém, fui abandonando esse costume. Não porque ele deixou de ser importante, mas porque meu tempo passou a ser disputado por notificações, redes sociais e pela necessidade constante de estar conectado.

Naquele estacionamento, sem sinal de internet e sem distrações digitais, resolvi simplesmente lixar minhas unhas.

Foram apenas alguns minutos. Mas bastaram.

Observei minhas mãos com calma. Cuidei de algo que estava precisando de atenção. E percebi que, sem querer, havia trocado muitos pequenos momentos de autocuidado pelo hábito de preencher qualquer intervalo livre com uma tela.

Não se trata de condenar a tecnologia. Ela é indispensável. Vivemos em um mundo em que estar conectado é uma necessidade. A informação nos ajuda, nos aproxima e impulsiona nossas profissões e projetos.

Mas existe uma diferença entre estar conectado ao mundo e estar permanentemente distraído dele.

Talvez um dos maiores desafios do nosso tempo seja justamente esse: continuar acompanhando o que acontece lá fora sem perder a conexão com o que acontece aqui dentro.

Porque, às vezes, tudo o que precisamos não é de mais uma atualização, mais um vídeo ou mais uma notícia.

Às vezes, precisamos apenas de alguns minutos para olhar para nós mesmos.

E a minha lembrança disso veio através de uma simples lixa de unhas esquecida no porta-luvas.

Em 1987, meu irmão nasceu.E, curiosamente, fui eu quem escolheu seu nome.Desde menino, havia em mim um amor imenso pelo ...
13/05/2026

Em 1987, meu irmão nasceu.

E, curiosamente, fui eu quem escolheu seu nome.

Desde menino, havia em mim um amor imenso pelo verde-oliva, pelo Exército Brasileiro, por aquilo que representa honra, dever e proteção. Eu era apenas uma criança, mas defendia minha lógica com a convicção de quem apresenta uma tese de vida:

— Se o Exército protege as fronteiras e os extremos da Pátria, então "Luiz", "Silva" deveriam existir em homenagem a Luiz Alves de Lima e Silva, o eterno Duque de Caxias.

Mas então veio a pergunta que mudou tudo:

— E quem protege o interior? O centro? O âmago?

Ora… meu pai, "Henrique de Deus".

E assim nasceu:
Luiz Henrique de Deus Silva.

Naquele instante infantil, eu achava ter descoberto o próprio sentido das coisas.
“Eureca”, diria o menino que eu fui.

Os anos passaram… diversas, centenas de histórias mas, vamos nos ater ao que representa hoje.

E então veio Théo.
Meu sobrinho.
Mas, na verdade, um filho que Deus decidiu me emprestar em outro colo.

E como se o coração gostasse de repetir seus próprios laços, ele cresce olhando para mim, indo para o Jiu-Jitsu, dividindo sonhos, passos e admiração. Ah… como isso alegra um tio.

Até que um dia meu irmão me liga em vídeo.

Atendo sem imaginar nada.

E então vem a notícia:
— Você será tio novamente.

Naquele instante, algo floresceu dentro de mim.

Nasceria Liz.

Nossa pequena Liz.

E aqui começam aquelas coincidências que talvez não sejam coincidências coisa alguma, mas apenas Deus escrevendo poesia onde a gente chama de acaso.

Nasci em 1º de maio.
Em silêncio, dia após dia, desejei que ela viesse ao mundo na mesma data que eu.

Mas Deus, que sempre escreve melhor, escolheu o dia 12 de maio.

O Dia Internacional da Enfermagem.

O mesmo dia do nascimento do Marechal Hermes da Fonseca, Patrono do Serviço de Saúde do Exército Brasileiro.

E o mais bonito nisso tudo:
foi justamente no Serviço de Saúde do Exército que me tornei Cabo.

Como explicar?

São detalhes demais para serem apenas detalhes.

E ainda havia o nome…

Liz.

De origem hebraica, vindo de Elishebba:
“Meu Deus é juramento.”
“Meu Deus é abundância.”

E ela chega exatamente assim:
como promessa.
como abundância.
como bênção.

Minha filha de coração…
que alegria saber da sua chegada com saúde, com luz, com plenitude.

Hoje, apenas Deus conhece a dimensão exata do que sinto.

Você ainda nem entende o mundo, e já conseguiu unir ainda mais tantos corações ao seu redor.

E veja bem:
todos vão querer um pedaço seu.
O colo.
O sorriso.
O abraço.
A atenção.

Mas isso tem um nome simples:

Família.

Você chega cercada de amor.
Protegida.
Abraçada.
Guardada.

Porque antes mesmo de abrir os olhos para o mundo…
já existia um exército inteiro disposto a cuidar de você.

Nós somos a sua família.

E eu…

eu sou o seu TioMaí.

TE AMO, LIZ.

— TioMaí

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