Ismair Max

Ismair Max Empresário Consultoria em Marketing Político, Eleitoral e Digital. Publicitário, Artista Gráfico.

Referência para trabalhos em marketing político em todo o Triângulo Mineiro, Ismair Max ganhou destaque nos trabalhos vitoriosos na campanha eleitoral de Uberlândia em 2012 ao criar estratégias de marketing inovadoras, claras com simplicidade e sofisticação.

Hoje eu lixei minhas unhas.Pode parecer uma frase banal. Afinal, é uma tarefa simples, dessas que passam despercebidas n...
29/05/2026

Hoje eu lixei minhas unhas.

Pode parecer uma frase banal. Afinal, é uma tarefa simples, dessas que passam despercebidas no dia a dia. Mas, curiosamente, esse pequeno gesto me trouxe uma grande reflexão.

Tudo começou porque minha operadora de internet informou que eu f**aria algumas horas sem conexão. Mais tarde, cheguei à escola da minha filha com cerca de meia hora de antecedência. Como fazemos quase automaticamente, peguei o celular para passar o tempo. Mas não havia internet.

Foi então que surgiu uma pergunta simples: o que fazer agora?

Enquanto procurava alguma ocupação, encontrei uma lixa de unhas. E me lembrei de um hábito antigo. Durante minha adolescência e início da vida adulta, eu não apenas cortava as unhas às pressas; eu dedicava alguns minutos para cuidar delas, acertar os detalhes, observar minhas próprias mãos.

Com o passar dos anos, porém, fui abandonando esse costume. Não porque ele deixou de ser importante, mas porque meu tempo passou a ser disputado por notif**ações, redes sociais e pela necessidade constante de estar conectado.

Naquele estacionamento, sem sinal de internet e sem distrações digitais, resolvi simplesmente lixar minhas unhas.

Foram apenas alguns minutos. Mas bastaram.

Observei minhas mãos com calma. Cuidei de algo que estava precisando de atenção. E percebi que, sem querer, havia trocado muitos pequenos momentos de autocuidado pelo hábito de preencher qualquer intervalo livre com uma tela.

Não se trata de condenar a tecnologia. Ela é indispensável. Vivemos em um mundo em que estar conectado é uma necessidade. A informação nos ajuda, nos aproxima e impulsiona nossas profissões e projetos.

Mas existe uma diferença entre estar conectado ao mundo e estar permanentemente distraído dele.

Talvez um dos maiores desafios do nosso tempo seja justamente esse: continuar acompanhando o que acontece lá fora sem perder a conexão com o que acontece aqui dentro.

Porque, às vezes, tudo o que precisamos não é de mais uma atualização, mais um vídeo ou mais uma notícia.

Às vezes, precisamos apenas de alguns minutos para olhar para nós mesmos.

E a minha lembrança disso veio através de uma simples lixa de unhas esquecida no porta-luvas.

Em 1987, meu irmão nasceu.E, curiosamente, fui eu quem escolheu seu nome.Desde menino, havia em mim um amor imenso pelo ...
13/05/2026

Em 1987, meu irmão nasceu.

E, curiosamente, fui eu quem escolheu seu nome.

Desde menino, havia em mim um amor imenso pelo verde-oliva, pelo Exército Brasileiro, por aquilo que representa honra, dever e proteção. Eu era apenas uma criança, mas defendia minha lógica com a convicção de quem apresenta uma tese de vida:

— Se o Exército protege as fronteiras e os extremos da Pátria, então "Luiz", "Silva" deveriam existir em homenagem a Luiz Alves de Lima e Silva, o eterno Duque de Caxias.

Mas então veio a pergunta que mudou tudo:

— E quem protege o interior? O centro? O âmago?

Ora… meu pai, "Henrique de Deus".

E assim nasceu:
Luiz Henrique de Deus Silva.

Naquele instante infantil, eu achava ter descoberto o próprio sentido das coisas.
“Eureca”, diria o menino que eu fui.

Os anos passaram… diversas, centenas de histórias mas, vamos nos ater ao que representa hoje.

E então veio Théo.
Meu sobrinho.
Mas, na verdade, um filho que Deus decidiu me emprestar em outro colo.

E como se o coração gostasse de repetir seus próprios laços, ele cresce olhando para mim, indo para o Jiu-Jitsu, dividindo sonhos, passos e admiração. Ah… como isso alegra um tio.

Até que um dia meu irmão me liga em vídeo.

Atendo sem imaginar nada.

E então vem a notícia:
— Você será tio novamente.

Naquele instante, algo floresceu dentro de mim.

Nasceria Liz.

Nossa pequena Liz.

E aqui começam aquelas coincidências que talvez não sejam coincidências coisa alguma, mas apenas Deus escrevendo poesia onde a gente chama de acaso.

Nasci em 1º de maio.
Em silêncio, dia após dia, desejei que ela viesse ao mundo na mesma data que eu.

Mas Deus, que sempre escreve melhor, escolheu o dia 12 de maio.

O Dia Internacional da Enfermagem.

O mesmo dia do nascimento do Marechal Hermes da Fonseca, Patrono do Serviço de Saúde do Exército Brasileiro.

E o mais bonito nisso tudo:
foi justamente no Serviço de Saúde do Exército que me tornei Cabo.

Como explicar?

São detalhes demais para serem apenas detalhes.

E ainda havia o nome…

Liz.

De origem hebraica, vindo de Elishebba:
“Meu Deus é juramento.”
“Meu Deus é abundância.”

E ela chega exatamente assim:
como promessa.
como abundância.
como bênção.

Minha filha de coração…
que alegria saber da sua chegada com saúde, com luz, com plenitude.

Hoje, apenas Deus conhece a dimensão exata do que sinto.

Você ainda nem entende o mundo, e já conseguiu unir ainda mais tantos corações ao seu redor.

E veja bem:
todos vão querer um pedaço seu.
O colo.
O sorriso.
O abraço.
A atenção.

Mas isso tem um nome simples:

Família.

Você chega cercada de amor.
Protegida.
Abraçada.
Guardada.

Porque antes mesmo de abrir os olhos para o mundo…
já existia um exército inteiro disposto a cuidar de você.

Nós somos a sua família.

E eu…

eu sou o seu TioMaí.

TE AMO, LIZ.

— TioMaí

E quem disse que você se foi?Quem teve a ousadia de afirmar isso?Porque, sinceramente… basta eu fechar os olhos, ou nem ...
30/04/2026

E quem disse que você se foi?

Quem teve a ousadia de afirmar isso?

Porque, sinceramente… basta eu fechar os olhos, ou nem isso e ainda sei exatamente onde te encontrar.
Ali pelo Bairro Martins, descendo a Bueno Brandão, na esquina com a Monte Carmelo… ou subindo pela Indianópolis.
Você está lá. Sempre esteve.

Talvez eu estranhe se a moto não estiver estacionada.
Ou se o silêncio tomar o lugar de Lightning Crashes, de Minha Alma, ou das canções do Oswaldo Montenegro, em especial Incompatibilidade.
Aí sim… talvez eu desconfie que você saiu, quem sabe foi ao Rio, rumo ao Maracanã, para ver mais um jogo do MENGÃO.

Mas ir embora de verdade?
Não… isso não.

Primo, o tempo até cumpre seu papel.
Ele ameniza a dor, devolve um pouco da paz que a ausência leva embora.
Mas não apaga. Nunca apaga.

Porque sempre f**a um vazio.
E algumas feridas… essas não fecham. Elas apenas aprendem a conviver com a gente.

E, no meio disso tudo, me vem à memória aquele verso imortal de Édith Piaf, em Non, Je ne regrette rien:

"...Não, não me arrependo de nada não, de nada, de nada mesmo Não, não me arrependo de nada nem com o bem que eles me fizeram nem com o mal, não me importo com nada disso não, de nada, de nada mesmo..."

E esse trecho talvez resuma você por inteiro.

Você viveu como poucos.
Intenso. Autêntico. Inconfundível.

Tão único… que até o seu nome virou história.
“Gérard Depardieu de France Paris Olivier” dito com sorriso, com saudade, com respeito.
E o mais curioso: até hoje, quem encontro pelo caminho e que lhe conheceu, mesmo sem saber da sua partida, ainda se emociona ao te lembrar.

Isso diz tudo.

Hoje, quatro anos depois, f**a a certeza:
foi cedo demais… para o nosso tempo.
Ainda havia muito a viver, muito a compartilhar.

Mas para quem viveu como você viveu… talvez o tempo tenha sido exatamente do tamanho da intensidade.

À sua memória,
ao tio Onésio,
aos seus irmãos, sobrinhos, aos nossos…

F**a o que realmente importa:
O Amor não termina.

Ele não obedece à ausência.
Não se curva ao tempo.
Não aceita despedidas definitivas.

Você continua aqui.
Do meu lado. Do nosso lado.

E sempre vai continuar.

Até breve, primo. Saudades.

“Quem viveu sabe exatamente do que eu tô falando.Não era Rock in Rio, não era Live Aid, muito menos Woodstock.Mas pra nó...
20/04/2026

“Quem viveu sabe exatamente do que eu tô falando.
Não era Rock in Rio, não era Live Aid, muito menos Woodstock.
Mas pra nós… era maior.
Em uma cidade simples, de gente simples, sonhos grandes e coração aberto, existia algo que transformava qualquer noite comum em evento inesquecível: a lendária BANDA FIX DANCE.
Final dos anos 90, começo dos 2000… luz improvisada, som nem sempre perfeito, mas uma energia que não se explica, se sente.
Era ali que a gente se encontrava. Era ali que nasciam histórias, paixões, risadas e memórias que o tempo não apagou.
Hoje bate aquela dúvida: é saudade… ou é nostalgia?
Talvez seja os dois. Ou talvez seja só o reconhecimento de que a gente viveu, de verdade, uma época que não volta mais.
E sim… FOI TOP.”

06/04/2026

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20/03/2026

Reflexão sobre o Tempo, sem ocupar o seu tempo.

A política começa no indivíduo.Antes de exigir responsabilidade dos representantes, precisamos reconhecer a responsabili...
16/02/2026

A política começa no indivíduo.

Antes de exigir responsabilidade dos representantes, precisamos reconhecer a responsabilidade das escolhas que fazemos.

Democracia sem consciência vira instabilidade.

O poder é um amplif**ador.Ele não cria virtudes nem defeitos, apenas os expõe em escala maior.Por isso, discutir polític...
15/02/2026

O poder é um amplif**ador.

Ele não cria virtudes nem defeitos, apenas os expõe em escala maior.

Por isso, discutir política sem discutir caráter é sempre superficial.

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