Dedonaferida

Dedonaferida "Onde a verdade dói, mas precisa ser dita".

17/03/2026

Após a publicação da matéria “Reclamação de Condomínio no Torres Mansour”, o síndico Jhonathan Segala teve garantido o direito de resposta sobre os pontos mencionados.

O portal Dedo na Ferida esclarece que a produção de reportagens não implica concordância com qualquer das partes envolvidas, mas sim o cumprimento do papel jornalístico de informar a população com responsabilidade. O compromisso do veículo é apresentar os fatos, assegurando espaço para os diferentes lados da história, sem emitir juízo de valor ou posicionamento sobre quem está certo ou errado.

A equipe de repórteres e editores atua de forma profissional e independente, sendo que opiniões individuais não refletem o posicionamento final do Dedo na Ferida.

Ressalta-se ainda que os relatos apresentados por moradores, ao denunciarem situações, não representam afirmação de veracidade por parte do Dedo na Ferida. A apuração definitiva dos fatos cabe aos órgãos competentes. Não é função da imprensa julgar pessoas ou tomar partido, mas sim, informar com equilíbrio e responsabilidade.

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Reportagem: Leo Soares

15/03/2026

Uma casa sobre rodas:

Um casal viajante que percorre o país em um motorhome está compartilhando nas redes sociais as experiências pelas cidades por onde passa. Desta vez, o destino da viagem é a cidade de Uberlândia.

Segundo os viajantes, a cidade chamou a atenção pela energia e receptividade das pessoas. Eles destacam que Uberlândia possui uma atmosfera vibrante, com muitos lugares bonitos para conhecer e uma população acolhedora.

Agora, os viajantes pedem a participação dos moradores e seguidores para indicar pontos turísticos e experiências que não podem ficar de fora do roteiro durante a passagem por Uberlândia.

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14/03/2026

Criança sai de escola sem autorização e pais registram ocorrência:

Um caso que causou preocupação entre pais e responsáveis foi registrado após uma criança sair sem autorização da Escola Municipal Professora Orlanda Neves Strack.

De acordo com o relato do pai, por volta das 17h30 a mãe foi até a escola para buscar o filho, mas ao chegar ao local percebeu que a criança não estava mais na unidade. Assustada, ela entrou em contato com o marido, Anderson, que deixou o trabalho e seguiu imediatamente para a escola.

No local, o pai procurou informações com o professor de educação física responsável pela turma, Wellington Silva, e também com a direção da escola, porém ninguém soube informar o paradeiro da criança. Segundo ele, apenas os pais possuem autorização para retirar o aluno da escola.

Ainda conforme o relato, Anderson solicitou acesso às imagens do circuito interno de câmeras para verificar o horário e com quem o filho teria saído da unidade. No entanto, a direção informou que as gravações só poderiam ser disponibilizadas com autorização da prefeitura.

Durante o impasse, os pais ficaram cada vez mais nervosos e a mãe da criança chegou a sofrer uma crise de ansiedade no local.

Após algum tempo, Anderson entrou em contato com um terceiro responsável por levar o menino até a escola. O homem informou que, ao buscar o próprio irmão, acabou se confundindo e levou o filho de Anderson junto, mesmo sem ter autorização para retirá-lo da unidade.

Diante do fato de que o aluno saiu da escola sem que o professor responsável ou outros funcionários percebessem a situação, Anderson decidiu procurar um posto policial para registrar a ocorrência.

O pai também relatou que, no primeiro dia de aula deste ano, a criança já havia sido dada como desaparecida dentro da escola.

Na ocasião, a mãe a encontrou posteriormente dentro de um banheiro da unidade. Segundo ele, na data o mesmo professor também era responsável pela turma.

14/03/2026

Violência doméstica

A vítima de agressão em um caso de violência doméstica voltou a se manifestar publicamente em Uberlândia. Bárbara Carrijo Lasmar relatou que ainda sente medo após as agressões que sofreu do ex-companheiro.

Segundo Bárbara, mesmo com a concessão de medida protetiva pela Justiça, o receio permanece, principalmente por causa da filha. A criança também teria sido atingida durante as agressões, já que estava no colo da mãe no momento em que ela foi atacada.

O suspeito chegou a ser preso em flagrante por lesão corporal em contexto de violência doméstica, após o caso ocorrido em uma academia no bairro Alto Umuarama. No entanto, durante audiência de custódia, a Justiça concedeu liberdade provisória ao investigado, com a imposição de medidas protetivas, como o afastamento e a proibição de se aproximar da vítima.

O caso segue sendo acompanhado pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Caso as medidas impostas sejam descumpridas, o investigado poderá voltar a ser preso.

Situações como essa voltam a acender o alerta para os casos de violência doméstica, que continuam sendo registrados dentro de casa e muitas vezes envolvem também crianças e familiares próximos.

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Reportagem: Leo Soares

12/03/2026

Manifestação do 8M reúne movimentos e cobra enfrentamento à violência contra mulheres em Uberlândia-MG

E durante o mês dedicado às mulheres, uma nova manifestação do 8 de Março (8M) foi realizada em Uberlândia. O ato, que cresce ano após ano na cidade, reuniu diversos movimentos sociais, ONGs, instituições e representantes políticos.

A mobilização levou às ruas debates sobre temas que continuam marcando a realidade de muitas mulheres: violência, desigualdade de gênero, garantia de direitos, abuso sexual e o debate sobre o ab**to. Para os organizadores, embora atuais, essas pautas representam problemas históricos que ainda persistem na sociedade.

A manifestação ganha ainda mais relevância diante do cenário preocupante de violência contra mulheres. Brasil figura entre os países com maiores índices de assassinatos de mulheres no mundo, ocupando a quinta posição em rankings internacionais relacionados ao feminicídio.

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07/03/2026
07/03/2026

Manifestação na saúde pública: moradores protestam contra territorialização em frente à UAI Luizote

Moradores e usuários da saúde pública municipal realizaram, na noite desta quinta-feira, uma manifestação em frente à UAI Luizote, localizada na Avenida Matheus Vaz, no bairro Luizote de Freitas. O ato teve como principal reivindicação o fim da chamada territorialização no atendimento da rede pública de saúde.

Segundo os manifestantes, a mudança tem feito com que moradores da região sejam encaminhados para unidades de saúde mais distantes de suas residências, dificultando o acesso ao atendimento médico.

Em entrevista à reportagem, Tânia Lúcia, representante do SUS entre os moradores, afirmou que grande parte da população deseja voltar a ser atendida na UBS Luizote, como ocorria anteriormente.

“Essa população tem cadeirantes, pessoas idosas. Muitos estão tendo que andar mais de 2 quilômetros para conseguir atendimento médico, sendo que antes precisavam percorrer apenas cerca de 200 metros”, afirmou.

Moradora antiga do bairro, Márcia Cristina também relatou as dificuldades enfrentadas após a mudança no sistema de atendimento.

“Sou diabética, cardíaca, tenho pressão alta e problema de coluna. Vim ao médico e me disseram que eu teria que ir até a UBS 3, mas não tenho condição de andar. Já tive trombose”, relatou.

Os moradores pedem que o secretário municipal de Saúde reavalie a decisão sobre a territorialização, considerando as dificuldades enfrentadas por idosos, pessoas com deficiência e pacientes com doenças crônicas.

Após a manifestação, a expectativa da comunidade é que o poder público analise a situação e apresente uma solução que garanta melhor acesso ao atendimento de saúde para os moradores da região.

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Reportagem: Léo Soares

03/03/2026

Reclamação de condomínio.

Uma demanda de moradores do bairro Torres do Mansour, em Uberlândia, foi acompanhada pela reportagem nesta semana.

Uma moradora, que preferiu não se identificar, relatou que o condomínio enfrenta falta de água pelo menos três vezes na semana. Segundo ela, o problema tem causado transtornos frequentes aos residentes.

Outros moradores também se manifestaram e apontaram, além da interrupção no abastecimento, a situação da piscina, que estaria sem a devida manutenção. Há ainda reclamações sobre a suposta falta de retorno do síndico às demandas apresentadas pelos condôminos.

Outra queixa recorrente diz respeito à prestação de contas. De acordo com os relatos, o livro com as informações financeiras não estaria disponível na portaria, como esperam os moradores, que cobram mais transparência e providências.

A reportagem deixa o espaço aberto para que o síndico citado possa apresentar esclarecimentos ou exercer o direito de resposta.

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Reportagem: Léo Soares

02/03/2026

O valor foi pago mas serviços não foram realizados:

Uma consumidora denunciou ter pago por serviços automotivos que, segundo ela, não foram realizados. O caso ocorreu após a cliente levar o veículo a uma oficina inicialmente para a troca de um pneu.

No entanto, durante o atendimento, teria sido informada sobre a necessidade de uma série de outros reparos, que totalizaram aproximadamente R$ 2 mil.

Desconfiada da quantidade de serviços apontados, a mulher procurou um profissional de sua confiança para uma nova avaliação. Após análise do veículo, o mecânico teria constatado que os reparos cobrados não haviam sido executados.

Indignada com a situação, a consumidora registrou reclamação junto ao Procon e informou que pretende acionar o Judiciário para buscar ressarcimento e responsabilização dos envolvidos.

O caso serve de alerta para que proprietários de veículos redobrem a atenção ao contratar serviços automotivos, priorizando oficinas de confiança e exigindo detalhamento e comprovação dos reparos realizados.

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Reportagem: Léo Soares

28/02/2026

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