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ISA ENERGIA BRASIL executa o Plano Verão em cooperação com agentes do setor elétrico no litoral paulistaObjetivo é mante...
08/01/2026

ISA ENERGIA BRASIL executa o Plano Verão em cooperação com agentes do setor elétrico no litoral paulista
Objetivo é manter a confiabilidade do fornecimento de energia elétrica, com segurança e resiliência, assegurando medidas para casos de contingências como ocorrências durante a alta temporada;Investimento da Companhia é de aproximadamente R$ 320 milhões no litoral de SP;Plano inclui helicóptero, subestação móvel, kits de torres de emergência e equipes especializadas e de linha viva posicionadas estrategicamente para preservar a celeridade no atendimento.

São Paulo, 08 de janeiro de 2026 – A ISA ENERGIA BRASIL, líder em transmissão de energia no País e responsável por cerca de 95% da energia transmitida no Estado de São Paulo, ressalta a importância do Plano de Operação para o Verão 2025/2026 (período entre novembro de 2025 e março de 2026, que contempla uma série de iniciativas para atender à alta demanda de energia elétrica nas cidades do litoral paulista), com a finalidade de manter a confiabilidade no fornecimento de energia elétrica na região. A iniciativa assegura um sistema elétrico mais resiliente para mais de 10 milhões de pessoas, estimativa de turistas que estarão na localidade durante a alta temporada de verão.

O trabalho foi oficialmente iniciado na Reunião de Pré-Temporada, com a participação de transmissoras, distribuidoras e órgãos do setor elétrico, que resultou em um acordo estabelecido em novembro de 2025. Os agentes firmaram compromissos de apoio mútuo, incluindo o monitoramento contínuo das condições do sistema e a mobilização conjunta de recursos e equipes em caso de contingências. A iniciativa fortalece a confiabilidade do fornecimento de energia ao Litoral Norte, Litoral Sul e Baixada Santista durante os períodos de maior demanda – especialmente Natal, Réveillon e Carnaval.

Atuação eficaz

Com o compromisso de manter a sua rede de transmissão disponível, garantindo o fornecimento seguro para distribuidoras, moradores e turistas, a ISA ENERGIA BRASIL investiu no litoral de São Paulo cerca de R$ 320 milhões em Projetos de Reforços e Melhorias, que incluem substituição de equipamentos como disjuntores, seccionadoras, sistemas de proteção e transformadores de corrente, de potencial e de potência. Destaca-se um volume superior de 60% ao aplicado no ano anterior, aumentando a confiabilidade e a capacidade operacional do sistema.

Para complementar, foi realizado um plano robusto de manutenções de ativos ao longo de 2025, incluindo inspeções e manutenções preventivas das subestações e linhas de transmissão do litoral (Bertioga II, São Sebastião, Peruíbe, Mongaguá, Vicente de Carvalho, Baixada Santista, Registro e Caraguatatuba), com monitoramento de transformadores, disjuntores, entre outros equipamentos, reforçando os sistemas de proteção e permitindo respostas mais rápidas em situações de ocorrência.

Assim como em anos anteriores, a Companhia segue com seu plano de contingência para atuar com agilidade em qualquer circunstância. Estão previstos helicóptero estrategicamente posicionado em Cubatão para garantir resposta rápida em áreas de difícil acesso; kits de torres de transmissão de emergência, que podem ser montadas em até 24 horas; subestação móvel, em parceria com a Elektro, com capacidade de 30 MVA (megavolt-ampères), localizada em São Sebastião para atendimento à região de Ilhabela; equipes de linha viva (trabalho em redes elétricas com o circuito energizado) e especializadas em sobreaviso, com turnos reforçados nos feriados (Natal, Réveillon e Carnaval); e equipamentos especiais, como plataformas elevatórias e cestos aéreos.

Nova estratégia de operação com o BESS

O Sistema de Armazenamento de Energia em Bateria (BESS) em larga escala instalado na Subestação Registro, em São Paulo, uma das principais inovações do sistema de transmissão brasileiro, ganha papel ampliado no período. Na Temporada de Verão 2025–2026, o BESS continuará sendo utilizado para controle do carregamento das linhas de transmissão, prática já aplicada nos picos de demanda, com possibilidade de despachos adicionais não programados conforme condições climáticas e sistêmicas. Estão previstos acionamentos no Carnaval, como foi realizado no Natal e Réveillon, além de operações extras quando necessário, especialmente durante ondas de calor, rajadas de vento, tempestades ou aumento significativo do fluxo turístico.

“O Plano de Operação para o Verão reforça o compromisso que temos, na ISA ENERGIA BRASIL, com a confiabilidade do fornecimento de energia no litoral paulista, algo contínuo na Companhia. Durante 2025 seguimos ampliando os investimentos, com disciplina operacional, modernização dos equipamentos e aperfeiçoamento da operação do nosso sistema de armazenamento. Com isso, atuaremos em 2026 de maneira ainda mais preventiva (safe-fail) com uma resposta ágil e coordenada com os demais agentes do setor, um trabalho integrado que é fundamental para garantir um verão com energia confiável e segura para moradores e turistas da região”, afirma Bruno Isolani, Diretor-executivo de Operações da ISA ENERGIA BRASIL.

Foto: Divulgação/ ISA ENERGIA BRASIL
Figura 1: Sistema de armazenamento em baterias (BESS) instalado na Subestação Registro (SP), é fundamental nessa estratégia

Foto: Divulgação/ ISA ENERGIA BRASIL
Linha de transmissão Baixada Santista - Tijuco Preto C3, localizada na Serra do Mar, entre Santo André e Cubatão (SP)

08/01/2026

Cubo Itaú cria Advisory Board externo e anuncia Caio Amato, presidente global da Oakley, e André Barrence, ex-Google, como primeiros membros

Executivos com trajetória global se unem ao Cubo Itaú para inspirar decisões estratégicas e ampliar o impacto no ecossistema de inovação

São Paulo, janeiro de 2026 — O Cubo Itaú, ecossistema de inovação da América Latina, anuncia a criação de seu Advisory Board, um grupo consultivo externo e independente do Conselho de Administração, que terá como missão apoiar a organização com visões estratégicas, tendências globais e inspiração para a inovação.

Os primeiros membros confirmados são Caio Amato, presidente global da Oakley, e André Barrence, executivo com passagem pelo Google e ampla experiência em tecnologia, inovação e construção de produtos digitais em escala global. Juntos, eles trazem ao Cubo repertórios complementares que conectam cultura, marca, tecnologia e futuro, fortalecendo o papel do ecossistema como plataforma de impacto para startups, grandes empresas e a sociedade.

O Advisory Board do Cubo Itaú terá um papel inspiracional e consultivo, sem responsabilidade fiduciária, contribuindo para reflexões estratégicas que fortaleçam a missão do Cubo de gerar impacto positivo no ecossistema de startups, grandes empresas e na sociedade.

“Criar um Advisory Board externo é um passo natural na evolução do Cubo. Queremos nos cercar de pessoas que provoquem, inspirem e tragam perspectivas diferentes sobre futuro, inovação e impacto”, ressalta Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú.

O board terá até três membros externos, selecionados a partir de perfis diversos — líderes globais de inovação, empreendedores, acadêmicos, investidores e especialistas em temas como inteligência artificial, sustentabilidade e futuros digitais. O mandato será de um a dois anos, com possibilidade de renovação.

Com a criação do Advisory Board, o Cubo Itaú reforça seu compromisso de seguir evoluindo como uma plataforma aberta, diversa e conectada às principais transformações globais.

Gustavo Goltsman assume a Diretoria Operacional da Carioca Engenharia O engenheiro civil Gustavo Goltsman assume, em jan...
08/01/2026

Gustavo Goltsman assume a Diretoria Operacional da Carioca Engenharia

O engenheiro civil Gustavo Goltsman assume, em janeiro, a função de Diretor Operacional da Carioca Engenharia. Ele iniciou sua trajetória na empresa em 1997, ainda como estagiário, e nos últimos cinco anos atuou no Grupo Águas do Brasil, tendo sua última posição como Superintendente de Engenharia.

Ao longo da carreira, Goltsman participou de diversos projetos de infraestrutura pelo país, com destaque para as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Durante três anos, foi gerente de contrato dos trechos sob responsabilidade da Carioca Engenharia no município de Cabrobó (PE), um dos maiores projetos de infraestrutura hídrica do Brasil, que levou água com segurança a cerca de 12 milhões de pessoas em mais de 390 municípios afetados pela estiagem. “Voltar à Carioca é como voltar para casa. Tenho muito orgulho de pertencer a este time e fazer parte de projetos grandiosos que transformam a vida das pessoas e fortalecem a infraestrutura do país”, afirma Gustavo.

Foto: Gustavo Goltsman assume a função de Diretor Operacional da Carioca Engenharia (divulgação)

Komatsu conquista marco com operação de mais de 110 equipamentos no Sistema Minas-Rio da Anglo AmericanTecnologias utili...
08/01/2026

Komatsu conquista marco com operação de mais de 110 equipamentos no Sistema Minas-Rio da Anglo American

Tecnologias utilizadas trazem mais segurança, eficiência e impacto ambiental positivo.

São Paulo, 8 de janeiro de 2026 – A Komatsu – fabricante de equipamentos para os segmentos de mineração, construção e florestal – reforça sua parceria com a Anglo American ao atingir a marca histórica de mais de 110 equipamentos com previsão de estarem em operação dentro do ano de 2026 nas frentes de infraestrutura, carregamento e transporte do empreendimento Minas-Rio. Esta é a maior operação concentrada de equipamentos da Komatsu em uma única mina em solo brasileiro.

Os destaques da Komatsu no Sistema Minas-Rio este ano são a operação teleremota para os tratores modelo D375Ai-8R com IMC (Controle Automático da Lâmina), que irão atuar na nova planta de filtragem de rejeito e oferecer mais segurança e conforto a operadores e operadoras, além da implantação da nova motoniveladora modelo GD955-7M0 com capacidade de lâmina entre 18ft e 20ft.

As soluções também promovem maior eficiência operacional e impacto ambiental positivo, como o caminhão Diesel Elétrico 830E com pré-disposição para operação autônoma e redução média de consumo de combustível acima de 10%, quando comparado a outros modelos oferecidos no mercado, além da aplicação do sistema de atenuação de som dos caminhões, totalmente focado na redução de ruídos, o que contribui para a saúde e bem-estar dos operadores. Adicionalmente, a Komatsu irá implementar em 2026, dentro das operações da Anglo American, um Centro de Treinamento com foco na alta capacitação de profissionais que irão operar os novos equipamentos, visando à melhor performance das máquinas e tecnologias atreladas a elas.

“A Komatsu e a Anglo American já possuem uma aliança global e esse novo projeto eleva o nível de colaboração com foco em segurança, inovação, projetos sustentáveis e perenes, sendo esses fortes compromissos e pilares existentes entre as duas empresas. Neste ano que se inicia, teremos mais de 110 equipamentos operando no empreendimento Minas-Rio, sendo 16 deles dedicados para a nova planta de filtragem”, afirma Leonardo Carmo, gerente geral comercial de Mineração de Superfície e Subterrânea da Komatsu.

“Buscamos continuamente tecnologias de ponta para tornar as nossas operações cada vez mais seguras, eficientes e sustentáveis. Essas inovações estão diretamente conectadas à nossa estratégia de longo prazo, focada em reduzir emissões, operar com responsabilidade e gerar valor”, frisa Aurélio Garcia, gerente executivo de Operações de Mina da Anglo American.

No Brasil, a Anglo American também já utiliza as seguintes soluções da Komatsu: DISPATCH, sistema de despacho que otimiza o tráfego e o uso de caminhões nas mineradoras; ProVision, navegação de máquinas com tecnologia que utiliza GPS de alta precisão que ajuda operadores a identificarem áreas de escavação e evitar erros, garantindo aderência ao planejamento; e MineCare, solução preditiva, em tempo real por meio de telemetria, que monitora a saúde das máquinas por sensores, prevenindo falhas e otimizando a produtividade.

Fotos: divulgação

Petrobras inicia produção de Búzios 6A FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bac...
08/01/2026

Petrobras inicia produção de Búzios 6

A FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos

A Petrobras iniciou (31/12) a produção de petróleo do navio-plataforma P-78, no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Búzios 6 (P-78) possui capacidade de produzir 180 mil barris de óleo e 7,2 milhões de m³ de gás diários. O FPSO aumentará a capacidade instalada de produção do campo, para aproximadamente 1,15 milhão de barris de petróleo diários. Além disso, é um projeto que permitirá exportar gás para o continente, via interligação com o gasoduto ROTA 3, expandindo a oferta de gás no Brasil em até 3 milhões de m³ por dia.

"Com o primeiro óleo da P-78, iniciamos o ano já avançando na principal meta que temos para 2026: o aumento da produção de petróleo e gás da Petrobras. Projetamos produzir 2,5 milhões de barris de petróleo por dia ao longo desse ano e grande parte virá de Búzios, o maior campo do país em reservas e em produção. Além disso, estamos também ampliando a oferta de gás natural ao mercado brasileiro, outra meta expressa em nosso Plano de Negócios", disse Magda Chambriard, presidente da Petrobras.

A P-78 é uma unidade do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo, da sigla em inglês) e inaugura uma nova família de projetos de unidades próprias. A plataforma foi concebida por meio do PBRef (Projeto Básico de Referência), que consolidou centenas de lições aprendidas das primeiras unidades em operação no Pré-Sal, trazendo ainda maior segurança e confiabilidade para as operações. Além disso, o FPSO passou por mudanças na estratégia de contratação, construção e montagem, por meio do Programa FORTALECE (PROFORT), que estabeleceu o modelo contratual e os requisitos técnicos de qualidade e eficiência para os estaleiros que a construíram, indo além do conteúdo local estabelecido para o campo. O contrato da plataforma prevê o compromisso mínimo de 25% de conteúdo local. Dez módulos de topside, do total de vinte e três, foram construídos no estaleiro BrasFELS, localizado em Angra dos Reis no Rio de Janeiro.

A plataforma está equipada com tecnologias para redução de emissões e mais eficiência operacional, destacando-se o sistema de recuperação de gases de queima, adoção de variação de rotação em bombas e compressores, e integrações energéticas entre as correntes quentes e frias no processamento de óleo e gás.

O projeto conta com 13 poços, sendo 6 produtores e 7 injetores, equipados com sistemas de completação inteligente, que potencializam o gerenciamento da produção. A unidade será interligada com dutos rígidos de produção, injeção e exportação de gás e dutos flexíveis para as linhas de serviço, utilizando tecnologias inovadoras para fixação dos dutos no FPSO. Estes dutos permitirão a produção em alta capacidade prevista para os poços do campo.

Com 345 metros de comprimento e 180 metros de altura (até o topo do flare), a P-78 chegou no Brasil em outubro, vinda de Singapura, trazendo as equipes de comissionamento e operação a bordo. Essa estratégia gerou valor, permitindo a dispensa de parada em águas abrigadas no Brasil, além do ganho de segurança, confiabilidade e prontidão operacional pelo avanço do comissionamento dos sistemas durante o translado.

A plataforma é a sétima em operação no campo de Búzios, o maior do país em reservas e, em outubro de 2025, superou a marca de 1 milhão de barris por dia. Esse campo, descoberto em 2010 pelo poço 2-ANP-1-RJS, está localizado a 180 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em águas ultra profundas da Bacia de Santos, a mais de 2 mil metros de profundidade.

Foto: FPSO P-78 pode produzir até 180 mil barris por dia e aumentará a oferta de gás (divulgação Agência Petrobras)

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08/01/2026
ISA ENERGIA BRASIL é listada no Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3) pelo quarto ano consecutivoÍndice reconhece as empres...
08/01/2026

ISA ENERGIA BRASIL é listada no Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3) pelo quarto ano consecutivo
Índice reconhece as empresas com as melhores práticas de eficiência e gestão de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE);Empresa ainda está entre as 14 que atendem integralmente as 10 práticas previstas na metodologia.

São Paulo, 07 de janeiro de 2026 – A ISA ENERGIA BRASIL, líder em transmissão de energia no País, manteve sua presença na carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), pelo quarto ano consecutivo. A nova composição do índice, divulgada pela B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), reúne 65 companhias comprometidas com as melhores práticas de eficiência e gestão de emissões de gases de efeito estufa (GEE). A empresa ainda figura entre as 14 que já atendem integralmente as 10 práticas previstas na metodologia do indicador, reforçando a consistência de sua estratégia climática.

O ICO2 B3 é considerado um dos principais indicadores de desempenho climático corporativo no Brasil e tem como objetivo incentivar as melhores práticas na gestão de emissões em diferentes setores da economia, medindo a eficiência dessas emissões em relação à receita e outros critérios de governança e transparência.

“A permanência da ISA ENERGIA BRASIL na carteira do ICO2 B3 é reflexo do nosso compromisso contínuo com a transparência na divulgação de dados ambientais e na adoção de práticas climáticas eficazes que visam reduzir continuamente as emissões de gases de efeito estufa em nossas operações. Esse reconhecimento reforça a consistência das nossas ações e nosso objetivo em alcançar a meta Net Zero até 2050”, afirma Mayara Ribeiro, Coordenadora de Sustentabilidade da ISA ENERGIA BRASIL.

Compromisso Net Zero

Em 2025, a ISA ENERGIA BRASIL anunciou sua trajetória para alcançar emissões líquidas zero (Net Zero) até o ano de 2050, reafirmando seu compromisso com a mitigação das mudanças climáticas. A estratégia combina ações de mitigação e adaptação climática, com metas claras: reduzir 60% de suas emissões até 2040 e alcançar uma redução absoluta de 90% até 2050 em suas emissões de escopo 1, 2 e 3, com base no ano de 2022. As emissões remanescentes serão compensadas, alinhando a Companhia ao Acordo de Paris e ao objetivo global de limitar o aquecimento a 1,5°C até 2100.

A Companhia tem avançado de forma consistente em sua agenda de gestão climática. Entre os principais resultados, destaca-se a redução de 20% nas emissões de gases de efeito estufa entre os anos de 2022 e 2024, fruto de iniciativas como controle rigoroso de vazamentos de gás SF6, implantação de autogeração de energia renovável por meio de usinas solares próprias, entre outras. A empresa também investe continuamente em soluções que minimizam o impacto ambiental, como a adoção de drones na implantação e operação de seus projetos.

A ISA ENERGIA BRASIL também integra os índices ISE (Sustentabilidade Empresarial), IDIVERSA (Diversidade), IBRA, IBXX, IDIV, IEEX, IGCT, IGCX, MLCX e UTIL, da B3.

Foto: Divulgação/ ISA ENERGIA BRASIL
Projeto Riacho Grande em São Paulo: linha de transmissão da ISA ENERGIA BRASIL em meio a vegetação local

Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o paísPor Viniciu...
08/01/2026

Internacionalização da energia solar brasileira: por que aderir aos padrões globais é estratégico para o país

Por Vinicius Gibrail, Diretor da Divisão de Produtos Solares e Comerciais da TÜV Rheinland na América do Sul

A indústria de energia solar fotovoltaica do Brasil vive um momento de rápido crescimento e amadurecimento. Nesse sentido, a internacionalização tem sido um caminho natural e estratégico, tanto para ampliar mercados de exportação quanto para atrair investimentos estrangeiros. Um pilar fundamental desse movimento é a adesão a padrões globais de qualidade e segurança, por meio de certificações internacionais reconhecidas.

No Brasil, por muito tempo a única obrigatoriedade para equipamentos fotovoltaicos foi o selo do INMETRO, que estabelece critérios mínimos de desempenho e segurança para comercialização nacional. Contudo, a ausência de uma certificação técnica mais abrangente permitiu a proliferação de equipamentos com diferentes níveis de qualidade. Neste sentido, as certificações internacionais voluntárias têm se tornado referência de qualidade.

Organismos independentes testam os equipamentos solares de forma muito mais completa, segundo padrões internacionais rigorosos. Por exemplo, a norma IEC 61215 (da IEC) envolve cerca de 18 a 21 ensaios diferentes em módulos fotovoltaicos, incluindo ciclos de temperatura, umidade, teste de resistência mecânica, ensaios de degradação acelerada (damp heat), te**es elétricos de isolação, entre outros.

Esses procedimentos vão muito além do exigido localmente e servem para assegurar que o painel possa operar com desempenho e segurança durante toda sua vida útil projetada – que pode superar os 25 anos. Mesmo que a análise do INMETRO seja extremamente relevante, o teste nacional contempla apenas 1 dos 18 te**es recomendados internacionalmente.

Adotar certificações internacionais confere, portanto, garantia de qualidade e confiabilidade reconhecida globalmente. Quando um produto solar brasileiro — seja um painel, um inversor ou outro componente — passa nos te**es segundo as normas IEC, isso significa que ele atende aos requisitos considerados mundialmente necessários para desempenho, durabilidade e segurança. Esses requisitos são justamente os exigidos em mercados avançados como Europa, Estados Unidos, China, Japão e vários outros, onde a conformidade com as normas IEC é vista como mínimo obrigatório para comercialização.

Módulos solares: qualidade comprovada para competir no exterior

A IEC define normas específicas para módulos solares, principalmente a IEC 61215, que trata da qualificação de projeto e desempenho, e a IEC 61730, que aborda requisitos de segurança elétrica. Fabricantes brasileiros que querem exportar seus painéis precisam obter essas certificações junto a laboratórios acreditados internacionalmente, comprovando que seus produtos resistem a condições adversas e operam com segurança equivalente aos melhores do mundo.

A certificação IEC 61215/61730 traz a confiança que o equipamento foi aprovado em todos os te**es de stress, climáticos e elétricos que os mercados mais exigentes do mundo demandam. A própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) tem alinhado seus padrões aos da IEC; em 2024, a ABNT publicou a norma NBR IEC 61215-1:2024, uma tradução da norma IEC 61215-1:2021, listando 21 ensaios de qualidade para módulos fotovoltaicos. Isso mostra um movimento nacional de aproximação aos padrões globais, facilitando que fabricantes locais sigam as mesmas diretrizes técnicas reconhecidas internacionalmente.

Inversores e componentes: adequação global e novos mercados

Além dos painéis, outros componentes críticos como os inversores fotovoltaicos também precisam aderir a padrões globais. Os inversores, responsáveis por converter a energia dos módulos em eletricidade utilizável na rede, devem cumprir normas de segurança elétrica e de desempenho específicas.

Internacionalmente, existem certificações como a IEC 62116, que faz o teste de anti-ilhamento, e requisitos de compatibilidade com rede, as quais correspondem às normas IEC/EN de conexão à rede, equivalentes às normas de grid code europeias e norte-americanas. No Brasil, a Portaria INMETRO 004/2011 introduziu a certificação compulsória de inversores conectados à rede até 10 kW, assegurando parâmetros mínimos de eficiência e proteção.

Contudo, para equipamentos de maior porte ou casos fora do escopo do INMETRO, é praxe que distribuidoras de energia e clientes exijam certificados de conformidade emitidos por laboratórios internacionais. O mesmo vale para outros componentes do sistema solar fotovoltaico – estruturas de fixação, rastreadores solares (trackers), fusíveis, cabos, conectores e até baterias de armazenamento.

Cada um desses itens possui normas técnicas internacionais que balizam a qualidade. Quando produtos brasileiros desses segmentos seguem tais normas e obtêm certificações reconhecidas, aumentam sua aceitação no mercado global.

Por exemplo, uma empresa nacional que produza estruturas de montagem para painéis pode buscar certificações ISO/IEC para resistência mecânica e tratamento anticorrosão; assim, seus produtos terão melhor entrada em projetos no exterior, que geralmente exigem conformidade a normas internacionais de construção e segurança.

Do ponto de vista comercial, alinhar-se com padrões globais para quaisquer componentes utilizados na geração de energia fotovoltaica, reduz obstáculos técnicos. Muitos países só permitem a importação e uso de equipamentos solares certificados conforme padrões IEC ou equivalentes. Para citar um caso, na União Europeia é obrigatório que inversores solares tenham marcação CE, o que implica atender a diversas normas IEC/EN; nos Estados Unidos, inversores e módulos precisam de certificações como UL e IEEE, que guardam correspondência com normas IEC. Se um produto brasileiro já nasce em conformidade com esses padrões internacionais, o processo de homologação em outros países torna-se muito mais ágil, sem necessidade de refazer te**es do zero. Isso poupa tempo e custos, acelerando a entrada em novos mercados.

Mais do que cumprir uma formalidade técnica, abraçar certificações como IEC 61215, IEC 61730, entre outras, significa posicionar o Brasil no patamar de excelência exigido pelas maiores economias do mundo. Os reflexos dessa estratégia são claros: empresas nacionais mais preparadas para exportar, produtos confiáveis que conquistam a preferência de clientes e investidores, e um mercado doméstico fortalecido por equipamentos de melhor desempenho e segurança.

Foto: divulgação

Recursos do Fundo Rio Doce, liberados pelo BNDES, viabilizam consulta a comunidades tradicionais de faiscadores e garimp...
08/01/2026

Recursos do Fundo Rio Doce, liberados pelo BNDES, viabilizam consulta a comunidades tradicionais de faiscadores e garimpeiros

•Banco desembolsou R$ 4,45 milhões para a implementação da medida pelo MDA, por meio da Anater, em parceria com a Fundação Ipead.

Recursos do Fundo Rio Doce, liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), viabilizarão a realização da consulta prévia, livre e informada de comunidades tradicionais de faiscadores e garimpeiros. A medida está prevista no novo acordo, homologado em dezembro de 2024, para a reparação dos danos decorrentes do rompimento da barragem da mineradora Samarco S/A. O objetivo é assegurar o envolvimento dessas populações na formulação de ações reparatórias.

Leia mais na Agência BNDES de Notícias: https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/socioambiental/Recursos-do-Fundo-Rio-Doce-liberados-pelo-BNDES-viabilizam-consulta-a-comunidades-tradicionais-de-faiscadores-e-garimpeiros/

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BNDES

Recursos do Fundo Rio Doce, liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), viabilizarão a realização da consulta prévia, livre e informada de comunidades tradicionais de faiscadores e garimpeiros. A medida está prevista no novo acordo, homologado em dezembro de 20...

IPT lança guia de obras de arte especiaisPesquisadores do IPT elaboram publicação para auxiliar na inspeção e na manuten...
08/01/2026

IPT lança guia de obras de arte especiais

Pesquisadores do IPT elaboram publicação para auxiliar na inspeção e na manutenção periódica de pontes, viadutos e passarelas.

Pontes, viadutos e passarelas, conhecidos como Obras de Arte Especiais (OAEs), enfrentam um sério problema de falta de programas efetivos de inspeção e manutenção periódica.

Essa deficiência resulta em diversas patologias que comprometem a segurança, funcionalidade e durabilidade dessas estruturas, levando a constantes interdições emergenciais de vias importantes para reparos ou reconstruções. Tais interdições, por sua vez, agravam ainda mais os complexos problemas de mobilidade nas grandes cidades.

A necessidade de aumentar a frequência dos serviços de manutenção é intensificada pela idade das estruturas e pelo crescimento constante da capacidade de carga dos veículos. Enquanto nas décadas de 1960 e 1970 o modelo de carga móvel considerado nos projetos era de 360 kN, atualmente esse valor é de 450 kN, o que acelera significativamente o processo de deterioração das OAEs.

Com o objetivo de promover a importância das inspeções periódicas em obras de arte, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está lançando um guia escrito pelos engenheiros Ciro José Ribeiro Villela Araujo e Gisleine Coelho de Campos, da Seção de Obras Civis do IPT.

A publicação está dividida em nove capítulos, abordando temas e disciplinas relacionadas às atividades de inspeção de pontes, viadutos e passarelas, com destaque para os principais aspectos da norma ABNT NBR 9452:2023.

O guia cobre a identificação do tipo de estrutura, a presença e origem de anomalias e os procedimentos e cuidados necessários para o registro das inspeções periódicas. “Tudo isso visa à prevenção de colapsos parciais e totais e ao aumento da vida útil das estruturas”, afirma o coordenador do guia, Ciro José Ribeiro Villela Araújo.

O público-alvo do guia inclui profissionais e empresas das áreas de projeto, construção e manutenção; pesquisadores e estudantes de engenharia civil e órgãos gestores de OAEs, como prefeituras, secretarias governamentais, Defesa Civil e concessionárias de rodovias.

Clique abaixo e tenha acesso à publicação:
https://ipt.br/wp-content/uploads/2025/11/Guia-de-Orientacao-para-Inspecoes-em-Pontes-Viadutos-e-Passarelas-de-Concreto.pdf

Foto: divulgação

Novo estudo do PMI revela que a lacuna entre estratégia e execução está minando a transformação — e aponta como corrigi-...
07/01/2026

Novo estudo do PMI revela que a lacuna entre estratégia e execução está minando a transformação — e aponta como corrigi-la

Estudo global com mais de 5.800 profissionais mostra que apenas metade dos projetos tem sucesso; a abordagem M.O.R.E. do Project Management Institute mais que triplica as taxas de sucesso em um mundo de reinvenção constante.

São Paulo, 30 de dezembro de 2025 – O Project Management Institute (PMI) divulgou recentemente uma nova pesquisa que conecta diretamente o descompasso entre estratégia e execução à forma como as organizações conduzem seus projetos, ao mesmo tempo em que revela um caminho claro para melhorar significativamente as chances de que esforços de transformação realmente gerem resultados.

O relatório Step Up: Redefinindo o Caminho para o Sucesso em Projetos com M.O.R.E. chega em um momento em que CEOs enfrentam pressão constante para reinventar suas organizações em ritmo acelerado. Em uma pesquisa complementar com executivos seniores, 93% afirmam que precisam repensar ou reinventar seu modelo de negócio ou abordagem operacional ao menos a cada cinco anos, sendo que quase dois terços fazem isso a cada dois anos ou com maior frequência. Dois terços relatam que estão atualmente acelerando a transformação digital e a inteligência artificial.

Ainda assim, o maior obstáculo não é falta de ideias, capital ou tecnologia — mas sim um gap cada vez maior entre estratégia e execução. A principal barreira à reinvenção, citada por mais executivos do que qualquer outro fator (35%), é a desconexão entre planejamento e execução.

Apenas metade dos projetos tem sucesso — e isso coloca a transformação em risco

O novo estudo global, que ouviu mais de 5.800 profissionais de projetos, partes interessadas-chave e profissionais do conhecimento, constatou que apenas metade dos projetos hoje atende a uma definição moderna de sucesso: entregar valor que supere o esforço e o investimento envolvidos, conforme percebido por todas as principais partes interessadas.

Treze por cento dos projetos falham completamente, enquanto 37% entregam apenas parte dos resultados esperados.
“Em um momento em que as organizações estão direcionando investimentos sem precedentes para transformação digital, em IA, sustentabilidade e novos modelos de negócio, simplesmente não podem se dar ao luxo de uma taxa de sucesso de 50/50 nos projetos que sustentam sua estratégia”, disse Pierre Le Manh, Presidente e CEO do PMI. “Nossa pesquisa é clara: a lacuna existente entre estratégia e execução não é abstrata. Ela aparece no dia a dia de projetos desalinhados, com poucos recursos ou mensurados de forma inadequada”.
Le Manh acrescentou: “Quando executivos dizem que seu maior desafio é transformar planos em resultados, eles estão, na verdade, falando sobre sucesso em projetos. Se você quer que sua estratégia funcione, precisa aumentar radicalmente a taxa de acerto dos projetos que lhe dão vida”.

A visão M.O.R.E. para a profissão de projetos: do gerenciamento de projetos à entrega de valor

Para entender o que diferencia as organizações de alto desempenho, o estudo identifica quatro elementos que predizem fortemente se os projetos entregam valor pleno. Juntos, eles formam a base de M.O.R.E. — um chamado à ação para a profissão de projetos:

·Manage perceptions (Gerir percepções), moldando o entendimento das partes interessadas e construindo confiança;

·Own success (Assumir a responsabilidade pelo sucesso) além das métricas tradicionais de prazo e orçamento, com foco no valor entregue;

·Relentlessly reassess (Reavaliar incessantemente) para antecipar mudanças e ajustar continuamente;

·Expand perspective (Ampliar a perspectiva) para conectar projetos a resultados organizacionais e societais mais amplos.

Quando profissionais de projetos aplicam os quatro elementos, o desempenho melhora de forma expressiva. O Net Project Success Score (Índice Líquido de Sucesso de Projetos) — a porcentagem de projetos bem-sucedidos menos a porcentagem de falhas completas — salta de 27, quando nenhum dos elementos M.O.R.E. é utilizado, para 94, quando os quatro são aplicados de forma consistente. Ainda assim, apenas 7% dos profissionais dizem usar todos os quatro atualmente.

“Essas descobertas oferecem aos executivos algo que vinha faltando: um playbook prático e baseado em evidências para fechar o descompasso entre estratégia e execução”, disse Le Manh. “M.O.R.E. redefine o sucesso em projetos com foco em valor, resultados e percepção das partes interessadas. Ele desloca líderes de projetos de ‘execução de tarefas’ para uma responsabilidade real pela transformação”.

IA, agilidade e o lado humano da execução

A pesquisa com CEOs evidencia que barreiras estruturais — e não a falta de intenção — estão freando o progresso. Executivos relatam que competências defasadas, estruturas rígidas, responsabilização fragmentada e uma tomada de decisão excessivamente centralizada tornam mais difícil a adaptação rápida. Muitos dizem que suas organizações têm clareza de propósito, mas seus modelos operacionais e sua governança não estão desenhados para realocar capital e talento com rapidez suficiente.

Ao mesmo tempo, a IA ocupa papel central nos planos de reinvenção: 72% dos executivos apontam a IA e a automação como os principais vetores que os impulsionam a repensar seu modelo de negócio e abordagem operacional. A pesquisa confirma o papel poderoso que a IA pode desempenhar ao impulsionar o sucesso de projetos quando combinada às habilidades humanas que a orientam. Segundo o estudo, profissionais que integram ferramentas de IA aos seus fluxos de trabalho registram um aumento de 17 pontos na taxa de sucesso.

“A IA só cria valor se as organizações conseguirem traduzir ideias ousadas em iniciativas bem executadas”, disse Le Manh. “Nossos dados mostram que, quando profissionais combinam ferramentas de IA com as forças humanas capturadas em M.O.R.E. — comunicação, julgamento, adaptabilidade, liderança — o sucesso em projetos melhora significativamente. É aí que reside a verdadeira vantagem competitiva”.

Do insight de pesquisa a um movimento global

O PMI está incorporando o conceito M.O.R.E. em seus produtos, experiências de aprendizagem e iniciativas comunitárias para ajudar organizações e profissionais a aplicar as descobertas em escala. Isso inclui:

·Novas jornadas de aprendizagem e recursos centrados nos comportamentos M.O.R.E.;

·Normas e orientações atualizadas que definem sucesso em projetos em termos de valor e resultados para as partes interessadas;

·Reconhecimento ampliado de equipes de projeto que exemplificam a mentalidade M.O.R.E. ao entregar trabalhos complexos e de alto impacto.

“À medida que a reinvenção se torna uma condição permanente, o sucesso em projetos deixa de ser um tema técnico para especialistas. É um imperativo para os conselhos de administração,” disse Le Manh. “Fechar o gap entre estratégia e execução começa pela forma como você define, lidera e mede projetos. M.O.R.E. oferece às organizações um modo de fazer isso de forma consistente”.
Acesse o relatório completo Step Up: Redefinindo o Caminho para o Sucesso em Projetos com M.O.R.E. e explore os dados aqui.
https://www.pmi.org/learning/thought-leadership/path-to-project-success

Metodologia da Pesquisa

O relatório Step Up: Redefinindo o Caminho para o Sucesso em Projetos com M.O.R.E. reflete insights de mais de 5.800 profissionais de projetos, partes interessadas-chave e profissionais do conhecimento em indústrias e setores globais, coletados em parceria com a empresa de pesquisa independente Kantar.

A Pesquisa Quantitativa com CEOs 2025 inclui respostas de 300 executivos seniores em diferentes regiões e indústrias. O estudo examina com que frequência as organizações precisam reinventar seus modelos de negócio e abordagens operacionais, o que está impulsionando essa reinvenção e as principais barreiras para executar a estratégia com rapidez.

Sobre o PMI
O PMI é a principal autoridade em gerenciamento de projetos, dedicada a orientar o caminho para o sucesso em projetos. Desde 1969, o PMI tem destacado o poder do gerenciamento de projetos e das pessoas por trás dos projetos. Com uma comunidade global, certificações profissionais de padrão-ouro e oportunidades de aprendizado ao longo da carreira, o PMI capacita profissionais de projetos atuais e aspirantes, bem como organizações, com conhecimento e recursos para liderar de forma eficaz e gerar impacto nas comunidades que atendem.

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