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Alex M.S • Assessoria Digital Ajudo você a crescer no digital com estrutura e consistência, sem fórmula mágica: Estratégia + Tráfego Pago. Vamos conversar? 🗨️

Você está anunciando a sua comissão ou um imóvel de R$ 500 mil?Existe uma conta que parece muito lógica quando um corret...
05/08/2026

Você está anunciando a sua comissão ou um imóvel de R$ 500 mil?

Existe uma conta que parece muito lógica quando um corretor decide anunciar um imóvel. Se a comissão esperada é de aproximadamente R$ 25 mil, investir R$ 5 mil em anúncios para imóveis pode parecer um risco alto. O problema é que, sem perceber, essa conta passa a ser feita apenas pela ótica da comissão, enquanto o comprador está avaliando um patrimônio de R$ 500 mil.

Essa diferença muda a forma de pensar os anúncios para imóveis. O investimento não existe para valorizar a remuneração do corretor, mas para gerar demanda, encontrar a pessoa com capacidade real de compra e aumentar as oportunidades de encontro entre comprador e imóvel. Quando o orçamento é muito baixo ou pulverizado entre dezenas de imóveis, a estratégia perde alcance, dados e capacidade de aprendizado. Os anúncios para imóveis continuam podendo gerar venda, mas a estratégia passa a depender muito mais de sorte do que de probabilidade.

Talvez a reflexão mais interessante seja: quais imóveis realmente merecem investimento e qual orçamento é coerente com o desafio comercial de cada um. A publicidade alinhada a um processo comercial consistente não elimina o risco, mas ajuda a reduzir incertezas, acompanhar dados e tomar decisões melhores ao longo do tempo.

04/08/2026

Recentemente, saí de uma reunião em um escritório de advocacia onde estamos finalizando a implantação de uma célula de atendimento comercial com IA. A estrutura acompanha o lead desde o primeiro contato, passando pela qualificação, apresentação da proposta, coleta de documentos e encaminhamento para análise jurídica. O processo está funcionando e fechando contratos, mas uma coisa continua acontecendo: mesmo com agilidade e follow-up configurado, algumas pessoas simplesmente deixam de responder.

Isso reforçou uma percepção que compartilhei em outro conteúdo: os leads não são de Marte. Eles podem dizer que não querem, ignorar a mensagem ou apenas esquecer de continuar uma conversa que, naquele momento, deixou de ser prioridade. Por isso, um bom follow-up não deveria existir apenas para pressionar por uma resposta. O follow-up precisa criar novas oportunidades para que a pessoa retome a jornada e consiga responder com mais clareza, ainda que a resposta definitiva seja um “não”.

A IA pode aumentar a velocidade, organizar o processo e executar cada follow-up no momento configurado. Mas ela não elimina a necessidade de maturidade comercial para compreender que o silêncio também faz parte das vendas. Cabe à empresa definir como irá insistir de maneira saudável, quais canais poderá utilizar e até onde vale avançar em busca de uma resposta. O follow-up não garante o “sim”, mas reduz a quantidade de oportunidades abandonadas sem uma conclusão.

28/07/2026

Leitura concluída nesse finalzinho de julho/26.

E se o maior engano da sua vida nunca tivesse vindo de outra pessoa... mas da sua própria mente?
Existe algo perigoso em todos nós: a capacidade de transformar desejo em realidade.

Pouco a pouco, começamos a interpretar sinais da forma como gostaríamos que eles fossem, e não como realmente são. Alimentamos expectativas, criamos justificativas, imaginamos cenários, damos vida a histórias que existem apenas dentro de nós. E quanto mais tempo, emoção e energia investimos nessa narrativa, mais difícil se torna abandoná-la.

Então deixamos de enxergar os fatos.
Passamos a enxergar apenas aquilo que queremos que seja verdade.
Até que a realidade, indiferente às nossas expectativas, finalmente se impõe.

E nesse momento entendemos que a verdade nunca mudou. Quem mudou fomos nós, ao escolher acreditar em uma fantasia.

Foi essa a reflexão que ficou comigo depois de ler "O Diário de um Homem Supérfluo" de Ivan Turguêniev.

Mais do que a história de um homem comum, o livro me parece um retrato de algo profundamente humano: a facilidade com que nos afastamos da realidade quando ela não corresponde aos nossos desejos.

Talvez a maturidade comece exatamente aí. No instante em que temos coragem de abandonar as histórias que criamos e encarar os fatos como eles realmente são. Porque a realidade não tem obrigação de confirmar nossas expectativas, mas ela sempre espera que tenhamos coragem de aceitá-la.

28/07/2026

Como usar informações dos meus clientes para melhorar minhas estratégias de venda no digital?

Toda venda deixa informações importantes. O problema é que muitas empresas utilizam esses dados apenas no momento da negociação e depois nunca mais consultam esse histórico.

Quando você cria o hábito de registrar as informações dos clientes, começa a identificar padrões de compra, entender melhor os interesses de cada pessoa e tomar decisões muito mais estratégicas. Essas informações dos clientes ajudam desde a criação de públicos mais qualificados para campanhas até ações simples, como lembrar um cliente sobre um produto semelhante ao que ele já comprou.

Mais do que organizar uma planilha ou alimentar um CRM, registrar as informações dos clientes é construir um patrimônio para o seu negócio. Quanto melhor você conhece quem já comprou de você, melhores tendem a ser as próximas decisões comerciais. 📈

10/07/2026

Existe uma ideia que costuma aparecer quando uma empresa decide investir em conteúdo: a de que basta contratar alguém para cuidar da comunicação e tudo começa a funcionar.

Na prática, depois de acompanhar diferentes projetos ao longo dos anos, percebi que o problema raramente está em buscar ajuda. O problema começa quando terceirizamos justamente aquilo que ninguém conhece melhor do que nós: a nossa própria comunicação.

Quem convive diariamente com o cliente sabe quais perguntas aparecem com mais frequência, quais objeções surgem, quais histórias marcaram a construção do negócio e quais assuntos realmente fazem sentido para aquele público. É esse repertório que dá autenticidade à comunicação.

Isso não significa fazer tudo sozinho. Muito pelo contrário.

Existem profissionais que podem agregar enorme valor editando vídeos, estruturando estratégias, organizando processos e melhorando a execução. Mas existe uma parte da comunicação que dificilmente pode ser entregue por completo a alguém de fora.

Talvez o melhor caminho não seja escolher entre fazer tudo sozinho ou terceirizar tudo.
Talvez seja construir uma comunicação onde cada pessoa contribua com aquilo que realmente sabe fazer.

03/07/2026

Existe uma mudança de perspectiva que costuma acontecer quando deixamos de olhar apenas para o nosso negócio e passamos a lembrar que, do outro lado da tela, existe uma pessoa.

Quando um lead deixa de responder, a primeira reação costuma ser imaginar que ele perdeu o interesse, mas será que sempre é assim?

Nós mesmos já abrimos uma conversa e deixamos para responder depois.
Já colocamos um produto no carrinho e esquecemos de concluir a compra.
Já assistimos um vídeo pela metade porque apareceu outra prioridade.

Então por que acreditamos que com nossos leads seria diferente?

É justamente aqui que a palavra lead ganha outro significado.
Um lead continua sendo uma pessoa.
E pessoas têm rotina, distrações, urgências e mudanças de prioridade.

Isso não significa insistir de qualquer maneira. Significa construir uma estratégia capaz de respeitar o tempo do outro sem desistir na primeira ausência de resposta.

Talvez buscar o "não", como o Victor Damasio costuma comentar, seja justamente isso: criar oportunidades para que a decisão aconteça, em vez de assumir que o silêncio já era uma resposta definitiva. 💡

🔑 Chave da vez: trabalhar com leads talvez seja lembrar, todos os dias, que eles são pessoas como eu e como você.

03/07/2026

Faz sentido depender apenas do conteúdo orgânico?

Produzir conteúdo é importante, mas produzir conteúdo sem pensar na distribuição é confiar que as plataformas vão entregar sua mensagem exatamente para quem você gostaria de alcançar. Na prática, isso não acontece dessa forma.

As próprias plataformas deixam claro que existem sinais que ajudam na distribuição orgânica, mas nenhuma delas garante que seu conteúdo será entregue para as pessoas que fazem sentido para o seu negócio.

É justamente por isso que a distribuição paga existe. Ela não substitui um bom conteúdo. Ela ajuda esse conteúdo a chegar até as pessoas certas, no momento certo.

Não negocie o controle da distribuição do seu conteúdo. 🎯

11/06/2026

Nós aprendemos a valorizar o nosso tempo. Sabemos que ele é limitado, que não volta e que cada escolha carrega um custo…

Curiosamente, quando o assunto é conteúdo, nem sempre aplicamos essa mesma lógica. Porque produzir conteúdo exige tempo, energia e muitas vezes exige dinheiro também.

Pensamos na pauta, gravação, revisão e publicação... Em alguns casos, envolve equipe, ferramentas e estrutura. Só que depois de tudo isso, algo curioso acontece: na hora de garantir que esse conteúdo chegue para as pessoas certas, simplesmente entregamos essa responsabilidade ao acaso.

E é aqui que a distribuição paga começa a me chamar atenção.
Se o conteúdo consumiu tempo, energia e recursos para existir, por que a distribuição paga costuma ser tratada como algo opcional e às vezes até irrelevante?

Para jogar o jogo da atenção e da relevância, não podemos reduzir nossa visão à mera discussão sobre investir mais ou menos… mas também considerar que:
1. Faz sentido proteger o esforço de produção.
2. Não faz sentido deixar a distribuição daquilo que produzi a cargo do algoritmo ou da benevolência de uma plataforma que lucra em cima de quem já entendeu e que sim, paga para ter atenção e relevância.

11/06/2026

o esgotamento de hoje não é só pessoal, mas resultado de uma vida em que as pessoas sentem que precisam produzir, render e estar sempre disponíveis. Em vez de viver com mais liberdade, muita gente acaba presa na própria cobrança, tentando fazer sempre mais e descansando cada vez menos. Será que, na tentativa de produzir mais, não estamos justamente deixando de viver melhor?

29/05/2026

Recentemente, um caso chamou bastante atenção: duas advogadas foram multadas após inserirem um comando oculto em uma petição com o objetivo de influenciar o comportamento de uma ferramenta de IA utilizada no contexto judicial.

Mas o que mais me chamou atenção não foi exatamente a tecnologia envolvida. Foi a reflexão que esse episódio levanta sobre responsabilidade.

Quando começamos a utilizar ferramentas que não compreendemos totalmente, existe um risco silencioso: o de repetir estratégias, comandos ou movimentos apenas porque alguém disse que funcionam. E talvez seja justamente aqui que mora uma das maiores armadilhas da IA.

A ferramenta pode ampliar nossa capacidade de execução. Mas ela não elimina a necessidade de responsabilidade, acompanhamento e entendimento do que está sendo feito.

No post anterior eu trouxe uma reflexão sobre a diferença entre delegar e delargar. E, observando esse caso, não consigo deixar de pensar se parte do problema não nasce exatamente quando começamos a transferir para a tecnologia decisões que ainda exigem análise humana.

Porque copiar algo sem entender costuma ser perigoso… mas copiar algo sem entender em um ambiente crítico pode gerar consequências muito maiores.

Por isso, talvez a discussão mais importante não seja sobre o que a IA consegue fazer. Talvez seja sobre até onde continua sendo nossa responsabilidade entender aquilo que estamos fazendo.

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