26/04/2024
Morador acusa procuradora de abuso de poder.
Um morador na cidade da praia, acusa uma procuradora da Procuradoria Geral da República, de abuso de poder. Tudo aconteceu, nesta semana, quando de repente um morador encontra na sua frente com um individuo desconhecido no interior do prédio onde reside. Imediatamente perguntou ao individuo de s**o masculino, se mora no prédio porque nunca o tinha visto. Para surpresa do morador, contou à "Vice & Versa, que ele respondeu, ser guarda de dia, que foi contratado por uma senhora no primeiro piso, para fazer segurança no primeiro piso, onde reside uma procuradora e também no segundo piso, que não reside ninguém no momento. O morador disse estranhar, porque existe à noite um guarda que faz segurança de todos os moradores, mas f**a na rua, parte externa do prédio. Foi chamada a policia, que foi ao local, questionou o suposto segurança, se tem contrato e quem o contratou. Segundo o morador, ele disse não ter contrato e nem sabe por quanto tempo vai trabalhar, que o trabalho dele é vigiar dentro do prédio. O policial pediu contacto de quem o contratou, ao falar no telemóvel que colocou em alta voz, ouvia-se a moradora do primeiro piso que é uma procuradora alegando de que no interior do prédio, paredes estão a ser riscadas, e que por isso foi contratado segurança. A moradora é de opinião que deve-se fazer as coisas conforme manda a lei, e acha ser abuso de poder, uma figura como um procurador, achar normal passar por cima da privacidade dos moradores, com o argumento de que é necessário colocar um estranho com titulo de guarda dentro de um recinto privado. "Nunca vi fazer-se segurança no interior de um prédio, ainda mais com um segurança que não sei onde vive, o seu nome, mas que anda a circular no mesmo espaço que resido, quem me dá garantias de que realmente estou em segurança, onde f**a o direito à privacidade, questiona. O morador vai mais longe dizendo que o suposto guarda f**a sentado de pernas esticadas, barrando livremente a passagem na caixa de escadas, que tipo de segurança é esse, questiona novamente. "Que eu tenha conhecimento num espaço comum e privado como no interior de um prédio, se existe decisão de uma ou mais pessoas, com base legal, deve ser feito em reunião geral, com acta e afixado na parede para todos os moradores terem conhecimento". Segundo diz o morador, nada disso foi feito.