Jovens Força de Mudança

Jovens Força de Mudança Somos Jovens Ativistas Engajados Pela Redução Das Desigualdades Sociais!

Lutamos para Igualdade de Direitos, Pela destribuição equitativa dos recussos de Cabo Verde, (Ativismo Social)

JUSTIÇA SIM. SELETIVIDADE NÃO.Ninguém sério defende a impunidade. Quem desvia recursos públicos, quem corrompe ou quem u...
15/07/2026

JUSTIÇA SIM. SELETIVIDADE NÃO.

Ninguém sério defende a impunidade. Quem desvia recursos públicos, quem corrompe ou quem utiliza o Estado para benefício próprio deve responder perante a justiça, independentemente do cargo que ocupa, do partido a que pertence ou da influência que possui.

O problema começa quando a justiça deixa de transmitir aos cidadãos a imagem de que atua com o mesmo rigor para todos.

É precisamente essa a convicção de muitos militantes e simpatizantes do PAICV: existe um padrão de atuação que, na sua perspetiva, tem incidido de forma desproporcional sobre dirigentes e autarcas ligados ao partido, enquanto casos envolvendo outras forças políticas parecem suscitar menor intensidade de atuação ou menor exposição pública.

Se esta perceção continuar a crescer, a democracia cabo-verdiana enfrentará um problema sério. Porque o Estado de Direito não vive apenas da legalidade das decisões; vive também da confiança dos cidadãos na igualdade perante a lei.

Não estamos contra investigações. Nunca estivemos.

Queremos que todos os crimes sejam investigados.

Queremos que todos os corruptos sejam julgados.

Queremos que todos os culpados sejam condenados.

Mas queremos exatamente a mesma determinação quando os suspeitos pertencem a qualquer partido político.

Justiça seletiva não fortalece a democracia. Enfraquece-a.

Quando a ação da justiça é percecionada como incidindo repetidamente sobre um mesmo espaço político, enquanto outros aparentam escapar ao mesmo nível de escrutínio, instala-se uma dúvida que nenhuma democracia pode ignorar.

Essa dúvida não desaparece com discursos. Desaparece com igualdade de tratamento, transparência e coerência.

O PAICV também deve fazer a sua autocrítica.

Em diversos momentos da sua história recente, venceu eleições, mas governou como se tivesse medo de exercer plenamente o poder que o povo lhe conferiu. Manteve estruturas herdadas, preservou cargos de confiança política e confundiu prudência com passividade. Essa hesitação enfraqueceu o próprio partido e alimentou o sentimento de vulnerabilidade entre os seus militantes.

Uma democracia saudável exige duas condições inseparáveis: um poder político que governe com determinação dentro da lei e uma justiça que investigue todos com o mesmo rigor, sem receios, sem privilégios e sem qualquer aparência de seletividade.

Porque a pior ameaça à democracia não é investigar os poderosos.

É quando uma parte do país deixa de acreditar que todos os poderosos são investigados da mesma forma.

Com Santiago Magazine – Acabei de juntar-me aos maiores fãs! 🎉
25/06/2026

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24/06/2026

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DENÚNCIA SOBRE ALEGADAS PRÁTICAS DE FAVORECIMENTO POLÍTICO E GESTÃO PARTIDÁRIA NA ANAS!Ao longo dos últimos anos, divers...
24/06/2026

DENÚNCIA SOBRE ALEGADAS PRÁTICAS DE FAVORECIMENTO POLÍTICO E GESTÃO PARTIDÁRIA NA ANAS!

Ao longo dos últimos anos, diversas denúncias e reclamações têm sido levantadas relativamente à atuação da atual liderança da ANAS, instituição que, sob a direção do atual Conselho de Administração, tem sido frequentemente associada ao ciclo governativo do MPD.

Segundo relatos de funcionários, agricultores e diversos intervenientes do setor, terão ocorrido práticas de favorecimento político e tratamento desigual de cidadãos em função das suas alegadas afinidades partidárias. Entre as denúncias mais recorrentes encontram-se alegações de perseguição e marginalização de trabalhadores e utentes identificados ou associados ao PAICV, criando um ambiente considerado incompatível com os princípios de neutralidade e imparcialidade que devem caracterizar a Administração Pública.

Também têm sido reportadas situações em que agricultores e operadores económicos próximos do MPD terão beneficiado de tratamento preferencial em processos relacionados com a atribuição de licenças de exploração de recursos hídricos, nomeadamente licenças para furos de água. De acordo com as denúncias, determinados empresários teriam obtido autorizações em condições mais favoráveis ou com maior celeridade do que outros requerentes que apresentavam requisitos semelhantes.

No domínio da gestão interna, surgem igualmente questionamentos sobre alegadas decisões de nomeação e promoção que não teriam respeitado critérios de mérito e competência técnica. Um dos casos frequentemente referido diz respeito à nomeação para funções ligadas à gestão de projetos de engenharia de uma profissional formada em Relações Públicas, em detrimento de engenheiros civis qualificados que já integravam os quadros da instituição. Para os denunciantes, este e outros episódios demonstrariam uma tendência para privilegiar critérios de proximidade política em detrimento da valorização técnica e profissional.

A atual Presidente do Conselho de Administração esteve ligada à gestão da ANAS durante toda a última década, primeiro como administradora e posteriormente como presidente, período que coincide integralmente com os anos de governação do MPD. Esta circunstância tem levado diversos setores da sociedade a defenderem uma avaliação aprofundada dos atos de gestão praticados nesse período, bem como a necessidade de renovação da liderança da instituição.

Face à gravidade das alegações apresentadas, entende-se ser fundamental que as entidades competentes promovam uma averiguação rigorosa e independente dos factos denunciados, de forma a apurar eventuais responsabilidades, garantir a transparência da gestão pública e reforçar a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.

A defesa da legalidade, da imparcialidade administrativa e da igualdade de oportunidades exige que todas as denúncias suscetíveis de configurar favorecimento político, discriminação ou utilização indevida dos recursos públicos sejam devidamente investigadas e esclarecidas perante a sociedade cabo-verdiana.

RENATO FERNANDES: O NOME QUE INSPIRA CONFIANÇA PARA LIDERAR UMA GRANDE AUDITORIA AO ESTADO!Num momento em que Cabo Verde...
23/06/2026

RENATO FERNANDES: O NOME QUE INSPIRA CONFIANÇA PARA LIDERAR UMA GRANDE AUDITORIA AO ESTADO!

Num momento em que Cabo Verde inicia um novo ciclo político, torna-se imperativo promover uma análise rigorosa e independente da gestão dos recursos públicos durante a governação cessante. A transparência, a responsabilização e a boa governação são pilares fundamentais de qualquer democracia moderna e não podem ficar reféns de interesses partidários.
Neste contexto, muitos cidadãos apontam o Dr. Renato Fernandes como uma das personalidades mais credíveis e qualificadas para liderar uma grande auditoria ao Estado. O seu percurso profissional, marcado pelo rigor, competência técnica, independência e integridade, inspira confiança numa missão que exige coragem, imparcialidade e elevado sentido de responsabilidade pública.
Uma auditoria abrangente não deve ser encarada como um ato de perseguição política, mas sim como um instrumento indispensável para esclarecer a forma como foram geridos os recursos do Estado, identificar eventuais irregularidades, corrigir falhas institucionais e reforçar a confiança dos cidadãos nas instituições públicas.
Os novos tempos exigem transparência total. Os cabo-verdianos têm o direito de conhecer a verdade sobre a gestão dos dinheiros públicos e de garantir que cada responsável responda pelos seus atos, sempre dentro dos princípios do Estado de Direito.
Auditar para esclarecer, responsabilizar para corrigir e governar para servir o povo. Esse deve ser o compromisso da nova era política em Cabo Verde.

PARA NOVOS TEMPOS, EXIGEM-SE NOVAS RESPOSTAS!Cabo Verde não pode continuar refém da corrupção, do favorecimento, do tráf...
15/06/2026

PARA NOVOS TEMPOS, EXIGEM-SE NOVAS RESPOSTAS!

Cabo Verde não pode continuar refém da corrupção, do favorecimento, do tráfico de influências, do nepotismo e do desvio de recursos públicos que, durante anos, corroeram a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado. A boa governação não se constrói apenas com discursos e promessas; constrói-se com transparência, fiscalização rigorosa e responsabilização efetiva de quem utiliza o poder público para benefício próprio.

Por isso, defendemos a criação do , uma estrutura independente, forte e dotada dos meios necessários para investigar, auditar, prevenir e combater todas as formas de corrupção que prejudicam o desenvolvimento nacional. Chegou o momento de romper com a cultura da impunidade e de garantir que cada escudo proveniente dos impostos dos cabo-verdianos seja aplicado em benefício do povo.

A corrupção não é apenas um crime económico; é um atentado contra a justiça social. Ela retira oportunidades aos jovens, compromete a qualidade dos serviços públicos, enfraquece a democracia e trava o progresso do país. Quem rouba os recursos públicos está a roubar o futuro de Cabo Verde.

O novo ciclo político deve ser marcado pela coragem de enfrentar interesses instalados e pela determinação de colocar a integridade no centro da governação. O povo cabo-verdiano merece um Estado que sirva os cidadãos e não grupos privilegiados.

Chegou a hora de dizer basta!
Mais auditorias, mais transparência, mais justiça.
Menos corrupção, menos impunidade e mais respeito pelo povo de Cabo Verde. 🇨🇻

Governar é servir, não é aproveitar.

A MEMÓRIA TAMBÉM VOTA! No auge da sua arrogância política, a então Ministra da Justiça, Joana Rosa, respondeu às reclama...
05/06/2026

A MEMÓRIA TAMBÉM VOTA!

No auge da sua arrogância política, a então Ministra da Justiça, Joana Rosa, respondeu às reclamações dos reclusos sobre a alegada insuficiência e fraca qualidade da alimentação servida na Penitenciária Central da Praia com uma frase que rapidamente marcou o debate público: "A prisão não é um hotel."

A declaração, amplamente divulgada na comunicação social, surgiu num momento em que os detentos manifestavam o seu descontentamento com as condições alimentares existentes no estabelecimento prisional. Em vez de demonstrar sensibilidade perante as preocupações levantadas, a resposta transmitiu uma imagem de desdém e falta de empatia para com uma realidade que afeta diretamente a dignidade humana.

Contudo, a política tem uma característica que muitos governantes tendem a ignorar: o povo tem memória.

Nas últimas eleições, os cidadãos foram chamados a pronunciar-se sobre a governação do país. Entre eles encontravam-se também os reclusos com capacidade eleitoral. E muitos daqueles que ouviram aquela frase e viveram as dificuldades do sistema prisional responderam através do instrumento mais poderoso numa democracia: o voto.

Os resultados demonstraram que a arrogância política, a insensibilidade e o afastamento das preocupações concretas das pessoas podem ter consequências. A democracia permite que cada cidadão faça a sua avaliação e expresse o seu juízo nas urnas.

Infelizmente, as informações que continuam a chegar do Estabelecimento Prisional de São Martinho são preocupantes. Segundo relatos recebidos, a qualidade e a quantidade da alimentação servida aos reclusos terão sofrido uma degradação ainda maior nos últimos tempos.

Se tais informações corresponderem à realidade, impõe-se um esclarecimento urgente por parte das autoridades competentes. Numa sociedade democrática, a privação da liberdade é a pena determinada pelos tribunais; a perda da dignidade humana não pode, nem deve, fazer parte dessa condenação.

A frase "a prisão não é um hotel" ficou na memória coletiva. Mas o verdadeiro teste de uma sociedade não está na forma como trata os mais privilegiados. Está na forma como trata aqueles que se encontram sob a sua custódia e responsabilidade. Afinal, a dignidade humana não deve conhecer grades, muros ou barreiras políticas.

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