Juridicamente Correcto

Juridicamente Correcto Kontaktinformationen, Karte und Wegbeschreibungen, Kontaktformulare, Öffnungszeiten, Dienstleistungen, Bewertungen, Fotos, Videos und Ankündigungen von Juridicamente Correcto, Digital Creator, Munich.

Bem-vindos ao JURIDICAMENTE CORRECTO, uma marca que nasce com o proposito de partilhar diferentes dimensões do saber jurídico, da cultura e do quotidiano, sempre com os pés firmes em nosso berço, SELES.

Arresto e Arrolamento são providências cautelares distintas, embora ambas tenham como finalidade proteger bens antes da ...
18/06/2026

Arresto e Arrolamento são providências cautelares distintas, embora ambas tenham como finalidade proteger bens antes da decisão final de um processo. Hoje, falaremos exatamente sobre essa diferença. Antes de mais, deixe um like, siga Juridicamente Correcto

Vamos a isso:

Arresto

O arresto consiste na apreensão judicial de bens do devedor quando existe receio justificado de que este venha a dissipar, ocultar ou alienar o seu património, colocando em risco a satisfação de um crédito.

O Arresto tem como finalidade garantir que o credor consiga receber o seu crédito no futuro.

Ex.: João deve 10 milhões de kwanzas a Pedro. Ao saber que João está a vender todos os seus imóveis para fugir às dívidas, Pedro pode requerer o arresto desses bens para assegurar o pagamento futuro.

Fundamentação legal: Art. 402 do CC

Arrolamento

O arrolamento consiste na descrição, inventariação e, quando necessário, depósito ou guarda de bens que correm risco de extravio, ocultação ou dissipação.

Tem como finalidade conservar bens determinados enquanto se discute quem tem direito sobre eles.

Ex.: Durante uma disputa hereditária, os herdeiros receiam que um familiar retire ou venda bens da herança. Pode ser requerido o arrolamento para que os bens sejam identificados e preservados até à decisão final.

Fundamentação legal: Art. 421 do CC

Em suma, tanto o arresto bem como o arrolamento são providências cautelares, mas possuem finalidades distintas. O arresto visa assegurar a futura satisfação de um crédito, através da apreensão de bens do devedor. Já o arrolamento destina-se à conservação e inventariação de bens sujeitos a litígio ou risco de desaparecimento, garantindo a sua preservação até à decisão definitiva do tribunal.

Se chegou até aqui, deixe um comentário sugerindo o próximo tema.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

SIGLAS JURÍDICAS FUNDAMENTAIS NO DIREITO ANGOLANOTodo estudante e profissional do Direito em Angola deve conhecer as seg...
17/06/2026

SIGLAS JURÍDICAS FUNDAMENTAIS NO DIREITO ANGOLANO

Todo estudante e profissional do Direito em Angola deve conhecer as seguintes siglas, frequentemente utilizadas na legislação, na jurisprudência, na doutrina e na prática forense.

Antes de mais, siga Juridicamente Correcto, deixe um like.
Vamos a isso:

CRA – Constituição da República de Angola
CC – Código Civil
CPC – Código de Processo Civil
CP – Código Penal
CPP – Código de Processo Penal
LGT – Lei Geral do Trabalho
CCom – Código Comercial
CN – Código do Notariado
CRC – Código do Registo Civil
CRP – Código do Registo Predial

AN – Assembleia Nacional
PR – Presidente da República
TC – Tribunal Constitucional
TS – Tribunal Supremo
TCS – Tribunal de Contas
PGR – Procuradoria-Geral da República
CSMJ – Conselho Superior da Magistratura Judicial
CSMP – Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público
MP – Ministério Público
OAA– Ordem dos Advogados de Angola

A.E. – Acção Executiva
R.A. – Recurso de Apelação

SA – Sociedade Anónima
Lda. – Sociedade por Quotas (Limitada)
NIF – Número de Identificação Fiscal
GUFE – Guiché Único da Empresa

CPA – Código do Procedimento Administrativo
AGT – Administração Geral Tributária
INSS – Instituto Nacional de Segurança Social
BNA – Banco Nacional de Angola

DL – Decreto-Lei
DP – Decreto Presidencial
Ac. – Acórdão
Art. – Artigo
N.º – Número
Al. – Alínea
N.ºs – Números
Ss. – Seguintes

As siglas mais importantes para qualquer jurista angolano são: CRA, CC, CPC, CP, CPP, LGT, MP, PGR, TS e TC. O domínio destas abreviações é essencial para a leitura e interpretação de leis, acórdãos, pareceres, petições e demais documentos jurídicos.

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo um tema a ser abordado aqui.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Prédio urbano e prédio rústico são dois conceitos fundamentais do Direito Civil e do Direito das Coisas que, apesar de p...
16/06/2026

Prédio urbano e prédio rústico são dois conceitos fundamentais do Direito Civil e do Direito das Coisas que, apesar de parecerem simples, muitas vezes são confundidos na prática jurídica.

Hoje vamos falar exatamente sobre isso e clarificar, de forma objetiva, a diferença entre ambos.

Antes de mais, siga o Juridicamente Correcto, deixe o seu like.
Vamos a isso:

Começamos por conceituar prédio.

Pois bem, Prédio é uma porção delimitada de solo, com as construções que eventualmente sobre ele existam. O prédio pode ser “rústico” ou “urbano”.

Prédio Rústico é fundamentalmente, a extensão limitada do solo ou TERRENO, nele se englobando, por relação, as construções nele existentes que não tenham autonomia económica. Para efeitos fiscais é o que normalmente está afecto ou pode destinar-se, à agricultura, abrangendo-se neste conceito a exploração agrícola, silvícola e pecuária.
EX: Terreno baldio.

Prédio Urbano - é fundamentalmente o edifício incorporado no solo (por ligação material, por meio de alicerces ou colunas do edifício ao solo).
Ex: Edifício da Sonangol ou qualquer outro edifício em qualquer parte do país.

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo o próximo tema que deseja ver abordado aqui.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Hoje vamos falar sobre o penhor e a penhora, dois institutos jurídicos frequentemente confundidos por estudantes e até p...
16/06/2026

Hoje vamos falar sobre o penhor e a penhora, dois institutos jurídicos frequentemente confundidos por estudantes e até por profissionais do Direito.

Antes de mais, siga Juridicamente Correcto
Deixa um like.
vamos a isso:

Penhor

O penhor é um direito real de garantia constituído voluntariamente pelo devedor (ou por terceiro) para assegurar o cumprimento de uma obrigação.

Ou seja, antes de existir qualquer processo judicial, o devedor entrega um bem móvel ao credor como garantia do pagamento da dívida.

Ex.: João pede emprestado 500.000 Kz a Pedro e entrega-lhe uma motorizada como garantia.

Se João não pagar a dívida, Pedro poderá fazer valer o seu direito sobre o bem dado em penhor.

Características:
É voluntário;
Resulta de acordo entre as partes;
Constitui um direito real de garantia;
Normalmente incide sobre bens móveis.

Fundamentação legal
O penhor encontra-se regulado no Código Civil Angolano, artigos 666.º e seguintes.

Penhora

A penhora é um ato processual executivo através do qual determinados bens do devedor são apreendidos judicialmente para garantir o pagamento da dívida.

Aqui já existe uma ação executiva em tribunal.

Ex.: Maria foi condenada a pagar 2.000.000 Kz e não pagou voluntariamente.

O credor instaura uma execução e o tribunal ordena a penhora do veículo ou da conta bancária de Maria para satisfazer o crédito.

Características
É coerciva;
Resulta de ordem judicial;
Ocorre no âmbito de um processo executivo;
Visa a satisfação do crédito do exequente.

Fundamentação legal
A penhora é regulada no Código de Processo Civil, artigos 821.º e seguintes.

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo o tema da próxima publicação.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Diferença entre Pedido e Causa de PedirSiga Juridicamente CorrectoPEDIDOO pedido é aquilo que o autor quer obter do trib...
11/06/2026

Diferença entre Pedido e Causa de Pedir

Siga Juridicamente Correcto

PEDIDO

O pedido é aquilo que o autor quer obter do tribunal. Em termos simples:
É o resultado jurídico que se pretende alcançar com a ação.

É o “QUÊ?” da ação.

Ex.: Quero que o réu me pague 500.000 Kz
👉🏿Quero que o contrato seja anulado
👉🏿Quero ser reintegrado no trabalho

CAUSA DE PEDIR

A causa de pedir é o conjunto de factos e fundamentos jurídicos que justificam o pedido. Em termos simples:
É o PORQUÊ? do pedido existir.

É o “por que razão tenho direito a isso”.

Ex.: Emprestei 500.000 Kz ao réu e ele não devolveu
👉🏿Fui despedido sem justa causa
👉🏿O contrato foi celebrado sob coação

A causa de pedir é composta por factos relevantes, enquadramento jurídico desses factos

Em suma, Pedido é o resultado pretendido; Causa de pedir é fundamento desse resultado

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo o próximo tema.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Hoje vamos falar sobre o Litisconsórcio, uma das figuras centrais do Direito Processual Civil.Antes de mais, deixa um li...
10/06/2026

Hoje vamos falar sobre o Litisconsórcio, uma das figuras centrais do Direito Processual Civil.

Antes de mais, deixa um like e segue Juridicamente Correcto.

Vamos a isso:

Imagine que seu vizinho mecânico esteja com seu carro há 2 anos,esteja também com carro de alguém que tu conheces há 1 ano e, durante este período, ele alega várias avarias, vocês fizeram todos os pagamentos necessários, mas o carro não melhora, está sempre na oficina, para o vosso azar, as peças desaparecem paulatinamente…Irritados, vocês decidem intentar uma ação contra ele… É aqui onde entra o tema de hoje.

O que é Litisconsórcio ?

O litisconsórcio ocorre quando duas ou mais pessoas participam na mesma ação judicial, seja no lado ativo (autores), passivo (réus), ou em ambos.

TIPOS DE LITISCONSÓRCIO

Litisconsórcio Facultativo

As partes podem litigar juntas, mas não são obrigadas.

Exemplo: Três credores podem processar o mesmo devedor numa única ação, mas também poderiam fazê-lo separadamente.

Litisconsórcio Necessário

A presença de todos os interessados é obrigatória, sob pena de invalidade da decisão.

Exemplo: Em caso de compropriedade, todos os proprietários devem estar no processo para decidir sobre o bem.

Em suma, o litisconsórcio não é apenas uma técnica processual , é uma forma de garantir coerência judicial, economia de processos e justiça uniforme.

Fundamentação legal
No Código de Processo Civil (CPC), o regime do litisconsórcio está consagrado, de forma nos Art. 27.º, 28, 29 & 30.

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo o próximo tema.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Podes pagar até 5 salários ao demitir um trabalhador doméstico, mesmo tendo razão:Muita gente acredita que, se houver “r...
08/06/2026

Podes pagar até 5 salários ao demitir um trabalhador doméstico, mesmo tendo razão:

Muita gente acredita que, se houver “razão” para despedir um trabalhador doméstico, não existe obrigação de pagar compensação.
Mas o Direito do Trabalho angolano diz o contrário em vários casos.Hoje, falaremos sobre a Indemnização dos trabalhadores domésticos, antes de mais, deixa um like e siga Juridicamente Correcto.

Vamos a isso:

O trabalho doméstico em Angola é uma relação jurídico-laboral de regime especial, nos termos da Lei Geral do Trabalho, artigo 11.º, n.º 1, alínea a.
Este regime especial existe porque a prestação ocorre no contexto familiar e pessoal, exigindo maior proteção do trabalhador.

Nos termos do Decreto Presidencial n.º 155/16, de 9 de Agosto, artigo 2.º, considera-se trabalhador doméstico quem presta serviços como:
👉🏿Preparação e confeção de refeições;
👉🏿Lavagem e tratamento de roupas ;
👉🏿Limpeza e arrumação da casa;
👉🏿Vigilância e assistência a idosos, crianças e doentes;
👉🏿Jardinagem;
👉🏿Transporte familiar;
👉🏿Coordenação e supervisão dessas atividades

Regra da indemnização na cessação do contrato

O ponto central está no regime de cessação “unilateral” do contrato, previsto no mesmo diploma, no seu Artigo 27.º, que estabelece as regras de indenização.

Segundo este artigo, quando o empregador despede o trabalhador (mesmo com razão), há sempre lugar a indemnização, conforme a duração do contrato.
Exemplo: Se o trabalhador ter trabalhado até 6 meses , depois de demitido deve ser indemnizado com 1 salário base;
De 7 a 15 meses = 2 salários base;
De 16 a 36 meses = 3 salários base;
De 37 a 60 meses = 4 salários base;
Mais de 60 meses = 5 salários base.

O limite máximo legal é 5 salários base, independentemente do motivo da cessação por iniciativa do empregador.

Se o trabalhador se demitir por culpa do empregador, Ex: Falta de pagamento de salário ou violação de direitos, o trabalhador terá direito à mesma indemnização acima referida, além dos salários em atraso.

Para terminar, importa realçar que se o trabalhador se demitir sem justa causa não há direito a indemnização

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo o tema da próxima publicação.
Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Qual é, na tua experiência, a cadeira mais exigente do curso de Direito?Deixe a sua resposta nos comentários e não te es...
06/06/2026

Qual é, na tua experiência, a cadeira mais exigente do curso de Direito?

Deixe a sua resposta nos comentários e não te esqueças de seguir Juridicamente Correcto

Esta pergunta não é por curiosidade vazia.
Ela servirá para mapear, de forma real, onde os estudantes mais tropeçam ao longo da formação.

O objetivo é identificar padrões de dificuldade, perceber onde o ensino falha em ser claro e, sobretudo, transformar essas respostas em conteúdo que ataque diretamente essas lacunas.

Não se trata apenas de saber qual disciplina “assusta mais”, mas de entender o que está por trás dessa dificuldade: Falta de base teórica, metodologia de estudo, ou até a forma como o Direito é ensinado.

As respostas vão orientar a nossa linha editorial para algo mais útil e cirúrgico , menos teoria genérica, mais resolução de problemas reais enfrentados por quem estuda Direito.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Hoje falaremos sobre o Recurso de cassação, antes de mais, deixa um like e siga Juridicamente CorrectoVamos a isso:RECUR...
05/06/2026

Hoje falaremos sobre o Recurso de cassação, antes de mais, deixa um like e siga Juridicamente Correcto

Vamos a isso:

RECURSO DE CASSAÇÃO (Artigo 535 do CÓDIGO DO PROCESSO PENAL ANGOLANO)

Recurso de cassação é o recurso que tem por finalidade anular (“cassar”) uma decisão judicial por violação da lei, erro na sua interpretação ou aplicação incorreta das normas jurídicas.

Diferentemente de um recurso comum, o recurso de cassação não se ocupa , em regra, com a reapreciação dos factos ou das provas. O seu foco principal é verificar se o direito foi corretamente aplicado.

Origem do termo

A palavra “cassação” vem do verbo cassar, que significa anular, invalidar ou tornar sem efeito.

Exemplo prático

Imagine que João foi condenado por furto.

O tribunal de julgamento aplicou uma pena de 8 anos de prisão, mas a lei prevê um máximo de 5 anos para aquele crime.

O advogado de João interpõe recurso de cassação alegando violação da lei penal.

O tribunal superior verifica que houve erro na aplicação da lei e cassa a decisão, determinando a sua substituição por outra conforme o direito.

Características do recurso de cassação:

👉🏿Visa proteger a correta aplicação da lei.
Procura uniformizar a jurisprudência.
👉🏿Não se destina, em regra, a reexaminar provas.
👉🏿Incide principalmente sobre questões de direito.
👉🏿Pode resultar na anulação da decisão recorrida.

Se chegou aqui, sugira um tema para a próxima publicação.
Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Diferença entre Direito Econômico e Direito FinanceiroMuita gente confunde os dois porque ambos tratam da atuação do Est...
04/06/2026

Diferença entre Direito Econômico e Direito Financeiro

Muita gente confunde os dois porque ambos tratam da atuação do Estado na economia. Mas há uma diferença central entre ambos. Hoje, falaremos sobre essa diferença. Antes de mais, deixa um Like e siga Juridicamente Correcto
Vamos a isso:

Direito Econômico

O Direito Econômico é o ramo do Direito que disciplina a intervenção do Estado na economia. Ele preocupa-se com a produção, circulação de bens, consumo, mercado, concorrência e política econômica.

Este tem como objetivo garantir equilíbrio econômico e justiça social.

Ex.: Controle da inflação, combate ao monopólio, rgulação de preços, proteção do consumidor, política cambial e a intervenção do Estado no mercado.

Direito Financeiro

O Direito Financeiro é o ramo do Direito Público que regula as receitas públicas, despesas públicas, o orçamento geral do Estado bem como a arrecadação e gestão do dinheiro público.

Tem como objetivo organizar financeiramente o Estado.

Ex.: Elaboração do Orçamento Geral do Estado, cobrança de impostos, gestão das despesas públicas, dívida pública etc.

O Direito Financeiro muitas vezes serve de instrumento para o Direito Econômico. Por exemplo, o Estado pode aumentar impostos para reduzir consumo,pode conceder incentivos fiscais para estimular empresas, ou seja, o Direito Financeiro fornece os meios financeiros para executar a política econômica do Estado.

Em suma, o Direito Econômico regula a atividade econômica. O Direito Financeiro regula o dinheiro público do Estado.

Se chegou até aqui, deixa um comentário sugerindo a próxima temática que quer ver abordado aqui.

Juridicamente Correcto
Descomplicando o Direito

Adresse

Munich

Webseite

Benachrichtigungen

Lassen Sie sich von uns eine E-Mail senden und seien Sie der erste der Neuigkeiten und Aktionen von Juridicamente Correcto erfährt. Ihre E-Mail-Adresse wird nicht für andere Zwecke verwendet und Sie können sich jederzeit abmelden.

Service Kontaktieren

Nachricht an Juridicamente Correcto senden:

Teilen

Kategorie