11/09/2026
Ontem participei de uma experiência muito especial no universo do café: o Global Charity Cupping, promovido pelo I’M NOT A BARISTA em parceria com a 15 Coffee.
Foram 15 cafés provados às cegas, vindos de diferentes origens e produtores. Cafés raros, alguns deles difíceis de encontrar até para quem vive profissionalmente esse universo. Só depois da degustação os cafés foram revelados, o que tornou tudo ainda mais interessante.
Meus dois grandes destaques foram o Ethiopia Elora e o Panama Elida Geisha. E talvez o mais legal tenha sido chegar a eles sem saber o que estava provando.
Para quem passa boa parte da vida estudando e provando vinho, foi impossível não fazer algumas conexões. O café também tem uma enorme biblioteca de fragrâncias e aromas. Origem, variedade, altitude e processamento mudam completamente aquilo que encontramos na xícara, assim como terroir, uva e vinif**ação transformam aquilo que encontramos na taça.
Mas havia ainda outro propósito por trás da degustação. O Global Charity Cupping acontece em diferentes cidades do mundo e arrecada recursos para apoiar a formação de jovens produtores de café.
Saí de lá com mais referências, algumas boas surpresas e, principalmente, com ainda mais vontade de conhecer esse universo.
Quanto mais a gente prova, mais percebe o quanto ainda existe para descobrir.