Jornal O Autarca

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SECTOR PRIVADO TEM DE SER ARQUITECTO DO DESENVOLVIMENTO- FÉLIX MACHADO, EM POSSE DO 2º MANDATO NA PRESIDÊNCIA DA ACB, DE...
08/06/2026

SECTOR PRIVADO TEM DE SER ARQUITECTO DO DESENVOLVIMENTO
- FÉLIX MACHADO, EM POSSE DO 2º MANDATO NA PRESIDÊNCIA DA ACB, DESAFIA FRAGMENTAÇÃO, COBRA TRANSPARÊNCIA NO PORTO SECO DO DONDO E LANÇA FÓRUM REGIONAL CENTRO-NORTE
Beira, 08 de Junho de 2026 (O Autarca) – “Assumo este segundo mandato não como mero acto administrativo, mas como afirmação histórica do sector privado de Sofala”. Com essa frase, Félix Machado tomou posse, última sexta-feira, na Presidência da Associação Comercial da Beira (ACB) e lançou o tom do novo ciclo: menos discurso, mais arquitectura económica.

ACB TEM 130 ANOS, MAS NÃO VIVE DE MEMÓRIA
Com mais de 130 anos e membro fundador da CTA, a ACB é das instituições económicas mais antigas de Moçambique e de alto prestígio a nível nacional e internacional. Para Machado, tradição sem responsabilidade histórica não serve.
“Instituições com esta história têm de viver da responsabilidade histórica. Têm de interpretar o presente e influenciar o futuro”, disse aos associados e convidados.
Antes de projectar o futuro, houve minuto de silêncio. Homenagem aos membros já falecidos que construíram o legado da ACB na Beira.

DESAFIOS QUE VÃO MARCAR O MANDATO
O discurso foi cirúrgico. Machado apontou o dedo na ferida e trouxe soluções:
1. Fim da fragmentação
“O maior desafio é a fragmentação do sector privado”. Por isso, este mandato aposta numa federação empresarial provincial efectiva e funcional. Objectivo: alinhar interesses, consolidar posições e dar mais força de intervenção económica à classe empresarial.

2. Beira como eixo nacional
Para ele, a Beira não é só cidade. É “eixo logístico e económico estratégico, ligado ao hinterland regional”. Mas só funciona com eficiência institucional e previsibilidade. Reconheceu CFM e Cornelder, mas fez alerta directo sobre o Porto Seco do Dondo: “Infraestruturas estratégicas são activos de soberania económica. Exigem transparência”. Projecto que, segundo ele, a ACB iniciou, trouxe ideias e acompanhou desde a génese.

3. Novo papel do sector privado
Acabou a era do sector privado reactivo. “O sector privado não pode ser apenas beneficiário do crescimento por acidente. Tem de ser arquitecto do desenvolvimento”. Pra isso, lança a criação do Fórum Regional do Sector Privado do Centro e Norte. Não será espaço de foto. Será “espaço de produção de soluções” pra transformar diagnósticos em políticas públicas.

AO GOVERNO E À CTA: PARCERIA, NÃO SUBORDINAÇÃO
A mensagem ao Estado foi directa: “Parceria não é subordinação. Parceria não é silêncio. Parceria é responsabilidade partilhada”.
À CTA, da qual a ACB é fundadora, pediu liderança agregadora: “Precisamos de uma CTA forte, porque Moçambique precisa de um sector privado forte”.

A PROMESSA FINAL
Machado encerrou citando Desmond Tutu: “There is only one way to eat an elephant: a bite at a time”/ (Só existe uma maneira de comer um elefante: uma mordida de cada vez). E deixou 5 promessas:
- Aos trabalhadores: respeito
- Aos associados: dedicação
- Aos parceiros: seriedade
- À CTA: colaboração
- Ao Governo: diálogo franco e construtivo
“A ACB não chega pra reclamar protagonismo. Chega pra assumir responsabilidades”, concluiu.
Com mais de 130 anos de existência r Membro fundador da CTA, a Associação Comercial da Beira é a principal voz do sector privado de Sofala, representando centenas de empresas e milhares de empregos na região Centro.■ (Redacção)

PESSOAS & FACTOSPOR: FALUME CHABANE08 DE JUNHO DE 1976 … GILDO ALMEIDATrês anos depois dos 47, quando foi a primeira ded...
08/06/2026

PESSOAS & FACTOS
POR: FALUME CHABANE
08 DE JUNHO DE 1976 … GILDO ALMEIDA
Três anos depois dos 47, quando foi a primeira dedicatória minha ao Gildo. Hoje chegamos aos 50. E que chegada, Gildo!
Empresário da Beira. Activista de causas. Figura pública de voz baixa, mas de presença que se sente. Reservado no estilo, gigante no carácter.
A nossa amizade não nasceu na Manga, mesmo sendo a Manga o chão que partilhamos. Nasceu longe dela, no convívio com o Nelinho. E ganhou mais cor nas mesas com o António Diamantino Cláudio dos Santos, memória que guardamos com saudade.
O que sempre me marcou em ti, irmão: lealdade. És daqueles amigos que não falham. Do espírito solidário que não mede esforço quando alguém precisa.
Casado com Sheila Americano Musa, celebras hoje 50 primaveras de vida. Meia centena de histórias, de lutas, de conquistas.
Parabéns, Gildo Almeida. Que os próximos 50 sejam tão intensos quanto estes primeiros.
Feliz aniversário, irmão. ■

*BEIRA LEVA DRIFT MOÇAMBICANO À ÁFRICA DO SUL E COLOCA ARENA GBOWER NO MAPA DA SADC*- ROSENDO E PETTER MACOME REPRESENTA...
05/06/2026

*BEIRA LEVA DRIFT MOÇAMBICANO À ÁFRICA DO SUL E COLOCA ARENA GBOWER NO MAPA DA SADC*
- ROSENDO E PETTER MACOME REPRESENTAM MOÇAMBIQUE NO WHEELZ N SMOKE ARENA E REFORÇAM INTERCÂMBIO PARA PROFISSIONALIZAR O DESPORTO MOTORIZADO EM SOFALA

Beira, 05 de Junho de 2026 (O Autarca) – A Cidade da Beira brilhou fora de fronteiras no passado dia 30 de Maio. Moçambique levou bandeira e talento ao evento Mzansi Meets Japan 5.0, no Wheelz N Smoke Arena, na vizinha África do Sul. A missão esteve a cargo de Rosendo Macome, piloto e presidente da Arena Gbower, e de Petter Macome, ambos naturais da Beira e rostos do projecto que quer profissionalizar o desporto motorizado em Sofala.
A participação insere-se no programa de intercâmbio desportivo que a Arena Gbower vem implementando. O objectivo é claro: criar pontes entre pilotos moçambicanos e a comunidade de drift da região austral. O evento sul-africano reuniu mais de 20 pilotos de várias províncias e países vizinhos, num palco que exigiu técnica, controlo e disciplina.

PREPARAÇÃO PARA O 1º ANIVERSÁRIO DA PISTA
O intercâmbio surge quando a Arena Gbower acelera preparativos para celebrar o primeiro aniversário da primeira pista de drift da Beira. A infra-estrutura nasceu com uma missão social: tirar os veículos das vias públicas e oferecer espaço seguro para treino, competição e lazer. A aposta é reduzir riscos da prática informal nas ruas e transformar paixão em desporto organizado.

IMPACTO PARA ALÉM DA PISTA
Para além do desporto, a presença de Moçambique no circuito regional tem leitura económica e turística. A projecção da cidade num palco da SADC pode atrair visitantes, patrocinadores e jovens interessados em carreiras de mecânica, engenharia e gestão de eventos. Drift deixa de ser só adrenalina e passa a ser oportunidade.
Rosendo Macome não vê a ida à África do Sul como simples exibição. “Levámos a bandeira de Moçambique e mostramos que a Beira tem capacidade para competir e aprender ao mais alto nível. Este intercâmbio é estratégico: abre portas para os nossos pilotos, dá visibilidade à cidade e reforça que o drift pode ser via séria de desenvolvimento desportivo, cultural, económico e social”, afirmou.

ESCOLA DE PILOTOS E EDUCAÇÃO RODOVIÁRIA
Macome sublinhou que o projecto não se esgota na pista. A visão da Arena Gbower passa por criar escola de formação de pilotos, promover acções de educação rodoviária e envolver escolas e associações juvenis. A ideia é transformar interesse pelo drift em emprego e formação técnica concreta para a juventude beirense.
Petter Macome, piloto em ascensão em Sofala, descreveu a experiência como teste técnico e cultural. Partilhar pista com mais de 20 pilotos estrangeiros permitiu medir exigência, trocar conhecimento e observar padrões de segurança e organização. “Voltamos com contactos, novas técnicas e a certeza de que o trabalho que fazemos na Beira tem futuro”, disse.

ORGULHO BEIRENSE
A reacção da comunidade ao regresso dos pilotos foi de entusiasmo. Nas redes sociais, imagens e vídeos das demonstrações circularam amplamente, reforçando sentimento de pertença e orgulho. Para muitos jovens, ver a bandeira nacional numa pista estrangeira é estímulo para acreditar no potencial local.■ (Chabane Falume)

COLÉGIO LIDUVA ARRANCA 2026 COM APROVEITAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVO- DIRECÇÃO DESTACA EMPENHO DE ALUNOS, PROFESSORES E EQ...
05/06/2026

COLÉGIO LIDUVA ARRANCA 2026 COM APROVEITAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVO
- DIRECÇÃO DESTACA EMPENHO DE ALUNOS, PROFESSORES E EQUIPA ADMINISTRATIVA NO FECHO DO 1º TRIMESTRE. ESCOLA EM NOVAS INSTALAÇÕES PRÓPRIAS MARCA NOVA ERA

Beira, 05 de Junho de 2026 (O Autarca) – O Colégio Liduva fechou o primeiro trimestre do ano lectivo 2026 com balanço positivo no aproveitamento pedagógico. A avaliação da direcção aponta crescimento na qualidade de ensino e maior envolvimento da comunidade escolar.
O resultado, segundo a instituição, é fruto directo de três pilares: *dedicação dos alunos, compromisso do corpo docente e eficiência da equipa administrativa* que garante o pleno funcionamento da escola.

EMPENHO QUE SE VÊ NAS NOTAS
No fecho do trimestre, o destaque vai para a disciplina e participação dos alunos em sala de aula. Professores relatam maior interesse nas matérias, entrega nos trabalhos e aproveitamento acima da média do período anterior.
“Os alunos responderam bem aos desafios lançados. Nota-se empenho, respeito pelo horário e vontade de aprender. Isso facilita o trabalho do professor e eleva o nível da escola”, refere nota da direcção pedagógica.
O corpo docente também é apontado como peça-chave. Actualização metodológica, acompanhamento individual e ambiente de exigência com apoio marcam o trabalho diário.

ADMINISTRAÇÃO que garante o funcionamento
Por trás das aulas, a equipa administrativa assegura que nada falte: desde material didáctico, manutenção, segurança até atendimento aos encarregados. É esse suporte que mantém a escola a funcionar em pleno, sem sobressaltos.

NOVA CASA, NOVO AMBIENTE
O trimestre teve ingrediente extra: *o Colégio Liduva passou a funcionar em novas instalações próprias, modernas, inauguradas no início do ano lectivo 2026*.
As novas salas, laboratórios e espaços de convívio criaram um ambiente escolar diferente. Mais luz, mais conforto, mais organização. Para direcção, professores e alunos, a mudança de casa trouxe também mudança de postura.
“O bom ambiente que se vive hoje na escola não é por acaso. As novas instalações deram dignidade ao processo de ensino-aprendizagem. Aluno motivado, professor valorizado, encarregado confiante. Esse é o Liduva de 2026”, destaca a direcção.

META: MANTER O RITMO
Com o 1º trimestre consolidado, o desafio agora é manter o ritmo até ao final do ano. A direcção promete continuar a investir na formação de professores e no acompanhamento pedagógico individual.
O Colégio Liduva prova que investir em infra-estrutura e gente dá resultado. Começa o ano com números positivos e com a certeza de que a educação de qualidade passa também por escolas que oferecem condições.■ (Redacção)

*CTA ABRAÇA FEDERAÇÃO DE SOFALA: "COMPROMISSO DE APOIAR E FORTALECER" - RICARDO CUNHAQUE*- PRESIDENTE DO CEP SOFALA ELOG...
05/06/2026

*CTA ABRAÇA FEDERAÇÃO DE SOFALA: "COMPROMISSO DE APOIAR E FORTALECER" - RICARDO CUNHAQUE*
- PRESIDENTE DO CEP SOFALA ELOGIA CRIAÇÃO DA NOVA ENTIDADE E DESCARTA DISPUTA: "GANHO PARA O SECTOR PRIVADO E PARA MOÇAMBIQUE"

Beira, 05 de Junho de 2026 (O Autarca) – A reacção da CTA à criação da Federação Empresarial Provincial de Sofala é clara: apoio total.
O Presidente do Conselho Empresarial Provincial de Sofala, Ricardo Cunhaque, apreciou positivamente o nascimento da nova entidade liderada por Félix Machado. Na sua avaliação, a Federação chega para somar, não para dividir.

ELOGIAMOS A INICIATIVA
“Vimos com bons olhos a criação da Federação Empresarial Provincial de Sofala. É uma iniciativa necessária, num momento em que a província concentra projectos estruturantes para o país”, afirmou Ricardo Cunha.
Para o líder do CEP, a nova instituição nasce no timing certo. Com a estrada de acesso ao Porto, o Porto Seco de Dondo e o futuro Porto de Savane na mesa, Sofala precisa de voz territorial forte pra defender o empresário local.

COMPROMISSO FIRMADO: CTA APOIA
O ponto que mata qualquer especulação de racha foi dito sem rodeio pelo Presidente do CEP: “compromisso da CTA de apoiar a Federação”.
“Reafirmamos o compromisso da CTA em apoiar e fortalecer esta nova estrutura. Não há competição. Há complementaridade. A CTA continua como casa-mãe do sector privado nacional, e a Federação de Sofala será o nosso braço provincial mais atento ao terreno”, garantiu Cunhaque.

GANHO PARA TODOS
Na leitura do CEP Sofala, a Federação resolve um problema antigo: distância entre decisão nacional e realidade provincial. Enquanto a CTA articula em Maputo, a Federação de Sofala vai estar na bomba, na obra, no gabinete do governador, defendendo o associado do dia-a-dia.
“É ganho para o sector privado sofalense. É ganho para a CTA. É ganho para Moçambique. Quando o empresariado fala unido, o governo ouve melhor e o investidor confia mais”, concluiu Ricardo Cunhaque.

MENSAGEM POLÍTICA FECHADA
Com a posição pública do CEP, f**a selado o entendimento: nasce uma nova força em Sofala, mas dentro da mesma família. Félix Machado lidera a Federação no terreno. Ricardo Cunhaque e a CTA garantem o guarda-chuva institucional.
Unidade no discurso, força na mesa de negociação. É assim que o sector privado sofalense entra no jogo dos mega projectos.■ (Redacção)

*NASCE A FEDERAÇÃO EMPRESARIAL DE SOFALA: FÉLIX MACHADO LIDERA MOVIMENTO PRA BLINDAR INVESTIMENTOS DO CORREDOR DA BEIRA*...
05/06/2026

*NASCE A FEDERAÇÃO EMPRESARIAL DE SOFALA: FÉLIX MACHADO LIDERA MOVIMENTO PRA BLINDAR INVESTIMENTOS DO CORREDOR DA BEIRA*
- NOVA ENTIDADE SURGE POR CONSENSO, NÃO PRA COMPETIR COM A CTA, MAS PRA FORTALECER A VOZ DO SECTOR PRIVADO LOCAL NOS GRANDES PROJECTOS ÂNCORAS DA PROVÍNCIA

Beira, 05 de Junho de 2026 (O Autarca) – Sofala escreveu história na noite de ontem, quinta-feira, 04 de Junho de 2026. Nasceu oficialmente a Federação Empresarial Provincial de Sofala (FEPS), com constituição dos órgãos sociais confirmada e indicação por consenso de *Félix Machado*, Presidente da Associação Comercial da Beira (ACB), como primeiro líder da instituição.
É mais que nova sigla. É o sector privado sofalense a dizer: queremos assento na mesa onde se decidem os projectos que mudam a província.

O HOMEM: FÉLIX MACHADO, DEFENSOR SEM TRÉGUA
Se há nome que sintetiza luta pelo empresário local, é Félix Machado. À frente da ACB, ganhou fama de “defensor sem trégua” dos interesses do sector privado. Discurso directo, mesa cheia, mas sem medo de confrontar quando o negócio local é empurrado pra margem.
A escolha por consenso não surpreende. É reconhecimento de quem vive a trincheira diária: burocracia, acesso ao crédito, concorrência desleal, carga fiscal. Félix chega à Federação com capital político e moral pra blindar o empresário sofalense.

POR QUE AGORA? O CORREDOR DA BEIRA NÃO ESPERA
A Federação nasce num momento estratégico. Sofala concentra projectos âncoras que definem o futuro económico do país:
1. *Estrada de acesso dedicado ao Porto da Beira*
2. *Porto Seco de Dondo*
3. *Novo Porto de Águas Profundas de Savane*
Tudo isso amarrado ao *Corredor Logístico da Beira*, porta de entrada para o hinterland. E coincide com a nova legislação de Conteúdo Local, que impõe participação nacional e local nos grandes investimentos.
Sem voz organizada, o empresário de Sofala assiste de fora. Com a Federação, entra no debate, na mesa, no contrato.

NÃO É COMPETIÇÃO. É REFORÇO À CTA
Ponto crucial que a Federação deixa claro desde o nascimento: *não nasce pra competir com a CTA*. Nasce pra fortalecer.
A Confederação das Associações Económicas continua como casa-mãe do sector privado em Moçambique. A Federação de Sofala é braço provincial, voz territorial, radar local. É quem conhece o terreno, o empresário da rua, a dor da Beira, Dondo, Nhamatanda.
Como disse Sónia Saleiro Uache, porta-voz do evento: “A CTA fala por Moçambique. A Federação fala por Sofala, dentro da CTA”. É descentralização inteligente, não racha.

MISSÃO: PARTICIPAR, NÃO SÓ APLAUDIR
A nova entidade assume compromisso directo: participação efectiva nos debates de implementação de todos os investimentos na província. Chega de projecto decidido em Maputo e comunicado na Beira depois.
“Queremos mesa, dados, contrato e emprego local. Conteúdo Local sem empresário local forte é letra morta. A Federação promete ser o guardião disso”- afirmou Félix Machado.
Sofala tem potencial, tem porto, tem corredor, tem gente. Agora tem também instituição pra defender. Nasce uma nova era do associativismo empresarial na província. E começa com Félix Machado na liderança.■ (Redacção)

*SOFALA QUER LOURENÇO BULHA NA FILA DA BOMBA: GOVERNADOR PRECISA SENTIR A CRISE QUE O POVO VIVE*- SILÊNCIO DE QUEM CONHE...
04/06/2026

*SOFALA QUER LOURENÇO BULHA NA FILA DA BOMBA: GOVERNADOR PRECISA SENTIR A CRISE QUE O POVO VIVE*
- SILÊNCIO DE QUEM CONHECE O SECTOR DE COMBUSTÍVEIS DE DENTRO CONTRASTA COM DRAMA DIÁRIO DE MÉDICOS, ADVOGADOS E TRABALHADORES NAS BOMBAS DA BEIRA

Beira, 04 de Junho de 2026 (O Autarca) – A população de Sofala tem um pedido simples ao governador Lourenço Bulha: vá à fila. Logo de madrugada. Fique horas sob frio, sol ou chuva, disputando cada litro de combustível como fazem médicos, jornalistas, advogados e trabalhadores anónimos todos os dias na Beira.
O drama do desabastecimento já não é boato. É fila. É tempo perdido. Obra parada. Doente em casa sem saída. É vida travada. E o mais grave: virou rotina num país onde governo garante que “há combustível”, gasolineiras confirmam tanques cheios e retalhistas asseguram ter dinheiro pra pagar factura. Se todos têm, por que o cidadão comum não recebe?

SIMULAÇÃO DE GOVERNAÇÃO NÃO RESOLVE
No início da crise, o Secretário de Estado em Sofala, Manuel Rodrigues, deu um sinal. Foi às bombas, foi às gasolineiras, saiu irritado com a situação. A atitude foi aplaudida. Mas faltou continuidade. Passou a impressão de acto de presença, de simulação de governação. O problema continuou e o sinal morreu.
Manuel Rodrigues é Secretário de Estado. Tem limites. Quem tem mandato, responsabilidade constitucional e peso político em Sofala é o governador *Lourenço Bulha*. Beirense de raiz. Bombeiro de profissão. Empresário do sector: possui postos de venda de combustíveis e opera transporte pesado que inclui logística de derivados. Conhece o sector de dentro.
Por isso o silêncio assusta. É estranho o governador da província, com domínio técnico e económico sobre combustíveis, calar-se perante a crise mais impactante no dia-a-dia do cidadão. Uma crise que não se registou com esta intensidade nas governações precedentes.

GOVERNADOR PRECISA SER VOZ DE CONSENSO
Bulha devia ser a voz que unif**a: governo, gasolineiras, distribuidoras e consumidores. Devia ser solidário. Devia ser incisivo. Em vez disso, o povo sente ausência. Parece que o governador ainda não se apercebeu da dimensão real da crise. Ou finge não conhecer.
A população não pede milagres. Pede presença. Pede que quem decide sinta na pele o que é perder 4/ 6 horas na fila pra abastecer 20 litros. Pede que quem tem posto de combustível entenda o sufoco de quem não tem gota pra levar o filho ao hospital.

MAPUTO NÃO É MOÇAMBIQUE
O governo central não pode negligenciar a crise olhando só pra Maputo, onde o abastecimento aparenta normalidade. Governo Chapo é de Moçambique inteiro, não só da capital. E f**a mal: a Beira tem terminal oceânico, é porta de entrada de combustível pro hinterland.
Parece que o produto chega ao porto e segue directo pra alimentar países vizinhos e províncias do interior, enquanto o beirense f**a na fila. Terminal oceânico não pode ser sinónimo de vazio local.

PROVOCAÇÃO NECESSÁRIA
Esta é uma provocação, sim. Mas é provocação cidadã. Lourenço Bulha, vá à bomba. Sem escolta, sem agenda, sem assessor. Pegue na fila. Ouça o mecânico, a enfermeira, o estudante. Sinta o cheiro de gasolina, a poeira, a revolta contida.
Só assim o governador vai entender que esta não é crise de logística. É crise de confiança. E só quem sente na pele tem autoridade moral pra exigir solução.
Sofala espera. A fila espera.■

CCM REFORÇA EQUIPA COM TÉCNICOS DE PESO- MAURO PEREIRA, DECANO PIONEIRO DO DESPACHO ADUANEIRO MOÇAMBICANO E REFERÊNCIA B...
04/06/2026

CCM REFORÇA EQUIPA COM TÉCNICOS DE PESO
- MAURO PEREIRA, DECANO PIONEIRO DO DESPACHO ADUANEIRO MOÇAMBICANO E REFERÊNCIA BEIRENSE, ASSUME PRESIDÊNCIA DO PELOURO DE POLÍTICA FISCAL E ADUANEIRA
Maputo, 04 de Junho de 2026 (O Autarca) – A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) reforçou esta terça-feira, 2 de Junho de 2026, a sua capacidade institucional com a tomada de posse de mais integrantes do novo elenco directivo para o mandato 2026-2029, sob a liderança do Presidente Lucas Chachine, reconhecido “estratega de negócios” moçambicano.
A cerimónia, conduzida pela Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Yolanda Fernandes, empossou a Vice-Presidente para Assuntos Internos, Ilda Matabel, os Assessores da Presidência, Vice-Presidentes Regionais das zonas Sul e Norte, Delegados Provinciais e Internacionais para Mumbai, Macau e Ruanda. O Vice-Presidente Regional para a zona Centro será empossado oportunamente.
Na sua intervenção, Lucas Chachine sublinhou que a expansão da CCM a nível nacional e internacional aproxima os serviços da instituição dos empresários. Defendeu que os empossados devem focar-se na expansão de negócios, identif**ação de fontes alternativas de financiamento para as MPME e na integração dessas empresas nas grandes indústrias e cadeias de valor nacionais e globais.
“Continuemos empenhados em mobilizar parceiros para capacitar os nossos empresários, aumentar a produção e a produtividade nacional com qualidade para abastecer o mercado interno e incrementar as exportações”, afirmou o Presidente da CCM.

MAURO PEREIRA: FIGURA ACERTADA PARA O PELOURO FISCAL E ADUANEIRO
Entre os nomes empossados, ganha destaque a nomeação de *Mauro Pereira* para Presidente do Pelouro de Política Fiscal e Aduaneira da CCM.
A sua nomeação é vista no sector como uma escolha acertada da liderança de Lucas Chachine. Um estratega empresarial ao leme da CCM, ladeado por um périto aduaneiro, combina visão macroeconómica com experiência operacional.
Espera-se que, sob a Presidência de Mauro Pereira, o Pelouro lidere o diálogo público-privado para simplif**ação de procedimentos, redução de custos de desalfandegamento, combate à burocracia e defesa de um sistema tributário mais previsível para o empresariado nacional. A sua voz será decisiva na busca de soluções que destravem a logística e tornem o Corredor da Beira, particularmente, e outros corredores mais competitivos.

QUEM É MAURO PEREIRA
Mauro Pereira é um dos nomes fundadores da indústria de despacho e agenciamento de carga em Moçambique. Com identidade beirense assumida, construiu carreira a partir do Porto da Beira, corredor logístico estratégico para o centro e sul de África.
Pioneiro na profissionalização da actividade de despachante oficial, é reconhecido pelo domínio técnico do Código Aduaneiro, políticas fiscais e processos de facilitação do comércio. Ao longo de décadas, formou gerações de despachantes e defendeu a dignif**ação da classe, transformando o despacho de uma função burocrática em elo essencial da cadeia logística nacional.
O seu perfil combina experiência de terreno com visão institucional. É voz respeitada em fóruns empresariais e junto das autoridades aduaneiras, sempre na defesa de procedimentos mais céleres, transparentes e competitivos para os operadores económicos moçambicanos.
A ligação à Beira dá-lhe leitura privilegiada dos desafios reais de importadores, exportadores e transportadores que movimentam carga pelo corredor centro. Essa vivência faz dele uma figura de consenso entre empresários e um interlocutor credível para reformas que impactam directamente o custo Moçambique.■ (Redacção)

*MOVIMENTO ASSOCIATIVO EMPRESARIAL DE SOFALA EM DESTAQUE HOJE E AMANHÃ NA BEIRA*- FEDERAÇÃO PROVINCIAL NASCE NESTA QUINT...
04/06/2026

*MOVIMENTO ASSOCIATIVO EMPRESARIAL DE SOFALA EM DESTAQUE HOJE E AMANHÃ NA BEIRA*
- FEDERAÇÃO PROVINCIAL NASCE NESTA QUINTA E ACB TOMA POSSE AMANHÃ COM FÉLIX MACHADO RECONDUZIDO POR ACLAMAÇÃO

Beira, 04 de Junho de 2026 (O Autarca) – A Cidade da Beira volta a afirmar-se como centro de decisões para o sector privado moçambicano. Nesta quinta-feira, 04 de Junho de 2026, a Província de Sofala escreve um novo capítulo do associativismo económico com a realização da *1ª Assembleia Geral Electiva da Federação Empresarial Provincial de Sofala*.
Trata-se de uma nova entidade representativa do sector privado, desenhada para dar voz organizada aos empresários da região e servir de modelo para expansão às demais províncias do país. A visão é do actual Presidente da Associação Comercial da Beira, *Félix Machado*, que defende que uma Confederação Nacional forte nasce de federações provinciais sólidas. É nesse enquadramento que a Federação de Sofala se junta ao esforço de fortalecer a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), até aqui maioritariamente constituída por associações sectoriais de base local e nacional.
“Uma Confederação só é robusta quando assenta em federações provinciais actuantes. A logística determina que a base sustente o topo”, defende Félix Machado, impulsionador do processo.

*ACTIVISMO QUE TRANSFORMA O AMBIENTE DE NEGÓCIOS*
O protagonismo de Félix Machado vai além da criação da Federação. À frente da ACB, tem sido voz activa na defesa de um ambiente de negócios mais simples, previsível e competitivo na Beira e em Sofala. O seu activismo marcou-se pelo diálogo permanente com o Governo Provincial e Central, Município da Beira, Autoridade Tributária e entidades reguladoras, sempre com foco em desburocratização, acesso ao crédito e melhoria das infraestruturas de apoio ao empresariado.
Foi sob a sua liderança que a ACB reforçou a capacidade de advocacy do sector privado local, trouxe debates concretos sobre logística, corredores de desenvolvimento e formalização de PMEs, e abriu portas para parcerias com instituições financeiras e organismos nacionais e internacionais.

*CONSENSO E ACLAMAÇÃO NA ACB*
Na sequência desse trabalho, nesta sexta-feira a Cidade da Beira acolhe a *cerimónia de tomada de posse dos novos titulares dos órgãos sociais da Associação Comercial da Beira*. Destaque para a recondução de *Félix Machado* à Presidência da ACB num processo eleitoral marcado por consenso, unanimidade e aclamação dos associados.
O voto de confiança demonstra o reconhecimento do empresariado pelo percurso de diálogo, firmeza e resultados alcançados. Reeleito, Machado assume o compromisso de consolidar a Federação de Sofala e levar a experiência beirense para outras províncias, reforçando o papel da CTA como interlocutor único e forte do sector privado junto do Governo.

*DOIS DIAS, UM MESMO OBJECTIVO: FORTALECER O EMPRESARIADO MOÇAMBICANO*
Hoje a Federação nasce. Amanhã a ACB renova a liderança. No centro, o mesmo propósito: dar ao empresário de Sofala e de Moçambique instrumentos reais para crescer, investir e gerar emprego.
A Beira mostra, mais uma vez, que quando o associativismo funciona, o desenvolvimento acontece.■ (Redacção)

*FERROVIA: MOÇAMBIQUE ABRE OS TRILHOS À COMPETITIVIDADE*  - GOVERNO LANÇA CONSULTA PÚBLICA DO NOVO REGULAMENTO E APOSTA ...
03/06/2026

*FERROVIA: MOÇAMBIQUE ABRE OS TRILHOS À COMPETITIVIDADE*
- GOVERNO LANÇA CONSULTA PÚBLICA DO NOVO REGULAMENTO E APOSTA EM REGULAÇÃO MODERNA PARA TRANSFORMAR CORREDORES EM MOTORES DE CRESCIMENTO

Maputo, 03 de Junho de 2026 (O Autarca) – O Governo de Moçambique deu, na semana passada, o primeiro passo para reescrever o futuro da ferrovia nacional. Com o lançamento da consulta pública do novo Regulamento Ferroviário, o Executivo quer transformar os carris num verdadeiro motor de competitividade económica, integração regional e transformação logística da África Austral.

Num discurso de tom reformista, o Ministro dos Transportes e Logística, João Jorge Matlombe, deixou claro: a aposta já não é só em betão e carril. “A competitividade do futuro não será determinada apenas pela existência de infraestruturas, mas sobretudo pela qualidade da sua regulação, pela eficiência dos seus serviços e pela capacidade de criar ambientes de confiança para investidores, operadores e utilizadores”.

O novo regulamento assenta em 6 pilares fundamentais para reposicionar o sector:
1. *Concorrência saudável* – abertura a novos operadores e investidores
2. *Acesso transparente* – regras claras de utilização da capacidade ferroviária
3. *Eficiência operacional* – interoperabilidade e menos burocracia
4. *Integração modal* – ligação directa e ef**az entre portos, ferrovia e hinterland
5. *Segurança e sustentabilidade* – alinhamento com melhores práticas internacionais
6. *Diálogo inclusivo* – escuta activa de operadores, portos, investidores e utentes.

A mensagem do Governo é directa para a região: enquanto a África Austral acelera corredores de desenvolvimento e comércio intra-regional, Moçambique não pode f**ar com regulação do século passado. O país quer corredores logísticos competitivos, previsíveis e resilientes aos desafios da próxima década: digitalização, transição energética e cadeias de abastecimento mais sustentáveis.

O sector ferroviário é estratégico por uma razão simples: reduz custos logísticos, aumenta a competitividade das exportações, descongestiona as estradas e sustenta um desenvolvimento económico menos dependente do rodoviário.

“Esta reforma não pertence apenas às instituições públicas. Ela pertence a todos os actores que acreditam no potencial transformador da ferrovia como instrumento de crescimento económico, integração regional e prosperidade partilhada”, concluiu o ministro.

A consulta pública está aberta. O desafio agora é transformar este exercício regulatório em contrato de confiança entre Estado, sector privado e cidadãos. Porque um país que regula bem os seus trilhos, abre caminho para o seu progresso.■ (Redacção)

Endereço

Manga, Mascarenhas
Beira
2102

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