Jornal O Autarca

Jornal O Autarca primeiro jornal diario electronico editado na cidade da Beira

PESSOAS & FACTOSPOR: FALUME CHABANE04 DE AGOSTO DE 1985 … JORGE MALANGAZE04 de Agosto de 2026: Hoje é um dia especial, e...
04/08/2026

PESSOAS & FACTOS
POR: FALUME CHABANE
04 DE AGOSTO DE 1985 … JORGE MALANGAZE

04 de Agosto de 2026: Hoje é um dia especial, em que celebra-se o 41º Aniversário Natalício de Jorge Malangaze, uma conhecida figura pública da Cidade da Beira. Por essa ocasião, presto-lhe uma justa e merecida homenagem, reconhecendo a sua trajectória, dedicação, profissionalismo e compromisso de serviço à sociedade moçambicana.

Ao longo da sua caminhada, distinguiu-se pelo compromisso com a verdade e com a ética no exercício da profissão jornalística. A sua entrega à família, à fidelidade aos valores cristãos e a permanente disponibilidade para servir o próximo são marcas que engrandecem a sua existência. O seu percurso é um testemunho de perseverança, humildade, coragem e determinação, qualidades que o transformaram numa referência para colegas, amigos e para todos os que acompanham o seu trabalho e convivem com ele.

Mais do que celebrar uma data, celebramos uma vida construída com esforço, sacrifício e esperança; uma vida dedicada à promoção da informação, ao fortalecimento da cidadania e ao desenvolvimento de Moçambique.

Neste aniversário, elevamos as nossas orações a Deus, agradecendo pelo dom da sua vida e pedindo que continue a guiá-lo com saúde, sabedoria, paz, protecção e prosperidade. Que lhe conceda forças para superar todos os desafios, multiplicar as conquistas e realizar os sonhos que ainda guarda no coração.

Que esta nova etapa da sua vida seja repleta de oportunidades, felicidades, muitas realizações pessoais, familiares e profissionais.

Que continue a inspirar, através do seu exemplo, todos aqueles que têm o privilégio de caminhar ao seu lado.
Parabéns pelos seus 41 anos, Jorge Malangaze!

Que o Senhor ilumine sempre os seus passos, fortaleça a sua fé, renove diariamente as suas forças e lhe conceda uma vida longa, abençoada e repleta de vitórias.
Feliz Aniversário!■

CFM PROCEDE ENTREGA DE DOAÇÕES NO ÂMBITO DO 131° ANIVERSÁRIO DA EMPRESA Maputo, 03 de Agosto de 2026 (O Autarca) – A Emp...
03/08/2026

CFM PROCEDE ENTREGA DE DOAÇÕES NO ÂMBITO DO 131° ANIVERSÁRIO DA EMPRESA
Maputo, 03 de Agosto de 2026 (O Autarca) – A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) procede esta segunda-feira, 03 de Agosto de 2026, a entrega de doações constituídas por 131 Cadeiras de Rodas e Triciclos, bem como diversos produtos alimentares a Centros de Acolhimento situados nas três regiões do país, no âmbito da celebração dos 131 anos da empresa.
Na zona Sul, a cerimónia central será realizada às 14 horas, no Centro de Acolhimento de Jovens e Adolescentes com Deficiência Profunda (CAJADP), sita no Bairro Tsalala, em Maputo. Na Região Centro, o acto decorreu esta manhã, no Centro de Idosos de Nhangau. Já no Norte, a cerimónia decorreu, igualmente, esta manhã, no Conselho Municipal da Cidade de Nampula.
Recorde-se que o CFM tinha programado a realização de uma Légua para assinalar a efeméride que se comemorou no passado dia 8 de Julho. Contudo, devido à ocorrência das chuvas no início do ano que causaram cheias, sobretudo na região Sul do país, tendo destruído diversas infra-estruturas sociais (incluindo um troço considerável da estratégica Linha de Limpopo, que liga Maputo à Zimbabwe) e que paralisou a circulação de comboios por um período de 4 meses, causando um prejuízo avaliado em cerca de 37 milhões de dólares norte americanos (valor que inclui as obras de reposição da Linha, bem como a passageiros e cargas não transportados), a Empresa decidiu cancelar a Légua e, no seu lugar, realizar a acção social acima mencionada.
A “Légua 131 anos do CFM” seria uma prova internacional de atletismo que previa a participação de cerca de 1.500 atletas, num percurso de 7,2 Km, com partida e chegada na Praça dos Trabalhadores - sede da Empresa CFM e proporcionaria prémios pecuniários aos vencedores das diversas categorias.■ (Redacção)

PESSOAS & FACTOSPOR: FALUME CHABANE03 DE AGOSTO DE 1943 … ENG. FERNANDO F. MENDESQuem é o Eng. Fernando Ferreira Mendes?...
03/08/2026

PESSOAS & FACTOS
POR: FALUME CHABANE
03 DE AGOSTO DE 1943 … ENG. FERNANDO F. MENDES

Quem é o Eng. Fernando Ferreira Mendes? Certamente, esta é uma daquelas perguntas cuja resposta pode não estar ao alcance de muitos, sobretudo a nova geração, tanto que se trata de uma figura já idosa. O Engenheiro Mecânico Fernando Ferreira Mendes, mais conhecido por Ferreira Mendes, é um cidadão moçambicano residente na Cidade da Beira, uma ilustre figura digna de respeito.

O seu percurso de vida confunde-se com a história contemporânea da empresa CFM, tanto que perfila da primeira lista de galardoados quando das comemorações dos 120 anos da firma, em 2016, um reconhecimento a sua dedicação e esforço exercidos ao longo dos anos em prol do crescimento da companhia. O Eng. Fernando Ferreira Mendes foi Director Nacional do CFM entre os anos 1982 e 1990. Antes foi Director Nacional Adjunto, Director Executivo Regional Centro e Chefe das oficinas gerais da empresa.

No seu período de ensino, frequentou a Escola Liceu Camões, Liceu Pero de Anaia, Instituto Liceal D. Gonçalo da Silveira - Irmãos Maristas da Beira. Estudou engenharia mecânica no Instituto Superior Técnico e trabalhou como assistente na Universidade de Lourenço Marques, actual Cidade de Maputo, a capital moçambicana.

Actuou, igualmente, como Consultor Sénior na empresa CFM-Centro, Beira e também trabalhou como Coordenador de Projecto no Banco Mundial e, também, Coordenador de Projecto no PNUD.

Natural de Maputo e casado com Maria Pinto de Sá,
uma referência incontornável da cultura e artes em Moçambique, particularmente na Cidade da Beira, o Eng. Ferreira Mendes nasceu a 3 de Agosto de 1943, sendo que esta segund-feira celebra o seu 83º aniversário.

Votos de um feliz dia e longa vida.■

EDITORIAL - O AUTARCA | A PROPÓSITO DO BM: NÃO SE PODEM CRIAR DOIS ESTADOS E DUAS CLASSES DE CIDADÃOS EM MOÇAMBIQUEBeira...
03/08/2026

EDITORIAL - O AUTARCA | A PROPÓSITO DO BM: NÃO SE PODEM CRIAR DOIS ESTADOS E DUAS CLASSES DE CIDADÃOS EM MOÇAMBIQUE
Beira, 03 de Agosto de 2026 (O Autarca) – A frase do Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, "...num sistema normal, eu e os meus colegas da (...) iríamos para cadeia", abriu uma ferida necessária. E nos comentários que se seguiram, um trecho resume o sentimento nacional: "Não se pode criar dois Estados e duas classes de cidadãos em Moçambique".
É aí que devemos parar e discutir com critério técnico, não com emoção.

1. O PRINCÍPIO: IGUALDADE PERANTE A LEI E O ESTADO
A Constituição da República consagra Moçambique como um Estado de Direito Democrático. O artigo 35º é claro: todos os cidadãos são iguais perante a lei.
Quando uma instituição pública, financiada com dinheiro de todos, funciona com regras, salários e privilégios totalmente distintos do resto da Função Pública, a sensação que f**a é de que existem "dois Estados".
Um Estado para a maioria, com tabelas salariais apertadas, e outro Estado para uma minoria, com regalias que parecem desconectadas da realidade do país.
Isso corrói a confiança. Porque a legitimidade de qualquer banco central vem da sua credibilidade técnica e da sua legitimidade social.

2. O RISCO TÉCNICO: ÁRBITRO E JOGADOR
Boa governação exige três pilares fundamentais: transparência, conflito de interesses evitado e rotatividade.
É do conhecimento público que membros de órgãos de superintendência do Banco de Moçambique têm ligações com o sector que regulam. Tecnicamente isso chama-se "risco de captura regulatória". Quando quem regula também tem interesses no regulado, as decisões deixam de ser vistas como técnicas e passam a ser vistas como favorecimento.
Daí a proposta que circula: separar por completo. Quem regula não pode beneficiar do regulado. Quem fiscaliza não pode ser fiscalizado por si mesmo. É padrão internacional em bancos centrais sérios.

3. O DEBATE SOBRE REMUNERAÇÃO E MANDATOS
Outro ponto levantado é a disparidade salarial e a vitaliciedade de quadros.
Do ponto de vista de gestão pública, salários muito acima da média do Estado criam duas consequências: 1. Fuga de técnicos do Estado para a instituição; 2. Percepção pública de privilégio.
Já a proposta de mandatos mais curtos e rotativos para funcionários tem base técnica: evita a criação de "castas" dentro do Estado, oxigena as instituições e aproxima o regulador da realidade do mercado de trabalho nacional. Países usam modelos de "segundo comando" e mobilidade para evitar endogenia.
Nenhum funcionário público deve viver acima do Estado que serve. E nenhum cidadão deve sentir que há serviços públicos de primeira e de segunda classe.

4. O PATRIMÓNIO É PÚBLICO
O Banco de Moçambique gere reservas, fundo social e património que pertencem ao Estado moçambicano. Ou seja, pertencem ao cidadão.
A cobrança é legítima: qual o retorno social desse património? Como ele reverte em escolas, hospitais e estabilidade para o povo? Um banco central forte é aquele que é forte para o país, não forte à parte do país.

CONCLUSÃO: UM SÓ ESTADO, UMA SÓ NAÇÃO
O desabafo do Governador e a revolta popular têm a mesma raiz: a necessidade de um "sistema normal".
E um sistema normal é aquele onde não há dois pesos e duas medidas. Onde quem toma decisões duras para o povo também sente o impacto dessas decisões. Onde o regulador é visto como servidor público, e não como classe à parte.
Moçambique não aguenta mais "dois Estados". Precisamos de um só: eficiente, transparente, técnico e próximo do cidadão.
Cabe agora à Assembleia da República, ao Governo, à sociedade civil e às instituições de controlo transformar este debate em reformas concretas. Porque a estabilidade monetária sem estabilidade social não se sustenta.
O Banco Central deve ser de todos. E para todos.■ (Editorial, O Autarca)

CHAPO, ENTRE CRÍTICA E APRECIAÇÃO | ARTIGO 13  QUANDO FALAR CLARO TRAZ RESULTADO: O CASO GUINÉ-BISSAUBeira, 28 de Julho ...
28/07/2026

CHAPO, ENTRE CRÍTICA E APRECIAÇÃO | ARTIGO 13
QUANDO FALAR CLARO TRAZ RESULTADO: O CASO GUINÉ-BISSAU
Beira, 28 de Julho de 2026 (O Autarca) – A política externa de um Chefe de Estado não se mede apenas pelos discursos. Mede-se pelos efeitos. E na última semana, a Presidência de Daniel Chapo deu uma lição prática disso.

A EXIGÊNCIA QUE GEROU RESULTADO
Recorde-se: em entrevista à RTP, em Lisboa, o Presidente Chapo exigiu publicamente a libertação de Domingos Simões Pereira, líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), detido em Novembro do ano passado, na Guiné-Bissau. A reacção foi imediata.
Primeiro vieram as vozes hostis. Um comunicado alegadamente da junta militar guineense recorreu a termos depreciativos contra o Presidente moçambicano. Depois vieram as críticas internas, de quem prefere o silêncio diplomático ao risco da palavra.
Mas não passou uma semana. O juiz Mamadú Embaló suspendeu a prisão preventiva do líder do PAIGC por 90 dias para tratamento médico em Portugal, com a condição de “proibição de qualquer actividade política” nesse período.
Resultado? Ganho político e diplomático incomensurável.
O que era exigência virou facto. O que era “intromissão” virou respeito. O que era visto como “ousadia” mostrou-se autoridade.

TRÊS SINAIS CLAROS DESSE MOMENTO
1. Eficácia: A posição de Chapo repercutiu e produziu o efeito desejado. Não foi grito no vazio. Foi diplomacia que moveu peças.
2. Autoridade Internacional: No espaço da CPLP, dos PALOP e de África, Moçambique volta a ter voz que é ouvida. Quando o Presidente de Moçambique fala, os tribunais e os governos vizinhos respondem. Isso é peso.
3. Respeito: Num mundo onde muitos preferem o silêncio por conveniência, Chapo escolheu o princípio. E foi respeitado por isso.
Como dizia Nelson Mandela: “Falar não é apenas dizer uma palavra. É assumir a responsabilidade por ela”. Chapo assumiu. E o resultado apareceu.

O TEMPO DE ROMPER O SILÊNCIO
Há quem queira ofuscar este início de mandato. Quem vê em cada gesto de firmeza uma “ameaça”. Mas a história mostra que as nações que avançam são as que têm líderes que falam claro.
Samora Machel rompeu o silêncio contra o colonialismo. Joaquim Chissano rompeu o silêncio pela paz. Agora, Daniel Chapo rompe o silêncio pela dignidade, pelos direitos e pela solidariedade entre povos irmãos.
Calar diante da injustiça, mesmo quando ela acontece “do lado de lá da fronteira”, é compactuar. E Moçambique não foi construído por quem se calou.

APRECIAÇÃO E ENCORAJAMENTO
Por isso, nesta rubrica, apreciamos a postura. E encorajamos a continuidade.
Que o Presidente Chapo mantenha essa linha: firme nos princípios, respeitoso nas formas, e estratégico nos resultados.
E que as vozes que só sabem criticar compreendam uma coisa: um Presidente respeitado lá fora é um país respeitado cá dentro.
Quando Moçambique é ouvido em Bissau, em Lisboa, em Addis Abeba, todos nós ganhamos.
Daniel Chapo está a dar bons sinais. De aceitação internacional. De resultados internos. De coragem.
E é isso que o povo espera: um Presidente que fala, que age, e que traz Moçambique de volta ao centro do debate.■ (Redacção)

EDITORIAL: BOAS-VINDAS À NOVA AIR MOZAMBIQUEBeira, 27 de Julho de 2026 (O Autarca) – Hoje damos as boas-vindas a um novo...
27/07/2026

EDITORIAL: BOAS-VINDAS À NOVA AIR MOZAMBIQUE

Beira, 27 de Julho de 2026 (O Autarca) – Hoje damos as boas-vindas a um novo capítulo da nossa história. Depois da DETA e da LAM, nasce a AIR MOZAMBIQUE. A terceira versão da companhia aérea de bandeira de Moçambique.
Não é apenas troca de nome. É troca de era. Estamos perante o maior projecto inovador da indústria da aviação civil moçambicana dos últimos tempos.

O COMPROMISSO QUE SALVOU A NOSSA BANDEIRA
O que estamos a testemunhar é fruto de uma decisão corajosa: transformar a estrutura da LAM para permitir a entrada de novos accionistas: HCB, CFM e EMOSE. São empresas públicas que entenderam que a soberania também se mede nas rotas que ligam o país. Que tiraram recursos das suas próprias contas, arriscaram, e disseram: a companhia de bandeira não pode cair.
À essas três empresas f**a registada a nossa vénia. Fizeram o que poucos fazem: misturar gestão com patriotismo.
E ao Governo Chapo, o reconhecimento. Num tempo de contas difíceis, manteve o compromisso de não deixar cair o que nos representa nos céus.

POR QUE UMA COMPANHIA AÉREA DE BANDEIRA IMPORTA
Uma "airline" nacional vai muito além de aviões e vender bilhetes. Ela cumpre quatro missões que nenhuma empresa estrangeira vai cumprir por nós:
1. Soberania e Conectividade: Liga Maputo a Lichinga, a Pemba, ao mundo. Garante que em momentos críticos o país tem asas próprias para mover pessoas, ajuda e comércio.
2. Motor Económico: Gera milhares de empregos directos e indirectos. Puxa o turismo, facilita exportações, reduz custos logísticos. Cada voo é dinheiro a circular dentro do país.
3. Marca-País: Um avião com as cores de Moçambique a aterrar em Joanesburgo, Lisboa ou Nairobi é diplomacia. É publicidade. É orgulho.
4. Integração Nacional: Assegura rotas sociais. Liga províncias mesmo quando não é "rentável", porque é necessário. Aproxima famílias e mercados.
Sem uma companhia de bandeira forte, f**amos reféns de horários, preços e decisões de fora.

AIR MOZAMBIQUE: UMA MARCA PARA O NOVO TEMPO
Air Mozambique surge para responder à dinâmica do mercado da aviação comercial. Nome novo, gestão nova, frota nova.
É o rejuvenescimento da LAM sem apagar a história. É pegar no legado da DETA e da LAM e projectá-lo para frente com eficiência, segurança e competitividade.
Os sinais já estão a vista: dois Embraer em excelentes condições técnicas acabaram de chegar em Maputo. Mais capacidade, mais regularidade, mais segurança e qualidade para o passageiro.

BEM-VINDA, AIR MOZAMBIQUE
Bem-vinda por provar que empresas públicas podem ser bem geridas.
Bem-vinda por devolver ao moçambicano a confiança de voar na sua companhia.
Bem-vinda por nos lembrar que a soberania também tem asas.
A AIR MOZAMBIQUE não nasceu para ser mais uma empresa. Nasceu para provar que empresas públicas podem sim ser bem geridas, competitivas e orgulho nacional.
Que o novo voo seja longo, seguro e que leve Moçambique cada vez mais alto.■ (Redacção)

PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA ANUNCIA NOVAS NOMEAÇÕESBeira, 27 de Julho de 2026 (O Autarca) – O Parque Nacional da Gorong...
27/07/2026

PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA ANUNCIA NOVAS NOMEAÇÕES

Beira, 27 de Julho de 2026 (O Autarca) – O Parque Nacional da Gorongosa anunciou novas nomeações que reforçam o compromisso com a valorização do talento interno, a preservação do legado da Gorongosa e o fortalecimento da sua capacidade institucional.

Com efeito, a partir de 1 de Julho de 2026, Vasco Galante, que até então desempenhava funções de Director de Comunicação, assumiu a posição de Curador do Futuro Museu e Centro de Interpretação da Gorongosa.

Segundo uma fonte do Parque Nacional da Gorongos, esta nomeação representa o reconhecimento da organização pelo seu profundo conhecimento institucional, pela experiência acumulada ao longo dos anos e pela contribuição signif**ativa que tem prestado para a preservação, documentação e valorização da história e do legado da Gorongosa.

“Estamos confiantes de que a sua visão, experiência e dedicação à missão da nossa organização serão determinantes para a concepção e desenvolvimento deste importante projecto institucional, que contribuirá para a preservação da nossa memória colectiva e para a partilha da história da Gorongosa com as gerações actuais e futuras”.

Por outro lado, é anunciada a nomeação da Janado Nazaré Cher para a posição de Directora de Comunicação e Media.
Segundo a fonte Gorongosa, esta nomeação enquadra-se na estratégia de desenvolvimento de talentos internos e planeamento de sucessão, reflectindo no seu percurso profissional e no contributo que tem dado para o fortalecimento da comunicação institucional. Nesta nova função, a Janado será responsável por liderar os esforços de comunicação, media, imagem institucional e posicionamento estratégico da organização junto dos seus diversos públicos.

“Aproveitamos esta oportunidade para reconhecer estas importantes transições e agradecer o compromisso e dedicação que ambos têm demonstrado ao longo dos anos. Convidamos todos os colaboradores a associarem-se a este momento, felicitando o Vasco Galante e a Janado Nazaré Cher pelas suas nomeações e desejando-lhes pleno sucesso no exercício das suas novas funções”.

Parabéns aos nomeados.■ (Redacção)

COLÉGIO LIDUVA TRANSFORMA O TEATRO EM ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA FORTALECER VALORES - PROJECTO ARTÍSTICO TRABALHA RESPEI...
24/07/2026

COLÉGIO LIDUVA TRANSFORMA O TEATRO EM ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA FORTALECER VALORES
- PROJECTO ARTÍSTICO TRABALHA RESPEITO, DISCIPLINA E CIDADANIA COM ALUNOS DE TODOS OS NÍVEIS
Beira, 24 de Julho de 2026 (O Autarca) – O Colégio Liduva, na Cidade da Beira, está a implementar uma metodologia diferente para lidar com um dos maiores desafios da educação actual: a formação de valores.
Através do teatro escolar, a instituição transformou o palco numa extensão da sala de aula. O objectivo é usar a interpretação para trabalhar temas como respeito mútuo, disciplina, responsabilidade e boa convivência.
Segundo a direcção, cada personagem e cada história encenada pelos alunos serve para provocar reflexão. “Cada personagem interpretado em palco desperta valores que formam cidadãos conscientes dentro e fora da sala de aula”, explica a escola.

"APRENDI A TER VOZ E A RESPEITAR O OUTRO" E PAIS APROVAM A INICIATIVA
Para os alunos, a experiência vai além da arte. É aprendizado de vida.
“Antes eu tinha vergonha de falar em público. No teatro aprendi a ter voz, a respeitar os colegas e a trabalhar em equipa. Hoje levo isso para a sala e para casa”, depoimento de uma aluna de 10 anos, que frequenta o 5º ano e que já participa das peças teatrais no colégio.
Por seu turno, os encarregados de educação também sentem a diferença em casa.
“O meu filho chegou a falar comigo sobre disciplina e responsabilidade depois de uma peça sobre bullying. Vi que ele entendeu a mensagem. O teatro está a ajudar muito na formação dele como pessoa”, afirmação de um encarregado de educação ouvido pela nossa reportagem.
A aposta no teatro como ferramenta pedagógica busca tornar a aprendizagem mais prática e signif**ativa. Para o Colégio Liduva, educar é transformar vidas, e a arte é um dos caminhos mais ef**azes para isso.
Com o lema "Onde a aprendizagem ganha vida em cada actividade", a escola reforça o compromisso com uma educação integral, que une conhecimento académico e formação humana.■ (Redacção)

SALIMO ABDULA DEFENDE INOVAÇÃO COM PROPÓSITO PARA INTERNACIONALIZAR NEGÓCIOS AFRICANOS- EMPRESÁRIO MOÇAMBICANO PARTICIPA...
24/07/2026

SALIMO ABDULA DEFENDE INOVAÇÃO COM PROPÓSITO PARA INTERNACIONALIZAR NEGÓCIOS AFRICANOS
- EMPRESÁRIO MOÇAMBICANO PARTICIPA DO MOZAMBIQUE CEO SUMMIT 2026 COM PRESIDENTE CHAPO E LÍDERES DO CONTINENTE
Maputo, 24 de Julho de 2026 (O Autarca) – O Mozambique CEO Summit 2026, realizado esta quarta-feira, 22 de Julho, reuniu em Maputo o Presidente da República, Daniel Chapo, o Ministro da Economia, Basílio Muhate, CEOs e decisores de Moçambique e de vários países africanos para debater o futuro dos negócios no continente.
Um dos participantes de destaque foi Salimo Abdula*, influente empresário moçambicano e líder da Intelec Holdings, que integrou o painel com o tema "Como Liderar, Inovar e Internacionalizar Negócios no Continente Africano".

O FUTURO PASSA PELA INOVAÇÃO
Durante o debate, Salimo Abdula partilhou a visão da Intelec Holdings sobre “expansão sustentável e fortalecimento de parcerias estratégicas”. Para o empresário, o crescimento das empresas africanas depende de um novo posicionamento.
“O futuro dos negócios em África passa, inevitavelmente, pela capacidade de inovar com propósito e criar valor duradouro para além das nossas fronteiras”, afirmou.
O painel discutiu os desafios de liderar num ecossistema globalizado e as oportunidades para que marcas africanas ganhem escala internacional.

EVENTO DE ELEVADO PRESTÍGIO
O Mozambique CEO Summit 2026 foi organizado por Afonso Khosa e Lineu Candieiro. Salimo Abdula congratulou a equipa pela excelência do evento, destacando a importância do debate para o fortalecimento do tecido empresarial da região.
Com a presença do Chefe de Estado e de membros do Governo, o fórum reforçou o diálogo entre o sector público e privado como caminho para alavancar o investimento e a competitividade de Moçambique em África.■ (Redacção)

PESSOAS & FACTOSPOR: FALUME CHABANE07 DE JULHO DE 1984 … JOSSIAS SIXPENCE, A CANETA QUE SERVE À COMUNIDADE Hoje, celebro...
10/07/2026

PESSOAS & FACTOS
POR: FALUME CHABANE
07 DE JULHO DE 1984 … JOSSIAS SIXPENCE, A CANETA QUE SERVE À COMUNIDADE
Hoje, celebro mais um ano de vida de um beirense que usa a palavra para transformar... Natural da Cidade da Beira, nascido a 07 de Julho de 1984, Jossias Sixpence é daqueles jovens que provam que é possível servir em várias frentes ao mesmo tempo.
É professor, semeando conhecimento na sala de aula.
É activista social, com o pé na comunidade e o ouvido no povo.
É jornalista, correspondente do Semanário Evidências, editado em Maputo, levando a voz de Sofala para o país.
Dos poucos jovens jornalistas que admiro, o Jossias destaca-se pela entrega. Escreve com rigor, mas escreve sobretudo com causa. Não faz jornalismo só para informar. Faz para incomodar, para propor, para ajudar.
Hoje com orgulho que celebro o homem, o profissional e o amigo. Que este novo ciclo traga saúde, força e muitas pautas boas pela frente.
Parabéns, Jossias! A Beira e o jornalismo ganham contigo.■

Endereço

Manga, Mascarenhas
Beira
2102

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