Assim é Africa

Assim é Africa Chimoio, Mozambique

O que adianta cobrar valores, se no final de tudo, tudo f**a exposto e perde valores..  esse mete tudo é o que mas.
08/02/2026

O que adianta cobrar valores, se no final de tudo, tudo f**a exposto e perde valores..
esse mete tudo é o que mas.

08/02/2026

vez prodígio disse: Preto a baterem no países dos brancos, já ninguém nos engana mas..

o que mas disse que eu não escrevi.
nós comentários

A COBRA QUE ROUBAVA DINHEIRO EM MARROMEUO distrito de Marromeu não é rico apenas em vegetação e história. É também um te...
02/02/2026

A COBRA QUE ROUBAVA DINHEIRO EM MARROMEU

O distrito de Marromeu não é rico apenas em vegetação e história. É também um território de travessias humanas, onde muitos chegam vindos de Caia, de Morumbala e de outras paragens, atraídos por oportunidades, comércio e promessas de prosperidade. Mas em Marromeu, como dizem os mais velhos, nem toda a riqueza nasce limpa.

Foi assim que começou a circular, primeiro em murmúrios, depois em certezas sussurradas, a história de um agente económico oriundo do Distrito de Morrumbala. Um homem discreto, mas cuja prosperidade crescia depressa demais para ser ignorada. Diziam os vizinhos, em tom cauteloso, que ele não enriquecia sozinho.

— Há coisa ali…
— cochichavam nas esquinas.
— Dinheiro que anda não vem só de trabalho.

A história falava de uma cobra. Não uma cobra qualquer, mas uma cobra que roubava dinheiro.

No bairro do Mateus Sansão Mutemba, algo inquietante acontecia todas as madrugadas, por volta das três horas. Quando o distrito mergulhava no silêncio e até os cães se recolhiam, Os trabalhadores de corte de cana e sacha diziam que, Via o trabalhador do empresário no quintal, acordado, activo, como se o sono nunca lhe tocasse. Trabalhava em silêncio, falava sozinho, ria por instantes, e depois voltava a um estado estranho, ausente, quase vazio. Com a sua vassoura, A quem dizia, que ele estava para apagar as pegas da cobra.

— Esse homem não dorme,
— dizia um trabalhador de Sena Sugar que passava.
— Dorme, sim… mas noutro mundo, — respondia outro.

Havia quem jurasse que o trabalhador fora “tratado”. Que aquela postura, obediente, mecânica, sem vontade própria, era parte de um pacto: para guardar segredos que não podiam ser ditos nem em sonho.

O tempo passou. O negócio cresceu. A fama espalhou-se.
Mas todo o pacto tem regras. E regras, quando quebradas, cobram caro.

Dizia-se que o preço não era dinheiro, mas sangue. Ou a vida de alguém muito próximo.

Os filhos do empresário viviam como príncipes. Esbanjavam dinheiro,

👉 JOVEM É ENCONTRADA M"RT∆ EM HOTEL APÓS ENCONTRO MARCADO NAS REDES SOCIAIS EM TROCA DE MIL DÓLARES Uma jovem congolesa,...
02/02/2026

👉 JOVEM É ENCONTRADA M"RT∆ EM HOTEL APÓS ENCONTRO MARCADO NAS REDES SOCIAIS EM TROCA DE MIL DÓLARES

Uma jovem congolesa, identif**ada como Maelys Ngoy, foi encontrada sem v"da num hotel na República Democrática do Congo, após aceitar uma proposta feita por um homem através das redes sociais.

Segundo informações, o indivíduo prometeu mil dólares para passarem alguns dias juntos num hotel. No entanto, após apenas uma noite, o homem saiu alegando que regressaria em minutos, mas nunca voltou.

Horas depois, funcionários do hotel dirigiram-se ao quarto e encontraram o c"0rpo da jovem "sem a cabeça" com sinais de vi"0lênc'a.

MOÇAMBIQUE OCUPA SEGUNDO LUGAR EM P0BR£ZA EXTR£MA NO MUNDO, COM 82,2% DA POPULAÇÃO A VIVER COM MENOS DE 3 DÓLARES (191 M...
02/02/2026

MOÇAMBIQUE OCUPA SEGUNDO LUGAR EM P0BR£ZA EXTR£MA NO MUNDO, COM 82,2% DA POPULAÇÃO A VIVER COM MENOS DE 3 DÓLARES (191 METICAIS) POR DIA

‎Moçambique figura entre os países com maiores taxas de p0br£za extrema do planeta, com cerca de 82,2% da sua população a viver com menos de três dólares por dia, de acordo com dados compilados pela plataforma de pesquisa Our World in Data com base em métricas actualizadas do Banco Mundial.

‎Este indicador, que considera a linha internacional de p0br£za definida pelo Banco Mundial, em torno de 3 dólares por dia ajustados pelo poder de compra (PPA 2021), mostra que a pobreza extrema permanece profundamente enraizada em grande parte da África Subsaariana. A República Democrática do Congo lidera o ranking com cerca de 85,3% da população nesta condição, seguida por Moçambique e por países como Malawi (75,4%) e Burundi (74,2%).

‎Os números refletem os desafios persistentes enfrentados por economias em desenvolvimento, em particular aquelas af£ctadas por c0nflit0s, instabilidade e rigidez económica. Em muitos destes países, a falta de investimento sustentável, infra‑estruturas frágeis e acesso limitado a serviços básicos como saúde e educação agr3vam ainda mais as condições de vida das famílias mais vulneráveis.

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