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O jogo de milhões e dívidas. Brevemente teremos notícias quentes por trás das prisões
27/04/2026

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23/04/2026

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𝐒𝐄 𝐎 𝐏𝐀𝐈́𝐒 𝐄́ 𝐍𝐎𝐒𝐒𝐎, 𝐏𝐎𝐑𝐐𝐔𝐄 𝐍𝐀̃𝐎 𝐃𝐈𝐕𝐈𝐃𝐈𝐌𝐎𝐒 𝐎 𝐃𝐈𝐍𝐇𝐄𝐈𝐑𝐎?" – 𝐑𝐄𝐕𝐎𝐋𝐓𝐀 𝐃𝐄 𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐍𝐀𝐔𝐓𝐀 𝐕𝐈𝐑𝐀 𝐕𝐈𝐑𝐀𝐋

O debate político em Moçambique atingiu um novo patamar de voltagem após uma intervenção telefónica bombástica num dos programas de maior audiência da TTV. O que deveria ser uma participação normal de um telespectador transformou-se num manifesto de revolta contra a governação e o sistema eleitoral.
O Ataque à "Nomenclatura"
Sem rodeios, o cidadão ligou para questionar a moralidade do combate à corrupção no país. O ponto de maior impacto foi o questionamento direto à figura de Daniel Chapo. Para o interlocutor, a presença de Chapo na Ponta Vermelha é fruto de um "sistema de roubo" coordenado pela Frelimo, o que invalidaria qualquer intenção de reforma ética no governo.
Justiça sob Fogo Cruzado
A justiça eleitoral também foi alvo de ataques severos. O pedido de prisão de Lúcia Ribeiro ecoou como um grito contra a impunidade institucional. "O Conselho Constitucional não julga, ele apenas executa ordens partidárias", alegou o cidadão durante a chamada, num tom que reflete o sentimento de muitos moçambicanos que se sentem traídos pelas instituições que deveriam proteger a democracia.
A Solução do Desespero
A parte da intervenção que mais gerou comentários nas redes sociais foi a sugestão de "venda do país". O argumento é simples, mas carregado de dor: se os recursos naturais de Moçambique são roubados por uma elite, seria mais justo vender o país a investidores e dividir o valor equitativamente por cada moçambicano.

"Pelo menos assim, cada um teria o seu pão, em vez de ver o dinheiro a sumir nos bolsos de quem não votamos", desabafou.

Repercussão
A linha da TTV ficou "quente" após a chamada, com milhares de comentários a partilharem o vídeo da intervenção. Especialistas indicam que este tipo de manifestação pública mostra que a estratégia de silenciamento já não funciona face à fome e à perceção de injustiça eleitoral.
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21/04/2026

Ele fez de novo Venâncio Mondlane
O cara é incansável

Bombas da paragem Bila estão com combustível e a fila é menor
21/04/2026

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𝐑𝐀𝐙𝐀𝐐𝐔𝐄 𝐌𝐀𝐍𝐇𝐈𝐐𝐔𝐄 𝐍𝐎 𝐁𝐀𝐍𝐂𝐎 𝐃𝐎𝐒 𝐑𝐄́𝐔𝐒: 𝐄𝐃𝐈𝐋 𝐃𝐄 𝐌𝐀𝐏𝐔𝐓𝐎 𝐑𝐄𝐒𝐏𝐎𝐍𝐃𝐄 𝐏𝐎𝐑 𝐃𝐄𝐒𝐎𝐁𝐄𝐃𝐈𝐄̂𝐍𝐂𝐈𝐀 O Presidente do Conselho Municipal de Ma...
21/04/2026

𝐑𝐀𝐙𝐀𝐐𝐔𝐄 𝐌𝐀𝐍𝐇𝐈𝐐𝐔𝐄 𝐍𝐎 𝐁𝐀𝐍𝐂𝐎 𝐃𝐎𝐒 𝐑𝐄́𝐔𝐒: 𝐄𝐃𝐈𝐋 𝐃𝐄 𝐌𝐀𝐏𝐔𝐓𝐎 𝐑𝐄𝐒𝐏𝐎𝐍𝐃𝐄 𝐏𝐎𝐑 𝐃𝐄𝐒𝐎𝐁𝐄𝐃𝐈𝐄̂𝐍𝐂𝐈𝐀

O Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Razaque Manhique, enfrenta hoje um dos momentos mais críticos da sua gestão. O edil foi constituído arguido e levado a tribunal para responder em julgamento sumário, acusado do crime de desobediência. O caso, que corre na 3ª Secção Criminal do Tribunal do Distrito Municipal KaMavota, teve início após uma denúncia do cidadão Florentino Gilberto Manejo.
O Cerne do Conflito: Um Impasse de 30 Anos
A disputa gira em torno de um terreno de 1.500 metros quadrados no prestigiado bairro da Costa do Sol. O projeto prevê a construção de um edifício imponente de 14 andares, destinado a fins habitacionais e comerciais.
Embora exista uma decisão judicial favorável ao cidadão, a edilidade teria ignorado os prazos legais para a emissão do DUAT (Direito de Uso e Aproveitamento da Terra). A acusação sustenta que Manhique ignorou instruções diretas da Procuradoria da República, violando o preceito constitucional de que as decisões judiciais são de cumprimento obrigatório.
Sombras de Corrupção
O caso ganha contornos ainda mais graves com a denúncia de um suposto esquema de extorsão. Segundo o denunciante:
• Funcionários municipais teriam exigido a quantia de 70 mil dólares americanos para destravar o processo.
• O cidadão afirma ter recusado o pagamento e levado o caso às autoridades competentes.

"A justiça não pode ser balizada por interesses obscuros ou pela inércia institucional. Esperamos que este julgamento restaure a legalidade," afirmou uma fonte próxima ao processo.

O Julgamento
A audiência, marcada para este 21 de abril de 2026, coloca à prova a postura do Município perante o sistema judicial moçambicano. Enquanto processos paralelos contra o denunciante foram arquivados por falta de provas, o foco agora se volta inteiramente para a responsabilidade do edil na gestão do património e no respeito às ordens do tribunal.

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