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Pavilhão do MIREME é o melhor da FACIM 2026Sasol participa no pavilhão distinguido e destaca-se com experiências de real...
05/09/2026

Pavilhão do MIREME é o melhor da FACIM 2026

Sasol participa no pavilhão distinguido e destaca-se com experiências de realidade virtual e interactividade.

Por Redação Mídia em Acção

Maputo — O Pavilhão do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME) foi distinguido como o melhor da FACIM 2026, durante a cerimónia oficial de encerramento da feira, presidida pela Primeira-Ministra, Benvinda Levi.

A distinção marcou o penúltimo dia da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo e reconheceu a qualidade da presença do MIREME e das entidades que integram o seu espaço, entre elas a Sasol.

Ao longo do dia, o stand da Sasol registou uma forte afluência de visitantes, incluindo várias famílias que aproveitaram o fim de semana para conhecer a empresa, participar nas dinâmicas preparadas e experimentar a realidade virtual.

Através de uma experiência imersiva, os visitantes puderam realizar um tour virtual pelas operações da Sasol em Moçambique, conhecendo de forma interactiva actividades e ambientes ligados à presença da empresa no sector energético.

A iniciativa permitiu à Sasol apresentar a sua actividade para além do formato tradicional de exposição, utilizando a tecnologia para aproximar as operações da empresa do público e tornar a experiência mais acessível e dinâmica.

A aposta em realidade virtual e outras experiências interactivas contribuiu para criar um espaço de maior contacto com os visitantes, combinando informação, tecnologia e entretenimento.

Para a Sasol, a distinção atribuída ao Pavilhão do MIREME representa também um motivo de orgulho e o reconhecimento do contributo das entidades que participaram no espaço.

A participação enquadra-se no tema da FACIM 2026, “Transformação digital e energia rumo a uma economia sustentável”, que coloca a inovação tecnológica e o sector energético no centro das atenções da maior feira empresarial do país.

Com o último dia da FACIM ainda pela frente, a Sasol mantém o convite ao público para visitar o seu stand, experimentar o tour virtual pelas operações, participar nas dinâmicas e habilitar-se a ganhar brindes.

A presença da empresa na feira f**a marcada, assim, pela aposta na tecnologia como ferramenta de comunicação, aproximação e criação de novas experiências para o público.

Realidade virtual leva visitantes da FACIM a conhecer operações da SasolExperiência imersiva desperta curiosidade do púb...
05/09/2026

Realidade virtual leva visitantes da FACIM a conhecer operações da Sasol

Experiência imersiva desperta curiosidade do público e aproxima a empresa dos visitantes durante o quinto dia da 61.ª edição da feira

Por Redação Mídia em Acção

Maputo — A realidade virtual tornou-se um dos principais pontos de atracção do espaço da Sasol no quinto dia da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), permitindo aos visitantes conhecer, de forma imersiva, os campos de produção e as instalações da empresa em Moçambique.

A experiência tecnológica, disponível desde o início da feira, tem despertado a curiosidade de diferentes públicos, entre famílias, profissionais de várias áreas e grupos de amigos que procuram conhecer melhor as operações da empresa.

“Viemos conhecer as operações da Sasol” foi, segundo a empresa, uma das frases mais ouvidas ao longo do dia, reflectindo o interesse gerado pela experiência de realidade virtual.

Através desta tecnologia, os visitantes podem fazer uma visita virtual às instalações e aos campos de produção da Sasol, tendo contacto com uma dimensão das operações da empresa que dificilmente poderia ser conhecida de forma tão directa durante a feira.

O quinto dia da FACIM ficou também marcado pela visita do Embaixador da FACIM 2026, Salimo Abdula, acompanhado pela sua comitiva. A delegação teve a oportunidade de conhecer melhor as operações da Sasol em Moçambique e a contribuição da empresa para o desenvolvimento do país.

A participação da Sasol tem sido igualmente reforçada através das redes sociais, estratégia que, segundo a empresa, tem contribuído para mobilizar visitantes para o seu espaço na maior feira comercial do país.

A chamada “onda azul e branca”, associada à identidade visual adoptada pela empresa nesta edição da FACIM, tornou-se outro elemento de destaque da sua presença no recinto.

A estratégia combina tecnologia, comunicação digital e contacto directo com o público, procurando apresentar de forma mais acessível uma actividade industrial que, pela sua natureza, nem sempre é facilmente compreendida por quem está fora do sector.

A experiência de realidade virtual permite, neste contexto, transformar informação sobre as operações da empresa numa experiência interactiva, aproximando os visitantes da realidade dos campos de produção e das instalações da Sasol.

Com a FACIM a aproximar-se do encerramento, a presença da empresa mantém-se marcada pela aposta em novas formas de comunicação e pela procura de maior proximidade com diferentes segmentos do público.

A iniciativa demonstra também como ferramentas digitais podem ser utilizadas para aproximar empresas e sociedade, criando novas formas de apresentar operações, projectos e o contributo do sector privado para a economia moçambicana.

Governo inaugura Centro de Negócios de Mocuba para impulsionar investimento e empregoNova infraestrutura pretende aproxi...
05/09/2026

Governo inaugura Centro de Negócios de Mocuba para impulsionar investimento e emprego

Nova infraestrutura pretende aproximar o Estado dos empresários, facilitar negócios e contribuir para a criação de emprego na província da Zambézia

Por Redação Mídia em Acção

Mocuba, Zambézia — O Governo inaugurou, esta sexta-feira, 5 de Setembro, o Centro de Negócios de Mocuba, na província da Zambézia, numa iniciativa apresentada como parte dos esforços para promover o empresariado, atrair investimento e estimular a criação de emprego.

Na cerimónia de inauguração, o Executivo destacou a necessidade de aproximar os serviços públicos dos agentes económicos e criar condições para que o sector empresarial tenha maior capacidade de transformar oportunidades em actividades produtivas.

A nova infraestrutura deverá funcionar como um espaço de apoio à actividade empresarial, com uma gestão orientada para a eficiência e sustentabilidade, segundo a mensagem divulgada por ocasião da inauguração.

“Queremos um Estado mais próximo, facilitador e orientado para resultados”, refere a mensagem, sublinhando que a gestão do Centro deverá permitir que a infraestrutura cumpra o papel de instrumento de dinamização da economia local.

A aposta surge num contexto em que a criação de condições para o desenvolvimento do sector privado é apontada como um dos caminhos para estimular o investimento e ampliar as oportunidades de emprego.

O Governo considera que o Centro de Negócios de Mocuba deverá estar ao serviço dos empresários e potenciais investidores, contribuindo para aproximar oportunidades de negócio dos mecanismos de apoio à actividade económica.

“Este Centro é vosso”, destaca a mensagem, apelando aos agentes económicos para que utilizem a infraestrutura como plataforma para transformar oportunidades em negócios.

A expectativa é que a dinâmica empresarial gerada a partir do Centro contribua para uma cadeia de resultados que passa pela criação de empresas e negócios, geração de emprego e aumento das oportunidades económicas para as comunidades.

A inauguração do Centro de Negócios de Mocuba representa, assim, uma aposta na descentralização dos mecanismos de apoio ao empresariado e no reforço das condições para o desenvolvimento económico local.

O desafio, a partir de agora, será garantir que a infraestrutura tenha uma utilização efectiva e sustentável e que consiga traduzir a sua missão institucional em resultados concretos para empresários, trabalhadores e comunidades da região.

A mensagem do Governo resume essa ambição numa sequência: “oportunidades em negócios, negócios em emprego e emprego em prosperidade para Moçambique”.

Macuácua desafia graduados do ISPM a liderar transformação económica de MoçambiqueSecretário de Estado da Ciência e Ensi...
04/09/2026

Macuácua desafia graduados do ISPM a liderar transformação económica de Moçambique

Secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior pede aos novos profissionais que transformem conhecimento em soluções, emprego e valor acrescentado para a economia nacional

Maputo, 4 de Setembro de 2026 — O Secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, Edson da Graça Francisco Macuácua, desafiou esta sexta-feira os graduados do Instituto Superior Politécnico de Manica (ISPM) a colocarem o conhecimento adquirido ao serviço da transformação estrutural da economia moçambicana, defendendo uma formação superior orientada para a produção, inovação e resolução de problemas concretos.

Intervindo na cerimónia de graduação do ISPM, Macuácua destacou a natureza prática do ensino politécnico, considerando que esta constitui uma vantagem para os estudantes, por combinar conhecimento teórico com capacidade de aplicação.

“O cunho politécnico da vossa formação confere-vos uma vantagem prática, pois não sabem apenas o ‘porquê’, vocês sabem o ‘como’”, afirmou.

O governante apelou aos graduados para que sejam empreendedores, proactivos e agentes de mudança, contribuindo para a transformação estrutural da economia e para o caminho rumo à independência económica.

Conhecimento ao serviço da produção

Macuácua atribuiu responsabilidades específ**as aos graduados de acordo com as áreas de formação.

Aos formados em Engenharia Agrícola, Engenharia Florestal e Engenharia Zootécnica, pediu que utilizem os conhecimentos adquiridos para responder aos problemas concretos dos produtores, aumentando a produtividade e contribuindo para a segurança alimentar.

Para os graduados em Tecnologia e Processamento de Alimentos e Biotecnologia, apontou como prioridade a transformação do potencial produtivo de Moçambique em valor económico e social.

Segundo o Secretário de Estado, o país possui recursos naturais e condições agroecológicas favoráveis à produção agrícola e agropecuária, mas precisa de reforçar a capacidade de transformação local.

“Compete-vos contribuir para reduzir a dependência de produtos processados no exterior, apostando no conhecimento, na ciência, na tecnologia e no empreendedorismo”, defendeu.

Na sua perspectiva, a aposta no processamento local dos recursos pode permitir o desenvolvimento de cadeias de valor, criando oportunidades de emprego e negócio e aumentando os ganhos nacionais resultantes da exploração dos recursos.

Contabilidade com ética e responsabilidade

Aos graduados em Contabilidade e Auditoria, Macuácua deixou uma mensagem centrada na ética, integridade e responsabilidade na gestão dos recursos.

O governante defendeu que estes profissionais devem desempenhar um papel activo na promoção da transparência, prevenção e combate à corrupção, tanto na Administração Pública como no sector privado.

Num contexto em que a gestão responsável dos recursos é considerada essencial para o desenvolvimento nacional, Macuácua afirmou que o conhecimento adquirido pelos novos profissionais deve contribuir para uma gestão transparente, responsável e sustentável das instituições e empresas.

Conservação e desenvolvimento

Aos graduados em Ecoturismo e Gestão de Fauna Bravia, o Secretário de Estado atribuiu a missão de transformar o património natural de Moçambique em oportunidades de desenvolvimento económico e social, sem comprometer a conservação dos ecossistemas.

Macuácua destacou a proximidade do ISPM de áreas de reconhecido valor ambiental, como o Parque Nacional da Gorongosa e a Reserva Nacional de Chimanimani.

Defendeu, por isso, a formação de profissionais capazes de conciliar conservação e desenvolvimento, promovendo um turismo responsável, gerador de emprego e rendimento para as comunidades locais e, simultaneamente, protector da biodiversidade.

ISPM destacado pela qualidade e produção

Durante a cerimónia, Macuácua destacou também o desempenho do Instituto Superior Politécnico de Manica, apontando a avaliação dos seus cursos pelo Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior como uma das evidências do percurso da instituição.

Segundo o governante, os resultados das avaliações dos cursos são positivos, com classif**ações que, em alguns casos, ultrapassam os 90%, correspondendo ao nível de “Excelente”.

Macuácua apontou ainda a capacidade de autofinanciamento do ISPM como outro elemento diferenciador, salientando que a instituição desenvolve actividades produtivas e utiliza recursos próprios para apoiar o seu funcionamento e a formação dos estudantes.

O Secretário de Estado destacou igualmente a ligação da instituição à comunidade e ao mercado, através da produção de bens e prestação de serviços.

Para Macuácua, esta ligação entre teoria e prática aproxima a academia das necessidades da sociedade e da economia, permitindo desenvolver um conhecimento com aplicação produtiva.

Reconhecimento à liderança do ISPM

A Directora-Geral do ISPM, Elisa Miguel Matola, foi igualmente destacada pelo governante, que reconheceu o seu papel na liderança da instituição.

Macuácua considerou que a sua gestão contribuiu para a recuperação da reputação institucional e para a melhoria da qualidade do ensino, investigação, extensão e inovação.

Na ocasião, felicitou igualmente os membros do Conselho de Direcção, docentes, estudantes, corpo técnico-administrativo, parceiros, pais e encarregados de educação pelo trabalho desenvolvido ao longo do percurso académico dos graduados.

O Professor Doutor Lourenço do Rosário, orador principal da cerimónia, também mereceu reconhecimento especial. Macuácua destacou o seu percurso académico e o seu papel na criação da primeira instituição politécnica de ensino superior de iniciativa privada em Moçambique.

Lourenço do Rosário abordou, durante a cerimónia, o tema “O Impacto dos Institutos Superiores Politécnicos, 20 anos após a sua criação”.

“A educação não é uma despesa”

Na sua intervenção, Macuácua saudou a aposta do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, na educação, defendendo que o investimento no sector deve ser encarado como estratégico para o desenvolvimento do país.

“A educação não é uma despesa, é um investimento”, afirmou.

A mensagem aos graduados foi também marcada pelo apelo à aprendizagem contínua, ética, integridade, patriotismo e profissionalismo.

Perante desafios como as mudanças climáticas, a transição verde, a transformação digital, a transição energética e o crescimento demográfico, Macuácua defendeu que os novos profissionais devem transformar estes desafios em oportunidades de desenvolvimento.

“A ciência não para e por isso também não devem parar de aprender”, apelou.

Na conclusão, o governante pediu aos graduados que sejam embaixadores do ISPM e mantenham uma conduta profissional onde quer que estejam.

“Ao vosso diploma, agreguem a vossa atitude. Façam a diferença como politécnicos. Acreditem no vosso valor”, afirmou.

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China testa agentes de trânsito robóticos com inteligência artificialEquipamentos foram colocados em cruzamentos movimen...
04/09/2026

China testa agentes de trânsito robóticos com inteligência artificial

Equipamentos foram colocados em cruzamentos movimentados para apoiar tarefas de gestão do tráfego e reduzir a carga de trabalho dos agentes humanos.

Por Redação Mídia em Acção

JINHUA, CHINA — A China está a testar agentes de trânsito robóticos equipados com inteligência artificial para apoiar a gestão do tráfego em cruzamentos movimentados, numa iniciativa que procura automatizar tarefas repetitivas e reforçar a segurança rodoviária.

Segundo a informação divulgada pela African Report Files, um novo modelo começou recentemente a ser testado na cidade de Jinhua, integrando tecnologias de inteligência artificial destinadas a apoiar as operações de controlo e gestão do trânsito.

Os equipamentos foram concebidos para desempenhar tarefas repetitivas normalmente realizadas por agentes humanos, permitindo reduzir a carga de trabalho das equipas responsáveis pela circulação rodoviária e concentrar os recursos humanos em situações que exigem intervenção directa.

Uma das características destacadas no novo modelo é o sistema de carregamento rápido. De acordo com a mesma fonte, uma carga de 30 minutos permite até quatro horas de funcionamento contínuo.

A introdução destes dispositivos insere-se numa tendência crescente de utilização de sistemas autónomos e inteligência artificial na gestão dos espaços urbanos. No sector dos transportes, estas tecnologias têm vindo a ser exploradas para monitorizar fluxos de circulação, identif**ar situações de risco e apoiar a tomada de decisões em tempo real.

A utilização de robôs em operações de trânsito levanta, contudo, questões sobre os limites da automação em ambientes urbanos, sobretudo em situações imprevisíveis que exigem avaliação humana e capacidade de resposta imediata.

O teste realizado em Jinhua deverá permitir avaliar a eficácia dos equipamentos em condições reais de circulação e o seu potencial para complementar, e não necessariamente substituir, o trabalho dos agentes de trânsito.

A experiência chinesa representa mais um exemplo da crescente integração da inteligência artificial na gestão das cidades, numa altura em que governos e autoridades procuram soluções tecnológicas para responder ao aumento da complexidade dos sistemas urbanos.

Fonte: African Report Files

DA MÚSICA À TRANSFORMAÇÃO SOCIALHilário Manhiça e Alfredo Matine levam a experiência do Xiquitsi para um novo projecto d...
04/09/2026

DA MÚSICA À TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

Hilário Manhiça e Alfredo Matine levam a experiência do Xiquitsi para um novo projecto de educação comunitária através da arte.

Por Redação Mídia em Acção

MAPUTO — A experiência adquirida no projecto Xiquitsi está a ganhar uma nova dimensão comunitária pelas mãos de dois dos seus jovens formados. Hilário Manhiça e Alfredo Matine criaram o EDUCART, uma iniciativa de educação comunitária através da arte que pretende contribuir para a formação de crianças e jovens em Katembe N’sime, na cidade de Maputo.

O projecto é dirigido por Hilário Manhiça, monitor do Xiquitsi, vencedor do I Concurso Jovem Compositor e autor de uma obra estreada na 1.ª Série de Concertos da Temporada de Música Xiquitsi. A iniciativa conta também com Alfredo Matine, igualmente antigo aluno do Coro Xiquitsi.

Em parceria com o Instituto das Irmãs Franciscanas Missionárias de Susa, em Katembe N’sime, o EDUCART procura criar um espaço seguro de formação e convivência para crianças e jovens da comunidade, através da música, poesia, teatro e workshops comunitários.

Segundo Hilário Manhiça, a proposta procura colocar a expressão artística ao serviço do desenvolvimento das comunidades.

«“O EDUCART é uma prática pedagógica e social que utiliza a expressão artística como ferramenta para o desenvolvimento social, a inclusão e o fortalecimento de identidades locais.”»

A criação do projecto representa a continuidade de um percurso iniciado no Xiquitsi, onde Hilário Manhiça desenvolveu a sua formação musical e, posteriormente, passou a exercer funções de monitor.

O jovem destacou-se também ao conquistar o I Concurso Jovem Compositor, distinção que lhe permitiu apresentar uma obra da sua autoria na 1.ª Série de Concertos da Temporada de Música Xiquitsi.

A experiência adquirida através da formação artística é agora aplicada num contexto comunitário, com o objectivo de proporcionar a outras crianças e jovens oportunidades de aprendizagem e expressão através das artes.

Para o Xiquitsi, esta trajectória reflecte uma dimensão da sua missão que ultrapassa o ensino musical. O projecto defende igualmente a formação para a vida em sociedade, o sentido de comunidade e a participação na construção de um país com mais oportunidades.

O EDUCART iniciou a sua intervenção em Katembe N’sime, mas os seus promotores pretendem ampliar progressivamente o projecto para outras zonas de Katembe e além.

A iniciativa coloca a arte no centro de uma proposta de educação comunitária e mostra como a formação cultural pode gerar novas respostas sociais lideradas pelos próprios jovens.

De alunos a formadores e agentes comunitários, Hilário Manhiça e Alfredo Matine procuram agora transformar a experiência adquirida no Xiquitsi numa oportunidade para uma nova geração.

Khaniyle Dimande leva talento moçambicano à CovilhãJovem músico formado no projecto Xiquitsi conquista terceiro lugar nu...
04/09/2026

Khaniyle Dimande leva talento moçambicano à Covilhã

Jovem músico formado no projecto Xiquitsi conquista terceiro lugar num concurso internacional e representa a EPABI num encontro com o Presidente da República Portuguesa.

Por Redação Mídia em Acção

O músico moçambicano Khaniyle Dimande, com formação iniciada no projecto Xiquitsi, está a ganhar destaque em Portugal, onde prossegue os estudos na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), na Covilhã. O jovem conquistou recentemente o terceiro lugar num concurso internacional de música e foi escolhido para representar a instituição durante a visita oficial do Presidente da República Portuguesa à cidade.

A participação no encontro com o chefe de Estado português constituiu um dos momentos de maior visibilidade no percurso do jovem músico. Khaniyle integrou uma mesa-redonda com António José Seguro, na qualidade de estudante da EPABI e representante da comunidade académica da instituição.

A escolha resultou, segundo a escola, do seu desempenho académico, da excelência artística e do envolvimento no percurso de formação musical desenvolvido na instituição.

O director da EPABI considera que a trajectória do músico moçambicano representa um exemplo do impacto que a formação artística e a cooperação internacional podem ter na vida de jovens talentos.

«“O percurso do Khaniyle é um exemplo inspirador de superação, talento e cooperação internacional através do ensino da música”, afirmou o director da EPABI.»

Do Xiquitsi à formação em Portugal

Antes de chegar a Portugal, Khaniyle Dimande integrou o projecto Xiquitsi, em Moçambique, onde iniciou o seu percurso de formação musical. Foi nesse contexto que, segundo os responsáveis pelo projecto, o seu potencial artístico começou a afirmar-se.

A aposta na continuidade da sua formação levou à oportunidade de estudar no exterior, permitindo ao jovem aprofundar os conhecimentos musicais e prosseguir uma formação especializada na EPABI.

A permanência em Portugal conta actualmente com apoio financeiro do BCI — O Meu Banco, numa parceria que tem contribuído para a continuidade dos estudos do músico.

O terceiro lugar alcançado num concurso internacional acrescenta uma nova distinção ao percurso de Khaniyle e reforça a projecção de um jovem artista cuja formação atravessa dois sistemas educativos e culturais.

Cooperação através da música

A trajectória de Khaniyle coloca também em evidência o papel dos intercâmbios culturais e das parcerias na criação de oportunidades para jovens artistas moçambicanos.

A experiência entre Moçambique e Portugal permitiu ao músico prosseguir a formação num contexto internacional, ao mesmo tempo que mantém a ligação às raízes do seu percurso artístico iniciado no Xiquitsi.

Para o projecto, o percurso do jovem demonstra como o investimento na formação pode contribuir para abrir novas possibilidades profissionais e artísticas aos jovens.

O desenvolvimento deste percurso tem contado com o envolvimento de parceiros e patrocinadores, entre os quais a Embaixada da Noruega em Maputo, KIA, MOZAL, Embaixada da Irlanda em Moçambique, ENH, Porto de Maputo, Hollard Seguros, Montebelo Hotels & Resorts, Manica, Camões — Centro Cultural Português em Maputo, AVM Consultores, MDR Advogados e Portucel.

Integram igualmente a rede de apoios a World Vision, CCMC, Brithol Michcoma, Teatro Avenida, ProData, Vumba, Clubnet, Logos, Sumol-Compal, Neoquímica, G4S, Savana, Dalima, Club of Mozambique e Amigos do Xiquitsi.

Entre os resultados dessa aposta está agora um percurso que ultrapassa as fronteiras nacionais: de jovem formado no Xiquitsi, em Moçambique, a estudante de uma escola profissional de artes em Portugal, com distinções internacionais e participação num encontro institucional com o Presidente da República Portuguesa.

A história de Khaniyle Dimande acrescenta, assim, um novo capítulo à presença de jovens artistas moçambicanos em espaços internacionais de formação e reconhecimento cultural.

01/09/2026

Zambézia tem tudo para crescer, falta transformar potencial em negócio

Pio Augusto Matos desafia empresários a investir na província e defende reformas fiscais e aduaneiras para tornar Moçambique mais atractivo ao capital privado.

O Governador da Zambézia, Pio Augusto Matos, considera que a província reúne condições para assumir um papel central na transformação económica de Moçambique, mas defende que é necessário converter os seus recursos naturais em investimento, produção, emprego e riqueza.

Em entrevista à Mídia em Acção, à margem da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), Pio Augusto Matos destacou o potencial agrícola da Zambézia, a disponibilidade de água para irrigação, as terras aráveis e os recursos florestais e pesqueiros.

Para o governador, estas condições representam uma oportunidade para o sector privado investir em áreas como agricultura, irrigação, agro-indústria, pesca e transformação de matérias-primas.

“Terra boa, clima e muita água para uma grande irrigação”, destacou Pio Augusto Matos, numa mensagem dirigida aos empresários que procuram novas oportunidades de negócio em Moçambique.

Reformas para atrair investimento

O governador reconhece, contudo, que o potencial económico da província precisa de ser acompanhado por mudanças no ambiente de negócios.

Pio Augusto Matos defende reformas que tornem Moçambique mais competitivo na atracção de investimento nacional e estrangeiro, apontando particularmente para a necessidade de rever a pauta aduaneira e a política fiscal.

“Precisamos rever a pauta aduaneira, precisamos rever a pauta fiscal. Precisamos que Moçambique se transforme num país mais atractivo ao investimento”, afirmou.

Na visão do governador, é necessário criar condições para que os investidores encontrem segurança, previsibilidade e incentivos para colocar o seu capital no país e desenvolver negócios sustentáveis.

Transformar recursos em emprego

Pio Augusto Matos defende ainda que Moçambique deve deixar de depender da simples comercialização de matérias-primas e apostar mais na transformação local.

Na Zambézia, a estratégia poderá passar pelo desenvolvimento de cadeias de valor ligadas à agricultura, pesca e recursos florestais, permitindo acrescentar valor aos produtos e criar novas oportunidades de emprego.

O governador considera que os jovens devem igualmente assumir um papel mais activo na economia, aproveitando o conhecimento e a capacidade existentes para criar negócios e contribuir para o desenvolvimento.

Para Pio Augusto Matos, o Estado deve criar as condições necessárias, mas a transformação económica exige também iniciativa do sector privado e dos próprios cidadãos.

“É preciso começar a fazer”, apelou.

O desafio colocado pelo governador é transformar a abundância de recursos da Zambézia em actividade económica concreta, com mais produção, industrialização, emprego e rendimento para as comunidades.

A FACIM surge, neste contexto, como uma plataforma para aproximar empresários das oportunidades existentes na província e transformar o potencial económico em projectos de investimento.

Zambézia tem tudo para crescer, falta transformar potencial em negócioPio Augusto Matos desafia empresários a investir n...
01/09/2026

Zambézia tem tudo para crescer, falta transformar potencial em negócio

Pio Augusto Matos desafia empresários a investir na província e defende reformas fiscais e aduaneiras para tornar Moçambique mais atractivo ao capital privado.

Por Redação Mídia Em Acção

O Governador da Zambézia, Pio Augusto Matos, considera que a província reúne condições para assumir um papel central na transformação económica de Moçambique, mas defende que é necessário converter os seus recursos naturais em investimento, produção, emprego e riqueza.

Em entrevista à Mídia em Acção, à margem da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), Pio Augusto Matos destacou o potencial agrícola da Zambézia, a disponibilidade de água para irrigação, as terras aráveis e os recursos florestais e pesqueiros.

Para o governador, estas condições representam uma oportunidade para o sector privado investir em áreas como agricultura, irrigação, agro-indústria, pesca e transformação de matérias-primas.

“Terra boa, clima e muita água para uma grande irrigação”, destacou Pio Augusto Matos, numa mensagem dirigida aos empresários que procuram novas oportunidades de negócio em Moçambique.

Reformas para atrair investimento

O governador reconhece, contudo, que o potencial económico da província precisa de ser acompanhado por mudanças no ambiente de negócios.

Pio Augusto Matos defende reformas que tornem Moçambique mais competitivo na atracção de investimento nacional e estrangeiro, apontando particularmente para a necessidade de rever a pauta aduaneira e a política fiscal.

“Precisamos rever a pauta aduaneira, precisamos rever a pauta fiscal. Precisamos que Moçambique se transforme num país mais atractivo ao investimento”, afirmou.

Na visão do governador, é necessário criar condições para que os investidores encontrem segurança, previsibilidade e incentivos para colocar o seu capital no país e desenvolver negócios sustentáveis.

Transformar recursos em emprego

Pio Augusto Matos defende ainda que Moçambique deve deixar de depender da simples comercialização de matérias-primas e apostar mais na transformação local.

Na Zambézia, a estratégia poderá passar pelo desenvolvimento de cadeias de valor ligadas à agricultura, pesca e recursos florestais, permitindo acrescentar valor aos produtos e criar novas oportunidades de emprego.

O governador considera que os jovens devem igualmente assumir um papel mais activo na economia, aproveitando o conhecimento e a capacidade existentes para criar negócios e contribuir para o desenvolvimento.

Para Pio Augusto Matos, o Estado deve criar as condições necessárias, mas a transformação económica exige também iniciativa do sector privado e dos próprios cidadãos.

“É preciso começar a fazer”, apelou.

O desafio colocado pelo governador é transformar a abundância de recursos da Zambézia em actividade económica concreta, com mais produção, industrialização, emprego e rendimento para as comunidades.

A FACIM surge, neste contexto, como uma plataforma para aproximar empresários das oportunidades existentes na província e transformar o potencial económico em projectos de investimento.

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