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02/09/2026

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02/09/2026

JORGE FERRÃO DEFENDE CERTIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM NAS ESCOLAS PRIMÁRIAS DE MAPUTO

Iniciativa pretende contribuir para a melhoria do desempenho escolar das crianças

Por: Macamo

O Reitor da Universidade Pedagógica, Jorge Ferrão, orienta o Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil - CESC, a adoptar a certificação da aprendizagem como instrumento para melhorar o desempenho das crianças nas escolas primárias da cidade de Maputo.

Jorge Ferrão falava esta quarta-feira, em Maputo, durante o lançamento da terceira fase do projecto “Melhorando os Resultados da Aprendizagem nas Escolas Primárias da Cidade de Maputo”, iniciativa financiada pela Children´s Foundation.

A iniciativa pretende contribuir para o reforço da qualidade do processo educativo e para a melhoria do aproveitamento escolar das crianças.

Por sua vez, a representante da Fundação Pestalozzi em Moçambique, Ariana Lins, defende ser fundamental criar condições que permitam às crianças desenvolver competências e alcançar melhores resultados escolares.

Já o coordenador do projecto, Cristiano Munguambe, explicou que a terceira fase continuará a abranger as 26 escolas já contempladas, com enfoque na consolidação do processo de aprendizagem.
Dados da UNESCO apontam que cerca de 2,4 milhões de crianças estão fora do sistema de ensino em Moçambique.

A terceira fase do projecto surge, assim, num contexto em que persistem desafios relacionados com o acesso, a qualidade da aprendizagem e o aproveitamento escolar, procurando reforçar mecanismos que contribuam para melhores resultados no ensino primário.

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CESC E PESTALOZZI CHILDREN’S FOUNDATION LANÇAM 3.ª FASE DO PROJECTO “ENSINO QUE TRANSFORMA”Iniciativa pretende contribui...
02/09/2026

CESC E PESTALOZZI CHILDREN’S FOUNDATION LANÇAM 3.ª FASE DO PROJECTO “ENSINO QUE TRANSFORMA”

Iniciativa pretende contribuir para a melhoria dos resultados de aprendizagem no ensino primário

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil - CESC, em parceria com a Children’s Foundation, lançou a 3.ª fase do projecto “Ensino que Transforma”, uma iniciativa orientada para a melhoria dos resultados de aprendizagem nas escolas primárias.

O lançamento juntou representantes do sector da Educação, instituições de ensino superior, organizações da sociedade civil e outros intervenientes ligados à educação, num encontro dedicado à reflexão e partilha de experiências sobre estratégias para melhorar a aprendizagem no ensino primário.

Durante a cerimónia, os participantes discutiram temas relacionados com o panorama nacional do ensino primário, a transformação da aprendizagem e experiências desenvolvidas para melhorar o desempenho dos alunos.

DA EDUCAÇÃO REAFIRMA

Na sua intervenção, em representação da ministra da Educação e Cultura, Maria dos Anjos Filomena Mónica Ovela, destacou a importância da parceria entre o Governo e as organizações da sociedade civil na procura de soluções para os desafios que afectam a qualidade do ensino.

Segundo a representante, a melhoria da aprendizagem deve estar no centro das intervenções do sector, defendendo uma abordagem que envolva diferentes actores.

A representante afirmou ainda que o Ministério da Educação e Cultura mantém o compromisso de trabalhar para melhorar a qualidade da aprendizagem, através de diferentes iniciativas e estratégias.

Entre as áreas mencionadas estão a formação contínua de professores, a promoção da numeracia e outras iniciativas destinadas ao fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem.

COM A CIVIL

Na ocasião, foi igualmente destacada a importância da participação das organizações da sociedade civil no apoio às políticas e aos programas do sector da Educação.

A intervenção sublinhou que os desafios relacionados com os resultados de aprendizagem não podem ser enfrentados através de acções isoladas, sendo necessária uma maior articulação entre o Governo, escolas, professores, organizações da sociedade civil e outros parceiros.

A terceira fase do projecto surge com o propósito de reforçar as intervenções destinadas à melhoria dos resultados de aprendizagem nas escolas primárias.

O encontro serviu também para apresentar experiências e reflectir sobre mecanismos que podem contribuir para uma aprendizagem mais efectiva, colocando os alunos no centro das estratégias de intervenção.

Os promotores defendem que a transformação do ensino passa pela criação de condições que permitam às escolas, aos professores e às comunidades responderem de forma mais eficaz aos desafios da aprendizagem.

COMO PARTILHADA

As intervenções convergiram na necessidade de uma responsabilidade partilhada para enfrentar os desafios do sistema de ensino, sobretudo no que diz respeito aos resultados de aprendizagem.

O projecto “Ensino que Transforma” pretende, assim, contribuir para o fortalecimento das práticas educativas e para a criação de melhores condições de aprendizagem no ensino primário.

Por: Filipe Cossa & Fádiga Muhave
Colaboração de: Thembi Macamo

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02/09/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Rodryggz, Leonel Peie, Guivi Semba, Benzane Silvestre, Ernesto Naftal Naftal, Gerson Mateus

01/09/2026

Cidade de Maputo conquista ouro em provas de atletismo nos Jogos Desportivos Escolares que decorrem em Inhambane

Mobilização da Rádio Voz Coop resulta em campanha de limpeza no Bairro Jorge DimitrovDuas semanas depois de uma mobiliza...
01/09/2026

Mobilização da Rádio Voz Coop resulta em campanha de limpeza no Bairro Jorge Dimitrov

Duas semanas depois de uma mobilização comunitária promovida pela Rádio Voz Coop, através do programa Clima em Alerta, os moradores do Bairro Jorge Dimitrov, na cidade de Maputo, levaram a cabo, esta terça-feira, uma campanha de limpeza.

A iniciativa surge como resposta ao trabalho de sensibilização realizado pela Rádio Voz Coop, no âmbito do projecto Resiliência e Vozes Locais, que chamou a atenção da comunidade para a importância da limpeza das ruas e valas de drenagem na prevenção de inundações e doenças.

Durante a campanha, os munícipes uniram-se para remover resíduos e melhorar as condições de saneamento do bairro, demonstrando, no terreno, a adesão ao apelo lançado durante a mobilização comunitária.

Samuel Zacarias Andurad, que participou na iniciativa, considera que a resposta dos moradores demonstra uma mudança positiva na forma como a comunidade encara os problemas ambientais.

A fonte defende a realização regular de jornadas de limpeza e apela ao envolvimento dos chefes de quarteirão, secretários e demais lideranças locais, para garantir a continuidade das ações.

A limpeza das valas de drenagem é apontada como uma das prioridades, tendo em conta os riscos de inundações durante a época chuvosa.

A experiência de Jorge Dimitrov demonstra que a mobilização comunitária pode transformar-se em ações concretas, quando a população é sensibilizada e chamada a participar na resolução dos problemas que afectam directamente o seu bairro.

A Rádio Voz Coop continuará a promover, através do Clima em Alerta, iniciativas de sensibilização e participação comunitária no âmbito do projecto Resiliência e Vozes Locais

Mídia Lab & Enabel em Moçambique
Fórum Nacional de Rádios Comunitárias IMS (International Media Support)

01/09/2026

CLIMA EM ALERTA - PARTE 2

EMPRESA CHINESA ACUSADA DE POLUIÇÃO DE SOLOS NO VALE DE INFULENE MORADORES EXIGEM DECISÃO SOBRE EMPRESA DE RECICLAGEMRep...
30/08/2026

EMPRESA CHINESA ACUSADA DE POLUIÇÃO DE SOLOS NO VALE DE INFULENE

MORADORES EXIGEM DECISÃO SOBRE EMPRESA DE RECICLAGEM

Reportagem: Filipe Cossa

Moradores e agricultores do Vale do Infulene, na cidade da Matola, reuniram-se para analisar o conflito que envolve uma empresa chinesa de reciclagem instalada nas proximidades de zonas residenciais e agrícolas.

Durante o encontro, os residentes apresentaram os documentos e as diligências já submetidos às autoridades, afirmando que aguardam uma decisão do Governo Provincial de Maputo sobre o futuro da actividade industrial no bairro.

O processo envolve alegações de poluição ambiental, emissão de fumos, descarga de águas residuais e possível afectação de solos utilizados para a agricultura.

Segundo representantes da comunidade, várias diligências administrativas e judiciais já foram realizadas, mas ainda não existe uma decisão final conhecida pelos moradores.

Os residentes afirmam ter submetido uma petição ao Presidente do Conselho Municipal da Matola, tendo o processo sido posteriormente encaminhado para o Governo Provincial de Maputo.

A comunidade diz aguardar o despacho ou relatório das equipas multissectoriais que terão sido mandatadas para avaliar a situação.

“Não podemos fazer nada sem conhecer a decisão. Assim que o despacho sair, vamos partilhar a informação e notificar a comunidade”, explicou um dos representantes dos moradores.

O representante acrescentou que, depois de conhecida a decisão, os moradores poderão organizar uma manifestação pública, seja para saudar uma eventual intervenção favorável das autoridades, seja para demonstrar a sua discordância, caso a decisão não corresponda às expectativas da comunidade.

Apesar da tensão, os residentes dizem pretender continuar a recorrer aos mecanismos legais e administrativos existentes.

“Se existem instituições governamentais, elas precisam de ser respeitadas. Confiamos nelas e esperamos uma solução que devolva a tranquilidade, a normalidade e a fertilidade dos solos aqui no Vale do Infulene”, afirmou.

Moradores denunciam fumos e águas residuais

Os moradores alegam que a actividade da empresa de reciclagem tem provocado fumos e descargas de águas residuais que, segundo afirmam, atingem áreas agrícolas e zonas habitacionais.

Um dos representantes da comunidade acusa a unidade de continuar a afectar os residentes mesmo depois do encerramento de uma unidade de fundição de alumínio que funcionava nas proximidades.

“O que ficou a operar é a reciclagem, mas tem-nos afectado com fumo e também tem descarregado águas negras para as machambas, que acabam por se espalhar pelas casas dos moradores”, afirmou.

Segundo os moradores, a situação tem provocado preocupação entre famílias que vivem nas proximidades da unidade industrial e agricultores que dependem dos solos do Vale do Infulene para a produção agrícola.

Comunidade questiona acompanhamento das autoridades

Os moradores dizem aguardar igualmente pelos pronunciamentos da Procuradoria Provincial, do Conselho Municipal da Matola e pela resposta definitiva aos documentos submetidos às autoridades.

A comunidade recorda que, numa fase anterior, técnicos municipais terão alegado dificuldades relacionadas com a disponibilidade de técnicos, combustível e pneus para a deslocação das equipas ao bairro, com vista à averiguação da situação denunciada pelos residentes.

No encontro realizado no Vale do Infulene, o representante da comunidade manifestou preocupação com a participação das estruturas locais.

Segundo os moradores, o problema abrange os quarteirões 13 a 19. Contudo, no encontro estiveram apenas dois chefes de quarteirão e dois agentes da 6.ª Esquadra, tendo sido igualmente registada a ausência do secretário do bairro e de outras estruturas locais.

A reduzida participação das autoridades e estruturas comunitárias presentes no encontro alimenta, entre os moradores, suspeitas sobre a forma como o processo está a ser acompanhado.

Até ao momento, porém, não foram apresentadas provas públicas que confirmem qualquer encobrimento do assunto por parte das autoridades ou de outras entidades.

Moradores contestam instalação da indústria

Questionado sobre a origem do conflito, o representante dos moradores afirma que o problema começou com a própria implantação da unidade industrial.

Segundo a comunidade, os moradores e agricultores não teriam sido devidamente auscultados antes da instalação da fábrica.

“Este problema partiu da génese, desde a implantação desta fábrica. Primeiro, violaram-se muitos direitos dos moradores. Não houve aquilo que é a auscultação popular. Não se chegou a auscultar os moradores nem os agricultores. Quando nos apercebemos, a empresa já estava instalada”, declarou.

Os residentes defendem que qualquer actividade industrial localizada nas proximidades de zonas habitacionais e agrícolas deve respeitar as normas ambientais, de saúde pública e de ordenamento territorial.

Comunidade pede encerramento da empresa

Perante as alegações de poluição e os impactos apontados sobre as áreas agrícolas e habitacionais, os moradores do Vale do Infulene defendem o encerramento da empresa de reciclagem.

A comunidade afirma que a sua principal preocupação é garantir a protecção dos solos agrícolas, do ambiente e das famílias que vivem nas proximidades da unidade industrial.

Enquanto aguardam pelo posicionamento das autoridades, os moradores dizem que continuarão a utilizar os mecanismos administrativos e legais disponíveis para pressionar por uma solução.

A comunidade espera que a decisão das autoridades seja conhecida publicamente e permita esclarecer as responsabilidades de cada interveniente, bem como definir o futuro da actividade industrial no Vale do Infulene.

Até ao fecho desta reportagem, não foi apresentado publicamente o posicionamento da empresa de reciclagem sobre as acusações feitas pelos moradores. A reportagem também aguarda esclarecimentos das autoridades competentes sobre as diligências realizadas e o estado actual do processo.

Endereço

Maputo/Kamubukwane
Maputo
1100

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