Horizontes - Economia & Negócios

Horizontes - Economia & Negócios É uma revista orientada para as áreas de economia e negócios, risco e organização, sem descurar de outros assuntos de interesse social e cultural

O leitor tem em mãos um produto novo. A Revista “Horizontes – Economia e Negócios” é propriedade da Horizontes Holding Lda e propõe-se a uma periodicidade bimestral. Pretendemos desta forma dar o nosso contributo na projecção de oportunidades de investimentos em Moçambique e no debate económico nacional e não só. Mesmo sendo uma publicação essencialmente de economia e negócios, não descuramos outr

os assuntos que não sendo económicos, fazem parte do dia-a-dia dos moçambicanos. É assim que a re- vista retrata, também, temas da índole social, ambiental e cultural, afinal, a cultura é essência do nosso ser e estar. A nossa actividade baseia-se no rigor e criatividade editorial da equipa de colaboradores desta publicação que, sem vinculação ideológica de qualquer natureza, procura os melhores meios para estabelecer a ligação com os leitores e conquistar a sua confiança. Privilegiamos um jornalismo exigente e de qualidade, em que a verdade dos factos prevalece sobre a especulação e o sensacionalismo, observando todos os princípios éticos que norteiam o exercí- cio desta profissão. Propusemo-nos, igualmente, a defender os mais nobres interes- ses dos moçambicanos, mais especificamente no domínio económico, constituindo, assim, um contributo para que a economia de Moçambique seja cada vez mais competitiva. A revista contém também um espaço comercial inteiramente disponível aos nossos leitores e parceiros para que possam divulgar as suas actividades. Esperamos que a nossa companhia seja a mais profícua possível e que o nosso leitor se reveja em cada uma das edições do “Horizontes – Economia e Negócios” que a partir de hoje está nas bancas. The reader has a new product in hand. The “Horizontes – Economia e Negócios” magazine is owned by Horizontes Holding Lda and proposes to come out as a bimonthly. We intend, therefore, to make our contribution in the projection of investment opportunities in Mozambique and on the national economic debate and beyond. Despite being essentially an economics and business publication, we do not neglect other non-economic issues, for they are part of the day-to-day life of Mozambicans. That’s how the magazine also portrays social, environmental and cultural nature themes; after all, culture is the essence of our being. Our activity is based on the rigor and creativity of the editorial staff of this publication who, without ideological attachment of any sort, look for the best ways to connect with readers and conquer their trust. We favor a demanding and quality journalism, in which the truth of facts prevails over speculation and sensationalism, observing all the ethical principles governing the exercise of this profession. We proposed ourselves also to uphold the highest interests of Mozambicans, more specifically in the economic field, constituting, thus, a contribution so that the economy of Mozambique increases in terms of competitiveness. The magazine also contains a fully available commercial space to our readers and partners so that they can promote their activities. We hope that our company is as fruitful as possible and that our reader review in each edition of the “Horizontes – Economia e Negócios”, which from today is on the newsstands. Carolina Lichucha Gove (Directora Geral)

A Horizontes deseja-lhe Boas festas - Season Greetings!
24/12/2015

A Horizontes deseja-lhe Boas festas - Season Greetings!

Barclays aponta Moçambique como “gigante adormecido”A unidade de análise económica do Barclays identificou Moçambique co...
11/09/2015

Barclays aponta Moçambique como “gigante adormecido”

A unidade de análise económica do Barclays identificou Moçambique como um dos cinco “gigantes adormecidos” em África, juntando também Angola a outro grupo de quinze países com maiores oportunidades e mais abertura a novos negócios.

“O índice Barclays Africa Trade, que mede as oportunidades e a abertura ao comércio de 31 economias subsaarianas, identifica um grupo de “gigantes adormecidos” que, depois de terem passado por uma fase significativa de agitação económica, estão a recuperar terreno e a tercrescimentos rápidos”, lê-se na nota de análise distribuída aos investidores britânicos.

Segundo a LUSA, estes “gigantes adormecidos” são a Etiópia, a República Democrática do Congo, Moçambique, Gana e Tanzânia, economias que nos próximos anos continuarão o desenvolvimento económico e vão passar por um aumento do consumo privado.

Com uma população total de cerca de 270 milhões de pessoas e um crescimento anual médio de 7,3% nos últimos cinco anos, “estes cinco países representam uma significativa oportunidade de negócio para os exportadores britânicos nos próximos anos”, acrescenta o relatório.

“Em 2020, estes cinco países vão representar uma população de cerca de 325 milhões de pessoas, comparável à dos Estados Unidos e com taxa de crescimento económico que dantes eram reservadas à Índia e à China”, comentou o director da área de banca corporativa do Barclays, John Winter.

“Com base nas estimativas recentes, a despesa dos agregados familiares nestes países deve quase duplicar, chegando a mais de mil dólares por ano em 2020; as marcas que começarem agora a estabelecer-se vão estar bem posicionadas para um rápido crescimento em 2020”, acrescentou o responsável.

No índice que junta a procura ainda não satisfeita e a rápida expansão das cadeias de valor com a abertura dos mercados, que reflete a ausência de grandes barreiras ao comércio internacional, Angola aparece classificada em sétimo lugar e Moçambique em décimo quinto, numa lista liderada pela África do Sul, Nigéria e Quénia.

Barclays points Mozambique as "sleeping giant"

Barclays economic analysis unit has identified Mozambique as one of five "sleeping giants" in Africa, also joining the list is Angola to another group of fifteen countries with greater opportunities and more open to new business.

"Barclays Africa Trade Index, which measures the opportunities and the opening of trade in 31 sub-Saharan economies, identifies a group of "sleeping giants" who, after having gone through a significant phase of economic turmoil, are catching up and growing fast", reads the research note distributed to British investors.

According to the report, these "sleeping giants" are Ethiopia, the Democratic Republic of Congo, Mozambique, Ghana and Tanzania, economies in the coming years will continue economic development and will undergo an increase in private consumption.
With a total population of about 270 million people and an average annual growth of 7.3% in the last five years, "these five countries represent significant business opportunity for British exporters in the coming years", the report said.

"By 2020, these five countries will represent a population of about 325 million people, comparable to the United States and economic growth rates that were before were reserved to India and China", said the director of the corporate banking business of Barclays, John Winter.

"Based on recent estimates, the expenditure of households in these countries should almost double, reaching over a thousand dollars per year in 2020; the companies that set up now will be well positioned for rapid growth in 2020", added the official.
In the index that joins the unsatisfied demand and the rapid expansion of value chains with the opening of markets, reflecting the absence of large barriers to international trade, Angola is ranked seventh and Mozambique fifteenth, a list led by South Africa, Nigeria and Kenya.

Source: Noticias

Canadá ajuda Orçamento Geral do Estado de MoçambiqueO governo do Canadá aprovou o desembolso de cinco milhões de dólares...
14/08/2015

Canadá ajuda Orçamento Geral do Estado de Moçambique

O governo do Canadá aprovou o desembolso de cinco milhões de dólares canadianos de um total de dez milhões previstos para 2015 em apoio directo ao Orçamento Geral do Estado de Moçambique, informou a embaixada em comunicado divulgado em Maputo.
O Alto-comissário de Canadá para Moçambique, Shawn Barber, é citado no comunicado afirmando que “ao apoiar directamente o Orçamento do Estado moçambicano, o Canadá espera contribuir para a melhoria da gestão das finanças públicas e para o aumento da transparência e prestação de contas.”
O embaixador saudou o compromisso assumido pelo Presidente da República e pelo ministro da Economia e Finanças no fortalecimento da transparência fiscal e reforço da gestão das finanças públicas como elemento chave da parceria entre o governo de Moçambique e o chamado grupo dos 19.
A concessão de Apoio Geral ao Orçamento do Governo de Moçambique é realizada pelo grupo de parceiros de desenvolvimento, conhecido por G19, constituído pelos países e organismos internacionais que prestam assistência financeira a Moçambique.

Canada supports Mozambique’s general state budget

The Government of Canada approved the payment of 5 million Canadian dollars of a total of 10 million planned for 2015 in direct support to the Mozambican general state budget, the Canadian embassy said in a statement issued in Maputo.
The Canadian High Commissioner to Mozambique, Shawn Barber was cited in the statement saying that “by directly supporting the Mozambican state budget, Canada hopes to contribute to improving public finance management and increased transparency and accountability.”
The ambassador welcomed the commitment made by the President and Minister of Economy and Finance in strengthening fiscal transparency and management of public finances as a key element of the partnership between the government of Mozambique and the so-called Group of 19 (G19).
General Support for the Mozambican Government Budget is offered by a group of development partners known as G19, made up of the countries and international organisations providing financial assistance to Mozambique.

Source: Macau Hub

União Europeia financia produção de açúcar em MoçambiqueUm projecto financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento vai...
14/08/2015

União Europeia financia produção de açúcar em Moçambique

Um projecto financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento vai apoiar cerca de 300 produtores de cana-de-açúcar organizados em cinco associações a aumentarem os seus rendimentos através da colocação garantida do produto, de acordo com a imprensa moçambicana.
O projecto, formalmente designado por Projecto de Desenvolvimento de Agricultores de Pequena Escala, permite, por outro lado, que a Açucareira de Xinavane atinja a capacidade instalada, ao ser abastecida pela cana produzida pelos membros daquelas associações.
A agência noticiosa AIM escreveu que este projecto conta com um apoio a fundo perdido de 1,5 milhões de euros por parte da União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento, a que se tem de adicionar um empréstimo equivalente a 2,3 milhões de euros concedidos pelo Banco ABC, a ser pago com o produto das vendas da cana-de-açúcar à Tongaat Hullet.
A açucareira de Xinavane tem vindo a desenvolver actividades que resultaram, até à data, no plantio de 3500 hectares de cana e envolvimento de 3200 produtores organizados em 20 associações, além de 60 agricultores que também aderiram à iniciativa em termos individuais.
A indústria açucareira de Moçambique produziu 422,6 mil toneladas de açúcar durante a campanha de 2014/15, um aumento de 11% em relação ao ano anterior, tendo 141,4 mil toneladas sido colocadas no mercado interno e a restante tonelagem sido exportada.

European Union funds sugar production in Mozambique

A project funded by the European Development Fund will support approximately 300 sugarcane producers in Mozambique organised into five associations to increase their income through guaranteed product placement, according to the Mozambican press.
The project, formally known as the Small Scale Farmers Development Project will also make it possible for the Xinavane sugar factory to reach full capacity supplied by sugarcane produced by the members of those associations.
Mozambican news agency AIM reported that this project had a donation of 1.5 million euros from the European Union through the European Development Fund, in addition to a loan in the equivalent to 2.3 million euros granted by Banco ABC, to be paid with the proceeds of sugarcane sales to Tongaat Hullet.
The Xinavane sugar factory has so far planted 3,500 hectares of sugarcane and is supplied by 3,200 producers organised in 20 associations, and 60 farmers who also joined the scheme on an individual basis.
The sugar industry in Mozambique produced 422,600 tons of sugar in the 2014/15 campaign, an 11 percent increase over the previous year, with 141,400 tons placed on the domestic market and the remaining amount was exported.

Source: Macau Hub

Kenmare Resources aumenta exportação de minérios extraídos em MoçambiqueA produção da operação de exploração de depósito...
28/07/2015

Kenmare Resources aumenta exportação de minérios extraídos em Moçambique

A produção da operação de exploração de depósitos de areias pesadas em Moma, norte de Moçambique, registou um acréscimo de 3,0% no primeiro semestre, informou segunda-feira em comunicado a empresa irlandesa Kenmare Resources.

A empresa adiantou que a produção nos primeiros seis meses do ano da operação em Moçambique foi prejudicada por falhas no sistema de abastecimento de energia eléctrica, que duraram 57 dias no primeiro trimestre e que foram esporádicas no segundo trimestre e por uma greve selvagem ocorrida em Junho.

No período em análise a Kenmare Resources exportou 412 mil toneladas de minérios, contra 399 mil no primeiro semestre de 2014, tendo a produção de ilmenite caído 27% para 324,1 mil toneladas e a de zircão aumentado 11% para 23,8 mil toneladas.

A produção de rútilo manteve-se inalterada em termos homólogos em 2800 toneladas.

A Kenmare Resources informou ainda que os preços dos minérios que comercializa mantiveram-se praticamente inalterados ao longo do período.

Kenmare Resources increases exports from Mozambique

The production of the operation of heavy sands in Moma in Northern Mozambique, recorded a 3.0% increase in the first half, says a statement by the Irish company Kenmare Resources.

The company said that production in the first six months of the year in Mozambique was undermined by failures in electricity supply system, which lasted 57 days in the first quarter and were sporadic in the second quarter and a strike which took place in June.

During the reporting period Kenmare Resources has exported 412,000 tons of ores, against 399,000 in the first half of 2014, with the production of ilmenite falling to 27% to 324,100 tons and zircon increased to 11% to 23.8 thousand tons.

The production of rutile remained unchanged in 2800 tons.
Kenmare Resources also said that prices of minerals remained practically unchanged over the period.

Source: Macau Hub

Mina em Moçambique, com reservas de 432 milhões de quilates de pedras preciosasUm relatório independente indica que a co...
24/07/2015

Mina em Moçambique, com reservas de 432 milhões de quilates de pedras preciosas

Um relatório independente indica que a concessão da Montepuez Ruby Mining, no norte de Moçambique, poderá conter reservas de 432 milhões de quilates de rubis e de corindo, anunciou a multinacional britânica Gemfields, que lidera o consórcio.

Desenvolvido pela consultora britânica SRK Consulting, o relatório adianta ainda que a mina poderá ser explorada por um período de 21 anos, antecipando que o projecto tem capacidade para gerar um fluxo monetário de 2,7 mil milhões de dólares durante a sua vida útil.

Com a previsão do aumento da sua capacidade de produção anual de 3,3 milhões de toneladas para 5,6 milhões de toneladas em 2017, o projecto poderá receber neste período investimentos de capital de 64 milhões de dólares, assinala o documento.

Relativamente às reservas prováveis da mina, a consultora britânica divide-as em reservas primárias de minério de 253 milhões de toneladas à concentração de 114,9 quilates por tonelada, e secundárias de 179 milhões de toneladas a um grau inferior de 7,07 quilates por tonelada.

No final de Junho, a Gemfields realizou em Singapura o seu quarto leilão com rubis extraídos em Moçambique, tendo obtido receitas de 29,3 milhões de dólares.

A entrada da multinacional britânica no mercado moçambicano deu-se em Junho de 2011, quando adquiriu 75% do capital da Montepuez Ruby Mining à moçambicana Mwiriti Limitada, que mantém, desde então, uma participação minoritária de 25% no consórcio.

Mine in Mozambique, with reserves of 432 million carats of gems

An independent report shows that the Montepuez Ruby Mining in northern Mozambique, could contain reserves of 432 million carats of rubies and corundum, announced the British multinational Gemfields, who leads the consortium.

Developed by British consultancy SRK Consulting, the report said that the mine could be exploited for a period of 21 years, anticipating that the project is able to generate the cash flow of 2.7 billion dollars over its useful life.

With the forecast of increasing its annual production capacity of 3.3 million tons to 5.6 million tons in 2017, the project may receive during this period a capital investment of 64 million dollars, says the document.

With regards to probable reserves of the mine, the British consultant divides them into primary ore reserves of 253 million tons to the concentration of 114.9 carats per ton, and secondary of 179 million tonnes at a lower grade of 7.07 carats per tonne.

In late June, Gemfields held in Singapore its fourth auction with rubies mined in Mozambique, having achieved revenue of 29.3 million dollars.

The entrance of the British multinational in the Mozambican market occurred in June 2011 when it acquired 75% stake in Montepuez Ruby Mining from Mwiriti Limited, which holds, since a minority 25% stake in the consortium.

Source: Macau Hub

Inflação em Moçambique ficará abaixo da meta governamental em 2015 – Standard BankMoçambique deverá registar este ano um...
24/07/2015

Inflação em Moçambique ficará abaixo da meta governamental em 2015 – Standard Bank

Moçambique deverá registar este ano uma taxa de inflação média anual “muito abaixo” da previsão de 5,1% das autoridades moçambicanas, antecipa a filial local do Standard Bank no seu boletim económico mensal de Julho.

A instituição financeira assinala que os impactos económicos da desvalorização que o metical tem vindo registar relativamente ao dólar, que se traduziu numa depreciação de cerca de 27% no espaço de um ano, não vão comprometer a previsão do Governo de Moçambique.

Num comentário à decisão do Comité de Política de Monetária do Banco de Moçambique de manter inalteradas as principais taxas de juro de referência do mercado, e mesmo perante a desvalorização do metical, o Standard Bank considera que esta “postura revela que as autoridades monetárias acreditam que a inflação se mantenha dentro dos objectivos estabelecidos”.

No entanto, antecipa medidas adicionais para “conter a liquidez” da base monetária, não excluindo a hipótese de um aumento do coeficiente das reservas obrigatórias, actualmente fixado em 8%, dado que o banco central tem mostrado “resistência” ao aumento das taxas de juro.

Desde de Novembro de 2014, o Banco de Moçambique mantém inalteradas as taxas de facilidade permanente de cedência de liquidez (7,5%) e de facilidade permanente de depósitos (1,50%).

Destacando os dados macroeconómicos do Instituto Nacional de Estatística referentes ao último trimestre de 2014 e primeiro de 2015, em que o crescimento da economia desacelerou de 8% para 5,9%, o relatório da instituição financeira salienta a decisão do INE de rever de 7,5% para 7,2% a sua previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015.

E, neste contexto, reafirma as suas “projecções de um crescimento mais lento da economia este ano, em torno de 6,5%”, contra a previsão de 7,5% do Governo de Moçambique, assinalando uma possível quebra do ritmo de crescimento económico para 5,5 em 2016, em resultado do “impacto negativo da queda do preço do carvão,” mesmo considerando o possível início das exportações da mineira Vale Moçambique através do corredor de Nacala.

Por outro lado, lê-se ainda no relatório, esta previsão traduz também a “redução temporária do investimento directo estrangeiro” e “a necessidade de uma expansão mais lenta dos agregados monetários para estabilizar o metical e manter a inflação sob controlo”, reflectindo a necessidade de manutenção de medidas de consolidação fiscal por parte do Governo.

Inflation in Mozambique will be below the government target in 2015 - Standard Bank

Mozambique is expected to register this year an average annual inflation rate "well below" the forecast of 5.1% of the Mozambican authorities, anticipates the local branch of Standard Bank in its monthly economic July bulletin.

The financial institution points out that the economic impact of the devaluation of the metical against the dollar, has lead to a depreciation of around 27% within one year, such will not compromise the forecast of the Government of Mozambique.

Commenting on the decision of the Monetary Policy Committee of the Bank of Mozambique to maintain unchanged the main interest rates in the market, and even before the devaluation of the metical, Standard Bank believes that this "posture reveals that the monetary authorities believe inflation remains within the established objectives".

However, anticipates additional measures to "contain the liquidity" of the monetary base, not ruling out an increase in the ratio of required reserves, currently fixed at 8% as the central bank has shown "resistance" to the increase in rates interest.

Since November 2014, the Bank of Mozambique has kept the standing facility rates of marginal lending unchanged at (7.5%) and deposits facility (1.50%).

Highlighting as well the macroeconomic data of the National Statistical Institute INE for the last quarter of 2014 and first of 2015, when growth of 8% economy slowed to 5.9%, the institution report highlights the INE's decision to review 7 5% to 7.2% its forecast for growth in gross domestic product (GDP) in 2015.

And in this context, reiterates its "projections of slower economic growth this year at around 6.5%", against the forecast of 7.5% of the Government of Mozambique, signaling a possible break in the economic growth rate to 5.5 in 2016, as a result of "negative impact of coal price drop", even considering the possible start of exports of mining company Vale Mozambique through the Nacala corridor.

On the other hand, the report reads, that this forecast also reflects the "temporary reduction in foreign direct investment" and "the need for a slower expansion of monetary aggregates to stabilize the metical and keep inflation under control", reflecting the need to maintain fiscal consolidation measures by the Government.

Source: Macau Hub

Exportação de açúcar de Moçambique pode aumentar na campanha 2015/2016A exportação de açúcar na campanha de 2015/16, em ...
23/07/2015

Exportação de açúcar de Moçambique pode aumentar na campanha 2015/2016

A exportação de açúcar na campanha de 2015/16, em Moçambique, poderá crescer cerca de 19 por cento, atingindo as 305.688 toneladas.

Dados serão tornados públicos na Manhiça, província de Maputo, durante um seminário a ter lugar na Açucareira de Xinavane e a que estará presente o ministro da Indústria e Comércio, Max Tonela.

Durante a campanha de 2014/2015 foram produzidas 422.622 toneladas de açúcar o que representou um aumento de 11 por cento em relação á campanha anterior.

A indústria do açúcar em Moçambique ficou praticamente destruída na sequência da guerra civil tendo a produção baixado para as 13.000 toneladas.

O aumento de produção de açúcar é consequência da reabilitação de quatro das seis fábricas de açúcar de Moçambique localizadas em Marromeu, Mafambisse, Xinavane e Maragra num investimento total de 800 milhões de dólares.

A industria açucareira emprega actualmente 35 mil pessoas. Os principais mercados do açúcar moçambicano continuam a ser a União Europeia, Estados Unidos e os países da região.

Sugar exports from Mozambique can increase in the campaign 2015/2016

Exports of sugar in the 2015/16 campaign in Mozambique could rise by about 19 percent, reaching 305,688 tons.

Data to be made public in Manhica, Maputo province, during a seminar to be held at the Xhinavane Sugar Factory with the presence of the Minister of Industry and Trade, Max Tonela.

During the 2014/2015 marketing year, 422,622 tons of sugar were produced which represented an 11 percent increase compared to the previous campaign.

The sugar industry in Mozambique was practically destroyed following the civil war with production dropping to 13,000 tons.

The increase in sugar production is a result of the rehabilitation of four of the six Mozambique sugar factories located in Marromeu, Mafambisse, Xhinavane and Maragra at a total investment of 800 million dollars.

The sugar industry currently employs 35,000 people. The main markets of the Mozambican sugar remain the European Union, the United States and countries in the region.

Source: Macau Hub

Porto de Nacala, Moçambique, vai começar a exportar carvãoO novo terminal de carvão de Nacala-a-Velha, na província de N...
20/07/2015

Porto de Nacala, Moçambique, vai começar a exportar carvão

O novo terminal de carvão de Nacala-a-Velha, na província de Nampula, já recebeu 50 toneladas, sendo o respectivo embarque a primeira vez que aquele minério é exportado a partir deste porto, disse o director do Corredor Logístico Integrado de Nacala.

Este corredor inclui uma linha de caminho-de-ferro com uma extensão de 900 quilómetros entre Moatize e Nacala-a-Velha, atravessando parte do território do Malaui, tratando-se de um projecto com um custo estimado em 4,4 mil milhões de dólares e resultado de uma parceria entre o grupo brasileiro Vale e a estatal Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique.

José Otoni, director do Corredor Logístico Integrado de Nacala, disse ao ministro do Interior, Jaime Basílio Monteiro, de visita à província de Nampula, que decorrem actualmente os procedimentos legais para a movimentação do primeiro navio para Nacala, porque trata-se de uma embarcação licenciada para carregar a partir do porto da Beira.

Garantiu que o embarque normal de carvão será efectuado a partir de Agosto próximo, altura em que se espera estejam criadas todas as condições para o escoamento do minério.

“Em 2017, quando atingirmos a capacidade instalada do porto, estaremos a exportar 22 milhões de toneladas de carvão por ano e até essa data estaremos a exportar 18 milhões de toneladas de carvão por ano, quando estaremos a operar com 89 locomotivas e 1862 vagões”, disse Otoni.

Port of Nacala, Mozambique to start exporting coal

The new Nacala-a-Velha coal terminal, in Nampula province, has received 50 tons, this represents the first shipment of coal from that port, said the director of the Integrated Logistics Corridor of Nacala.

This corridor includes a railway line, with a length of 900 kilometers between Moatize and Nacala-a-Velha, crossing part of Malawi's territory, a project with an estimated cost of 4.4 billion dollars and result of a partnership between the Brazilian group Vale and Ports and Railways Company of Mozambique.

José Otoni, director of the Integrated Logistics Corridor of Nacala, said the Interior
Minister Jaime Basilio Monteiro, is currently visiting the province of Nampula, dealing with legal procedures for the handling of the first shipment of coal from this port, because it is a vessel licensed to load from the port of Beira.

The minister is assured that normal coal shipment will be provided from August,

"In 2017, when we reach the installed capacity of the port, we will export 22 million tons of coal per year and by that time we will export 18 million tons of coal a year, we will be operating with 89 locomotives and 1862 wagons" , Otoni said.

Source: Macau Hub

Barragem em Moçambique produz mais electricidade no 2º trimestreA produção de energia eléctrica do aproveitamento hidroe...
17/07/2015

Barragem em Moçambique produz mais electricidade no 2º trimestre

A produção de energia eléctrica do aproveitamento hidroeléctrico de Cahora Bassa no segundo trimestre ascendeu a 4245 gigawatts/hora, superando em 6% a meta estabelecida de 4002 Gwh, informou em comunicado a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).

A HCB informou ainda ter contribuído para a superação da meta planificada o bom desempenho dos equipamentos de geração e transmissão de energia como resultado da execução dos planos anuais de manutenção.

No segundo trimestre foram registados avanços na execução dos projectos de modernização da barragem, nomeadamente pré-recuperação da subestação e recuperação dos descarregadores, bem como o projecto de recuperação dos transformadores principais na central.

O comunicado da HCB menciona ainda o início do projecto do reforço das bases das torres nas linhas de transmissão nos rios Save, Limpopo e Nuanetsi, para suportar a força das descargas em períodos do pico de chuvas.

Entretanto, a empresa de produção e distribuição de energia eléctrica do Zimbabué, a ZESA Holdings, pagou o remanescente da dívida de 100 milhões de dólares que tinha para com a HCB.

Julian Chinembiri, director-geral da Zimbabwe Electricity Transmission and Distribution Company, uma subsidiária da ZESA Holdings, disse ao jornal Financial Gazette que a empresa saldou os 30 milhões de dólares ainda devidos à HCB.

Dam in Mozambique produces more electricity in the 2nd quarter

The production of electricity from hydroelectric Cahora Bassa in the second quarter amounted to 4245 gigawatts/hour, exceeding the target by 6% set at 4002 Gwh, said Cahora Bassa Hydroelectric Dam (HCB) in a statement the.

HCB also said to have surpassed the planned goal concerning good performance of generating equipment and power transmission as a result of implementing annual maintenance plans.

In the second quarter progress were recorded in the implementation of modernization projects of the dam , including pre-recovery of the substation and recovery of unloaders as well as the recovery of main transformers at the plant.

The statement by HCB also mentions the beginning of the reinforcement project of the bases of the towers in the transmission lines in the Save rivers, Limpopo and Nuanetsi to withstand the force of discharges in periods of peak rainfall.

Also in the reported was the debt settlement by Zimbabwe's electricity downstream company, ZESA Holdings, paid the remaining debt of $100 million that had for HCB.

Julian Chinembiri, director-general of the Zimbabwe Electricity Transmission and Distribution Company, a subsidiary of ZESA Holdings, told the Financial Gazette that the company paid off the $30 million still owed to HCB.

Source: Macau Hub
Image: Mozambique Mining Post

Portugal foi o terceiro maior investidor em Moçambique no 1º trimestrePortugal foi o terceiro maior investidor externo e...
16/07/2015

Portugal foi o terceiro maior investidor em Moçambique no 1º trimestre

Portugal foi o terceiro maior investidor externo em Moçambique no primeiro trimestre de 2015, mantendo-se como um dos países que mais capitais aplicam na economia moçambicana, de acordo com dados do Centro de Promoção de Investimentos de Moçambique.

Esses dados indicam que nos primeiros três meses do ano Portugal teve 22 projectos aprovados, no valor de 55,9 milhões de dólares, após ter fechado 2014 na quarta posição, com 336 milhões de dólares, quase o dobro dos 171 milhões de dólares registados em 2013.

Apesar de ter diminuído de 168 para 98 o número de projectos aprovados, Portugal teve em 2014 o seu ano mais representativo desde 2009, de acordo com dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e da Embaixada de Portugal em Moçambique.

De acordo com os dados mais recentes do CPI, no primeiro trimestre deste ano, a maioria do investimento português (45,5%) foi aplicado no sector da indústria, seguido dos serviços (30%) e dos seguros (14,5%), e concentrou-se no sul do país, nas províncias de Maputo e Cidade de Maputo.

A lista do primeiro trimestre, num total de 500 milhões de dólares é
liderada pela Espanha e pela China, embora juntas representem apenas oito projectos, contra os 22 de Portugal, que se mantém o principal criador externo de emprego, com 28 postos de trabalho por cada milhão de dólares investido contra uma média de 13 de todos os restantes países.

Portugal was the third largest investor in Mozambique in Q1

Portugal was the third largest foreign investor in Mozambique in the first quarter of 2015, remaining as one of the main countries that apply capital in the Mozambican economy, according to figures from Mozambique's Investment Promotion Centre.

Data indicates that in the first three months of the year Portugal had approved 22 projects worth 55.9 million dollars, after closing 2014 in fourth place with 336 million dollars, almost double the 171 million dollars recorded in 2013.

Although the number of approved projects declined from 168 to 98, Portugal had in 2014 its most representative year since 2009, according to data from the Agency for Investment and Foreign Trade of Portugal (AICEP) and the Embassy of Portugal in Mozambique.

According to the latest data from CPI in the first quarter of this year, the majority of Portuguese investment (45.5%) was applied in the industrial sector, followed by services (30%) and insurance (14.5%), and concentrated in the South, in the provinces of Maputo and Maputo City.

The list of the first quarter, totaling $ 500 million is led by Spain and China, although together they account for only eight projects, compared to 22 from Portugal, which remains the main external creator of employment, with 28 jobs per each million dollars invested versus an average of 13 by all other countries.

Source: Macau Hub

Moçambique com défice orçamental de 6,8% do PIB em 2015 – EIUMoçambique deverá registar um défice orçamental de 6,8% do ...
16/07/2015

Moçambique com défice orçamental de 6,8% do PIB em 2015 – EIU

Moçambique deverá registar um défice orçamental de 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, num cenário favorecido pela contenção da despesa pública, indica a Economist Intelligence Unit no seu mais recente relatório macroeconómico sobre o país.

Apresentando uma tendência de diminuição do défice orçamental do país até 5,5% do PIB, em 2018, a Economist Intelligence Unit (EIU) antecipa um aumento gradual das despesas do Estado, salientando que estas serão compensadas pelo crescimento da receita pública, na base de “um crescimento económico robusto” e de uma maior colecta de impostos provenientes da exploração de recursos minerais.

Na sua revisão macroeconómica de Julho sobre o país, a publicação avança que a dívida pública moçambicana irá “manter-se elevada” no período compreendido entre 2015 e 2019, a uma média anual de 53,2%.

Mas, apesar de considerar que o nível de endividamento permite ainda a sua gestão, a EIU alerta para os riscos associadas à conjuntura internacional, que representam uma ameaça à sua sustentabilidade, dando o exemplo da hipotética diminuição da procura de lingotes de alumínio ou de carvão, que poderia ter impactos na receita fiscal do Estado.

Já do ponto de vista da despesa pública, o relatório sinaliza a “fraca posição financeira” de algumas agências estatais e a possível pressão dos funcionários públicos para o aumento dos seus salários.

Por outro lado, também o início, em 2015, dos reembolsos do pagamento da dívida da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), sob um aval do Estado de 850 milhões de dólares, vai deteriorar os indicadores de sustentabilidade da dívida, num quadro agravado pela depreciação do metical, lê-se ainda no documento.

A EIU nota que a intervenção do Banco de Moçambique no mercado cambial tem permitido controlar a “pressão sobre o metical”, que desvalorizou cerca de 27% face ao dólar no último ano, mas espera que esta política não perdure, uma vez que tem tido impactos nas reservas internacionais do banco central, que são agora de 2600 milhões de dólares.

Sobre a inflação, os analistas da publicação indicam que deverá aumentar de 2,3%, em 2014, para 2,9%, em 2015, com os preços baixos dos combustíveis e dos produtos alimentares nos mercados internacionais a compensar a depreciação do metical e o possível aumento das tarifas de electricidade.

Mozambique with budget deficit of 6.8% of GDP in 2015 - EIU

Mozambique is expected to register a budget deficit of 6.8% of gross domestic product (GDP) in 2015, a scenario favored by the containment of public expenditure, indicates the Economist Intelligence Unit in its latest macroeconomic report on the country.

Featuring a downward trend in the country's budget deficit to 5.5% of GDP in 2018, the Economist Intelligence Unit (EIU) expects a gradual increase in government spending, and that these will be offset by growth in public revenue at the base of "robust economic growth" and increased tax collection from the exploitation of mineral resources.

In its July macroeconomic review over the country, publication advancing the Mozambican public debt will "remain high" in the period between 2015 and 2019, an annual average of 53.2%.

But, despite considering that the debt level still allows its management, the EIU warns of the risks associated to the international environment, which pose a threat to its sustainability, giving the example of the hypothetical decline in demand for aluminum ingots or coal which could have impacts on state tax revenue.

Since the point of view of public spending, the report signals the "weak financial position" of some state agencies and the possible pressure from civil servants to increase their salaries.

On the other hand, also beginning in 2015, the repayments of debt repayment Company Mozambican Tuna (Ematum), under a state guarantee amounting to 850 million dollars, will deteriorate the debt sustainability indicators in a context aggravated by depreciation of the metical, is still read the document.

The EIU notes that the intervention of the Bank of Mozambique in the foreign exchange market has allowed to control the "pressure on the metical, "which has depreciated nearly 27% against the dollar last year, but hopes that this policy will not continue, as it has impact on international reserves of the central bank, which are now 2,600 million.

On inflation, analysts indicate that the publication is expected to increase 2.3% in 2014 to 2.9% in 2015, with the low prices of fuel and food products in international markets to offset the depreciation of the metical and possible increases in electricity tariffs.

Source: Macau Hub

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