Ilustre Munguambe

Ilustre Munguambe Promoção da educação, da cidadania e de temas sociais para uma sociedade mais consciente.

Sempre que sou desafiado, faço o meu máximo! Obrigado por acreditarem em mim!Por: Ilustre Munguambe
03/06/2026

Sempre que sou desafiado, faço o meu máximo! Obrigado por acreditarem em mim!

Por: Ilustre Munguambe

VIOLÊNCIAS OCULTADAS PELAS PRÓPRIAS VÍTIMAS NAS FAMÍLIAS MOÇAMBICANASMuitas pessoas sofrem violência dentro de casa, mas...
28/05/2026

VIOLÊNCIAS OCULTADAS PELAS PRÓPRIAS VÍTIMAS NAS FAMÍLIAS MOÇAMBICANAS

Muitas pessoas sofrem violência dentro de casa, mas mesmo sabendo que devem denunciar às autoridades competentes, acabam por não denunciar.

Uma mulher é agredida pelo marido. Filhas sofrem abuso sexual por parte dos próprios protetores. Crianças têm os seus direitos violados diariamente dentro de muitas residências.

Mas por que razão muitas vítimas permanecem em silêncio?

Na minha opinião, existe um fator muito forte: a dependência.

Em muitos casos, a vítima depende financeiramente, emocionalmente ou socialmente do próprio agressor. E surge uma pergunta interna muito difícil:
“Como vamos sobreviver se ele for preso?”

Por causa desse medo, muitas vítimas preferem suportar a violência em silêncio.
É triste, mas a verdade é que, em certas situações, quando o agressor é condenado a longas p***s, a própria vítima também sente as consequências da punição, porque dependia daquela pessoa para sobreviver.

Por isso, acredito que as nossas instituições de justiça e apoio social devem adaptar-se melhor a esta realidade. Não basta ap***s prender o criminoso; também é necessário proteger e apoiar as vítimas para que consigam continuar a viver com dignidade.
Combater a violência não é ap***s punir. É também cuidar de quem sofreu.

Por: Ilustre Munguambe

A vara como meio de educação familiarTenho estado a reflectir sobre o porquê de muitos adolescentes e jovens demonstrare...
28/05/2026

A vara como meio de educação familiar

Tenho estado a reflectir sobre o porquê de muitos adolescentes e jovens demonstrarem maior desobediência aos pais e aos adultos no geral.

Recordo-me muito bem de que, em 2008, quando eu tinha ap***s 6 anos de idade, para a maioria das crianças, bastava desobedecer aos adultos para o pai ou a mãe aplicar uma correcção severa. Por causa disso, muitos adolescentes e jovens cresciam sabendo respeitar e obedecer aos mais velhos, ao contrário do que acontece actualmente.

Hoje em dia, muitos pais costumam dizer: “Os meus filhos não podem passar pelo que eu passei.” E acabam dando liberdade sem limites às crianças.

É comum vermos uma criança de 9 anos acordar num fim de semana, preocupar-se ap***s em comer e depois sair de casa. Volta às 13 horas quando sente fome, sai novamente e regressa às 20 horas. E muitos pais permanecem indiferentes perante essa atitude.
A criança cresce com a ideia de que casa serve ap***s para comer e dormir, enquanto a rua se torna a sua verdadeira escola.

Sabe o que ela aprende durante todo esse tempo fora de casa?

Depois, os pais f**am assustados quando descobrem que o filho consome dr**as, participa em actos de delinquência ou se envolve em más companhias.

Na minha opinião, é necessário que cada pai estabeleça limites claros para os seus filhos. Não se deve normalizar a falta de respeito, porque aquilo que é permitido na infância torna-se hábito na juventude.

Os pais precisam ser firmes na educação dos filhos desde cedo, porque, quando crescerem, poderá ser tarde para corrigi-los.

O mal influencia mais rapidamente do que o bem. Ensine o seu filho a trabalhar, a respeitar os outros e a valorizar a família, porque a morte é imprevisível e as condições que existem hoje podem não existir amanhã.

Educar também é acompanhar, corrigir, orientar e impor limites.
E não devemos culpar ap***s os professores pela má conduta dos filhos, porque quem passa mais tempo com eles é a própria família.

Por: Ilustre

É pontual discutirmos a educação em Moçambique antes mesmo do ensino.Não posso fingir demência; sinto vergonha da minha ...
26/05/2026

É pontual discutirmos a educação em Moçambique antes mesmo do ensino.

Não posso fingir demência; sinto vergonha da minha geração.

Hoje em dia, parece já não existir diferença comportamental entre o jovem estudante e o jovem envolvido nas dr**as, pois muitos apresentam as mesmas atitudes.

É tanta falta de respeito para com os adultos e até entre nós mesmos. O ponto mais alto dessa degradação ética é quando um estudante luta com o seu professor ou até mata outro irmão por causa de uma namorada, como no recente caso ocorrido na Zona da Liberdade.

Antigamente, muitos jovens largavam os estudos para trabalhar. Actualmente, a maioria larga os estudos para criar cabelos e fazer cortes, imitando os seus ídolos — artistas musicais que conhecem ap***s através das redes sociais.

E porque sustentar a vaidade custa caro, e eles não têm dinheiro para isso, acabam por virar ladrões, arrancando celulares nas esquinas, além de adquirirem e consumirem substâncias psicotrópicas e estupefacientes.

Quem é o culpado por esta conduta? A escola ou a família?

Parece complicado encontrar uma única causa, porque, por outro lado, vemos indivíduos a comercializar bebidas alcoólicas próximo das instituições de ensino, tendo ainda a ousadia de vender a estudantes uniformizados.
Portanto, estamos perante um encadeamento de factores.

Convido todos os jovens da minha geração: vamos mudar a nossa postura. Não perdemos nada por respeitar os outros; pelo contrário, só temos a ganhar.

Não deixes que ninguém te influencie para a negatividade. Tu mereces ser chamado pelo teu próprio nome, e não de “bandido”.

Por: Ilustre Munguambe

DROGA LEGALIZADA PARA O JOVEM MOÇAMBICANOMeus irmãos, que fique bem claro: dinheiro não se ganha, dinheiro trabalha-se.P...
23/05/2026

DROGA LEGALIZADA PARA O JOVEM MOÇAMBICANO

Meus irmãos, que fique bem claro: dinheiro não se ganha, dinheiro trabalha-se.

Parece existir uma agenda silenciosa de destruição da juventude moçambicana através das casas de apostas.

Quando comparo as consequências das dr**as, como a cannabis sativa, com os jogos de apostas, concluo que existe algo em comum entre ambos: a dependência que o jovem passa a desenvolver.
Por isso, considero os jogos de apostas uma verdadeira droga legalizada.

Aliás, o próprio termo “jogos de azar” já revela que a sociedade conhece os perigos que existem nisso.

Uma das perguntas que faço é: Será que as pessoas que autorizaram estas actividades não conseguem ver o mal que isso pode causar?
Talvez pensassem que muitos jovens conseguiriam evitar, mas não imaginaram a força das estratégias de marketing usadas por essas empresas.

Meus irmãos, duvido que exista alguém que nunca tenha sido convidado para apostar. A publicidade está em toda parte: nos canais televisivos, nas rádios, nas redes sociais e até nos nossos números telefónicos através de mensagens constantes. Não importa se é adolescente, jovem ou adulto, todos são alvos.

Penso que os nossos dirigentes deveriam olhar para estas empresas com muita preocupação e empatia, principalmente em relação aos jovens e estudantes, que parecem ser os principais atingidos.

E você, qual é a sua opinião sobre os jogos de apostas? Vamos reflectir juntos sobre o futuro da juventude moçambicana.

Por: Ilustre Munguambe

Olá, família!Não deixa de sorrir. Todos nós estamos de passagem. Deus não disse que somos eternos.
10/05/2026

Olá, família!

Não deixa de sorrir. Todos nós estamos de passagem. Deus não disse que somos eternos.

À todos os trabalhadores honestos, vai um forte abraço!A minha alma f**a alegre, quando o meu trabalho não prejudica nin...
02/05/2026

À todos os trabalhadores honestos, vai um forte abraço!

A minha alma f**a alegre, quando o meu trabalho não prejudica ninguém.

Agradeço a todos que apoiam-me. Que sejam apoiados também, naquilo que está longe das vossas capacidades.

Bom fim de semana família!
25/04/2026

Bom fim de semana família!

A Imopetro importa combustível do estrangeiro, depois vende à Amopetro, que por sua vez distribui às bombas.Mas por que ...
19/04/2026

A Imopetro importa combustível do estrangeiro, depois vende à Amopetro, que por sua vez distribui às bombas.

Mas por que não vender diretamente às bombas?

Será que é uma questão de organização do sistema, divisão de responsabilidades ou controlo do mercado?
Num setor tão importante como o dos combustíveis, talvez cada empresa tenha um papel específico: uma foca na importação e outra na distribuição.

Mesmo assim, f**a a reflexão: será que encurtar esse caminho não poderia reduzir custos para o consumidor?

05/04/2026

O balanço é positivo. Mais fofo, menos distração.

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