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NASA trapp 🕳️os tempos passam mas as grandes histórias permanece

INTERIOR DO  ESTADO DE RONDÔNIA (1967)Garimpo de cassiterita Vietnãfonte: Revista CRUZEIRO
29/11/2025

INTERIOR DO ESTADO DE RONDÔNIA (1967)

Garimpo de cassiterita Vietnã

fonte: Revista CRUZEIRO

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Jucelino Maia, Manuel Sil...
26/11/2025

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Jucelino Maia, Manuel Silva, Paulo Amador

24/11/2025

As nossas estórias ainda permanecen

22/11/2025

Luiz Gama NASA trapp

Pata Seca: o escravo que foi transformado em uma “máquina de fazer filho”NASA trapp No século XIX, no estado de São Paul...
19/11/2025

Pata Seca: o escravo que foi transformado em uma “máquina de fazer filho”
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No século XIX, no estado de São Paulo, Brasil, vivia um homem chamado Roque José Florêncio, mais conhecido pelo apelido de Pata Seca. Ele tinha cerca de 2,18 metros de altura e seus donos decidiram usá-lo como uma “máquina de fazer filhos” para gerar novos escravos.( traziam várias mulheres negras pra se deitar com ele e fazer filhos grandes)

Segundo a lenda, ele teve entre 200 e 300 filhos.

Após a abolição da escravatura, ele recebeu um pedaço de terra, casou-se e teve mais nove filhos.

Dizem que ele viveu mais de 90 anos e milhares de pessoas compareceram ao seu funeral.

Os moradores locais afirmam que até um terço da população da cidade são seus descendentes

A História Macabra da Família Albuquerque: Se Alimentou de Escravos Fugitivos por 23 Anos 1839-1862Existem histórias que...
19/11/2025

A História Macabra da Família Albuquerque: Se Alimentou de Escravos Fugitivos por 23 Anos 1839-1862
Existem histórias que o tempo tenta enterrar. Histórias tão perturbadoras que as famílias apagam dos registros que os cronistas evitam mencionar, que viram apenas sussurros entre paredes velhas. Mas algumas histórias se recusam a morrer. Elas ecoam através dos séculos, esperando que alguém tenha coragem de contá-las.

E a história que você está prestes a ouvir é uma dessas. Uma história que aconteceu nas terras do Vale do Paraíba. entre as montanhas de Minas Gerais e o litoral fluminense, onde o café reinava absoluto e a escravidão era a base de tudo. Uma história sobre a família Albuquerque. Uma história sobre fome. Não há fome que você conhece, mas algo muito, muito pior.
Ano de 1839, A fazenda Boa Esperança, propriedade do senhor de Engenho Inácio Rodrigues de Albuquerque, erguia-se nas terras montanhosas próximas à vassouras, no Rio de Janeiro. Uma propriedade isolada, cercada por mata atlântica densa de um lado e cafezais intermináveis do outro. A casa grande era uma construção imponente, mas havia algo nela que fazia os viajantes sentirem um arrepio inexplicável ao passar.
Talvez fosse o silêncio pesado que pairava sobre o lugar. Ou talvez fosse a forma como os escravizados da região faziam o sinal da cruz sempre que alguém mencionava aquele nome. Albuquerque. Inácio de Albuquerque não era um senhor de engenho comum, alto, magro, ao ponto de parecer esquelético, com olhos fundos que brilhavam com uma intensidade perturbadora.
Ele era conhecido por três coisas na região. Sua crueldade extrema com os escravizados, seu isolamento social quase completo e um segredo que ninguém conseguia decifrar. Suas terras produziam café, mas não tanto quanto deveriam. Seus escravizados trabalhavam, mas eram poucos, magros demais, com olhares vazios, que falavam de horrores que a boca não ousava pronunciar.
Mas o verdadeiro mistério começava quando escravizados fugitivos desapareciam. O Vale do Paraíba, naquela época era rota de fuga para muitos que buscavam liberdade. Alguns tentavam chegar aos quilombos das montanhas, outros buscavam os portos, sonhando embarcar clandestinamente para terras distantes. E muitos exaustos, famintos, desesperados, cometiam o erro fatal de pedir abrigo temporário em fazendas isoladas, como a boa esperança.
Eles entravam, mas nunca saíam. Durante anos, isso foi apenas rumor, suspeita sem prova. Afinal, escravizados fugitivos desapareciam o tempo todo, capturados por capitães do mato, mortos na mata, afogados em rios. Ninguém investigava muito, ninguém se importava muito. Até que em 1847 algo aconteceu que começou a levantar perguntas que ninguém queria fazer.
Um capitão do mato chamado Jacinto Pires, homem experiente que ganhava a vida capturando fugitivos, começou a notar um padrão estranho. Ele rastreava escravizados até as proximidades da fazenda Boa Esperança, mas ali os rastros simplesmente desapareciam. Não havia sinais de captura, não havia sinais de que tivessem continuado viagem.
Era como se a terra os tivesse engolido. Em se meses, Jacinto perdeu o rastro de 11 fugitivos diferentes, todos na mesma região. Intrigado e frustrado por perder as recompensas, Jacinto começou a observar a fazenda Boa Esperança de Longe. E foi então que ele notou algo bizarro, apesar de ter poucos escravizados oficialmente registrados. Apesar da produção medíocre de café, a família Albuquerque parecia estranhamente bem alimentada.
Não apenas Inácio, mas sua esposa, dona Madalena de Albuquerque, e seus três filhos adultos, Baltazar, Custódio e Perpétua. Todos tinham aquela aparência bem nutrida, rosada, que contrastava violentamente com a magreza dos escravizados, que ocasionalmente eram vistos trabalhando nos campos. Mas o que mais perturbou Jacinto foi outra coisa.
Durante suas vigílias noturnas, escondido na mata, ele ocasionalmente sentia um cheiro. Um cheiro que ele conhecia bem de suas campanhas militares no sul, onde participara de batalhas sangrentas anos antes. Era o cheiro inconfundível de carne humana sendo queimada. Você consegue imaginar o que passou pela cabeça de Jacinto naquele momento? A possibilidade era tão horrível, tão absolutamente impensável, que ele a afastou imediatamente.
Não, não podia ser. Mesmo numa sociedade brutal como aquela, mesmo num sistema que tratava seres humanos como propriedade, havia linhas que não se cruzavam. Havia limites, não havia. Mas a suspeita, uma vez plantada, não o deixava em paz. Jacinto decidiu fazer algo arriscado. Ele se disfarçou como um tropeiro perdido e numa tarde chuvosa, bateu a porta da fazenda Boa Esperança, pedindo abrigo.
Queria ver com os próprios olhos o interior daquela casa. Queria confirmar que suas suspeitas eram apenas paranoia, nascida de noites solitárias na mata. Inácio de Albuquerque o recebeu com hospitalidade fria, ofereceu-lhe um quarto nos fundos da casa e avisou que o jantar seria servido em breve. Jacinto experiente em missões perigosas, manteve os sentidos alertas, explorou discretamente os corredores enquanto a família se preparava para a refeição.
E foi então que ele viu no porão da casa grande, acessível por uma porta que deveria estar trancada, mas que alguém esquecera de fechar completamente, havia correntes. Muitas correntes, presas às paredes de pedra, manchadas de sangue e ferrugem. Havia também ganchos no teto, do tipo usado em açouges para pendurar carcaças.
E num canto meio escondido por um pano velho, um monte de ossos. Os ossos longos demais para serem de animais comuns. Ossos que contavam uma história que nenhuma boca humana deveria ter que contar. Jacinto subiu correndo daquele porão do inferno, o coração batendo tão forte que ele teve certeza de que todos poderiam ouvi-lo.
Quando foi chamado para o jantar, ele se sentou à mesa da família Albuquerque, com as mãos tremendo, tentando manter a compostura. Dona Madalena, uma mulher de cerca de 50 anos, com olhos claros e vazios, serviu-lhe um ensopado aromático. A carne estava macia, bem temperada, com ervas que ele não conseguia identificar. Inácio observava-o com aqueles olhos fundos e penetrantes.
Como está o ensopado, senhor tropeiro? E perguntou com um sorriso que não alcançava os olhos. Jacinto forçou-se a comer algumas colheradas, cada uma descendo como chumbo em sua garganta. Delicioso, mentiu ele. Que tipo de carne é essa? Carne de caça respondeu Inácio simplesmente. Nós caçamos muito por aqui.
As matas são generosas com quem sabe procurar. E então ele adicionou com um brilho estranho no olhar, especialmente com aqueles que vêm até nós. Jacinto entendeu naquele momento que sua vida estava em perigo. Ele inventou uma desculpa sobre precisar verificar seus cavalos no estábulo e nunca mais voltou. Fugiu naquela mesma noite, correndo pela mata escura como nunca correra antes.
O gosto daquele ensopado ainda na boca, a náusea subindo pela garganta. Mas a quem ele poderia contar? Quem acreditaria numa acusação tão monstruosa? Um capitão do mato, homem de reputação duvidosa, que ganhava vida caçando seres humanos, acusando uma família de senhores de engenho respeitáveis de canibalismo, ele seria rido, ou pior, acusado de calúnia e preso.
Então, Jacinto fez a única coisa que podia fazer. começou a espalhar rumores discretos, avisar escravizados fugitivos em quem confiava para evitarem aquela região, marcar em seus mapas particulares, a fazenda Boa Esperança, com um símbolo que significava perigo de morte, e a procurar evidências mais concretas, algo que pudesse levar às autoridades sem se expor completamente.
Mas a família Albuquerque era cuidadosa, extremamente cuidadosa. Durante anos, eles continuaram seu hábito macabro, sempre escolhendo vítimas que ninguém procuraria: escravizados, fugitivos, viajantes solitários sem família, pessoas que já estavam fora dos registros oficiais da sociedade, pessoas que, na lógica cruel daquela época eram consideradas menos que humanas por muitos.
E aqui está a parte mais perturbadora desta história. Eles não faziam isso por necessidade. A fazenda Boa Esperança, embora não fosse próspera, produzia comida suficiente. Eles tinham gado, porcos, galinhas, podiam comprar carne no mercado. Não, isso não era sobre sobrevivência, era sobre algo muito mais doentio. Altazar, o filho mais velho de Inácio, tinha 28 anos quando tudo começou em 1839.
Ele crescera numa fazenda vizinha até os 15 anos quando algo aconteceu. Algo que a família nunca discutia abertamente. Houve um surto de febre amarela na região. Muitos morreram. A comida escasseou e durante três semanas terríveis, isolados pela quarentena, sem provisões chegando, a família Albuquerque enfrentou a fome real.
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SÃO MARTINHO - o homem hoje lembrado - diz a lenda ter dado metade do manto a um mendigo em dia chuvoso. Metade. NASA tr...
19/11/2025

SÃO MARTINHO - o homem hoje lembrado - diz a lenda ter dado metade do manto a um mendigo em dia chuvoso.
Metade. NASA trapp
Ia a cavalo, nas suas nobres vestes. Deu uma parte da sua riqueza. ficou com o resto do manto, das vestes, o cavalo, o mais que tinha.
Deus, diz tabém a lenda, beijou-lhe a atitude e transformou o tempestuoso dia em soalheiro, para que ambos não passassem frio, para que ainda hoje haja Verão em pleno Outono, mesmo para os que a ninguém nada deram nunca,.Só para premiar o gesto.
à Coca Cola- por exemplo - protesta o magro imposto sobre os refrigerentes e está-se nas tintas para um País que mal se aguenta a pagar os subsídios de desemprego.
Era isto.
Era isto e lembrar que devemos dar, pelo menos, metade das nossas capas a quem mais precisa. Dar mesmo. Ajuda, por exemplo. Simples ajuda, por vezes basta.. Deixarmos-nos dessa coisa de não dar a ajuda, seja em capas, seja noutra qualquer solidariedae que nos compete pensar que, "afinal podíamos". O Mundo seria bem melhor. O Futuro teria mais Sol. Dixit Dominus.

Os naufrágios de 18 de Novembro de 1905 em SetúbalHá precisamente 120 anos, o dia 18 de Novembro de 1905 amanheceu sob u...
19/11/2025

Os naufrágios de 18 de Novembro de 1905 em Setúbal

Há precisamente 120 anos, o dia 18 de Novembro de 1905 amanheceu sob um temporal desfeito que varreu Setúbal e todo o estuário do Sado com uma violência raramente testemunhada. A conjugação de ventos ciclónicos, mar muito alteroso e forte enchente transformou o rio numa massa caótica de água, destroços e embarcações desgovernadas.

A primeira zona atingida foi a frente ribeirinha junto ao cais do ferry, onde várias embarcações fundeadas foram incapazes de resistir à força do vento e ao arrasto das correntes. Ali, o caíque “Novo Thereza”, surpreendido pelo vendaval, foi lançado contra o cais e acabou por naufragar rapidamente. Ao seu lado, o buque “Opulencia” n.º S1G473 sofreu igual destino, submergindo após repetidos embates contra o cais. Pouco depois, também a canoa “Maria de Jesus da Murtosa” n.º S7 sucumbiu ao temporal, afundando-se na mesma zona, tendo sido arrastada pelo peso das vagas e pela violência das rajadas.

Mais a sul, ao longo da praia do Troino, repetiu-se a mesma cena. A lancha “Cana Verde” n.º S320 foi atirada para terra sem possibilidade de manobra, e a barca “Atalaya” n.º S273 acabou por naufragar, incapaz de resistir ao balanço descontrolado imposto pelo rio transformado em mar. As tripulações procuraram abrigo em terra, mas as embarcações ficaram irremediavelmente perdidas.

Na praia de Albarquel, o saveiro “Nascimento” n.º S14 foi arrojado à praia com grande violência. Apesar de não se ter afundado imediatamente, ficou em posição crítica, esmagado pela rebentação que o impediu de regressar ao rio.

Na zona das Fontainhas, onde muitas pequenas embarcações de apoio às salinas e ao transporte local se encontravam amarradas, o cenário foi igualmente devastador. O barco de serviço “Duas Meninas” n.º S96M não resistiu e ficou varado na praia. Ali perto, vários botes fundeados não tiveram melhor sorte: o bote “Esperança da Arrábida” n.º S27R, o bote “Canário” n.º S113R e o saveiro “Rápido” n.º S35G afundaram-se na própria amarração, incapazes de suportar o balanço extremo das vagas.

De novo junto ao cais do ferry, onde o rio parecia concentrar toda a fúria da tormenta, o caíque “Clemente 1.º” foi mais uma vítima. Arrastado da amarração, chocou com violência contra outras embarcações e acabou por ir ao fundo, completando-se assim uma série negra de perdas na mesma zona do estuário.

No final do dia, quando o vento começou finalmente a ceder, a dimensão da destruição era clara. Em toda a frente ribeirinha de Setúbal, mais de uma dezena de embarcações jaziam afundadas, destruídas ou varadas em terra.
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📸 Foto 1 mostra a Avenida Independência ao lado da Santa Casa na década de 1890. Trilhos no chão, casas baixas e uma Por...
19/11/2025

📸 Foto 1 mostra a Avenida Independência ao lado da Santa Casa na década de 1890. Trilhos no chão, casas baixas e uma Porto Alegre ainda abrindo caminho em direção aos Moinhos de Vento. Tudo mais silencioso, mais cru, mais começo de cidade.

📸 Foto 2 é o mesmo ponto hoje. Prédios altos, trânsito pesado e quase nada da paisagem original ainda existe. O lugar mudou completamente, mas a lógica continua igual. A Santa Casa segue como referência e a Independência ainda é uma das ruas mais antigas e importantes da cidade.

Um antes e depois que quase ninguém reconhece, mas que ajuda a entender como Porto Alegre virou o que é hoje.
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Uma  linda lembrança de 1944 enviada pela leitora Aparecida Rosa Rocha. Ela conta que essa foto  foi tirada em Aparecida...
19/11/2025

Uma linda lembrança de 1944 enviada pela leitora Aparecida Rosa Rocha. Ela conta que essa foto foi tirada em Aparecida do Norte/SP.
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(Foto de acervo pessoal da leitora Aparecida Rosa Rocha enviada gentilmente para a página Galeria da Saudade por Klaus Jürgen Mahrenholz).

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