Valdemiro do Rosário

Valdemiro do Rosário A oração nem sempre vai mudar a situação de lado de fora,mas com certeza muda tudo de lado de dentro.

13/01/2026

Não nega.

Tão somente.
13/01/2026

Tão somente.

13/01/2026

A Palavra para essa semana é: VALORIZE SUA JORNADA.

Não espere reconhecimento. Não fique esperando ser valorizado por quem te cerca. Tem gente que só vai descobrir o valor que você tem ao te perder. Tem gente que só vai te aplaudir quando perceber que você “chegou lá”, onde muitos nem acreditavam. Tem familiares que só vão ver Deus na sua vida quando virem você vivendo as promessas de Deus. Celebre seus pequenos passos, ame suas simples conquistas e seja grato. Continue trabalhando, se empenhando e SENDO VOCÊ! Continue fazendo a sua parte — o bem retorna! Continue semeando e se amando; logo, você desfrutará da colheita que te espera. 🦅

Os dons de Deus em você.“Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minha...
13/01/2026

Os dons de Deus em você.

“Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos” (2 Timóteo 1:6).

Todos temos dons que Deus nos deu, algo que flui naturalmente de nós. Algo que não exige tanto esforço, mas que, muitas vezes, precisa ser despertado. Esses dons não foram dados por acaso, mas com um propósito.

É comum buscarmos dons que não temos, enquanto o que Deus nos deu pode ser extremamente útil para Ele. Há quem não saiba como usar seus dons para agradar a Deus. É preciso buscar essa resposta nEle.

Alguns têm o dom da comunicação, da música, da arte ou até de criar um ambiente agradável. Mas o dom que Deus deseja que despertemos é aquele que serve aos Seus propósitos.

Não recebemos apenas um dom, mas vários, e a pergunta que deve ocupar nossa mente é: como posso usar o que Deus me deu para ganhar almas e servi-Lo?

Infelizmente, há muitas pessoas cheias de dons buscando glórias para si mesmas e esquecendo que tudo que Deus nos dá é para Sua glória.

Há uma história de um vilarejo onde as contendas conjugais aumentavam desenfreadamente. Cansada das brigas com o marido,...
10/01/2026

Há uma história de um vilarejo onde as contendas conjugais aumentavam desenfreadamente. Cansada das brigas com o marido, uma esposa foi se aconselhar com o sábio do lugar:

O que devo fazer para acabar com as discussões com meu marido? - perguntou. O velho sábio lhe deu uma garrafa com água e disse:

Esta água é santa. Toda vez que seu marido começar a discutir, beba um pouco, mas é preciso mantê-la na boca por dez minutos antes de engolir. E diga a todos os seus vizinhos e amigas com o mesmo problema para fazerem igual.

Em pouco tempo, ninguém mais discutia naquela vila.

Convites para discussões sempre batem à porta do casamento. Entenda que você não é obrigado a aceitar todos eles. Se seu cônjuge faz um comentário que lhe provoca a revidar, tenho uma boa notícia: você pode dizer não e decidir não comparecer a essa briga.

Ganhar em uma discussão não é tão importante quanto resolver o problema. Se você percebe que seu companheiro está alterado, segure as pontas e feche o zíper sobre os lábios.

(Extraído do livro Casamento Blindado).

Conta-se a fábula de três pequenas árvores plantadas no alto de uma montanha. Enquanto cresciam, conversavam sobre o fut...
10/01/2026

Conta-se a fábula de três pequenas árvores plantadas no alto de uma montanha. Enquanto cresciam, conversavam sobre o futuro que sonhavam. A primeira desejava tornar-se o maior e mais belo baú do mundo, revestido de ouro e cheio de tesouros reais. A segunda sonhava em ser um grande barco, forte e imponente, destinado a transportar reis e pessoas importantes. A terceira não queria sair dali; desejava crescer tanto que, ao ser vista do vilarejo, faria todos olharem para o alto e se lembrarem de Deus. Com o passar do tempo, as árvores cresceram, mas um dia lenhadores as cortaram. A primeira foi transformada em um simples coxo de animais, cheia de feno e alimento. A segunda virou um pequeno barco de pesca, comum e sem destaque. A terceira foi feita de uma madeira resistente, porém esquecida num armazém escuro. Todas se sentiram frustradas, pois nada daquilo se parecia com os sonhos que haviam cultivado.

Até que uma estrela brilhou. A primeira árvore, agora um coxo, recebeu uma jovem mãe que ali colocou seu filho recém-nascido: Jesus. Ela compreendeu que estava acolhendo o Rei dos reis. A segunda, anos mais tarde, em meio a uma forte tempestade, ouviu uma voz ordenar que o vento e o mar se acalmassem: era Jesus usando Sua autoridade. A terceira foi retirada do armazém, carregada pelas ruas e levada ao monte do Calvário, onde serviu de cruz para a crucificação de Cristo. Após a ressurreição,Publicações

entendeu que, por meio dela, gerações inteiras teriam acesso a Deus através do que ocorreu nela.

A mensagem é clara: nem sempre a vida segue como planejamos, mas quando a luz de Deus brilha onde estamos, o ordinário se torna extraordinário. O lugar esquecido, o pequeno e o improvável podem cumprir um propósito eterno. Deus é contigo e os planos Dele não podem ser frustrados. m.

Conta-se a história de um rei que, pressentindo o fim de seus dias, chamou seu filho - herdeiro do trono e lhe entregou ...
10/01/2026

Conta-se a história de um rei que, pressentindo o fim de seus dias, chamou seu filho - herdeiro do trono e lhe entregou um anel. Antes de colocá-lo em seu dedo, disse: "Meu filho, você enfrentará grandes batalhas. Nos dias de luta, de dor e de dificuldade, retire este anel e leia o que está escrito dentro dele".

Pouco tempo depois, o rei faleceu. O filho assumiu o reino em meio a conflitos. Logo, uma guerra se levantou contra ele. Era sua primeira grande batalha como rei. O cenário era de caos, perdas e muito derramamento de sangue.

Quando as forças pareciam se esgotar e o medo tomou conta do seu coração, ele se lembrou do anel. Retirou-o do dedo e leu, pela primeira vez, a frase gravada: "Isso também passará".

Aquelas palavras lhe deram forças para continuar. Ele perseverou, resistiu e, ao final, venceu a guerra. No retorno ao reino, foi recebido com aplausos, honra e reconhecimento. No auge da vitória, novamente lembrou-se do conselho do pai.

Olhou para o anel e leu: "Isso também passará". Essa história nos ensina algo profundo: tanto os momentos difíceis quanto os momentos bons são passageiros. Se hoje você enfrenta lutas, dores ou guerras que jamais imaginou viver, saiba: isso vai passar. Se você vive um tempo de conquistas e alegrias, aproveite, mas mantenha o equilíbrio, pois tudo passa.

Nos dias difíceis, descobrimos que somos maisfortes do que pensávamos. Aprendemos que Deus está conosco e que toda tribulação é momentânea. Ela passa. E, ao passar, deixa lições, crescimento e vitória.

Guarde essa verdade no coração: tudo passa. E passa mais rápido do que imaginamos, mas o nascido de Deus permanece firme, pois faz a Vontade do Pai (1 João 2.7).

Quando Hernán Cortés chegou ao México, no século XVI, seus soldados estavam divididos entre avançar ou desistir. À frent...
10/01/2026

Quando Hernán Cortés chegou ao México, no século XVI, seus soldados estavam divididos entre avançar ou desistir. À frente, havia uma terra desconhecida e muitos perigos. Atrás, o mar e os navios ofereciam a chance de voltar para casa.

Percebendo o medo dos homens e o risco de fuga, Cortés tomou uma decisão radical: mandou queimar os navios. Com isso, deixou claro que não existia mais caminho de volta. Ou seguiriam em frente juntos, ou não sobreviveriam.

Quando os navios viraram cinzas, a dúvida também precisou ser deixada para trás. Não havia plano alternativo, nem segunda opção. O sucesso dependeria da decisão firme de continuar, mesmo com medo.

Essa atitude ensina que, enquanto mantemos uma saída de retorno, nunca nos entregamos por completo. Muitas vezes não fracassamos por incapacidade, mas porque insistimos em olhar para trás.

"Uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que estão diante de mim." (Filipenses 3:13). Aqueles que possuem um compromisso com Deus não nutrem segunda opção; só há uma alternativa: cuidar da fé e perseverar para manter a Salvação até o fim.

Imagine você dirigindo em uma rodovia a 120 km por hora e, de repente, vê uma placa, uma pessoa ou uma paisagem que cham...
10/01/2026

Imagine você dirigindo em uma rodovia a 120 km por hora e, de repente, vê uma placa, uma pessoa ou uma paisagem que chama a sua atenção. Nesse momento, movido pela distração de se manter olhando para o que passou, você simplesmente deixa de olhar para frente e começa a olhar para trás, com o carro ainda em movimento.

O que você acha que vai acontecer? No mínimo, uma tragédia, pois não se pode andar para frente olhando para trás.

Mas é exatamente isso que ocorre espiritualmente quando você tenta avançar e obter o recomeço que provém da fé, mas se mantém olhando para trás, preso ao passado, à culpa, à vergonha e ao medo proveniente de pensamentos de acusações lançados pelo mal em sua mente.

A Palavra de Deus é clara sobre isso: "Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que farei uma coisa nova, e, agora, sairá à luz; porventura, não a sabereis?"

Isaías 43.18-19

Quando o diabo percebe que uma pessoa está verdadeiramente arrependida e não poderá mais acorrentá-la através do pecado no presente, ele tenta lançar dúvidas e acusações para mantê-la presa ao passado. Mas aquele que confia no Senhor Jesus e assume a fé em Sua Palavra não precisa mais carregar esse peso.

Duvide da dúvida; não aceite ficar lembrando e remoendo o seu passado. Se o seu arrependimento é sincero e acompanhado de obediência, a maldição está anulada em sua vida. Portanto, creia e aceite o perdão e a vida nova que Deus lhe oferece hoje, e use a Palavra para confrontar as palavras do inferno que vierem contra você.

"Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia. Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar. (Miquéias 7:18,19)"

08/12/2025

Traição no relacionamento: por que ela nasce e como cortar pela raizConfira como foi a palestra da Terapia do Amor, que ...
07/12/2025

Traição no relacionamento: por que ela nasce e como cortar pela raiz

Confira como foi a palestra da Terapia do Amor, que aconteceu no dia 4 de dezembro, no Templo de Salomão.

Traição no relacionamento é um dos temas mais dolorosos e frequentes entre solteiros e casados.

A palestra da Terapia do Amor que aconteceu no dia 4 de dezembro, no Templo de Salomão, tratou sobre o assunto. Durante o encontro, Bispo Renato Cardoso e Cristiane Cardoso explicaram por que esse mal é tão comum e como cortar essa raiz ruim antes que destrua o relacionamento.

Traição é mais do que infidelidade física:
Bispo Renato iniciou a palestra pontuando que a traição não começa quando alguém se envolve sexualmente com outra pessoa.

“Traição envolve mentira, engano, quebra de promessa, quebra de confiança, mesmo que nunca tenha havido contato físico com alguém. Ocultar informações, ou esconder dinheiro, também é traição”, explicou.

Ele lembrou que quando alguém se casa, entrega a vida ao outro. Por isso, a falta de verdade no relacionamento cria uma “nuvem cinza” que mina a segurança emocional.

“Você vai dormir com essa pessoa, comer com ela, criar filhos. Se ela esconde coisas de você, existe uma ruptura”, comentou.

A raiz espiritual da traição:
Ele também enfatizou que a traição não nasceu na Terra, mas no céu.

“Se rastrearmos a origem da traição, vamos chegar no céu. Lúcifer foi o primeiro traidor. Ele contaminou outros anjos e trouxe esse espírito de infidelidade para a humanidade”.

Quando o mundo normaliza a infidelidade:
Atualmente, o que podemos perceber é que as pessoas estão normalizando a infidelidade.

Sobre esse aspecto, Cristiane alertou que, hoje, o problema ganhou novas formas.

“As pessoas justificam a traição. ‘O casamento esfriou’, ‘eu cresci vendo isso’, ‘não recebo atenção’. Enquanto você justificar, não elimina a raiz”.

Ela destacou também uma das formas de traição mais comum atualmente: a emocional.

“Muitos começam conversando demais com alguém de fora. Uma amizade se aprofunda, vira intimidade. Aquilo que deveria ser do cônjuge (a intimidade) é entregue a outra pessoa. Isso já é traição”, disse.

Cortando as raízes:
Para solteiros – atenção às raízes antes do casamento
Muitos solteiros plantam atitudes que vão prejudicar o futuro casamento, como flertes, selfies provocantes e jogos emocionais nas redes sociais. Portanto, Bispo Renato orientou àqueles que ainda não têm um relacionamento que vigiem seus comportamentos:

“Se pergunte ‘por que eu quero chamar atenção de outras pessoas?’ A resposta pode doer, mas mostra a raiz que precisa ser cortada (…) Se você gosta da atenção do s**o oposto, isso já é uma raiz. Porque você vai buscar essa atenção e desenvolver comportamentos que abrem portas para a traição.”

Para casados – limites claros protegem o casamento

Por sua vez, para os casais, é importante que mantenham regras práticas e objetivas. Cristiane ressaltou que a exclusividade emocional é tão importante quanto a física:
“Nós não temos amizade íntima com pessoas do s**o oposto. Conversamos? Sim. Mas não existe cumplicidade nenhuma. Essa é uma regra de proteção (…) A atenção do Renato é suficiente para mim. E eu sou suficiente para ele. Não precisamos da atenção de mais ninguém.”
“Jesus ensinou que a traição começa no coração. Se você olha para alguém e deseja, já adulterou (…) Se eu sei que há uma inclinação humana para trair, eu tenho que colocar muitos limites. Mas a única forma de se blindar é se aproximar de Deus, a fonte da fidelidade”, acrescentou o Bispo.

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na miraA epidemia silenciosa avança entre jovens e é alimentada por publicid...
06/12/2025

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na mira
A epidemia silenciosa avança entre jovens e é alimentada por publicidade digital, mercado ilegal bilionário e a falsa percepção de segurança

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na mira
Eles estão por toda parte: nas ruas, nas universidades e, pasmem, até nas escolas do ensino fundamental. São os ci****os eletrônicos, também conhecidos como v**es ou “canetas” – em virtude de seu formato –, dispositivos de bateria que contêm um líquido composto de nicotina, solventes e aromatizantes. Quando aquecido, o usuário inala o aerossol produzido. Sem tabaco na “receita”, o discurso de que seriam mais “brandos” do que o cigarro tradicional impulsionou sua ascensão e vendeu ao público a ilusão de uma alternativa “mais saudável”. A promessa de menor dano à saúde criou um fenômeno global que em poucos anos se transformou no maior avanço da indústria da nicotina sobre crianças e adolescentes, desde a popularização do cigarro no século 20.

PORTA ABERTA
O adolescente que consome o v***r saborizado não percebe que perde os limites. A nicotina age de forma sorrateira, altera o humor, a atenção e a sensação de recompensa – e tudo isso prepara o terreno ideal para a dependência.

Há dispositivos com nicotina equivalente à de um maço inteiro de cigarro e, nos modelos descartáveis, a concentração pode ser ainda maior. Mas não é só isso. Produtos clandestinos, que representam a esmagadora maioria do mercado brasileiro, podem conter solventes industriais, restos de óleos, água sanitária, metais pesados cancerígenos e substâncias adicionadas maliciosamente. Ainda há misturas com tetraidrocanabinol (THC), componente psicoativo da maconha. Sem rótulos claros nem origem rastreável, existem ainda os riscos relatados com frequência por autoridades sanitárias, como explosões do dispositivo no rosto do usuário, queimaduras químicas e intoxicação por componentes de baixa qualidade.

FORA DA LEI
No Brasil, a comercialização de ci****os eletrônicos é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 2009. A proibição, porém, nunca conteve a demanda nem o mercado. Em 2024, a Receita Federal apreendeu R$ 1,1 bilhão em v**es, volume 57% maior do que o de 2023. Já um levantamento mostrou o tamanho desse mercado ilegal: em 2023, o comércio dos dispositivos e de sachês de nicotina movimentou R$ 7,5 bilhões sem recolher um único centavo de impostos.

PAIS DESINFORMADOS
Enquanto o uso explode entre jovens, muitos responsáveis continuam cegos. Uma pesquisa recente da Prefeitura do Rio de Janeiro mostra que a maioria dos pais não sabe identificar um v**e, desconhece seus riscos e não imagina que os filhos podem usá-lo diariamente. A indústria, por sua vez, ao criar designs semelhantes aos de pendrives e embalagens que lembram eletrônicos comuns, colabora para essa invisibilidade. O levantamento, feito com jovens de 15 a 25 anos e seus responsáveis, revela que o primeiro contato costuma ocorrer entre os 14 e os 17 anos. Para eles, ocultar o hábito dos pais é simples: o v**e gera pouca fumaça, tem cheiro quase imperceptível e cabe na palma da mão.

VERNIZ NOVO
Vapes são produtos meticulosamente pensados para seduzir. Suas cores vibrantes, formatos minimalistas e sabores que remetem à infância – algodão-doce, chiclete, torta de limão – trocam a noção de perigo por uma estética de estilo. Embalagens arrojadas o transformam em mero “acessório” e deixam em segundo plano o fato de serem perigosos. Essa narrativa ganha força nas plataformas digitais, que preferem se omitir, enquanto influenciadores convertem o v**e em objeto de desejo ao mascarar os riscos por trás das tragadas adocicadas. Milhões de adolescentes são atraídos não apenas pelo v***r, mas pelo discurso de pertencimento e modernidade que envolve o produto.

Diante desse cenário, estamos em uma encruzilhada: assistir à captura de uma geração pela “nicotina moderna”, agora embalada em LED, glitter e aroma de algum doce, ou agir com a mesma velocidade com que a indústria reinventou o vício. Não se trata apenas de uma questão de saúde pública, mas de uma disputa desigual entre adolescentes vulneráveis e uma engrenagem comercial veloz, sedutora e plenamente consciente do público que escolheu mirar: jovens que compram rápido, questionam pouco e compartilham tudo.

Afinal, o que ainda precisa acontecer para que o v**e deixe de ser tratado como um brinquedo tecnológico? Se nada mudar, ele será lembrado não como um fenômeno de consumo, mas como um produto com o qual permitimos que uma geração negociasse – e negligenciasse – a própria saúde.

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Nampula
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