Valdemiro do Rosário

Valdemiro do Rosário A oração nem sempre vai mudar a situação de lado de fora,mas com certeza muda tudo de lado de dentro.

08/12/2025

Traição no relacionamento: por que ela nasce e como cortar pela raizConfira como foi a palestra da Terapia do Amor, que ...
07/12/2025

Traição no relacionamento: por que ela nasce e como cortar pela raiz

Confira como foi a palestra da Terapia do Amor, que aconteceu no dia 4 de dezembro, no Templo de Salomão.

Traição no relacionamento é um dos temas mais dolorosos e frequentes entre solteiros e casados.

A palestra da Terapia do Amor que aconteceu no dia 4 de dezembro, no Templo de Salomão, tratou sobre o assunto. Durante o encontro, Bispo Renato Cardoso e Cristiane Cardoso explicaram por que esse mal é tão comum e como cortar essa raiz ruim antes que destrua o relacionamento.

Traição é mais do que infidelidade física:
Bispo Renato iniciou a palestra pontuando que a traição não começa quando alguém se envolve sexualmente com outra pessoa.

“Traição envolve mentira, engano, quebra de promessa, quebra de confiança, mesmo que nunca tenha havido contato físico com alguém. Ocultar informações, ou esconder dinheiro, também é traição”, explicou.

Ele lembrou que quando alguém se casa, entrega a vida ao outro. Por isso, a falta de verdade no relacionamento cria uma “nuvem cinza” que mina a segurança emocional.

“Você vai dormir com essa pessoa, comer com ela, criar filhos. Se ela esconde coisas de você, existe uma ruptura”, comentou.

A raiz espiritual da traição:
Ele também enfatizou que a traição não nasceu na Terra, mas no céu.

“Se rastrearmos a origem da traição, vamos chegar no céu. Lúcifer foi o primeiro traidor. Ele contaminou outros anjos e trouxe esse espírito de infidelidade para a humanidade”.

Quando o mundo normaliza a infidelidade:
Atualmente, o que podemos perceber é que as pessoas estão normalizando a infidelidade.

Sobre esse aspecto, Cristiane alertou que, hoje, o problema ganhou novas formas.

“As pessoas justificam a traição. ‘O casamento esfriou’, ‘eu cresci vendo isso’, ‘não recebo atenção’. Enquanto você justificar, não elimina a raiz”.

Ela destacou também uma das formas de traição mais comum atualmente: a emocional.

“Muitos começam conversando demais com alguém de fora. Uma amizade se aprofunda, vira intimidade. Aquilo que deveria ser do cônjuge (a intimidade) é entregue a outra pessoa. Isso já é traição”, disse.

Cortando as raízes:
Para solteiros – atenção às raízes antes do casamento
Muitos solteiros plantam atitudes que vão prejudicar o futuro casamento, como flertes, selfies provocantes e jogos emocionais nas redes sociais. Portanto, Bispo Renato orientou àqueles que ainda não têm um relacionamento que vigiem seus comportamentos:

“Se pergunte ‘por que eu quero chamar atenção de outras pessoas?’ A resposta pode doer, mas mostra a raiz que precisa ser cortada (…) Se você gosta da atenção do s**o oposto, isso já é uma raiz. Porque você vai buscar essa atenção e desenvolver comportamentos que abrem portas para a traição.”

Para casados – limites claros protegem o casamento

Por sua vez, para os casais, é importante que mantenham regras práticas e objetivas. Cristiane ressaltou que a exclusividade emocional é tão importante quanto a física:
“Nós não temos amizade íntima com pessoas do s**o oposto. Conversamos? Sim. Mas não existe cumplicidade nenhuma. Essa é uma regra de proteção (…) A atenção do Renato é suficiente para mim. E eu sou suficiente para ele. Não precisamos da atenção de mais ninguém.”
“Jesus ensinou que a traição começa no coração. Se você olha para alguém e deseja, já adulterou (…) Se eu sei que há uma inclinação humana para trair, eu tenho que colocar muitos limites. Mas a única forma de se blindar é se aproximar de Deus, a fonte da fidelidade”, acrescentou o Bispo.

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na miraA epidemia silenciosa avança entre jovens e é alimentada por publicid...
06/12/2025

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na mira
A epidemia silenciosa avança entre jovens e é alimentada por publicidade digital, mercado ilegal bilionário e a falsa percepção de segurança

Cigarro eletrônico: milhões de adolescentes na mira
Eles estão por toda parte: nas ruas, nas universidades e, pasmem, até nas escolas do ensino fundamental. São os ci****os eletrônicos, também conhecidos como v**es ou “canetas” – em virtude de seu formato –, dispositivos de bateria que contêm um líquido composto de nicotina, solventes e aromatizantes. Quando aquecido, o usuário inala o aerossol produzido. Sem tabaco na “receita”, o discurso de que seriam mais “brandos” do que o cigarro tradicional impulsionou sua ascensão e vendeu ao público a ilusão de uma alternativa “mais saudável”. A promessa de menor dano à saúde criou um fenômeno global que em poucos anos se transformou no maior avanço da indústria da nicotina sobre crianças e adolescentes, desde a popularização do cigarro no século 20.

PORTA ABERTA
O adolescente que consome o v***r saborizado não percebe que perde os limites. A nicotina age de forma sorrateira, altera o humor, a atenção e a sensação de recompensa – e tudo isso prepara o terreno ideal para a dependência.

Há dispositivos com nicotina equivalente à de um maço inteiro de cigarro e, nos modelos descartáveis, a concentração pode ser ainda maior. Mas não é só isso. Produtos clandestinos, que representam a esmagadora maioria do mercado brasileiro, podem conter solventes industriais, restos de óleos, água sanitária, metais pesados cancerígenos e substâncias adicionadas maliciosamente. Ainda há misturas com tetraidrocanabinol (THC), componente psicoativo da maconha. Sem rótulos claros nem origem rastreável, existem ainda os riscos relatados com frequência por autoridades sanitárias, como explosões do dispositivo no rosto do usuário, queimaduras químicas e intoxicação por componentes de baixa qualidade.

FORA DA LEI
No Brasil, a comercialização de ci****os eletrônicos é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 2009. A proibição, porém, nunca conteve a demanda nem o mercado. Em 2024, a Receita Federal apreendeu R$ 1,1 bilhão em v**es, volume 57% maior do que o de 2023. Já um levantamento mostrou o tamanho desse mercado ilegal: em 2023, o comércio dos dispositivos e de sachês de nicotina movimentou R$ 7,5 bilhões sem recolher um único centavo de impostos.

PAIS DESINFORMADOS
Enquanto o uso explode entre jovens, muitos responsáveis continuam cegos. Uma pesquisa recente da Prefeitura do Rio de Janeiro mostra que a maioria dos pais não sabe identificar um v**e, desconhece seus riscos e não imagina que os filhos podem usá-lo diariamente. A indústria, por sua vez, ao criar designs semelhantes aos de pendrives e embalagens que lembram eletrônicos comuns, colabora para essa invisibilidade. O levantamento, feito com jovens de 15 a 25 anos e seus responsáveis, revela que o primeiro contato costuma ocorrer entre os 14 e os 17 anos. Para eles, ocultar o hábito dos pais é simples: o v**e gera pouca fumaça, tem cheiro quase imperceptível e cabe na palma da mão.

VERNIZ NOVO
Vapes são produtos meticulosamente pensados para seduzir. Suas cores vibrantes, formatos minimalistas e sabores que remetem à infância – algodão-doce, chiclete, torta de limão – trocam a noção de perigo por uma estética de estilo. Embalagens arrojadas o transformam em mero “acessório” e deixam em segundo plano o fato de serem perigosos. Essa narrativa ganha força nas plataformas digitais, que preferem se omitir, enquanto influenciadores convertem o v**e em objeto de desejo ao mascarar os riscos por trás das tragadas adocicadas. Milhões de adolescentes são atraídos não ap***s pelo v***r, mas pelo discurso de pertencimento e modernidade que envolve o produto.

Diante desse cenário, estamos em uma encruzilhada: assistir à captura de uma geração pela “nicotina moderna”, agora embalada em LED, glitter e aroma de algum doce, ou agir com a mesma velocidade com que a indústria reinventou o vício. Não se trata ap***s de uma questão de saúde pública, mas de uma disputa desigual entre adolescentes vulneráveis e uma engrenagem comercial veloz, sedutora e plenamente consciente do público que escolheu mirar: jovens que compram rápido, questionam pouco e compartilham tudo.

Afinal, o que ainda precisa acontecer para que o v**e deixe de ser tratado como um brinquedo tecnológico? Se nada mudar, ele será lembrado não como um fenômeno de consumo, mas como um produto com o qual permitimos que uma geração negociasse – e negligenciasse – a própria saúde.

Perda de massa muscular afeta até 13% dos idososVeja como prevenir ou diminuir os efeitos disso sem correr riscos.A perd...
05/12/2025

Perda de massa muscular afeta até 13% dos idosos
Veja como prevenir ou diminuir os efeitos disso sem correr riscos.

A perda de massa muscular, conhecida como sarcopenia, é uma condição comum com o avanço da idade e pode levar à redução da mobilidade. O problema é mundial e afeta entre 5% e 13% das pessoas com idade entre 60 e 70 anos, segundo o Grupo de Trabalho Europeu sobre Sarcopenia em Idosos (EWGSOP). A prática regular de exercícios é uma das formas de atuar preventivamente e diminuir seus efeitos. Para evitá-la, muitas pessoas estão se movimentando até em casa, mas fazendo exercícios com base em vídeos na internet e sem medir os riscos dessa iniciativa.

Inatividade física
Para o professor e pesquisador Getulio Furtado Marinho, educador em atividades fisicoesportivas do Serviço Social do Comércio (Sesc), na unidade Bom Retiro, em São Paulo, a sarcopenia resulta na perda de capacidades físicas fundamentais, incluindo força, resistência e equilíbrio. “Isso transforma atividades rotineiras em desafios significativos. Quem é sedentário ou tem doenças crônicas corre um risco maior de desenvolvê-la. Já quem levou uma vida ativa durante toda a juventude e a infância vai sofrer menos com a sarcopenia”, avalia.

Treino individualizado
Marinho aponta que se manter em movimento, independentemente da idade, é fundamental, mas alerta que alguns cuidados devem ser tomados: “copiar exercícios de aplicativos ou de influenciadores não é uma boa opção, porque eles podem não ser os mais adequados. Todo treino funcional, mesmo o baseado em ações domésticas, no lazer e no trabalho dessas pessoas, precisa ser individualizado e prescrito por um profissional de educação física. Um bom treino é aquele que respeita esses princípios”, orienta.

Sem sobrecarga
Ao praticar qualquer atividade é preciso ainda ficar atento às reações que o corpo apresenta. “Há sinais de que um exercício pode estar sendo excessivo: taquicardia, tontura, cansaço extremo ou qualquer outra sinalização específica. Pessoas hipertensas e as cardíacas podem sofrer algum dano com o excesso de exercício. Já os diabéticos podem ter uma queda repentina da glicemia, o que causa desmaios. É fundamental entender que o corpo se comunica constantemente e saber interpretar esses sinais para evitar sobrecarga em qualquer idade.”

Mapeamento prévio
Ele salienta ainda que, antes de iniciar um programa de exercícios, é preciso fazer um check-up. “Entenda como o seu corpo está funcionando e quais são as necessidades fisiológicas, sociais, cognitivas e psicológicas dele. A partir de uma prescrição médica, comece a fazer seu programa de treinamento, com o acompanhamento de um educador físico que deve fazer uma avaliação prévia para que você tenha o mapeamento de suas características, suas necessidades e seus interesses”.

Quem você pensa que é x Quem você realmente é Os desafios da vida não ap***s testam nossa capacidade e força, mas revela...
05/12/2025

Quem você pensa que é x Quem você realmente é

Os desafios da vida não ap***s testam nossa capacidade e força, mas revelam quem realmente nos guia e expõem o que existe dentro de nós.

Quem você pensa que é x Quem você realmente é
Qual é a sua reação ao se defrontar com uma situação difícil? Todos estamos sujeitos a desafios que, muitas vezes, provocam uma dor intensa na alma. É durante os períodos de fragilidade que revelamos o que realmente habita em nosso interior.

O Senhor Jesus também enfrentou algo assim enquanto viveu como homem na Terra. Apesar de ser perfeito e sem pecado, Ele foi traído, julgado injustamente e condenado. Pouco antes de ser preso, Ele se dirigiu ao Jardim do Getsêmani, ao pé do Monte das Oliveiras – lugar onde as azeitonas eram prensadas para extrair o azeite, símbolo essencial e espiritual do Espírito Santo.

Ali, Jesus também foi “prensado”. Ele viveu uma batalha profunda entre Sua vontade humana e a Vontade de Deus. Angustiado e tomado por uma tristeza profunda, orou três vezes: “… Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a Tua” (Lucas 22:42). Mesmo sentindo o peso da dor e da solidão, Jesus escolheu obedecer plenamente e o que foi extraído dEle naquele momento não foi fraqueza, mas entrega e confiança absoluta no Pai.

A reação dos discípulos
Pouco antes de seguir para o Getsêmani, Jesus compartilhou com Seus discípulos uma revelação dolorosa: “… Todos vós, esta noite, vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão” (Mateus 26:31). Era como se Ele dissesse: “Vocês ainda não estão prontos para o que está por vir”.

Pedro, sempre impulsivo e confiante, foi o primeiro a reagir à pressão daquele momento: “… Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei” (versículo 33). Ele acreditava que estava preparado: afinal, tinha caminhado com o Mestre por três anos, presenciado milagres e aprendido sobre a fé em vários cenários: no mar, no deserto, no monte, nas casas e nas multidões.

Mas Jesus, que vê além das palavras e conhece os corações, afirmou que, naquela mesma noite, ele O negaria três vezes. Pedro, por sua vez, insistiu: “… Ainda que me seja necessário morrer contigo, não te negarei” (versículo 35). Os demais disseram o mesmo. Pouco tempo depois, Pedro O negou e todos os discípulos O abandonaram.

Palavras não bastam
Quantas vezes alguém já declarou: “Eu entrego minha vida ao Senhor”, “Nunca Te abandonarei”, “Eu Te amo”, “Vou Te servir até o fim”. Mas, ao viver uma injustiça, uma perda, uma decepção ou até o silêncio de Deus, essas palavras se perderam. A pressão foi maior do que a convicção e ele virou as costas para o Senhor Jesus, assim como os discípulos fizeram.

Pedro também respondeu com firmeza que jamais negaria o Mestre. Vemos, ao ler as Escrituras, que ele se destacava pela iniciativa, pelas obras e até pela fé que inspirava outras pessoas. Ele tinha boa intenção, disposição para agir e coragem para se expor, mas sua natureza ainda não fora transformada pelo Espírito Santo. Pedro se apoiava no que fazia e no tempo que esteve ao lado de Jesus.

Hoje, muitos vivem dessa mesma forma: acreditam que estão bem espiritualmente, mas ainda não receberam o Espírito Santo – ou deixaram que Ele se apagasse dentro deles. Eles vivem um autoengano perigoso: pensam que estão preparados quando, na verdade, não estão. Eles confiam nas obras, no tempo de igreja, nas palavras que dizem, mas não reconhecem sua real condição. E, por isso, correm o risco de parar no meio do caminho.

Vencidos pelo tempo
O Getsêmani também revelou o que havia dentro dos discípulos que acompanharam Jesus naquele momento decisivo. Enquanto o Senhor enfrentava a mais intensa agonia de Sua vida, Pedro, Tiago e João – os três que estavam mais próximos – não resistiram ao cansaço e dormiram. Jesus precisou acordá-los
três vezes.

Isso é curioso se nos lembrarmos que eles eram pescadores. Acostumados ao trabalho duro, muitas vezes passavam noites em claro enfrentando o mar, mas, quando Jesus pediu que estivessem com Ele em oração, não conseguiram permanecer firmes. O peso da hora os venceu!

A mesma situação ocorre hoje em dia. Quantas pessoas dão tudo de si no trabalho, na família, no cumprimento das responsabilidades do dia a dia, mas, quando se trata de fé, não têm a mesma disposição? Elas não conseguem manter uma rotina de meditação na Palavra de Deus ou sustentar um propósito de oração. E até as que vestem um uniforme e ocupam um cargo na igreja, com o passar do tempo, desanimam.

O Getsêmani revela que a força física e o histórico de serviço não sustentam alguém na hora da pressão. É a comunhão viva com Deus que nos ampara. Sem ela, qualquer pessoa pode adormecer quando deveria estar acordada.

A máscara da hipocrisia
Judas foi outro discípulo que teve o interior exposto. Sua história é conhecida: ele traiu Jesus. Antes disso, ele caminhou com o Mestre, ouviu Seus ensinamentos e, poucas horas antes de entregá-Lo, sentara-se à mesa da Santa Ceia.

Durante aquele momento sagrado, Jesus revelou: “Um de vós me há de trair” (Mateus 26:21). Mesmo já tendo acertado o valor da entrega com os sacerdotes, Judas teve a ousadia de perguntar a Jesus se seria ele. Seu erro, contudo, não começou ali: ele roubava ofertas, enganava e alimentava intenções ocultas que ninguém via, mas Deus via tudo.

Quando a pressão chegou, ele revelou o que carregava: abandonou a fé, entregou o Mestre e, tomado pelo remorso, tirou a própria vida. Seu fim mostra alguém que, ao ser prensado, tem extraído o pior. Esse exemplo nos ensina que não adianta manter uma aparência de fé se nosso interior estiver vazio e corrompido. Ele prova que, quando tiramos os olhos do que é eterno e buscamos só o que é material e passageiro, o risco de nos perdermos espiritualmente é enorme e que, na hora da pressão, certas decisões podem nos afastar definitivamente de Deus.

Como suportar a pressão?
Conhecimento, presença na igreja e boas obras não sustentam ninguém perante as pressões da vida. Para suportar a “prensa” é indispensável ter o azeite, que é o Espírito Santo. É Ele Quem fortalece, guia e sustenta o ser humano quando tudo parece desabar. Sem Ele, qualquer pessoa, por mais instruída ou experiente que seja, cede diante das dificuldades.

Foi somente depois que receberam o Espírito Santo que os discípulos se tornaram verdadeiramente fiéis. A partir daquele momento, nasceu uma igreja forte, capaz de enfrentar prisões, açoites, perseguições, injustiças e tentações sem negar a fé. Isso porque o azeite estava dentro deles.

O mesmo ocorre hoje: quem tem o Espírito Santo pode até passar por pressões, mas permanece firme, pois não vive guiado por emoções ou opiniões, mas por uma fé sólida e enraizada na entrega total a Deus. Essa pessoa já abriu mão da própria vontade e confia que, independentemente das circunstâncias, o Criador está no controle e a sustentará até o fim.

Uma vida de sacrifício
Jesus reagiu com obediência durante a pressão no Getsêmani porque conhecia o propósito de Deus. E, assim como Ele Se entregou completamente para garantir a salvação dos que creem, quem deseja receber e manter o Seu Espírito também precisa sacrificar a própria vontade.

Esse sacrifício não é um ato único: a vida espiritual é sustentada por renúncias constantes. Diariamente surgem desejos, tentações e circunstâncias que tentam desestabilizar a fé, mas é justamente a decisão de abrir mão da própria vontade que se torna o combustível da verdadeira comunhão com Deus.

Ninguém está imune às pressões. Os discípulos acreditavam que jamais cairiam e, ainda assim, falharam. Isso mostra que, por mais sincera que seja a intenção, existe em nós uma natureza que resiste à Vontade de Deus. Por isso, Jesus veio para nos salvar também de nós mesmos – do impulso de seguir nosso próprio coração. A vida com Deus exige entrega contínua, ou seja, colocar a própria vontade no Altar dia após dia.

Um propósito para todos
Reflita com humildade diante de Deus e permita que Ele revele o que há dentro de você. Afinal, só o Senhor pode extrair o “melhor azeite” – uma vida que exale fé, obediência e sinceridade – e não o “cheiro de morte” que nasce da desobediência e da aparência religiosa vazia.

Fortaleça-se em Deus: como vencer o desânimo e recuperar as forças pela féNesta mensagem o Bispo Jadson Santos ensina co...
01/12/2025

Fortaleça-se em Deus: como vencer o desânimo e recuperar as forças pela fé
Nesta mensagem o Bispo Jadson Santos ensina como lidar com momentos de fraqueza.

Durante a palestra “Prosperidade com Deus”, realizada no Templo de Salomão, o Bispo Jadson Santos mostra por que até heróis da fé enfrentaram o esgotamento, o desânimo e como Deus intervém para renovar quem está cansado.

Por que o tema é “Fortaleça-se em Deus”:
O texto central da reunião foi Isaías 40:28–29:

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, não se cansa, nem se fatiga? … Ele dá força ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum.”

Segundo o Bispo, é justamente quando a pessoa está frágil, sensível ou cansada que o mal tenta atacá-la — assim como tentou o Senhor Jesus quando Ele estava com fome após o jejum (Mateus 4).

Até os heróis da fé desanimaram:
O Bispo relembrou personagens que, apesar da grande fé, passaram por momentos profundos de fraqueza.

Abraão, o “pai na fé”, precisou ser animado por Deus.
Josué sentiu o peso da responsabilidade e ficou abalado com a morte de Moisés, mas Deus o fortaleceu.
Elias, o profeta que orava e descia fogo do céu, chegou ao ponto de pedir a morte (1 Reis 19).
“Mesmo assim, Deus não abriu mão de Elias, por exemplo. Enviou um anjo, deu pão, água e o fortaleceu para que ele caminhasse 40 dias”, refletiu o Bispo.

A lição é clara: Se até homens extraordinários esmoreceram, Deus também conhece e cuida da fraqueza de cada um de nós.

Assim, o Bispo falou diretamente para quem chegou à reunião sem forças: “Ele sabe que a sua guerra está grande. Ele tem visto suas lágrimas, suas dores, seu desgaste. E Ele escolheu essa noite para te fortalecer. Deus sabe da sua luta e não desiste de você”

Segundo ele, o cansaço espiritual pode vir acompanhado de situações como:

Medo
Insegurança
Desânimo
Dúvidas
Problemas financeiros
Pressões familiares
Responsabilidades pesadas
“Se você for pensar nas vitórias, vai dizer: minha vitória é ainda conseguir dormir; é não perder o controle; é não deixar o desespero tomar conta. Mas se você se fortalecer e continuar crendo na Palavra desse Deus, portas que se fecharam vão voltar a abrir”, afirmou.

Virtudes necessárias para vencer a pressão
O Bispo destacou que Deus nunca permitirá uma luta acima da capacidade humana (1 Coríntios 10:13). Porém, para isso, algumas virtudes precisam ser cultivadas:

1. Resiliência
“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.” Romanos 12:12

“Você tem que ter paciência. Deus está te dando condições de segurar a onda, de suportar certas coisas. Com toda a certeza Ele sabe do seu limite”, disse.

2. Dependência de Deus
A força não vem de estratégias humanas, mas de buscar a presença dEle.

3. Humildade
Para permitir que Deus fortaleça, é preciso reconhecer a própria fraqueza. “Eu quero que você seja humilde e sincero. Deus sabia que você ia ouvir essa palavra, e Ele quer te ajudar”, completou.

Como fazer o Jejum de DanielPara participar do Jejum de Daniel, que acontecerá do dia 10 à 31 de dezembro, a pessoa se d...
29/11/2025

Como fazer o Jejum de Daniel

Para participar do Jejum de Daniel, que acontecerá do dia 10 à 31 de dezembro, a pessoa se dedica durante 21 dias a uma busca sincera por Deus, afastando-se de tudo o que representa distração espiritual e focando na comunhão com o Espírito Santo. Eis o passo a passo:

Desligue-se do mundo Suspenda conteúdos seculares, entretenimentos, mídias sociais e tudo o que gera ruído interior. O propósito é silenciar as vozes do mundo para ouvir a voz de Deus.

Aproxime-se da Palavra Dedique tempo diário à leitura da Bíblia, às mensagens de fé, às meditações e a conteúdos que fortaleçam sua vida espiritual.

Examine a si mesmo: Examine pensamentos, atitudes e comportamentos. Identifique o que precisa ser abandonado e o que precisa ser fortalecido. O Jejum de Daniel é também um processo de limpeza e alinhamento interior.

Busque o Espírito Santo Ore com sinceridade, abra o coração e coloque Deus em primeiro lugar. O propósito dos 21 dias é criar condições internas para recebê-Lo ou renovar Sua presença.

Mantenha-se firme até o final Mesmo diante da rotina, mantenha o compromisso diário. É um propósito espiritual que exige disciplina, foco e entrega total.

Ao final dos 21 dias, a pessoa não ap***s se aproxima mais de Deus, mas encontra clareza, paz, força interior e a oportunidade de iniciar uma nova fase espiritual. É um período de transformação profunda, no qual o próprio Espírito Santo conduz, molda e fortalece a fé.

Quando o seu sucesso depende de terceirosMuitas mulheres buscam favores e facilidades, mas a verdadeira segurança está e...
27/11/2025

Quando o seu sucesso depende de terceiros
Muitas mulheres buscam favores e facilidades, mas a verdadeira segurança está em depender de Deus

Crescemos idealizando coisas e situações. Na infância, os filmes nos fazem imaginar como seria benéfico ser membro da realeza. Na adolescência, as produções nos levam a crer que tudo seria bom se nossos pais fossem ricos. Já na vida adulta, muitas de nós deixamos de sonhar ao aprendermos que não é tão simples mudar de status social, até notarmos que algumas pessoas prosperam por terem uma “mão amiga”, ou seja, uma pessoa que lhes oferece vantagens. Então o pensamento surge: “Se alguém me apoiasse assim, eu já estaria lá na frente”.

Muitas mulheres acreditam que é necessário ter contato com pessoas influentes ou que possam oferecer algum benefício para alavancarem suas vidas. Esse pensamento se reflete em ações traçadas com o objetivo de obter vantagens e para isso vale mobilizar as redes sociais, fazer networking estratégico e só se relacionar com quem tem algo a oferecer.

CONFIANÇA É MELHOR QUE ESPERTEZA
Esse tipo de postura interesseira pode até soar normal no mundo corporativo, mas destoa do Reino de Deus. Quem O deseja precisa buscar a santidade diariamente. Não se trata de perfeição, mas de dependência e crença no Caráter de Deus. Essa postura de fé exige deixar de esperar vantagens humanas e voltar os olhos Àquele que sabe o melhor para a sua vida (Jeremias 29:11).

Claro que quem escolhe crer terá desafios, o que não foi diferente nem com Jesus: Ele não facilitou seu próprio caminho e, por ser O exemplo, pede a mesma dependência em Deus. Jesus é o nosso padrão e referência de sucesso. Seu sucesso não foi honra humana, mas agradar a Deus, sem barganhas ou espertezas. Ele simplesmente se esvaziou, confiou no Caráter do Pai e obedeceu.

A GARANTIA DE VITÓRIA
Amiga, mantendo-se leal a Deus, você pode estar onde for, até mesmo no anonimato, como esteve Davi, pois o Deus que a vê agirá de modo que você e todos saibam que foi Ele Quem lhe beneficiou e ninguém mais. Quem serve a Deus colhe frutos de honra. Já quem se vende para obter vantagens a qualquer custo e foge da dificuldade, pega um atalho rápido, mas descobrirá em pouco tempo seu triste fim. Pense nisso.

A garça costuma pousar no charco, caminhar pela lama e buscar seu alimento em lugares onde quase nada preserva a pureza....
25/11/2025

A garça costuma pousar no charco, caminhar pela lama e buscar seu alimento em lugares onde quase nada preserva a pureza. Ainda assim, suas p***s permanecem brancas. A sujeira está ao redor, mas não consegue marcá-la.

Assim é aquele que foi alcançado pela salvação. Ele caminha por um mundo carregado de valores distorcidos, tentações e influências que desejam te manchar a fé. Mas, assim como a garça, não pertence ao ambiente em que pisa. Sua vida deve refletir a pureza que recebeu de Deus.

O cristão convertido está no mundo,

mas não pertence mais a ele. O salvo precisa vigiar suas escolhas, guardar seu coração e preservar suas "vestes" espirituais - símbolo da conduta diante do Senhor. Mesmo cercado por lama moral e espiritual, ele é chamado a permanecer limpo, coerente e fiel.

"Mas também tens em Sardes algumas poucas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão vestidas de branco; porquanto
são dignas disso. O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos." (Apocalipse 3:4-5).

Não cometa a loucura de trocar a alegria da Salvação pelo prazer ilusório e passageiro do pecado.

Um camponês encontrou um filhote de águia machucado e, por não ter outro lugar, criou-o no galinheiro. Com o tempo, a ág...
21/11/2025

Um camponês encontrou um filhote de águia machucado e, por não ter outro lugar, criou-o no galinheiro. Com o tempo, a águia passou a agir exatamente como as galinhas e deixou de reconhecer sua verdadeira natureza. Anos depois, um naturalista visitou o camponês e afirmou que aquela ave, apesar do comportamento, continuava sendo uma águia.

Desejando restaurar sua identidade, o naturalista tentou fazê-la voar, mas a águia retornou ao galinheiro, dominada pelos hábitos que aprendeu. No dia seguinte, ele a levou até o alto de uma montanha e, longe das galinhas, ela começou a bater as asas, vencendo o medo pouco a pouco.

Assim, a águia finalmente alçou voo, seguindo o propósito para o qual havia sido criada. Esse episódio também nos mostra que, mesmo quando alguém passa muito tempo limitado pelas circunstâncias, sua essência forte pode ser despertada por meio da Voz da Fé.

Também somos chamados a viver de acordo com o potencial que Deus colocou em nós. Obstáculos, medos ou ambientes desfavoráveis podem tentar nos moldar, mas não anulam o poder sobrenatural da fé quando decidimos viver por essa crença. Embora o mal tente impor uma condição negativa ao ser humano, temos a garantia da Palavra que tudo é possível ao que crê.

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