03/05/2026
Há mais de 40 anos, o mar me chamou com suas ondas infinitas, e o bodyboard foi meu refúgio e minha fuga. Crescer foi, de certa forma, adiar o despertar. Sempre busco o reencontro com o menino sonhador que habita em mim.
A vida com o bodyboard, é uma dança entre cair e levantar. E assim, na eterna busca por liberdade e equilibrio, sigo sendo, em parte, aquele menino que nunca deixou de surfar no tempo.
Marque aqui aquele seu amigo que sofre com a "síndrome de Peter Pan", causada pelo bodyboard.