08/01/2026
Estivemos em silêncio.
Porque nem tudo se resolve com presença constante.
“O saber-fazer não precisa de guardiões: precisa de pontes. Precisa de espaços de transmissão que respeitem o gesto ancestral, mas que o transportem para novas mãos.”
Este excerto faz parte do artigo que a publicou recentemente na Revista , onde reflete sobre património como prática viva, sobre transmissão de saberes e sobre a necessidade de pensar o artesanato para lá da lógica da preservação. Como campo de relação, aprendizagem e futuro.
Não é um texto de leitura rápida.
Não é consensual.
Mas é um exercício que partilhamos e que vos convidamos a ler.
Disponível em
Edição de novembro 2025
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