24/09/2023
Ontem fomos até à apresentar o terceiro número da Aguça, dedicado ao tema “fobias”. Falar em público é uma fobia bastante comum, mas nem por isso de mais fácil digestão. Por isso é sempre uma agradável surpresa quando se reúnem alguns fatores que atuam como uma espécie de bicarbonato de sódio no estômago e tornam a tarefa menos assustadora. E porque ontem foi uma dessas vezes, não podíamos encerrar este evento sem deixar algumas palavras de especial agradecimento. À , ao (e querido Pi) e à , por terem estado presentes não só ali como desde os primórdios da Aguça, por serem excecionais nos seus ofícios e sempre uma maravilhosa companhia. À Joana, por nos receber tão bem nesta bonita casa que é a , que resiste e persiste face às intempéries dos tempos correntes e à qual desejamos uma longa e próspera existência. A todos os fisicamente presentes pelo interesse e simpatia, mas também àqueles que nessa impossibilidade compareceram em espírito, em particular às mosqueteiras e , sem as quais nada disto seria possível, e a todos os amigos e colegas pelas partilhas e palavras gentis. O dia de ontem só veio comprovar aquilo que já sabíamos: que o que de mais bonito a Aguça tem vindo a criar são estas pontes que nos ligam. Que continuemos a caminhar lado a lado durante muito tempo, para onde quer que vamos e no que quer que façamos, neste formato ou noutro.
Um abraço,
(E aos amigos do outro lado do Mondego, esperamos reencontrar-vos em breve 💛)