Sete Mares - Som Nacional Antena Minho

Sete Mares - Som Nacional Antena Minho Programa de música, na rádio Antena Minho, dedicado aos sons nacionais. José Carlos Fernandes dá a conhecer o que de melhor se faz em Portugal.
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Os Lustro assinalam uma década de carreira com um espetáculo especial e irrepetível no próximo 7 de novembro, nos Nirvan...
15/09/2026

Os Lustro assinalam uma década de carreira com um espetáculo especial e irrepetível no próximo 7 de novembro, nos Nirvana Studios, em Barcarena.

Mais do que um concerto, "Lustro 10 Anos" será uma celebração pensada para surpreender e agradecer a todos os que têm acompanhado o percurso da banda ao longo destes anos. Uma noite única, emotiva e intensa, onde passado, presente e futuro se encontram para criar memórias inesquecíveis.

A abertura estará a cargo do aclamado Le Cabaret Rock, uma produção burlesca inspirada nos universos DieselPunk, Bizarre Chic e SteamPunk, que mistura humor negro, paródia, loucura e poesia numa experiência única que já conquistou mais de 100 mil espectadores.

Segue-se o momento mais esperado da noite: os Lustro, acompanhados por convidados especiais, revisitam os temas mais marcantes dos discos Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023), numa viagem pelos primeiros 10 anos da sua história.

A festa prolonga-se pela noite dentro com um DJ Set New Wave, Rock & Dark Wave, encerrando uma celebração que promete ser mágica, intensa e inesquecível.

Atualmente, os Lustro preparam o lançamento de um novo trabalho de estúdio, já antecipado pelo single "Anjos ou Vilões".

15/09/2026

O músico vimaranense Giliano Boucinha na pele de Tyroliro está de volta com o primeiro single "Cumbiafilia". Serve de primeiro avanço para novo EP na calha para inicio do próximo ano. O tema está somente disponivel no canal youtube do músico para escuta e visualização. O video clipe conta com a realização de Mário Macedo.

A VIAGEM DE BUBA ESPINHO CHEGA A “ENLEADO”Do Alentejo ao Norte, o novo single abre caminho para o novo álbum e para a ME...
13/09/2026

A VIAGEM DE BUBA ESPINHO CHEGA A “ENLEADO”
Do Alentejo ao Norte, o novo single abre caminho para o novo álbum e para a MEO Arena

Depois de percorrer o país com a tour Portugal em Cante e de anunciar MEO ARENA dia 27 de fevereiro de 2027, Buba Espinho apresenta “Enleado”, um novo tema que cruza Cante, música popular e tradição portuguesa e antecipa o novo álbum.

Há sentimentos que nos tiram do lugar e nos fazem esquecer rotinas, planos e até quem éramos antes de nos apaixonarmos. É precisamente esse estado de encantamento, entrega e alguma inevitável desorientação que Buba Espinho transforma em música em “Enleado”, o seu novo single e mais uma amostra do universo que está a construir para o próximo álbum, com lançamento previsto para fevereiro de 2027.

Este percurso tem vindo a desenhar-se de forma muito natural na música de Buba Espinho. Em “É Tão Grande o Alentejo”, o artista visita a raiz do Cante Alentejano na sua forma mais pura, mergulhando na tradição e nas vozes que a mantêm viva. Com “Não É Tarde Nem É Cedo”, Buba pega numa moda tradicional alentejana, leva-a ao Norte do país e partilha-a com Miguel Araújo, num encontro entre duas geografias e universos musicais distintos. Pelo caminho, a Tour Portugal em Cante levou-o a percorrer o país ao longo de 2025 e 2026, com uma passagem particularmente próxima pelo Norte e pelo Minho, onde, ao mesmo tempo que levou o Cante, foi também bebendo das tradições e sonoridades que encontrou. É desse diálogo que nasce agora “Enleado”: um tema que mantém o Cante como raiz, mas incorpora novas influências e tradições do Norte.

“Enleado” fala de uma experiência tão universal quanto irresistível: a fase em que estamos apaixonados e tudo parece girar em torno de uma nova pessoa. Ficamos presos ao pensamento, repetimos gestos, abandonamos hábitos e entramos num pequeno loop de onde, no fundo, não queremos sair.

Musicalmente, “Enleado” é mais um exemplo da forma como Buba Espinho tem vindo a construir a sua identidade, aproximando o Cante Alentejano da música popular portuguesa. O acordeão e a guitarra portuguesa criam uma sonoridade orgânica e festiva, onde a tradição surge como matéria viva, capaz de dialogar com o presente.

A letra é assinada por Buba Espinho, João Direitinho, Bruno Chaveiro, Eduardo Espinho, António Andrade Santos e Diogo Seis, enquanto a produção f**a a cargo de Buba Espinho, Diogo Seis e Eduardo Espinho.

“Enleado” é, assim, mais uma peça de um álbum que se vai revelando aos poucos. Um disco que continua a aprofundar a relação de Buba com as suas raízes, mas que procura também novas formas de as apresentar, cruzando o Cante com a música popular e uma sonoridade cada vez mais aberta, contemporânea e pessoal.

Em fevereiro de 2027 chega o novo álbum, num momento que será também marcado pela estreia de Buba Espinho na MEO Arena, em Lisboa, no dia 27 de fevereiro.

Mais do que um concerto, esta noite será um marco no percurso de um artista que tem feito da tradição uma linguagem do presente e que encontrou no Cante não apenas uma herança, mas algo capaz de chegar a novas gerações e atravessar novas fronteiras.

A MEO Arena representa, por isso, muito mais do que a dimensão de um palco: é a confirmação de um caminho. O caminho de quem cresceu entre as vozes do Alentejo e decidiu levá-las consigo, de quem percorreu o país para mostrar que o Cante pode ser celebrado e reinventado, e de quem agora se prepara para apresentar o capítulo mais ambicioso da sua carreira.

O novo álbum chega em fevereiro de 2027. A MEO Arena espera por Buba Espinho a 27 de fevereiro. Até lá, há um novo estado para experimentar. Ficamos “Enleados”.

Sete Mares Som Nacional na Antena Minho 288, amanhã (sábado) entre as 15 e as 17 horas em 106 e antenaminho.ptA emissão ...
11/09/2026

Sete Mares Som Nacional na Antena Minho 288, amanhã (sábado) entre as 15 e as 17 horas em 106 e antenaminho.pt

A emissão 288 de Sete Mares Som Nacional na Antena Minho esta semana está cheinha de novidades. Os minhotos Fourward acabam de editar o seu primeiro disco "Freedom" em vínil; Jay Rod é mais um projeto a tocar em exclusivo na rádio neste espaço da Antena Minho; a vimaranense MAFALDA tem novo single, anuncia disco de estreia e digressão; o rapper da cidade de Viana do Castelo Russo tem novo single e chama-se "R2"; "Bravado" é o segundo tema a ser conhecido de "Now" o novo longa duração da banda da cidade de Guimarães, This Penguin Can Fly; "DECIPHER" é o tema mais novo dos minhotos Travo; convidados desta semana são o Vitoe e o Nuno dois dos elementos pertencentes ao projeto da cidade de Espinho, d´ Amélia.

MAFALDA APRESENTA NOVO SINGLE E ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA E DIGRESSÃOGosto Muito de Estar Aqui’, o álbum de estreia da ca...
10/09/2026

MAFALDA APRESENTA NOVO SINGLE E ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA E DIGRESSÃO

Gosto Muito de Estar Aqui’, o álbum de estreia da cantora e compositora da cidade de Guimarães, MAFALDA, chega a 22 de outubro. Integralmente cantado em português, o disco é uma ode à vida e à capacidade de renascimento.

‘1 & 2’ é o novo single, disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais. Uma canção sobre dizer “Não”, três letras, tantas vezes ignoradas. Entre o fim e o recomeço, MAFALDA encontra vida onde parecia já não poder existir: “Sinto que a semente que queimaste à nascença / Vai crescer, vai crescer”.

‘1 & 2’ sucede a ‘Não Há Nada’ e ‘Para Ti’, continuando a revelar o universo sonoro e imaginário do primeiro álbum de MAFALDA.

O disco será apresentado ao vivo já a partir de outubro. A digressão de apresentação arranca com dois showcases, o primeiro no dia 3 de outubro, no evento Música à Sombra, em Guimarães, e o segundo no dia 13 de outubro, no Café-Curto do Convento de São Francisco, em Coimbra. No dia 15 de outubro, MAFALDA integra a programação do Ovar Expande, em Ovar, seguindo-se, no dia 24 de outubro, a apresentação do disco na sua terra natal, Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor.
Em novembro, a digressão passa pelo RCA, no Porto, no dia 7, pelo Salão Brazil, em Coimbra, no dia 13, pela Casa Capitão, em Lisboa, no dia 14, e pelo Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, no dia 21. Nestas quatro datas, MAFALDA partilha o palco com o projeto Líquen. Pelo meio, no dia 11 de novembro, há ainda espaço para um showcase no Piso, em Braga.

Para além da edição digital, ‘Gosto Muito de Estar Aqui’ estará também disponível em vinil, com duas edições limitadas - Standard e Deluxe -, ambas já disponíveis para pré-compra no site da editora.

Sobre MAFALDA:
Mafalda Costa sempre precisou de escrever para ser, e foi aos 17 anos, através do alter ego Mathilda, que se estreou na música.

Lançou em 2019 o álbum ‘Changing Colours', distinguido pela revista BLITZ como um dos melhores álbuns portugueses do ano, seguindo-se um período marcado por uma intensa actividade ao vivo, com dezenas de concertos em salas e festivais de referência, em Portugal e no estrangeiro. Mais tarde colaborou ainda com St. James Park, expandindo o seu universo musical e explorando novas sonoridades.

Em 2026 surge oficialmente como MAFALDA, abraçando o seu nome de nascimento como identidade artística e inaugurando uma nova fase em português com o álbum 'Gosto Muito de Estar Aqui'

10/09/2026

Sete Mares Som Nacional na Antena Minho, sábados entre as 15 e as 17 horas, repete domingo no mesmo horário em 106 e antenaminho.pt

Orca lança novo álbum “Apneia”Orca apresenta “Apneia”, novo álbum editado pela Facada Records. Depois de ter antecipado ...
09/09/2026

Orca lança novo álbum “Apneia”

Orca apresenta “Apneia”, novo álbum editado pela Facada Records. Depois de ter antecipado o trabalho com os singles “Sobras das Sombras”, “Até Temos Pena” (ft. Yaw Tembe) e “Lugar Miserável”, Leonor Cabrita regressa agora com um conjunto de canções que aborda temas associados ao trauma, à violência estrutural e à alienação, partindo das relações humanas para refletir sobre as ruturas e interrupções que atravessam a experiência individual.

“Apneia” parte do signif**ado da própria palavra - a suspensão voluntária ou involuntária da respiração - para construir uma ideia de intervalo, interrupção e permanência num espaço entre diferentes momentos. É a partir desta imagem que Orca observa os episódios traumáticos enquanto quebras na narrativa da vida, acontecimentos que, pela sua natureza, parecem por vezes não encontrar lugar no tempo ou no espaço.

A primeira frase cantada do disco estabelece desde cedo esse território: “Volto sempre ao mesmo assunto / choro sempre as mesmas dores”, ouve-se em “Coração de Espinhos”, segunda faixa do álbum. Entre reflexões densas e pensamentos mundanos, as diferentes canções de “Apneia” relacionam-se com o conceito que dá título ao trabalho através de perspetivas distintas, tendo como elementos basilares as relações familiares, românticas e de amizade.

Essa dimensão já tinha sido antecipada em “Sobras das Sombras”, primeiro single do álbum, lançado em junho. Centrada na família, na herança emocional e no trauma, a canção observa a forma como as relações com aqueles que nos criam podem moldar a identidade, entre a reprodução consciente ou inconsciente de determinados comportamentos e a tentativa de desconstruir padrões e quebrar ciclos.

Com composição e letras de Leonor Cabrita, que assume também voz, piano e sintetizadores, “Apneia” prolonga a natureza simultaneamente individual e coletiva que tem caracterizado Orca. Se a escrita das canções nasce de um processo solitário, a sua concretização volta a desenvolver-se de forma comunitária. O álbum reúne nove músicos para além da própria artista, com Bá Álvares no baixo elétrico e sintetizadores, Miguel Sobral Curado na bateria, Francisco Menezes nos saxofones soprano e tenor e Yaw Tembe no trompete e EWI.

Catarina Branco, chica e Mariana Camacho participam nos coros, aos quais se junta Sallim, que assume também voz na décima faixa do disco. A mesma canção conta ainda com a voz de Leonor Arnaut. Os arranjos e a produção de “Apneia” são assinados por Bá Álvares e Leonor Cabrita, reforçando uma colaboração que acompanha a dimensão coletiva do projeto.

O álbum foi captado por Eduardo Vinhas no Estúdio Bela Flor, com mistura de Catarina Branco e masterização de João Almeida. A componente visual conta com fotografia de capa de Pedro Jafuno e design de Desisto, numa edição da Facada Records.

Orca é a identidade musical que nasce das canções de Leonor Cabrita. Tal como os cetáceos dependem das vocalizações para se orientarem e comunicarem, também aqui a canção surge enquanto necessidade de expressão e relação com o exterior. O amor, o fim das coisas e a resistência atravessam uma escrita pessoal através da qual a artista procura processar a realidade e fazê-la ressoar entre outros.

Depois de “Paisagem Trânsito”, álbum editado em 2023, e do EP “Não Há Tempo”, lançado no ano seguinte, “Apneia” representa um novo capítulo no percurso de Orca, aprofundando uma escrita que parte da experiência individual para abordar trauma, violência estrutural, alienação e os vínculos que estabelecemos com aqueles que nos rodeiam.

O álbum conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e da Fundação GDA, e será apresentado no dia 18 de setembro na BOTA, em Lisboa. Os bilhetes já se encontram disponíveis.

“Pastoral 2.0” é lançado a 9 de setembro de 2026 e é o primeiro álbum editado pela recém criada editora independente de ...
09/09/2026

“Pastoral 2.0” é lançado a 9 de setembro de 2026 e é o primeiro álbum editado pela recém criada editora independente de emmy Curl, a Exemplar Discos.

Prestando homenagem e celebrando a língua mirandesa, em vias de extinção, o seu bisavô e dois compositores portugueses, emmy Curl apresenta agora mais um álbum de solarpunk que combina instrumentos tradicionais com sonoridades e produções inspiradas nos desenvolvimentos da música contemporânea a nível internacional, incluindo o jazz e a música eletrónica.

“O meu novo álbum, a extensão do primeiro “Pastoral”, é uma homenagem à minha região e à nossa cultura, dando continuidade a uma exploração que já dura há uma década sobre a nossa cultura celta e pagã das regiões do interior de Portugal, de onde sou natural, e de territórios relacionados mais a norte e a sul. As canções equilibram momentos de alegria e reflexão das nossas vidas, as dissonâncias e a beleza natural, e apelam à coragem daqueles que estão a ser deixados para trás,” afirma emmy Curl, nascida e criada na região vinícola do nordeste português, Trás-os-Montes, e atualmente a viver no Porto com a sua família, onde lidera um laboratório cultural independente chamado Escola Normal (Porto e Funchal).

“Canto sobre a esperança e a tristeza que coexistem para muitas pessoas nas regiões do interior do nosso país. Muitas comunidades lutam pela sobrevivência, restando apenas o turismo rural e algumas pessoas idosas. Os jovens, de uma forma geral, partem e não regressam. Tenho esperança de que as coisas possam mudar para melhor à medida que damos mais atenção ao valor de manter estas regiões vivas; culturalmente, pelas canções, pela língua e pelo espírito que representam e que não podemos negligenciar, porque fazem parte de nós; pelos territórios, pela natureza, pela produção de bens e alimentos essenciais; e por tradições valiosas com as quais podemos aprender muito, mesmo vivendo numa cidade. Canto sobre a esperança no meu mais recente single, mas as coisas são complexas.”

O mais recente single de Pastoral 2.0, "Vale de Nogueira", é uma homenagem à tradição e às regiões do interior, onde vastas áreas do território têm vindo a ser desertif**adas, subfinanciadas e colocadas em segundo plano, sobretudo devido à concentração de riqueza e influência nas grandes cidades do litoral, mas também devido a exigências cada vez maiores ao nível da escolaridade, que não são acompanhadas pela oferta existente nas aldeias.

Pela primeira vez na sua carreira, emmy Curl apresenta uma canção tradicional, "Romance da Lhoba", cantada em mirandês.

“Poucas vezes, ao longo dos meus 20 anos de carreira na música, uma canção me tocou tão profundamente e me fez chorar de forma tão espontânea e repetida. Toca na magia e nas histórias que existiam na minha região, no perigo e na beleza. Produzi-a com uma orquestração dramática e tambores fortes, a bater pela coragem em tempos difíceis e pela energia necessária para continuar. Com todo o respeito pelos meus irmãos e irmãs do Norte, cumpro agora o meu dever de levar esta história mágica, em mirandês, aos palcos de Portugal e da Europa.”

Recentemente, emmy Curl recebeu importantes distinções pelo seu trabalho: o Prémio José Afonso, em 2025, pelo seu anterior álbum, Pastoral, e a Medalha de Mérito Municipal de Prata da sua terra natal, Vila Real. Em 2026, emmy Curl foi selecionada pelo júri para apresentar o seu trabalho no prestigiado festival internacional de músicas do mundo WOMEX, que acontece em outubro, em Las Palmas, Gran Canária.
Ainda em outubro emmy Curl marcará também presença na Fira Mediterrània de Manresa, na Catalunha, acompanhada pela sua nova formação em quinteto.

“Este ano, vou finalmente levar a minha arte para os palcos europeus. É uma honra e um orgulho representar uma cultura que tem tanta profundidade e beleza. Tanta, que penso que muitos de nós nunca aprendemos verdadeiramente a valorizá-la,” afirma emmy Curl.

Pastoral 2.0 é produzido pela própria artista, gravado principalmente no Porto, e será lançado como o primeiro álbum da sua nova editora independente, Exemplar Discos, criada em colaboração com Andreas Sidenius.

PRÓXIMOS CONCERTOS EMMY CURL:

12 Setembro | Festival Fogo Vivência | Nabais, Gouveia
25 Setembro | Casa da Música Jorge Peixinho | Montijo
26 Setembro | Festival Política | Lisboa
02 Outubro | Cine-Teatro | Sobral de Monte Agraço
05 Outubro | Sons no Património | Paredes
16 Outubro | Fira Mediterrània Manresa | Manresa, Catalunha
21-25 Outubro | Womex | Las Palmas, Gran Canaria
24 Outubro | Festival Politica | Loulé
13 Novembro | A anunciar
27 Novembro | Cantautores - Centro de Artes do Espetáculo | Portalegre
29 Novembro | A Secreta Vida das Palavras - MAP | Oeiras

(agenda em atualização)

Vítor Lusquiños apresenta novo single "Casa" Depois de “Margem da Lei” e “Tu Não Vales Nada”, o artista apresenta uma ca...
07/09/2026

Vítor Lusquiños apresenta novo single "Casa"

Depois de “Margem da Lei” e “Tu Não Vales Nada”, o artista apresenta uma canção nascida de uma conversa sobre aquilo que, por vezes, deixa de nos fazer sentir em casa.

Após conhecermos os seus dois primeiros singles a solo, Vítor Lusquiños apresenta “Casa”, o novo single que dá continuidade ao caminho até ao seu primeiro álbum de originais a solo. Se os primeiros lançamentos começaram a revelar a identidade musical desta nova fase, “Casa” mostra um lado mais introspectivo e emocional do artista, numa canção sobre pertença, amizade e a procura de um lugar onde seja possível voltar a sentir paz.

A história de “Casa” começa numa conversa entre Vítor e uma amiga, que lhe confessou: “a minha casa já não sabe a casa”. A essa frase juntou-se um pedido simples e profundamente humano: “podias escrever uma música que me ajudasse a f**ar em paz com este assunto”. Foi desse momento de partilha que nasceu a canção, construída a partir de uma experiência que, embora pessoal, encontra espaço para ser reconhecida por todos aqueles que já sentiram que um lugar deixou de ter o mesmo signif**ado.

Assente num registo acústico e intimista, “Casa” desenvolve-se através de melodias envolventes e de uma interpretação próxima, crescendo progressivamente até ao final. É precisamente nesse crescimento que a canção encontra o seu momento de maior força, representando a paz que a pessoa procura ao longo de todo o tema.

“Casa” representa o terceiro avanço do álbum de estreia de Vítor Lusquiños e reforça a identidade de um projeto que procura estabelecer uma ligação direta com quem o ouve. Depois de um percurso anterior em projetos coletivos (Vai e Vem; Manta), o artista encontra agora, a solo, espaço para explorar diferentes emoções e histórias, sempre com uma abordagem direta, honesta e próxima.

“A Casa surge num momento de partilha, duma forma muito honesta e que representa também o abraço que todas as amizades acabam por precisar”, conta Vítor Lusquiños. Sobre o impacto que a canção teve na pessoa que esteve na origem da sua criação, acrescenta: “Foi uma das melhores sensações da minha vida quando essa amiga ficou com lágrimas nos olhos e me disse obrigado.”

Mais do que uma canção sobre uma casa, “Casa” fala sobre aquilo que transforma um espaço num lugar de pertença e sobre a importância de, em determinados momentos, encontrarmos alguém que nos ajude a voltar a sentir-nos em paz.

A produção de “Casa” segue uma linha estética acústica contemporânea, com foco na clareza das vozes e nos instrumentos orgânicos, e ficou a cargo do artista e Luís Costa, com masterização de Michael “Mic” Ferreira.

Este novo single encontra agora “Casa” em todas as plataformas digitais.

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