25/08/2026
🍇 🍷 Em dezembro de 2024, o Soalheiro tornou-se a primeira marca de Monção e Melgaço certificada pelo Referencial Nacional de Sustentabilidade, num processo desenvolvido em parceria com a NATURALFA - Controlo e Certificação. 🗣️ “A NATURALFA era já um parceiro que conhecíamos bem e com cuja forma de trabalhar nos identificávamos. Esteve connosco ao longo de todo o processo e continua a acompanhar-nos neste percurso de melhoria contínua”, refere 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗝𝗼𝗮̃𝗼 𝗖𝗲𝗿𝗱𝗲𝗶𝗿𝗮.
Segundo Maria João Cerdeira, da segunda geração à frente do Soalheiro, a certificação resulta de um trabalho de vários anos, que integra diferentes áreas da atividade da empresa. “A sustentabilidade junta todas as certificações que temos implementadas: a agricultura biológica, as certificações alimentares, ambiental, vegan, de inovação e de sustentabilidade. Trabalhamos sempre com uma visão de longo prazo, preparados para responder às necessidades futuras do mercado e dos consumidores. No fundo, todas estas certificações são a forma de garantir a quem olha para o Soalheiro um produtor com consistência, qualidade e que se preocupa com tudo o que o rodeia.”
Na adega, o princípio mantém-se inalterado: intervir o mínimo possível, para que seja a qualidade da matéria-prima a definir o perfil de cada vinho. “O nosso objetivo é chegar sempre à adega com matéria-prima da mais elevada qualidade. A enóloga procura intervir o menos possível e valorizar a qualidade das uvas. Quanto mais naturais forem os processos, mais autênticos e únicos serão os nossos vinhos”, conclui Maria João Cerdeira.
No Soalheiro, a sustentabilidade começa muito antes da adega. Começa na vinha e nas famílias que a cultivam. Ao valorizar a uva e torná-la economicamente viável para os viticultores do seu Clube, esta empresa familiar de Melgaço ajudou a transformar uma agricultura de subsistência numa agricultura sustentável. Da vinha ao vinho, nada é deixado ao acaso: cada parcela é conhecida em detalhe e cada vindima é planeada em função da maturação. Uma filosofia que junta tradição, inovação e responsabilidade social e territorial (...).
➝ Reportagem completa em breve na Revista Voz do Campo.