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História do Concelho de Vila Nova da BarquinhaO concelho de Vila Nova da Barquinha localiza-se no distrito de Santarém, ...
19/01/2026

História do Concelho de Vila Nova da Barquinha

O concelho de Vila Nova da Barquinha localiza-se no distrito de Santarém, na região do Médio Tejo, e a sua história está profundamente ligada ao rio Tejo, que desde tempos antigos foi uma importante via de comunicação, comércio e defesa.

Origens antigas

A ocupação humana na região é muito antiga, existindo vestígios pré-históricos e romanos. Os romanos aproveitaram o Tejo como eixo de circulação e deixaram marcas da sua presença, como caminhos, estruturas agrícolas e influência cultural.

Durante a Idade Média, a zona ganhou importância estratégica devido à proximidade do rio e às rotas de passagem entre o norte e o sul do território.

A barca do Tejo

O nome “Barquinha” tem origem na existência de uma barca de passagem que permitia atravessar o rio Tejo. Este ponto era fundamental para pessoas, mercadorias e tropas, tornando-se um local de grande movimento e relevância regional.

Idade Média e Época Moderna

Na Idade Média, a região esteve ligada à defesa do território cristão durante a Reconquista. Próximo da atual Vila Nova da Barquinha encontra-se o Castelo de Almourol, um dos mais emblemáticos castelos portugueses, construído no século XII e associado à Ordem dos Templários.

Rábula: “Castelo à Prova de Água”

Narrador:
Na Idade Média, fizeram um castelo no meio do rio. Ideia genial… ou não!

Camponês:
Posso entrar?

Templário:
Sabeis nadar?

Camponês:
Não…

Templário:
Então o castelo já ganhou!

Barqueiro:
Aqui o rio defende melhor que o exército!

Narrador:
E assim, o Castelo de Almourol ficou invencível… e molhado!

Todos:
Viva o castelo!

Durante os séculos seguintes, a economia local baseou-se sobretudo na agricultura, na pesca e no comércio fluvial, aproveitando os recursos do rio Tejo e das terras férteis envolventes.

Criação do concelho

O concelho de Vila Nova da Barquinha foi criado relativamente tarde, em 1836, no contexto das reformas administrativas liberais do século XIX. Antes disso, o território encontrava-se dividido por concelhos vizinhos.

Séculos XX e XXI

Ao longo do século XX, o concelho conheceu um desenvolvimento progressivo, com melhorias nas infraestruturas, transportes e serviços. A construção de pontes reduziu a importância da barca fluvial, mas o Tejo continuou a ser um elemento central da identidade local.

Atualmente, viver em Vila Nova da Barquinha hoje é viver num concelho tranquilo, com boa qualidade de vida, forte ligação ao rio Tejo e ao património, como o Castelo de Almourol. O concelho está em desenvolvimento, com investimentos em habitação, educação, saúde, cultura e turismo, mantendo uma gestão financeira equilibrada e apostando na modernização e no bem-estar da população.

Gastronomia Tradicional de Vila Nova da Barquinha

A gastronomia de Vila Nova da Barquinha reflete a sua localização junto ao rio Tejo e a tradição rural do Ribatejo, com pratos simples, saborosos e ligados aos produtos locais.
O azeite da região, os pratos regionais do Ribatejo, o peixe do rio, e a doçaria local são a bandeira gastronómica do concelho.

Visite Vila Nova da Barquinha

É terra conhecida pelos curtumes e também alguns tecidos, está localizada na zona da Serra de Aire e Candeeiros, na sua ...
16/01/2026

É terra conhecida pelos curtumes e também alguns tecidos, está localizada na zona da Serra de Aire e Candeeiros, na sua história já fez parte de Torres Novas.

Sejam Bem vindos a história do concelho de Alcanena

Origens e Primeiros Tempos

A origem da vila de Alcanena remonta à ocupação árabe da Península Ibérica (séculos VIII–XIII). Desse período terá vindo a toponímia do lugar e o início de atividades artesanais como os trabalhos de curtumes (indústria de peles), possivelmente devido à presença de matérias-primas (água abundante, gado e tanino natural) e à experiência dos povos antigos.

A vila foi tomada pelos portugueses no reinado de D. Sancho I (final do século XII–início do XIII) e começou a ser repovoada e organizada sob a Coroa portuguesa.

Durante a Idade Média e até aos séculos posteriores, a região esteve integrada no concelho de Torres Novas e a sua história confundia-se com a deste território mais amplo.

Desenvolvimento Medieval e Moderno

A presença de uma Confraria em Alcanena já em 1353 demonstra que existia organização comunitária e atividade social definida desde o século XIV.

No cadastro de 1527, as localidades de Alcanena e zonas vizinhas (Peral e Gouxaria) contavam cerca de 40 vizinhos (famílias), ou cerca de 200 pessoas aproximadamente naquele início do século XVI.

No final do século XVIII e XIX, a região começa a destacar-se economicamente devido à indústria de curtumes (trabalho de transformação de peles) e, mais tarde, à produção de malhas, que dinamizam fortemente a economia local e atraem mais população e investimento.

Indústria e Cultura

A indústria de curtumes torna-se o principal pilar económico de Alcanena, com raízes profundas na técnica tradicional e produção artesanal.

A produção têxtil (especialmente malhas em Minde) também ganha relevo, com a instalação de indústrias no início do século XX e impulsiona ainda mais a economia local.

O município tem ainda tradições culturais singulares, como o “calão míndrico”, vocabulário próprio usado pelos vendedores ambulantes de mantas, e elementos de artesanato tradicional ligados à pele e têxteis.

Autonomia Administrativa e República

Alcanena sempre foi uma “terra de ideais republicanos” e a causa republicana teve forte apoio local — a mobilização popular pela autonomia administrativa culminou com o mote “Para o País a República, para Alcanena o Concelho”.

O concelho de Alcanena foi oficialmente criado em 8 de maio de 1914, pela Lei n.º 2156, desanexando-se de Torres Novas e Santarém. Ao mesmo tempo, Alcanena é elevada à categoria de vila e sede de concelho

Viver em Alcanena na atualidade caracteriza-se por:

Habitação Facilitada: É um dos concelhos que mais investe em habitação a custos acessíveis para jovens e famílias.

Emprego Industrial: Economia sólida baseada nos curtumes, agora em diversificação com um novo parque empresarial junto à A1.

Qualidade de Vida: Ambiente calmo e seguro, com excelentes espaços naturais (Olhos de Água) e serviços de proximidade (escolas e saúde)

A gastronomia de Alcanena funde os sabores da Serra de Aire com as tradições do Ribatejo, destacando-se pelos seguintes elementos:

Chícharo de Bugalhos: A grande especialidade local, uma leguminosa servida tradicionalmente com bacalhau assado e azeite.

Favas à Caramela: Um prato histórico e reconfortante de favas guisadas com carnes e enchidos.

Leitão Assado: Uma forte tradição na vila, com vários espaços especializados.

Migas: Diversas variantes, como as de bacalhau ou de pão, acompanhando carnes de porco.

A cachola de Alcanena que tem até um festival gastronómico

Tem também doçaria tradicional como os Bolos Podres de Alcanena, Rocas de Minde , Broas de Mel, entre muitos outros .

Visita Alcanena

A ocupação humana neste território é muito antiga, remontando à Pré-História, como comprovam vestígios arqueológicos (dó...
13/01/2026

A ocupação humana neste território é muito antiga, remontando à Pré-História, como comprovam vestígios arqueológicos (dólmenes, utensílios líticos).
Na época romana, a região integrou-se na rede viária do Império, beneficiando da proximidade de importantes vias de comunicação e de centros como Scallabis (Santarém).

Bem vindos ao concelho de Ourém

Domínio muçulmano

Após a queda do Império Romano, o território passou por sucessivas influências até ser ocupado pelos muçulmanos no século VIII.
Ourém era então conhecido como Abdegas ou Auren, possuindo uma fortificação estratégica no topo do monte onde hoje se encontra o Castelo de Ourém.

Reconquista cristã e fundação do concelho

Ourém foi conquistado definitivamente aos mouros em 1136, por D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.
Em 1180, D. Afonso Henriques concedeu o primeiro foral a Ourém, tornando-o oficialmente concelho.
Mais tarde, em 1455, o concelho recebeu um novo foral de D. Afonso V.

Condado de Ourém e período medieval

No século XV, Ourém destacou-se com a criação do Condado de Ourém, atribuído a D. Afonso, 4.º Conde de Ourém e Marquês de Valença.
Este nobre foi responsável por importantes obras no castelo e na vila medieval, introduzindo influências arquitetónicas do Renascimento italiano, raras em Portugal na época.

Rábula - Pegadas Estranhas

Conde:
Que criatura deixou estas pegadas enormes?

Camponês:
Não sei, senhor… mas calça mais que Vossa Senhoria.

Frei:
Só pode ser o Demo. Ou um lagarto mal-disposto.

Escudeiro:
Chamam-lhe dragão?

Conde:
Dragão nada!
Se anda por Ourém, paga imposto.

Camponês:
E se voltar?

Conde:
Damos-lhe um título.
Aqui até os monstros viram nobres!

(Saem todos a correr.) 🦖🏃‍♂️

Declínio da vila medieval

A partir do século XVI, a vila de Ourém começou a perder importância, devido:

ao afastamento das principais rotas comerciais,

a epidemias,

ao terramoto de 1755, que causou danos significativos.

A população deslocou-se progressivamente para zonas mais baixas e férteis, originando o crescimento da Vila Nova de Ourém (atual cidade de Ourém).

Fátima e o século XX

O concelho ganhou projeção internacional a partir de 1917, com as Aparições de Nossa Senhora de Fátima, na freguesia de Fátima.
O Santuário de Fátima tornou-se um dos maiores centros de peregrinação católica do mundo, transformando profundamente a economia e a identidade do concelho.

Ourém na atualidade

Hoje, o concelho de Ourém combina:

um rico património histórico (Castelo, vila medieval, igrejas),

uma forte dimensão religiosa e turística ligada a Fátima,

atividades agrícolas, industriais e de serviços.

O concelho de Ourém é uma terra de pessoas empreendedoras, que formaram um dos concelho de Portugal com maior expansão empresarial instalada.
Uma terra de boas gentes, boa gastronomia, e doçaria, como o Catrepe , o Cabrito de Urtigas, e o Carneiro Guisado, bem como o Doce Oureana, e o bolo do arco entre outros .
É uma terra com locais turísticos e religiosos.

Visite o concelho de Ourém

Foi Vila Cardílio e ganhou relevância com a Reconquista Cristã, sendo conquistada por D. Afonso Henriques em 1148 e rece...
05/01/2026

Foi Vila Cardílio e ganhou relevância com a Reconquista Cristã, sendo conquistada por D. Afonso Henriques em 1148 e recebendo foral de D. Sancho I em 1190, fortalecendo-se com o seu castelo medieval que foi palco de Cortes reais e reconstruído por D. Fernando I, resistindo a terramotos (1755) e invasões, e atualmente é um importante centro histórico e cultural, famoso pela Feira Medieval e tradições como o Bolo de Cabeça.

Bem vindos a Cidade de Torres Novas

Origens Romanas e Medievais
Presença Romana: Vestígios da "Vila Cardílio" (séculos III-IV d.C.) indicam uma antiga e sofisticada ocupação romana na região, com mosaicos e infraestruturas.
Conquista Cristã: Em 1148, D. Afonso Henriques tomou o território aos mouros, e o castelo foi consolidado e fortificado por D. Sancho I, que concedeu o primeiro foral em 1190, um documento que estabeleceu as regras da vila.

Rábula Romana – O Figo de Villa Cardilio

Marcus:
Lucius, fiz três dias de caminho por causa de um figo. Diz-me que não é mentira.

Lucius:
Mentira? Em Villa Cardilio só mentem os cobradores de impostos. Prova.

Marcus:
(morde)
Por Júpiter! Isto é um figo ou um milagre?

Lucius:
Figo preto de Villa Cardilio. Negro por fora, doce por dentro… como certos senadores.

Marcus:
Com figos destes, Roma conquistava o mundo sem espadas.

Lucius:
Tentou-se. Mas os bárbaros comeram tudo antes.

Marcus:
Levo dez cestos!

Lucius:
Leva doze. Dois são para subornar os deuses.

Idade Média e Moderna
Cortes Reais: Torres Novas foi palco de importantes reuniões políticas, como as Cortes de 1438 (após a morte de D. Duarte) e as de 1535 (casamento da Infanta D. Isabel com Carlos V).
Construções e Danos: O castelo, de estilo gótico, foi reconstruído por D. Fernando I no século XIV, mas sofreu com o Terramoto de 1755, que destruiu parte das torres e muralhas.

Século XIX e XX
Invasões Francesas: As tropas napoleónicas ocuparam a vila no início do século XIX, causando mais danos.
Industrialização: Em 1845, a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos marcou o início da industrialização, tornando-se um pilar económico.
Elevação a Cidade: Em 14 de agosto de 1985, Torres Novas foi elevada à categoria de cidade.

Torres Novas Hoje
Património: O Castelo Medieval é um marco, e as ruínas de Vila Cardílio são um testemunho da presença romana.
Cultura: Celebra eventos como a Feira Medieval e a Feira do Fruto Seco, com destaque para o figo preto, e possui museus como o Municipal Carlos Reis.
Tradição: A cidade preserva a sua identidade através de tradições, como o pão e os bolos, e é conhecida pela sua beleza e vida cultural.

A cidade, atualmente, é uma cidade desenvolvida, com uma boa expansão industrial, que gera emprego, e que atrai mais população.
Os figuinhos pretos doces, a sopa de couve e feijão, e aguardente de figo preto, são um bom cartaz da gastronomia local .

Visite Torres Novas

04/01/2026

Endereço

Rua Drive Augusto Pereira Almeida
Ferreira Do Zêzere
2240-391

Telefone

+351936980128

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