Lara Franco Gomes

Lara Franco Gomes Gerindo Universos!

Viemos à LEGOLAND na Alemanha! 🧱🇩🇪Desde que o Tristão descobriu que existia uma LEGOLAND que não se calava com isto 😂Não...
21/08/2026

Viemos à LEGOLAND na Alemanha! 🧱🇩🇪

Desde que o Tristão descobriu que existia uma LEGOLAND que não se calava com isto 😂

Não é uma Disney, é mais pequena, mais simples e muito mais descontraída, mas há montanhas russas, atrações de água, NINJAGO, piratas, dragões e LEGO, muito LEGO.

As construções estão literalmente por todo o lado e algumas são de f**ar a olhar a pensar na quantidade absurda de horas que alguém passou a encaixar pecinhas 😂 como é o caso da Miniland, com cidades, monumentos, comboios, barcos e edifícios inteiros recriados com milhões de peças LEGO, a um nível de detalhe inacreditável.

É também um parque muito fácil de fazer em família. Conseguimos aproveitar imenso sem aquela sensação permanente de que estamos atrasados para alguma coisa.

Aliás, quem mais aproveitou foi o Rodrigo, porque foi o único que se aventurou nas coisas mais radicais 🎢 Quem quiser ir às atrações onde há aviso de que se podem molhar, f**a a informação útil: não vão f**ar molhados, vão f**ar encharcados 😅

Dormimos uma noite no Holiday Village da LEGOLAND, no hotel dos Piratas, e foi uma ótima ideia. O hotel é bastante agradável e, para os miúdos, a experiência continua mesmo depois de o parque fechar.

Ir à Alemanha exclusivamente pela LEGOLAND? Talvez não. Mas incluí la numa viagem pela Baviera? Sem dúvida. F**a em Günzburg e encaixa muito bem num roteiro por esta zona.

No final, o Tristão saiu de lá exatamente como entrou: maluco com a LEGO 😂❤️ E nós saímos a achar que valeu mesmo a pena.

Agora a viagem continua… neste momento, debaixo de chuva. 🌧️ Viva o verão alemão! 🇩🇪🤣

Não sei se isto acontece a mais alguém, mas estou com saudades de ser irritante para o meu filho.O Bernardo está fora há...
13/08/2026

Não sei se isto acontece a mais alguém, mas estou com saudades de ser irritante para o meu filho.

O Bernardo está fora há quase duas semanas e, aos 18 anos, praticamente tudo o que eu digo é chato, tudo o que proponho é uma seca e existe sempre a possibilidade de eu o estar a envergonhar só por respirar demasiado perto.

Ele é super calmo, fala baixo e está muito na dele. Depois, do nada, manda uma piada tão boa que nos põe a todos a rir. Ou decide ser fofinho, vem falar comigo naquela voz calma dele e eu esqueço imediatamente as últimas vinte vezes em que fui considerada profundamente inconveniente.

Enfim, tenho saudades dele. Do pacote inteiro.

Entretanto, passei uns dias mesmo felizes no Baleal e acho que os dias muito bons têm isto: dão-nos ainda mais vontade de ter por perto as pessoas de quem gostamos.

Houve água a 22 graus, sol logo de manhã e mergulhos com mais de um minuto sem perder a sensibilidade nos pés. Um verdadeiro milagre no Oeste.

Foi lindo. Só faltava ele.

Por isso, f**am com muitas fotografias destes dias no Baleal e com um print de um story do Bernardo, que é literalmente tudo o que tenho dele destas quase duas semanas.

Aos 18 anos, as mães deixam de receber fotografias e começam a fazer prints dos stories.

Pelo que vou conseguindo apurar, está vivo, bonito e aparentemente muito bem sem mim. Fico feliz. Um bocadinho ofendida, claro, mas feliz.

Está quase a voltar. Quando chegar, vou apertá-lo com muita força. Ele vai deixar-me abraçá-lo durante alguns segundos, talvez até retribua, e depois voltará a achar metade do que eu faço irritante.

E aí a casa volta ao sítio.
E eu também.

Vou contar-vos uma história.Quando era miúda tive um namorado muito tóxico que, entre outras coisas, me fechava nua em s...
09/08/2026

Vou contar-vos uma história.

Quando era miúda tive um namorado muito tóxico que, entre outras coisas, me fechava nua em sítios para eu “reflectir” sobre o quão feia era. Só saía depois de enumerar dez coisas feias no meu corpo e dez na minha cara.

Aprendi cedo a procurar defeitos em mim. E aprendi tão bem que ainda hoje sei os meus todos de cor.

Às vezes penso se o meu pânico de me sentir presa não terá alguma coisa a ver com estas histórias. Não sei… mas há coisas que f**am muito para trás na nossa vida e talvez não fiquem assim tão para trás dentro de nós.

Isto tudo para chegar ao meu umbigo.

Já teve um piercing, duas gravidezes em que engordei mais de 20 kg e uma hérnia. Já o escondi e não vou fingir que hoje o adoro. Não adoro.

Mas uma das coisas boas de f**ar mais velha é sentir-me cada vez mais livre na minha pele. Continuo a cuidar de mim, a querer melhorar o que posso e a ter inseguranças. Só já não sinto que tenha de esconder tudo aquilo de que não gosto.

E este comentário fez-me pensar.

Não no meu umbigo. Esse conheço eu bem e tenho espelhos em casa 😂

Fez-me pensar que provavelmente quase todos temos uma coisa em nós que esperamos, lá no fundo, que os outros não vejam tanto como nós vemos.

Pode ser uma barriga, um nariz, uma cicatriz, umas pernas, um umbigo. Pode nem sequer ser físico.

Às vezes já fizemos as pazes com isso. Outras ainda estamos a tentar. E há dias em que basta muito pouco para voltarmos exactamente ao sítio de onde demorámos tanto tempo a sair.

Talvez por isso me custe perceber esta necessidade de apontar.

Não porque não possamos reparar. Reparamos, somos humanos, mas há uma diferença enorme entre ver uma fragilidade e sentir necessidade de lhe tocar.

E para quê?

Não nos torna mais bonitos, mais interessantes ou mais inteligentes. Não melhora absolutamente nada em nós.

Só deixa alguém um bocadinho pior do que o encontrámos.

E, no meio de tanta coisa que não conseguimos controlar na vida, esta conseguimos:

Podemos escolher não ser a razão pela qual alguém chega a casa e gosta um bocadinho menos de si.

Era só isto… boa semana ❤️

Será que alguma vez voltamos a ser quem éramos antes dos ataques de pânico?Eu não voltei, mas começo a acreditar que iss...
03/08/2026

Será que alguma vez voltamos a ser quem éramos antes dos ataques de pânico?
Eu não voltei, mas começo a acreditar que isso também pode ser uma boa notícia.

Para quem me pergunta se a terapia está a resultar, a resposta mais honesta é: ainda não sei. Não tenho tido ataques de pânico e sinto-me melhor, embora a ansiedade ainda vá e volte. A autoestrada continua a assustar-me por causa do trânsito e adiei as férias porque não me imaginava dez horas dentro de um avião.

Durante algum tempo, senti que estava a falhar por ainda não conseguir fazer certas coisas. Agora tento lembrar-me de que nem tudo tem de acontecer já para acontecer um dia. Estarmos juntos é o mais importante.

Tenho esperança no EMDR porque é uma terapia reconhecida e com bom suporte científico, sobretudo no tratamento do trauma. Ainda não consigo dizer exatamente o que mudou em mim, mas este processo obrigou-me a olhar para aquilo que passei demasiado tempo a calar. E quantas de nós passamos a vida a calar o que sentimos?
Aceitamos para não discutir. Cedemos para não parecermos difíceis. Dizemos que não faz mal quando faz. Cuidamos de toda a gente e sentimo-nos egoístas quando precisamos de cuidar de nós.
Tornamo-nos tão boas a parecer bem que ninguém percebe o que se passa cá dentro. Até o corpo pedir atenção.
E temos de deixar de nos abandonar para ser mais fácil para os outros.

O meu cabelo também guarda parte desta história. Caiu imenso durante o burnout e hoje sinto-o mais denso, saudável e meu. Obrigada ao Dr. Diogo P. Forjaz FEBDV, MBA ,ao FERRAGIAL ,que cuida tão bem dele, e ao Hush Hair Studio | Hair Extensions Specialists , onde encontrei extensões que não o danif**aram. Já só uso três filas pequenas atrás e quatro queratinas de um lado 🥳 Fiquei com menos cabelo desse lado… 😅 O corpo é mesmo uma coisa engraçada.

Ah, e já vos contei que comecei Pilates no Station 22 Pilates & Funcional com a Sofia Correia ?

Se há coisa que aprendi é que melhorar não é deixar de ter medo. É deixar de lhe entregar as nossas escolhas, a nossa voz e tudo aquilo que somos.

Mais alguém sente que se tornou uma pessoa diferente depois da ansiedade, do burnout ou dos ataques de pânico?
Obrigada por todo o apoio. Vocês têm sido mesmo incríveis 🩷

08/07/2026

Cuidem de vocês e deixem os outros em paz ✌️🩷

Onze anos de ti 🩷Desde o primeiro dia percebi que tinhas uma luz muito tua. Mexida, curiosa, querida. Difícil de acompan...
01/07/2026

Onze anos de ti 🩷

Desde o primeiro dia percebi que tinhas uma luz muito tua. Mexida, curiosa, querida. Difícil de acompanhar tantas vezes, impossível de não amar sempre.

Cresceste tanto, meu amor.
Nas pernas, nas ideias, nas perguntas, nas vontades... e, ainda assim, continuas com o coração bom, o riso que me desmonta e essa ternura que te sai pela voz, misturada nas palavras todas que nunca te acabam.

Há em ti uma bondade que me comove. Uma maneira limpa de olhar para os outros. Uma alegria que chega antes de ti e f**a depois.

Que nunca percas isso.
Que o mundo nunca te convença a ser menos inteiro, menos doce, menos livre. Há uma força rara em quem continua a escolher um coração aberto.

Nos teus onze anos, desejo-te o mais simples e o mais imenso:
Que sejas feliz.

E que saibas, mesmo nos dias mais distraídos, que em mim tens sempre um lugar inteiro, um amor sem medida, um colo sem hora, uma casa no coração.

Parabéns, meu Tatão 🥳
Onze anos de um amor que não se explica…. Onze anos da sorte imensa de poder ser tua mãe 🩷

24/06/2026

Se soubessem a quantidade de filmes que vi sem querer ver, antes de descobrir este truque… mas a verdade é que ele diz que nunca se sentiu tão tranquilo!

As gomas ajudam a adormecer mais rapidamente e, por cá, têm sido uma ajuda nas noites em que o sono demora mais a chegar. Não provocam sonolência no dia seguinte e não existe habituação conhecida 😉👌

A melatonina contribui para reduzir o tempo necessário para adormecer. O efeito benéfico é obtido ao consumir 1 mg de melatonina ao deitar.

Há coisas estranhas. Estes “pânicos”, estes “traumas”, ou o que lhes quisermos chamar.Às vezes, já falámos sobre eles. J...
18/06/2026

Há coisas estranhas. Estes “pânicos”, estes “traumas”, ou o que lhes quisermos chamar.

Às vezes, já falámos sobre eles. Já pensámos sobre eles. Já percebemos tudo com a cabeça. Sabemos até dizer frases muito sensatas sobre o assunto e, ainda assim, há qualquer coisa no corpo que continua a reagir como se não tivesse aprendido nada.

Como é que a cabeça já entendeu e o corpo ainda não?

Talvez tenhamos de perceber o que o nosso corpo ainda está a tentar dizer. Talvez tenhamos de fazer as pazes com alguma coisa. Dar colo a uma versão nossa a quem o colo falhou.

Não sei. Sei que não quero apagar nada. Quero só deixar de viver como se alguma coisa em mim ainda estivesse sempre à espera do pior.

Gostava de conseguir ser uma casa melhor dentro de mim. Uma casa inteira. Segura. Minha.

Hoje tive a minha primeira consulta de avaliação e para a semana começo EMDR.
Vou dando notícias 🩷

Estou a atravessar uma fase difícil e podia guardar isto só para mim, mas depois das mensagens que recebi percebi que há...
15/06/2026

Estou a atravessar uma fase difícil e podia guardar isto só para mim, mas depois das mensagens que recebi percebi que há muitas de nós a tentar sorrir por cima do mesmo lugar partido.

Há dores que não desaparecem só porque a vida continuou. F**am no corpo, mais caladas, mais fundas, quase escondidas. E nós seguimos. Trabalhamos, cuidamos, respondemos a mensagens, fazemos jantar, rimos quando é preciso rir.

Até que um dia o corpo nos lembra tudo aquilo que fomos tentando ignorar.

Tenho sentido isso nos últimos tempos. Um acumular de medos, cansaço, memórias, feridas antigas e coisas recentes que talvez eu tenha ido engolindo só para conseguir continuar.

E desta vez não quero apenas aguentar até passar.

Não quero adormecer a dor mais uns anos e voltar a encontrá-la depois, no mesmo sítio, só mais pesada.

Quero olhar para ela. Quero percebê-la. Quero cuidar melhor de mim.

Tenho pensado em fazer EMDR, uma terapia usada para trabalhar traumas e ajudar o cérebro a processar experiências difíceis que f**aram presas no corpo e na memória.

Não sei se será a resposta, mas sei que quero tentar.

E a quem vive com ansiedade ou ataques de pânico, queria dizer isto: eu sei como é solitário.

Sei o que dói ouvir que é da nossa cabeça, que temos de relaxar, controlar, pensar positivo, ser mais fortes, ser menos dependentes disto que ninguém vê.

Como se isto fosse falta de força.

Mas isto não é uma escolha. E só nós sabemos a força que às vezes é preciso para atravessar simplesmente um dia.

Ninguém escolhe ter um corpo que entra em alarme quando a cabeça sabe que está tudo bem.

Por isso, se estás desse lado, não estás a inventar. Não estás a exagerar. Não estás sozinha.

E, muitas vezes, não precisamos que alguém nos salve.

Precisamos só que alguém nos diga, com verdade: eu percebo. Estou só aqui.

E isso, por momentos, já faz o mundo pesar um bocadinho menos. ❤️

Todas temos histórias que nunca contámos a ninguém.Coisas que guardamos em silêncio, mas que precisam de sair.Neste cant...
15/04/2026

Todas temos histórias que nunca contámos a ninguém.
Coisas que guardamos em silêncio, mas que precisam de sair.

Neste cantinho anónimo, podes escrever sem medo, ler desabafos e perceber que não estás sozinha.

Escrever pode libertar, pode acalmar e pode até ajudar outra mamacita a sentir-se compreendida.

Aqui não há julgamentos. Há empatia, verdade e um espaço seguro onde nos apoiamos umas às outras.

Confessa-te no link da bio. Estamos à tua espera, de coração aberto 🩷🍸

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