Hora de Ler

Hora de Ler A editora Hora de Ler iniciou as suas actividades em 2019 e dedica-se à produção de publicações/livro

A SOFIA E O TUBARÃO EM OURÉMNo dia 19 de Setembro, sábado, às 16h00, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Ouré...
06/09/2026

A SOFIA E O TUBARÃO EM OURÉM
No dia 19 de Setembro, sábado, às 16h00, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Ourém, o livro para a infância “A Sofia e o Tubarão”, da autoria de Nélia Oliveira (texto) e de Manuel Reis (ilustrações).
«Um dia decidi pôr a história “A Sofia e o Tubarão” no papel e partilhá-la com o meu caro amigo Professor José Sousa Dias, que desde logo achou que daria um belo livro. E, com as ilustrações do meu filho Manuel, que é um artista, a equipa estava montada. A ele um muitíssimo obrigada, por acreditar em mim, me apoiar e vibrar com as vitórias de todos a quem deu a mão, como se fossem dele» – escreve Nélia Oliveira. Contamos consigo!

Inf. Biblioteca Municipal de Ourém | tel. 962 364 365 | telf. 249 540 900 (ext. 77320) | [email protected]
Organização: Município de Ourém - Biblioteca M. de Ourém | RNBP – Rede Nacional de Bibliotecas Públicas | Editora Hora de Ler

EU(LÁLIA) OU MEMÓRIAS DE UMA MÃEA 19 de Setembro de 2026, na Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser lançado o livro "...
06/09/2026

EU(LÁLIA) OU MEMÓRIAS DE UMA MÃE
A 19 de Setembro de 2026, na Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser lançado o livro "Eu(lália)", da autoria de Anabela Oliveira, que, em 109 páginas, evoca a mãe em memórias incisivas. Não falte!

ENTRE SILÊNCIOS NO CENTRO DE ARTES DO ARRABALO Centro de Artes do Arrabal acolheu, no dia 5 de Setembro de 2026, o lança...
06/09/2026

ENTRE SILÊNCIOS NO CENTRO DE ARTES DO ARRABAL
O Centro de Artes do Arrabal acolheu, no dia 5 de Setembro de 2026, o lançamento do livro “Entre Silêncios”, da autoria de Emília Ferreira Marques, residente na Várzea. Tem 157 páginas e é uma edição da autora com produção da Hora de ler. Na mesa estiveram, para além da autora, o editor, Carlos Fernandes, a psicóloga Dr.ª Tatiana Fernandes e o personal trainer Miguel Bernardes.
Depois de “Geada e Cacimbo”, de 2022, Emília Ferreira Marques volta à liça com mais uma ficção que é um relato intenso e autêntico sobre relações humanas, sinais ignorados e decisões inesperadas, no âmbito da problemática que é a violência doméstica.
Depois de algumas considerações feitas pelo editor, que realçou a originalidade e classe literária da autora, Tatiana Fernandes traçou uma biografia breve de Emília Marques e sublinhou alguns apectos do livro, designadamente o que se pode aprender com a sua leitura face à violência que continua a marcar as relações entre casais ou entre a família.
Miguel Bernardes, que treina a autora no ginásio, contou também como acompanhou a evolução da escrita do livro, de par com as ideias e preocupações da autora. Emília Marques, que confessou nunca ter vivido na prática as cenas do livro, terminou agradecendo a todos os presentes o apoio e o carinho demonstrados.
Um grupo de clarinetes da Filarmónica do Arrabal ilustrou musicalmente e com elegância a sessão, que encerrou com um Porto-de-honra. (Fotos C.B.M.)

A VOZ QUE BROTA… ENTRE SILÊNCIOSDepois de “Geada e Cacimbo”, de 2022, Emília Ferreira Marques volta à liça com mais uma ...
30/08/2026

A VOZ QUE BROTA… ENTRE SILÊNCIOS
Depois de “Geada e Cacimbo”, de 2022, Emília Ferreira Marques volta à liça com mais uma ficção – ENTRE SILÊNCIOS, um livro com 157 páginas, produzido pela Hora de ler. Vai ser lançado no próximo dia 5 de Setembro de 2026, pelas 16h00, no Centro de Artes do Arrabal (Rua da Escola, Várzea). É um relato intenso e autêntico sobre relações, sinais ignorados e decisões inesperadas.
A apresentação estará a cargo da psicóloga Dr.ª Tatiana Fernandes e contará ainda com as considerações do Personal Trainer Miguel Bernardes.
A sessão terá também duas intervenções musicais por um quarteto de clarinetes e encerrará com um Porto-de-honra. Contamos com a sua presença!

O TRATADO GASTRONÓMICO DAS ALDEIAS DO XISTO DAS BEIRASO fresco anfiteatro do Jardim da Devesa, em Pedrógão Grande, acolh...
26/07/2026

O TRATADO GASTRONÓMICO DAS ALDEIAS DO XISTO DAS BEIRAS
O fresco anfiteatro do Jardim da Devesa, em Pedrógão Grande, acolheu, no dia 25 de Julho de 2026, o lançamento do livro “Tratado Gastronómico das Aldeias do Xisto das Beiras”, da autoria de Luís M. Cunha. Produzido pela Hora de ler, de Leiria, tem 166 páginas em selecção de cor.
Na mesa estiveram, para além do autor e do editor, antropólogo Arnaldo Vasques, que fez a apresentação da obra, o Presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande, João Gomes Marques, e o seus colaboradores, Luís Filipe Correia (Vice-presidente) e Ana Soraia Gomes (Vereadora da Cultura). No final da sessão interveio o Grupo de Cavaquinhos do Academia Sénior Vida por Vida, de Pedrógão Grande, que deu um belo concerto.
Depois das intervenções de Luís Filipe Correia e Ana Soraia Gomes, que saudaram o aparecimento desta obra e manifestaram a intenção de, com base nela, diligenciarem a classificação da gastronomia das Aldeias do Xisto como património imaterial de Portugal, interveio o editor, que se regozijou com tal intenção, e, depois, o antropólogo Arnaldo Vasques, a quem se deve o prefácio. Nele se escreve, nomeadamente:
O projecto das “Aldeias do Xisto” levou a um outro olhar a quatro unidades territoriais: Serra da Lousã, Serra do Açor, Zêzere e Tejo-Ocreza, onde aldeias dispersas vestem as montanhas e acompanham os cursos de água. Nesta obra de fôlego, trabalho árduo que nos oferece o Historiador Luís Cunha, viajamos pela gastronomia de um total de 23 lugares repartidos por 12 concelhos. E, se estas paragens têm a virtude do encanto da paisagem, logo imaginamos casinhas singelas, chaminés a esfumarem, famílias acocoradas ao calor do lume, águas límpidas nos regatos e a despenharem-se do alto dos fraguedos, regando os vales de praias de água doce. Tal metáfora romanesca esconde, contudo, um processo de vida difícil, desejos de farturas impossíveis, que se arrastaram por demorados séculos, levando os serranos e os vizinhos das demais leiras das encostas a baixarem os braços. O coberto vegetal da montanha, recortada por socalcos diminutos, só permitiam escassas sementeiras e mesmo a horta e o lameiro, mantidos com suor, aninhados à volta das aldeias, foram processos que se perderam no tempo. Trabalho ciclópico, indispensável sustento à permanência humana, não permitiram grandes sonhos naqueles montes e vales. Para lá da subsistência, o arrastar das vidas, que não vislumbravam amanhãs de esperança, levaram ao despovoamento, ao abandono, à solidão e à ruína do casario daqueles lugares. Daí, abalaram aos poucos e fizeram-se à vida, o “fado” migratório português. Coito de cobras e lagartos ficaram as silvas, que cresceram, deixando adivinhar pedaços de muros a circundarem paredes outrora casas de família.
Reconhece-se no trabalho do Dr. Luís Cunha uma interdisciplinaridade latente através das Ciências Sociais: Economia, História e Antropologia dialogam entre si. Assim, viajando da cozinha à culinária, entramos no ramo da Gastronomia, cuja importância se reconhece na expressa cadeia de valores do património local.
Luís M. Cunha, por sua vez, explicou o processo de recolha deste património e agradeceu o apoio da autarquia e a presença do público, que ascendeu a cerca de uma centena de pessoas.
O Presidente da Câmara encerrou a sessão, congratulando-se com a produção de uma obra que faz jus ao património gastronómico da região. (Fotos C.B.M.)

A CRONOLOGIA BIOGRÁFICA E ARTÍSTICA DE CHABY PINHEIRONo Centro Cultural da Nazaré, onde estava patente a Feira do Livro,...
24/07/2026

A CRONOLOGIA BIOGRÁFICA E ARTÍSTICA DE CHABY PINHEIRO
No Centro Cultural da Nazaré, onde estava patente a Feira do Livro, foi lançada, no dia 23 de Julho de 2026, a obra “António Augusto de Chaby Pinheiro (1873-1933): Cronologia biográfica e artística”, da autoria de Carlos Fidalgo. Tem 94 páginas e é uma produção da Hora de ler, de Leiria. A apresentação foi feita pelo autor e por dois convidados: Rui Rasquilho, prefaciador, e Carlos Fernandes, editor.
Em suma, este livro resulta de um trabalho de investigação que procura reconstituir a vida e o percurso artístico de uma das mais marcantes figuras do teatro em Portugal na transição do século XIX para o século XX e que tem na Nazaré o único teatro do país com o seu nome – o Teatro Chaby.
De facto, a dispersão das fontes documentais, as informações contraditórias e as lacunas deixadas pelo tempo constituíram alguns dos principais desafios desta investigação.
Assim, a consulta de jornais da época, programas de espectáculos e fotografias, entre outras fontes documentais, permitiram reconstruir, com o rigor possível, a cronologia da actividade artística de Chaby Pinheiro, acompanhando a sua carreira em palcos sobretudo de Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Braga, Espinho, Póvoa de Varzim, Nazaré, Funchal, bem como as suas digressões ao Brasil, à Argentina e ao Uruguai.
Desta forma, assume-se que, mais do que uma simples biografia, esta obra reúne informação até agora dispersa e organiza-a de modo cronológico, identificando algumas das companhias de teatro que integrou, os artistas com quem contracenou e os contextos em que desenvolveu a sua actividade artística.
Este breve estudo poderá constituir um instrumento de consulta para investigadores, estudiosos e todos aqueles que se interessam pela história do teatro, pela biografia de Chaby Pinheiro e pelas fontes documentais relativas ao património cultural no âmbito das artes performativas. (Fotos C.B.M.)

UM VERDADEIRO TRATADO GASTRONÓMICODAS ALDEIAS DO XISTO DAS BEIRASÉ já no sábado, dia 25 de Julho de 2026, pelas 16h00, q...
19/07/2026

UM VERDADEIRO TRATADO GASTRONÓMICO
DAS ALDEIAS DO XISTO DAS BEIRAS
É já no sábado, dia 25 de Julho de 2026, pelas 16h00, que é lançado em Pedrógão Grande, no anfiteatro do Jardim da Devesa, o livro “Tratado Gastronómico das Aldeias do Xisto das Beiras”, da autoria de Luís M. Cunha. Produzido pela Hora de ler, este trabalho, impresso a cores, tem 168 páginas. A apresentação será feita pelo antropólogo Dr. Arnaldo Vasques.

Esta obra não é apenas um inventário de receitas ou uma compilação de produtos. É um mapa emocional e cultural, um documento de afetos e resistências. É um gesto de escuta às mulheres e aos homens que souberam conservar a ligação à terra com a mesma dedicação com que se conserva um doce de abóbora ou um queijo curado ao vento. É também um convite à lentidão – à arte de colher, preparar, saborear, agradecer. Num tempo em que tudo parece urgente, esta Carta propõe-se como um abrigo: um regresso às origens, não por saudosismo, mas por sabedoria. Porque olhar para trás, neste caso, é colher sentido para o futuro.
Que cada capítulo desta obra seja, pois, uma viagem pelos vales e serranias das Beiras, pelos aromas que escapam das cozinhas de lenha, pelos provérbios que guardam mais verdade do que muitos tratados, pelos gestos repetidos que atravessam gerações. Que ao longo destas páginas se ouçam vozes e se percebam silêncios. Não só sabores, mas memórias. Não só alimentos, mas mundos. E que, ao final da leitura – e sobretudo da vivência – desta Carta, possamos todos compreender que preservar a gastronomia é mais do que conservar tradições: é proteger a própria essência de um território – e o modo como nele, com simplicidade e engenho, sempre se soube viver com dignidade.

CHABY PINHEIRO – A BIOGRAFIA DE UM GRANDE ACTORNo Centro Cultural da Nazaré, vai ser lançado, no próximo dia 23 de Julho...
19/07/2026

CHABY PINHEIRO – A BIOGRAFIA DE UM GRANDE ACTOR
No Centro Cultural da Nazaré, vai ser lançado, no próximo dia 23 de Julho (quinta-feira), às 21h30, o livro “António Augusto de Chaby Pinheiro (1873-1933): Cronologia biográfica e artística”, da autoria de Carlos Fidalgo, que resulta de um trabalho de investigação dedicado à tentativa de reconstituição da vida e do percurso artístico de uma das mais marcantes figuras do teatro em Portugal na transição do século XIX para o século XX. Esperamos por si.

ANAIS LEIRIENSES N.º 20 OU A NOSSA HISTÓRIA AQUIA biblioteca José Luís Tinoco, no Centro de Artes Villa Portela, em Leir...
18/07/2026

ANAIS LEIRIENSES N.º 20 OU A NOSSA HISTÓRIA AQUI
A biblioteca José Luís Tinoco, no Centro de Artes Villa Portela, em Leiria, acolheu, no dia 18 de Julho de 2026, o lançamento do 20.º volume de "Anais Leirienses - estudos & documentos", de 464 páginas, edição e produção Hora de ler.
A apresentação geral foi feita coordenador científico da revista, Professor Saul Gomes, mas estiveram presentes alguns dos autores participantes neste volume que também se pronunciaram. Saul Gomes, depois de uma análise geral do volume, evocou, com Carlos Fernandes, duas figuras recentemente falecidas – o Cónego Luciano Cristino e o arquitecto José Luís Tinoco. Seguiram-se intervenções de Adelino Caravela, António Maduro, Mário Rui Rodrigues, Jorge Mangorrinha, Ricardo Charters, Cristina Nobre, Casimiro Simões e José Afonso Oliveira, numa sessão dinâmica e variada de assuntos que dão deste volume uma ideia da sua abrangência, em termos de conteúdo e de épocas. F**a agora ao dispor do público. (Fotos C.B.M.)

ANAIS LEIRIENSES N.º 20 - A NOSSA HISTÓRIA PÁGINA A PÁGINANo dia 18 de Julho de 2026, na Biblioteca José Luís Tinoco, no...
12/07/2026

ANAIS LEIRIENSES N.º 20 - A NOSSA HISTÓRIA PÁGINA A PÁGINA
No dia 18 de Julho de 2026, na Biblioteca José Luís Tinoco, no Centro de Artes Villa Portela, em Leiria, vai ser lançado o 20.º volume de "Anais Leirienses - estudos & documentos", ainda e sempre a nossa história, desta vez através de 464 páginas. O coordenador científico da revista, Professor Saul Gomes, fará a apresentação, mas os autores que estiverem presentes também serão chamados a pronunciar-se. Até lá!

Sinopse de "ANAIS LEIRIENSES", Vol. n.º 20
Reúnem-se neste 20.º número dos Anais Leirienses estudos que se inserem num amplo leque cronológico, desde os séculos medievais à Época Contemporânea, visitando-se antigos cartórios monásticos, casos de Alcobaça e do Louriçal, memórias documentais sobre Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande, e documentação singular acerca de embarques marítimos. A luta pelo descanso dominical, no início do século XX, é igualmente aqui documentada.
Percorrem-se, também, paisagens naturais e agrícolas meridionais (as granjas do Bombarral, a paisagem urbana de Caldas da Rainha e a cultura da laranjeira e outros citrinos no antigo couto alcobacense), para se dedicar, também, um bom número de páginas à elucidação do passado eclesiástico de Leiria e de Pombal (visitações inquisitoriais, a assistência e a beneficência em Abiul e a restauração da diocese) e ao passado industrial de Vieira de Leiria.
A norte de Leiria são focados temas genealógicos relativos a Chão de Couce e às polémicas políticas republicanas em Ansião. Também a Nazaré e a história do seu santuário mariano e das suas gentes encontram espaço de divulgação neste volume.
Oferecem-se ao leitor novos fragmentos epistolares do Poeta Afonso Lopes Vieira e apresenta-se um texto valorizador do património gastronómico popular do norte do Distrito. Lembram-se, por fim, figuras como Pedrosa Lourenço, Chaby Pinheiro e António Xavier Rodrigues Cordeiro, homenageando-se a boa memória dos Leirienses Luciano Coelho Cristino e José Luís Tinoco, recentemente falecidos. Dá-se ainda extensa nota dos irmãos franciscanos, do Distrito de Leiria e concelho de Ourém, falecidos entre 1861 e 2021. Notícias, iconografia, escaparate, inventário bibliográfico sobre a região e outro noticiário sobre atividades culturais encerram o volume.

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