Life is a Cabaret

Life is a Cabaret Inspira-me a vida na sua simplicidade... A situação mais banal pode resultar numa inspiração brutal!

Diálogo entre mim e a Laura: A melancolia das músicas antigas vs. a vibe da nova músicaEu: Hoje numa mood nostálgica, a ...
23/11/2025

Diálogo entre mim e a Laura: A melancolia das músicas antigas vs. a vibe da nova música

Eu: Hoje numa mood nostálgica, a apreciar músicas antigas.
Laura: Na sala, a estudar enquanto ouve música moderna, pragmática, com ritmos acelerados e letras alucinantes!

Eu, a suspirar: Esta música... Toca a alma... Linda!

Laura: (Revira os olhos e coloca a mão no botão da tv) Mãe, pelo amor de Deus! Desliga isso. Parece que o cantor acabou de perder o emprego, a casa e o cão, tudo ao mesmo tempo...

Eu: Não estragues a magia, Laura! É uma canção sobre a dor de uma perda, mas olha para a melodia, a poesia da letra...

Laura: Poesia? Mãe, é só deprimente! Honestamente, porque é que as músicas da vossa época eram todas tão... tristes? Anos 70, 80, 90... Era só gente a lamentar-se em slow motion! Que horror!!!

Eu: Não é tristeza, é profundidade. É um sentimento complexo que te faz sentir que não estás sozinha na tua dor. (eu, com ar lamechas, mas sério) A música antiga explorava as emoções, as relações que não funcionavam. Era arte a destilar a melancolia da vida.

Laura: (de braços cruzados) Melancolia? Eu chamo-lhe falta de vitamina D. Hoje em dia, a música é para dar a volta, mommy! Quando ouço um bom Rap ou Kizomba, a música tem vibe, tem ritmo, dá-me energia para sair e fazer coisas! Percebes a diferença?

Eu: O vosso rap e a vossa música moderna parece que têm medo de f**ar tristes. É tudo: "Sou o melhor", "Ganhei muito dinheiro", "Vamos dançar". Não há espaço para a vulnerabilidade...

Laura: Claro que há! Mas é diferente. Se estou triste, quero música que me lembre que consigo superar, dahhh! O Rap é sobre a luta e a vitória; é empoderamento. O Kizomba é sobre conexão e alegria. É música para sentir a vida, não para chorar no canto.

Eu: E a intensidade, Laura!? As baladas da minha altura tinham um crescer que era... uau! Vocês metem uma batida forte, um drop, e pensam que é o mesmo. A diferença é entre o vinho tinto e o energético. Ambos fazem efeito, mas um tem corpo, o outro tem cafeína.

Laura: (a rir e a gozar-me) OK, o vinho tinto de facto tem mais corpo, mas o energético faz-me dançar! Eu não quero introspeção às 11 da manhã... Quando oiço as vossas músicas, sinto-me a afundar no sofá. É como se a música dissesse: "Desiste, o amor não vale a pena."

Eu: Não, a música diz: "O amor dói, mas vale a pena sentir tudo." Mas pronto, já percebi amor, tu queres a alegria, eu quero a alma. 'Bora lá, põe lá a tua lista de reprodução.

Laura: (Muda a cena toda na sala e a música moderna começa a tocar com uma batida forte). Vês? Isto é terapia!

Eu: Pedro Sampaio?? A sério Laura??! É divertida mas não diz nada de jeito! Vou tentar encontrar a poesia nos vossos drops.

Laura: Isso, mãe! E eu prometo tentar encontrar o lado "lindo" na vossa miséria sinfónica. É um acordo!

Não desisti e pus Cher, Celine Dion e outras!

Eu: Meu Deus, que power! Isto é o auge da emoção humana, é brutal!

Laura: (Com uma cara de quem cheirou algo azedo) Mãe, está a sair um funeral desses altifalantes. Que tristeza é esta?! Parece que estão a fazer um ultimato ao aquecimento global.

Eu: Não sejas parva Laura!!! É uma obra-prima sobre o desgosto amoroso! Eles eram corajosos! Eles assumiam que estavam a sofrer!

Laura: Assumiam? Parece que estavam a competir para ver quem f**ava mais clinicamente deprimido! As vossas canções dos anos 80 e 90 podiam ter sido usadas como trilha sonora para as obras completas de emoções destruídas. Se eu quisesse ouvir alguém a chorar, ligava à ................(não interessa!)

Eu: (com vontade de dar uma gargalhada) Não exageres! É o toque dramático! Onde é que estão os solos de guitarra de três minutos na vossa música? Onde é que está o momento de parar tudo, levantar o isqueiro e chorar por alguém que nem conheces?

Laura: Isso é porque nós já ultrapassámos a fase do "isqueiro e chorar"! Se estou triste, meto um Trap que fala sobre andar para a frente. Música moderna é tipo um shot de adrenalina: "Segue em frente, miúda!" A vossa é um copo de whisky amargo e uma carta de suicídio poética.

Eu: Ai sim? Sabes muito sobre Whisky... Mas já agora, o whisky tem classe! O Trap é só barulho de fritadeira e a mesma letra sobre o luxo que ninguém tem.

Laura: Pelo menos o Trap tem ritmo! Ninguém dança o choro do Phil Collins, mãe! O que é que fazes quando ouves isto? Abanas a cabeça e escreves um poema sobre a chuva?

Eu: Faço uma introspeção profunda sobre as minhas decisões de vida enquanto a bateria entra... É diferente...

Laura: (Suspirou, teatralmente) Pronto, o meu cérebro de 20 anos não aguenta tanta "introspeção". Por favor, dá-me o comando da TV. Preciso de ouvir alguém a dizer que está too sexy para isto, antes que eu comece a perguntar a mim mesma: "Será que o meu casaco de ganga devia ter ombreiras?"

Eu: Vai lá, põe o teu Rap. Mas que fique registado, a vossa música é o equivalente musical a um emoji de sorriso: superficial e demasiado brilhante. A minha é a poesia gótica.

Laura: Perfeito! E a tua poesia gótica é o motivo pelo qual precisamos de medir os níveis de depressão nas empresas. Vai vender o que vendes e deixa-me curtir isto e , já agora sente a vibe da felicidade! nNão há tempo para a tristeza nos tempos modernos! (Pisca-me o olho) Temos de ser produtivos! Byeeeeeeee, love you, fecha a porta da sala e deixa-me sossegada!

Eu: Hummm... Love you too...

🤣 A Épica Saga do Meu Ombro e o Insuflável da Morte (e o meu sono na Máquina)Olá a todos! Se estão a perguntar-se porque...
21/11/2025

🤣 A Épica Saga do Meu Ombro e o Insuflável da Morte (e o meu sono na Máquina)

Olá a todos! Se estão a perguntar-se porque é que tenho andado a fazer o "Robot Quebrado" nas últimas semanas, preparem-se para a história que prova que eu sou a definição de "dedicação... à comédia de acidentes".

Tudo começou no passado dia 10 de Outubro de 2025, no nosso glorioso evento de team building. Estava o sol a brilhar, o espírito de equipa no auge, e no centro de tudo, ele: O INSUFLÁVEL! (Ou, como eu agora lhe chamo, o Monte Evereste da Fisioterapia).

Eu, claro, decidi que ia entrar naquilo com o vigor de uma atleta olímpica a tentar bater o recorde mundial de "salto para a câmara de ar". A minha mente estava a dizer: "Vais deslizar suavemente, com a graciosidade de um cisne!

Mas, atenção, eu sou Carneiro ♈!
A subtileza não é o meu forte. O que para os outros é um "salto", para mim é uma "carga frontal", uma missão de vida, uma guerra, lolol!

O meu instinto de Áries falou mais alto: "VAI COM TUDO! CABEÇA BAIXA E FORÇA!"
O meu corpo, no entanto, decidiu que era melhor executar um movimento que só posso descrever como uma "pirueta descontrolada".
Em vez de entrar e continuar, atirei-me com tudo e embati logo ali!

O meu ombro esquerdo encontrou-se com o chão do insuflável numa fração de segundo que parecia a câmara lenta de um filme de ação. Houve um som estranho, mas na adrenalina (e na vergonha), levantei-me, sorri desajeitadamente e disse ao instrutor: "Grande sprint!" (O meu cérebro estava claramente já a ser embalado para dormir).

Passei as últimas semanas a pensar que tinha só uma "mazela", um "jeito esquisito", ou talvez só um mau presságio.🚨

E aqui entra o ponto mais importante: como esta obra-prima de descoordenação ocorreu em serviço, isto foi oficialmente classif**ado como um acidente de trabalho. Por isso, se precisarem de provar que se dedicam à empresa, podem sempre usar a minha ficha de acidentes como prova: "Rachou o ombro a tentar entrar num insuflável."

A verdadeira cereja no topo do bolo veio ontem. Fui fazer a famosa ressonância magnética para ver o que se passava com a minha articulação misteriosa. A técnica diz: "Fique completamente imóvel, vai demorar uns 30 minutos, o som é um bocado alto..."Eu? Fiquei tão imóvel que quase ADORMECI LÁ DENTRO! Sim, com todo aquele barulho de tuk-tuk-tuk a soar como um DJ industrial, eu tive a pausa da minha vida, provando que nem o traumatismo pode vencer a minha capacidade de hibernar.
Acordei quando a máquina parou e a técnica me acordou, provavelmente a pensar que tinha tido um glitch no sistema.

E a moral da história, meus amigos?Só depois de tirar uma sesta profunda dentro de uma máquina de 300.000 € é que o Dr. viu a foto do meu ombro e disse: "Parabéns, rachou o ombro! Pelo menos não partiu o sono!"

Portanto, estou aqui, com um ombro rachado por causa de um castelo insuflável, culpa da minha impulsividade (leia-se loucura descontrolada), e uma história de sono de beleza na ressonância.

Digam-me lá: isto é ou não é dedicação ao espírito de equipa e de trabalho!?🤣

Como é que não hei-de ser feliz..? A minha vida boa, que nunca se deixa fotografar... 😅🍀❤️
19/11/2025

Como é que não hei-de ser feliz..?

A minha vida boa, que nunca se deixa fotografar... 😅🍀❤️

Estou a pensar usar a ideia da Laura para oferecer esta prenda a algumas pessoas. Sejam sinceras meninas, gostariam, com...
16/11/2025

Estou a pensar usar a ideia da Laura para oferecer esta prenda a algumas pessoas. Sejam sinceras meninas, gostariam, comprariam? Gracias!!!

Bom dia e bom domingo!Não sou de pedir favores, mas quando se trata da Laura, é o "vale tudo". 🥰Desafio-vos a responder ...
16/11/2025

Bom dia e bom domingo!

Não sou de pedir favores, mas quando se trata da Laura, é o "vale tudo". 🥰

Desafio-vos a responder a 9 perguntas para a faculdade dela (disciplina de empreendedorismo). 🙏

Partilhem com os vossos amigos, precisamos de 250 respostas!

Grata!

Hum, agora que penso nisso... Talvez dê jeito para esconder uma surpresa ou outra coisa qualquer..! ;) Podem ajudar-nos a fazer este estudo de mercado para a faculdade (Disciplina Empreendedorismo)? 1 estrela é péssima ideia, e 7 estrelas é uma excelente ideia excelente! Muito obrigada!

😂 A Fauna Masculina das Apps de encontro: Um Guia de Campo Expandido (opinião feminina = minha) 😂As aplicações de encont...
15/11/2025

😂 A Fauna Masculina das Apps de encontro: Um Guia de Campo Expandido (opinião feminina = minha) 😂

As aplicações de encontros são o teu equivalente digital a um ecossistema complexo, cheio de espécies que evoluíram para o swipe rápido. Pega no teu repelente de deslizes e vamos mergulhar mais fundo na selva dos perfis masculinos que vais encontrar:

1. O "Viajante Global (de Sofá)"
A Foto: Uma foto desfocada em Machu Picchu (tirada em 2012) e outras quatro em resorts de luxo que ele só consegue pagar com o salário de um ano.

A Biografia: "Vivo para viajar ✈️🌍. À procura de uma parceira de crime para ver o mundo."

A Realidade: Ele viaja principalmente entre a cozinha e a sala de estar. O "mundo" é o ecrã da televisão, e o "parceiro de crime" é o irmão que lhe traz as batatas fritas enquanto ele vê documentários porque não faz mais nada.

2. O "Peixe Grande"
A Foto: Sem rosto. Apenas um peixe gigantesco que ele pescou. Se tiveres sorte, ele está de óculos de sol, mas é garantido que a barba está por fazer.

A Biografia: Completamente vazia, ou apenas um emoji de gancho 🎣.

A Realidade: Ele presume que o seu sucesso na pesca é a sua característica mais atraente. A principal forma de comunicação dele serão comparações de tudo na vida com as dimensões daquele peixe que ele apanhou há dois anos.

3. O "Filósofo Profundo de 28 Anos"
A Foto: Uma selfie a preto e branco, com um olhar intenso a encarar o horizonte.

A Biografia: Citações vagas e esotéricas sobre a Lua, a alma, e a incapacidade da sociedade moderna de "ver a verdadeira luz".

A Realidade: Ele é barman a tempo parcial e acabou de ler um livro de autoajuda. Vai enviar-te mensagens às 3 da manhã a perguntar: "O que é que realmente signif**a a vida?" Ele não quer uma resposta; ele só quer que a sua profundidade seja reconhecida.

4. O "Camaleão do Grupo"
A Foto: A primeira é uma foto de grupo de cinco homens idênticos. A segunda também. A terceira também.

A Biografia: "Eu sou o de barba." (Ou de boné, ou com a camisola azul.)

A Realidade: Vais passar 7 minutos a tentar descobrir qual deles é ele. Quando finalmente o descobrires, vais aperceber-te que ele é o menos atraente do grupo. Ele está a usar a beleza emprestada dos amigos para entrar no teu feed.

5. O "Super Pai (Exagerado)"
A Foto: Ele, com um ou dois filhos, mas com a cara dos miúdos coberta por corações gigantes ou emojis de porco.

A Biografia: "Os meus filhos são a minha vida! 👨‍👧‍👦 Não procuro drama. Se não gostares de crianças, swipe left."

A Realidade: Ele é, na verdade, um pai decente. Mas está a usar os filhos como um escudo moral. Se o relacionamento azedar, ele pode sempre dizer: "Não funcionou porque ela não gosta de crianças!"

6. O "Guru Fitness da Rotina Matinal"
A Foto: Uma selfie no ginásio, suado e sem camisola, tirada num ângulo estranho para maximizar o bícep.

A Biografia: "Os ganhos não param. Treino como um animal, como limpo. À procura de alguém que me acompanhe. Podes levantar o teu peso morto?"

A Realidade: A vida dele é regida pelo horário de levantamento de peso. Se lhe ligares durante o "Dia das Pernas", ele vai ignorar-te. O encontro ideal para ele é uma corrida de 10 km seguida de um batido de couve sem sabor... 🤑

7. O "Sorridente em Excesso (e o Seu Labrador)"
A Foto: Quatro das cinco fotos são dele a abraçar o seu Labrador. Ele está a sorrir demasiado em todas.

A Biografia: "Amante de cães. Vais ter de te dar bem com o Max. Não aceito amantes de gatos."

A Realidade: Ele está a usar o cão como uma "arma de fofura" para disfarçar o facto de que a sua personalidade é básica. O encontro não é contigo; é uma audição para seres a nova "Mãe de Max" e tirar o cocó do quintal dele!

8. O "Homem do Emoji de Construção 🚧"
A Foto: Tirada no interior de um carro (emprestado ou alugado). A iluminação é má, mas ele está a tentar parecer pensativo.

A Biografia: Vazia, exceto talvez por um único emoji: 💰, 🥃, ou o temido 😜.

A Realidade: Zero esforço. Ele está nas aplicações apenas para aumentar o ego. A conversa dele será uma série de perguntas de sim/não e o encontro vai ter o mesmo nível de entusiasmo de uma reunião de condomínio.

9. O "Pai de Todos os 'Hobbies'"
A Foto: Uma colagem caótica: a tocar guitarra na praia, a fazer ski na montanha, a fazer pão, a posar à frente de uma tela de pintura.

A Biografia: "Músico. Artista. Cozinheiro. Escalador. Entusiasta de vinhos. Tenho demasiados interesses para enumerar."

A Realidade: Ele tentou todos estes hobbies uma vez. Se começares a falar com ele, prepara-te para ser bombardeada com factos superficiais sobre cada um dos seus "talentos".

10. O "Otimista Crónico ('O Que Acontecer, Acontece')"
A Foto: Uma foto de grupo num bar, mas a qualidade é tão má que parece que foi tirada com uma batata.

A Biografia: "Sem expectativas. Apenas a ver o que acontece. A vida é demasiado curta para dramas."

A Realidade: Este é o eufemismo moderno para: "Não faço planos e vou decepcionar-te". Ele não vai propor um encontro; ele vai enviar-te uma mensagem às 23h45 de sábado a dizer: "O que é que estás a fazer? Estou no (bar mais rasca da cidade)."

Conclusão:

Percorrer as aplicações é como ir ao zoo, mas o bilhete de entrada é a nossa sanidade. Desejo-vos boa sorte para encontrar o vosso Unicórnio (o homem que tem uma foto decente, uma biografia engraçada e não está a tentar vender-te Bitcoin ou a pedir emprego), ahahahah!

😂 A eterna dança da mensagem "Podes falar?" 😂Se há coisa que me irrita mesmo, é isto...A humanidade evoluiu, construímos...
15/11/2025

😂 A eterna dança da mensagem "Podes falar?" 😂

Se há coisa que me irrita mesmo, é isto...

A humanidade evoluiu, construímos arranha-céus, desvendámos o ADN, mas ainda não conseguimos resolver o maior mistério da comunicação moderna: a mensagem "Podes falar? Posso ligar?"

Se realmente precisam/querem falar comigo, porque é que me perguntam por mensagem?! Estão a iniciar uma espécie de Jogo de Enigmas? A testar a minha prontidão telefónica?

O processo mental do "Perguntador":
O pensamento: "Tenho que ligar à Ana para lhe contar algo urgente/interessante" ou apenas "Tenho saudades de falar com ela."

O processo racional: Tocar no ícone do telefone, encontrar o contacto, ligar.

O processo real (e totalmente desnecessário, para mim): Abrir o WhatsApp, escrever freneticamente: "Posso ligar?"

Isto não é um pedido; é a construção de uma barreira burocrática para uma comunicação instantânea. É o equivalente digital a enviar uma carta registada a perguntar se pode passar amanhã para me entregar uma encomenda... 🤯

As minhas respostas mentais (e o que eu devia enviar):

A resposta sarcástica: "Não sei. Podes? Tens a permissão do Conselho Mundial de Telecomunicações? Tens a certeza que não te esqueceste de preencher o Formulário 37-B de Autorização de Chamadas Imediatas? Pergunta a ANACOM primeiro!"

A resposta lógica pura: "Se tivesses ligado, saberias. Estamos no século XXI. Se ligares, no pior dos casos, eu não atendo e tu sais a ganhar, porque não tiveste de esperar pela minha resposta para fazeres uma chamada que já devias ter feito."

A resposta simples e honesta: "Sim. Podes sempre..."

É por isso que o botão de ligar está ali. A não ser que estejam em Yorganizon (inventei este planeta), ou a roubar um banco... Nesse caso, por favor, continuem a escrever mensagens, preciso de detalhes...

A teoria da ansiedade da chamada:

Cheguei à conclusão que a mensagem "Posso ligar agora?" não é sobre a minha disponibilidade, é sobre a ansiedade de quem pergunta. É um pedido de consentimento para se sentir à vontade. Só que...os MEUS, estão sempre à vontade... 😉

É como se o mundo digital nos tivesse tornado demasiado educados para o bom e velho toque na porta, substituindo-o por: "Desculpe incomodar, mas está a planear estar disponível para ser incomodado nos próximos 5 a 10 minutos, ou devo reagendar a minha vontade de falar consigo?"

Por favor, se precisas de falar, LIGA! É mais rápido, mais eficiente e poupa-me 30 segundos preciosos que eu poderia usar a responder a outra mensagem...

PS - Este texto foi inspirado em ti e na tua mensagem de hoje, minha querida. Amei falar contigo! Amanhã será pessoalmente, yeah, (conforme conversa TELEFÓNICA)! 🥰🤣

Tenho tido alguns pedidos para escrever sobre isto... Um muito particular, insistente e especial, que me ajudou na criaç...
13/11/2025

Tenho tido alguns pedidos para escrever sobre isto... Um muito particular, insistente e especial, que me ajudou na criação desta página... LSR, hoje é o dia!

💔 Familiares Tóxicos e a Complexidade do Afastamento

Lidar com familiares tóxicos é uma das experiências mais dolorosas e complexas que uma pessoa pode enfrentar. O conceito de "família" está intrinsecamente ligado a amor, apoio e segurança, o que torna a constatação de que esses laços são, na verdade, fonte de dor, uma profunda traição emocional.

O Que Caracteriza um Comportamento Tóxico?

Comportamentos familiares tóxicos vão além de desentendimentos pontuais. Eles são padrões persistentes que minam a saúde mental e emocional das pessoas lesadas. Alguns exemplos incluem:

Manipulação e Chantagem Emocional: Usar a culpa, a COBRANÇA, o medo ou a obrigação de "laços de sangue" para controlar decisões e ações.

Crítica Constante e Desvalorização: Diminuir as conquistas, sonhos ou até mesmo a identidade da pessoa, corroendo sua autoestima.

Vitimização Crónica: O familiar nunca assume a responsabilidade pelos seus atos, colocando sempre a culpa nos outros, especialmente em quem tenta impor limites.

Invasão de Limites: Desrespeitar consistentemente a privacidade, decisões e o espaço pessoal do outro.

Triangulação e Fofoca: Criar drama e conflito entre outros membros da família para manter o controlo ou atenção.

A Dificuldade em Pôr Distância
O afastamento de um familiar tóxico é notoriamente difícil por uma série de razões profundamente enraizadas na nossa cultura e psicologia:

A Pressão Social e Cultural:

Existe um forte mandato cultural de que "a família é tudo" e "os laços de sangue são inquebráveis".

O medo do julgamento de amigos, outros parentes e da sociedade em geral — a ideia de ser visto como "ingrato" ou "egoísta" — é um grande inibidor.

O Ciclo Vicioso da Esperança:

Muitas vezes, a toxicidade é intercalada com breves momentos de gentileza ou normalidade. Essa "migalha" de afeto gera uma esperança ilusória de que a pessoa pode mudar, prendendo a vítima ao ciclo de abuso e perdão.

Culpa e Dever:

O tóxico muitas vezes incute um profundo sentimento de dever e culpa no outro. Afastar-se parece uma traição, especialmente se o familiar for idoso ou estiver doente, levando a dilemas morais gigantes...

O Medo da Perda:

Mesmo que a relação seja prejudicial, ela é familiar. Há um luto envolvido na decisão de se afastar — o luto pela família que gostaríamos de ter e o luto pela perda de um pilar, por mais instável que fosse...

Os Caminhos para a Saúde Emocional
O afastamento não precisa ser binário (ou tudo ou nada). Muitas vezes, a solução está em estabelecer limites rígidos, um processo chamado de distanciamento emocional.

1. Estabelecer Limites Inegociáveis: Decidir o que é aceitável e o que não é. Isto pode signif**ar: "Não discutirei a minha vida amorosa contigo" ou "Terminarei a chamada se começares a gritar."

2. A Opção de "Low Contact" (Baixo Contacto): Reduzir a frequência e a duração das interações. Manter as conversas superficiais e em locais públicos, se necessário.

3. O "No Contact" (Sem Contacto): Em casos de abuso grave ou quando todos os limites são violados, o afastamento total pode ser necessário para a sobrevivência emocional. É vital ver isto como um ato de autopreservação, e não de egoísmo.

4. Procurar Apoio Terapêutico: Um terapeuta pode fornecer as ferramentas emocionais e a validação necessárias para processar a culpa e manter a decisão.

A decisão de se proteger dos danos emocionais causados por familiares tóxicos é um ato de coragem e um passo fundamental para o bem-estar e a construção de uma vida mais saudável e autêntica.

A família são aqueles que escolhemos estarem ao nosso lado...

PS - LSR - desculpa ter demorado tanto tempo a escrever sobre isto... Beijo no coração!🥰

Quando chega a hora de partilhas...A morte do querido pai, que descanse em paz (e reze para que a sua herança não cause ...
12/11/2025

Quando chega a hora de partilhas...

A morte do querido pai, que descanse em paz (e reze para que a sua herança não cause uma Terceira Guerra Mundial em escala familiar), traz a inevitável reunião de partilhas.

Estavam presentes os três pilares da civilização moderna: Sofia (a mais velha, advogada, que trouxera consigo um ar de tribunal de Haia), Tiago (o do meio, que fizera um curso de feng shui e só queria a cómoda vintage para "equilibrar os seus chakras") e o Vasco, que apenas desejava o comando da televisão, por motivos óbvios de sobrevivência.

A Mãe, a matriarca, estava confortavelmente instalada no sofá de pele verde seco (que, aliás, seria a primeira vítima do leilão), com um sorriso enigmático, a observá-los. Parecia uma deusa grega que acabara de lançar uma maçã de ouro com a inscrição "Para o Mais Merecedor... Boa sorte, meninos!"

A primeira disputa foi pelo jarro de cristal. Sim, o jarro...

Sofia: "Ela exige o jarro! É uma peça de valor inestimável e simboliza a união como família." (Mentira. Ela só queria vendê-lo no eBay.)

Tiago: "O jarro tem linhas energéticas muito puras. Ele sente que o vai ajudar na sua meditação matinal. O cristal alinha o seu Qi." (Mentira! Ele só queria usá-lo para misturar gin tónico.)

Vasco: "Ela só quer o jarro para guardar as moedas de troco. Assim não as perde. Pronto."

A Mãe suspirou alto, revirou os olhos e disse: "Aquele jarro? Foi um brinde da BP quando o vosso pai atestou o depósito em 1998. Está riscado. E cheira a petróleo."

Silêncio. O jarro foi imediatamente para a caixa das "coisas sem valor".

Em seguida, a temperatura subiu abruptamente quando a Sofia mencionou um rumor antigo: o ouro da tia-avó.

Sofia: "A lei diz que a herança da Tia Eulália (que o pai geria), tem de ser contabilizada. E todos sabemos que ela tinha meio quilo de ouro guardado numa meia!"

Tiago: "O ouro? Ah, sim! O ouro está num local sagrado! Sinto que é crucial para eu abrir o meu estúdio de reiki. Ele tem de f**ar comigo para a transmutação energética!"

Vasco: "Eu lembro-me. Ouro... era um anel. E ele perdeu o anel no areal de Sesimbra em 1995. Eram 18 quilates de areia. Nex!!!."

A mãe riu-se, uma gargalhada rouca que fez as estantes tremerem.

"O ouro? Oh, queridos! A vossa Tia-Avó Eulália só usava bijutaria barata. Eram três medalhas de São Lázaro de latão que o vosso pai pensava que eram de ouro. E o vosso pai? Ele penhorou-as em 2002 para comprar uma PlayStation para o Tiago, para o manter calado. Está tudo registado."

Tiago olhou para o chão, com os seus chakras subitamente desalinhados. Sofia resmungou algo sobre negligência fiduciária. O Vasco apenas suspirou...

A seguir, veio o tema da casa de férias, onde o pai guardava a sua famosa colecção de selos que não valem nada.

Sofia: Propôs uma venda imediata e uma divisão justa: "80% para mim, pelos custos legais, e 10% para cada um. É a lei!"

Tiago: Sugeriu transformá-la num centro de retiros espirituais, onde seria o guru e os outros, os empregados. Esperto, hã?

Vasco: Sugeriu trocá-la por uma subscrição vitalícia de Netflix Premium. Ninguém o ouviu (again).

A mãe levantou-se, tirou um maço de notas do avental e disse: "A casa não está em partilhas. Vendi-a na semana passada a um casal holandês que adorou a vista para a serra. E os móveis. Comprei-vos um robot de cozinha a cada um. Agora, sosseguem. E quem é que vai fazer o jantar para mim, by the way?" Levantaram-se todos num ápice, todos eles carregadinhos de compromissos de última hora!

Derrotados, já se preparavam para sair, mas a mãe chamou-os de volta.

"Esperem! Tenho uma última coisa para partilhar. O tesouro mais VALIOSO do vosso pai, que ele nunca vendeu/deu/partilhou e vocês sempre quiseram!"

Os três voltaram, com os olhos a brilhar. Seria um diamante? Uma pintura de Monet? Picasso?

A mãe abriu uma pequena caixa de sapatos. Lá dentro, estava um pequeno pedaço de papel.

"É a palavra-passe do Wi-Fi. Ele NUNCA deu a ninguém!!!"

E, por um segundo, os três olharam para o papel com a uma vontade sagaz de se atirarem à mãe... 😅 O silêncio era tenso...

Sofia: "Eu preciso! Tenho de enviar o contrato do cliente!"

Tiago: "Eu preciso mais! O meu reiki é transmitido via streaming!"

Vasco: "O comando e o Wi-Fi! Eu serei o rei da sala!"

A mãe sorriu, estendeu o papel e, num movimento rápido, disse a password baixinho (ninguém já ouvia nada, claro), rasgou-o ao meio, e atirou os pedaços para o ar.

"Agora, podem partilhar conversas entre vocês e montar um puzzle... E se quiserem a nova palavra-passe, vão ter de conviver em paz por um semana. E... quem é que vai fazer o jantar, afinal?"

E foi assim que os três aprenderam a primeira lição da vida adulta: quando se trata de herança, a mãe é sempre a Mestre de Cerimónias, e eles são apenas os filhos e, pior, sem acesso à internet!! Ahahahahahaha

😂 🚨 Alerta de Crise Gramatical! 🚨 O Pesadelo Ortográfico: Uma Carta de Amor (e Ódio) em Surtos à Língua PortuguesaCaríss...
05/11/2025

😂 🚨 Alerta de Crise Gramatical! 🚨 O Pesadelo Ortográfico: Uma Carta de Amor (e Ódio) em Surtos à Língua Portuguesa

Caríssimos e sofredores colegas de língua,

Hoje, venho de rastos confessar-vos a minha irritação de estimação – o meu Achilles' Heel linguístico, o meu calcanhar de Aquiles com tinta de caneta: os erros ortográficos!

Juro, não há trânsito na A5, nem a espera nas finanças, que me faça querer arrancar os cabelos como um "houveram" mal-amanhado.

Eu sei, eu sei, a humanidade enfrenta o Apocalipse, e eu estou aqui, a tremer que nem varas verdes, porque vi alguém escrever "concerteza" como se fosse uma palavra mágica de fusão. Mas, p***a, entendam a minha dor! É a minha saúde mental que está em jogo!

Quando os meus olhos aterram num "houveram" (o famoso "haja" no plural, um erro que devia ser preso por atentado ao pudor), sinto que levei com um balde de água fria gelada, cheia de cubos de gelo com a forma do Dicionário Priberam, diretamente na alma. O verbo "haver" na sua forma impessoal é um misantropo gramatical!
Ele só existe no singular! É um ermitão da conjugação que teima em ser só terceira pessoa, pá! A gramática não está a levar um pontapé; está a sofrer um ataque de violência extrema!

E a confusão crónica entre o "à" e o "a"? Parece que há uma conspiração nacional, organizada por seitas secretas de analfabetos funcionais, para espalhar o terror dos acentos graves.

Por vezes, juro que me apetece desenterrar o Luís Camões, sacudi-lo e gritar-lhe: "Ó Luís, ó génio! Inventaste 'Os Lusíadas' para isto acabar em posts de Facebook com um 'á' sem acento?"

Depois, há os erros que nos fazem questionar a realidade. O "agora traz de ti" em vez de "atrás de ti": a pessoa está a fazer delivery de algo vindo de mim? O meu rim? Os meus TPC's?
É um quiproquó linguístico que me deixa com os macaquinhos na cabeça a fazer mosh! A diferença entre um 'S' e um 'Z' é o que separa um advérbio digno de um verbo infiltrado.

E os pleonasmos!? Aqueles que me fazem meter os pés pelas mãos, dar à sola e querer sair para fora (sim, eu sei!) da realidade. O "subir para cima" (onde mais, para o tecto da Austrália?), o "sair para fora", o "surpresa inesperada"! É a redundância levada ao extremo; a língua a dar cambalhotas sem rede, a fazer a volta ao bilhar grande só para dizer o óbvio.

Eu sei que a vida é viver e aprender, e que só morre quem é fraco. Mas, CARAMBA, quando vejo estes deslizes em posts que são lidos por milhares de almas, ou pior, em documentos que cheiram a formalidade, dá-me um surto mental!
É aí que me apetece usar a minha citação preferida: "Desenmerda-te, ó criatura, e usa o corretor ortográfico! Mas o do telemóvel!" (Desculpem, mas a irritação é real!).

Não estou a pedir que todos sejamos o Eça de Queirós, mas um bocadinho de atenção, com cabeça, tronco e membros, ou pelo menos um bom copywriter não faz mal a ninguém. Senão, vou ter de por as barbas de molho (e eu nem as tenho!) e emigrar para uma língua que tenha mais decência.

Portanto, da próxima vez que estiverem a escrever, lembrem-se desta vossa amiga que se passa dos carretos e f**a roxa com a má ortografia.
Pensem duas vezes antes de escreverem "previlégio" (falta de vontade, não falta de i) ou de usarem o "prontos" (a muleta linguística do desleixo) a torto e a direito...

A saúde mental das puristas neuróticas agradece. E eu, com certeza, não vos mando chatear o Camões!

PS - Não foi aqui no Life is a Cabaret que encontrei disto, mas f**a o alerta, lolol! Boas leituras!

PadelO desporto que destrói casamentos e amizades (e cria novos), lol!Vamos ao drama, ao veneno e àquela boa e velha com...
01/11/2025

Padel

O desporto que destrói casamentos e amizades (e cria novos), lol!

Vamos ao drama, ao veneno e àquela boa e velha comédia que nasce da desgraça alheia. O padel não é só raquetes; é a terapia de casal mais cara e inef**az que existe!

O padel e as nossas Amizades:
- "Amigos? Só se for para os Pares!"

Lembram-se de quando tinham amigos que falavam de filmes, música ou de ir a um festival? Esqueçam! Hoje, só existem potenciais parceiros de jogo. A amizade passou a ser uma transação:

O convite social:
- "Queres vir jantar cá a casa?" (Tradução: Queres ser o meu parceiro de padel para o semana?)

O escrutínio: Estás a jantar com um grupo, e em vez de falarem de política, estão a analisar o grip do teu copo.
- "O teu pulso está muito solto, pá. Na raquete devias agarrar com mais firmeza, estás a perder a potência do smash!"

A Substituição: Se falhas um jogo, és substituído, ponto! Pior, és substituído por um gajo que joga melhor e usa a raquete mais trendy. A amizade? Foi para o drop!😅

A nova hierarquia: O critério para ser padrinho de casamento já não é a lealdade, mas sim se a tua víbora é consistente e se consegues reservar o campo às horas de ponta!

Casais: a gaiola de vidro do amor enjaulado 💍
O padel é o teste de stress definitivo para qualquer relação.

A culpa e a raiva
Quando jogam juntos, o campo transforma-se num divã de psicanálise, mas com bolas:

A acusação silenciosa
O marido falha um ponto fácil... A mulher não diz nada, mas o olhar dela diz TUDO: "És fraco no jogo como na cama e na vida... Ainda por cima não tiraste o lixo, ó falhado!"

A "ajuda" tóxica: "Amor, tens de ir mais à frente!" (Tradução: Sai daí, és inútil, deixa-me fazer o teu trabalho!)

O grito de desespero: "'PÁ, E O VIDRO?! JOGA PARA O VIDRO, C@R*L !" – Sim, a primeira vez que um casal grita palavrões um ao outro, não é na cama, é no court de padel.

O vício e o abandono (O Pós-Jogo)
O padel toma conta do calendário. De repente, a vida conjugal resume-se a jantar às 22h30: "Desculpa, querida, tive de jogar um terceiro set..." (Tradução: Fiquei a beber uma mini e a lamentar a minha prestação, não me lembrei de ti.)

O dinheiro:
- "Amor, onde é que está o dinheiro da conta poupança!?"
- "C...c... comprei uma raquete ProTour Edição Limitada, tem melhor sweet spot!"

A traição
Quando um parceiro marca um jogo com "aquele gajo/gaja que joga bem", o outro parceiro pensa que está a ser traído.

E, sejamos honestos, a traição de jogar com alguém melhor é muito pior que a traição carnal. É uma traição ao ranking do casal!

Portanto, o padel veio para provar que só há três coisas capazes de separar duas pessoas: dinheiro, sogras e, claro, um serviço mal calculado que atinge o parceiro na testa!🤣

O amor é lindo, mas um smash vitorioso é para sempre!!! Quem precisa de amor quando se tem uma "bandeja" (seja lá o que isso for) perfeita?

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